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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС/Putin ordena excluir el dólar del comercio interno de Rusia

28 octubre 2015, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)

El presidente ruso, Vladímir Putin, ha ordenado prohibir el uso del dólar estadounidense como moneda de pago en el sector petrolero de la Federación de Rusia.

"Me gustaría hablar de un tema crucial en el desarrollo de la industria energética y la economía en conjunto. Se trata de la necesidad de detener el uso de moneda extranjera en el comercio interior", declaró el martes Putin ante la Comisión Presidencial de Combustibles y Energía, informa RT.

“En los puertos rusos (…), las tarifas por el envío de productos petroleros y de crudo, o bien se fijan directamente en dólares estadounidenses, o se denominan en dólares estadounidenses en los sistemas de comercio electrónico, prácticamente en tiempo real. Ni que decir tiene que esto es inaceptable.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

БРИКС, BRICS/¿SERÁ CHINA EL SALVAVIDAS DE LA ECONOMÍA RUSA?

5 enero 2015, ALAI, América Latina en Movimiento http://alainet.org


La tercera semana de diciembre, luego de que el rublo sufriera su peor caída desde la crisis cambiaria de 1998, el gobierno de China manifestó de inmediato su solidaridad con el Kremlin: «Si la parte rusa lo necesita, proporcionaremos la asistencia necesaria dentro de nuestras capacidades», anunció el ministro chino de Relaciones Exteriores, Wang Yi[1]. El espaldarazo es producto en buena medida de que China es hoy el primer socio comercial y el cuarto mayor inversionista en Moscú. Es evidente que hay cierta angustia en las elites de Beijing en torno a un eventual agravamiento de la realidad económica rusa.

Durante el último año, el rublo se ha venido abajo en un 41% en relación al dólar y en un 34% frente al euro, básicamente como consecuencia de la caída sostenida del precio del petróleo en los últimos 7 meses y las sanciones aplicadas [a Rusia] por la Unión Europea y Estados Unidos después de los acontecimientos de Crimea. A lo largo de 2014 las salidas de inversiones de cartera alcanzaron los 130,000 millones de dólares. El banco central de Rusia ha gastado aproximadamente 100,000 millones de dólares en la defensa de la moneda y ese monto constituye una cuarta parte de las reservas acumuladas.

Por otro lado, la decisión de aumentar al 17% la tasa de interés de referencia para frenar las desestabilizaciones de la moneda podría allanar el camino a una abrupta disminución del crédito y la inversión en el plano interno e incrementar con ello los riesgos de caer en una recesión prolongada. Las propias autoridades rusas advierten ya

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

BRICS, БРИКС/O QUE PUTIN NÃO NOS CONTOU

20 dezembro 2014, http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

·         Análise: certa.
·         Resposta ao ocidente: certa
·         Putin cool impecável

19/12/2014, Pepe Escobar*, RT – Russia Today
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Embora enfrente o que, analisada sob sejam quais forem as circunstâncias, é uma tempestade perfeita, o presidente Putin teve desempenho extremamente equilibrado na sua maratona anual de conferência e sessão de perguntas e respostas com a imprensa.

A tempestade perfeita desdobra-se em dois fronts: uma guerra econômica aberta – com o país sendo sitiado por sanções; e um ataque de sombras, preparado, urdido, clandestino, contra o coração da economia russa. O objetivo de Washington é claro: quer minar o adversário, serrar-lhe os caninos, para forçá-lo a curvar-se humilhado ante os desejos do Empire of Chaos. E sem parar de vangloriar-se de que esse seria o caminho para a “vitória” de Washington.

A dificuldade é que Moscou decifrou com acerto impecável o jogo – já bem antes, quando Putin, no Clube Valdai, pôs o dedo na doutrina Obama:

(...) é como se nossos parceiros ocidentais, os próprios pais de teorias do caos controlado não soubessem o que fazer da própria criatura.

Assim sendo, é claro que Putin já tinha ferramentas para

BRICS, БРИКС/CHINA PREPARA-SE PARA RESGATAR A RÚSSIA

17 dezembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

Tyler Durden*, Zero Hedge

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Na noite de hoje [16/12/2014], há pouco, Wang Yungui, da Administração Chinesa de Câmbio [orig. State Administration of Foreign Exchange's (SAFE)] observou que “o impacto da depreciação do rublo russo ainda não aparece com clareza, e, como Bloomberg noticiou, “SAFE está acompanhando de perto a depreciação do rublo e encorajando as empresas a proteger-se contra os riscos do rublo”.

Seus comentários ecoaram também na agenda de reforma do mercado de moedas para dar mais flexibilidade ao yuan, tema para o qual o jornal The South China Morning Post apontou em matéria intitulada “Rússia pode procurar ajuda da China, para enfrentar crise” – na qual se lia que a Rússia pode recorrer ao acordo de swap [troca] de moeda, de 150 bilhões de yuan (US$ 24 bilhões) com a China, assinado em outubro, se

sábado, 20 de dezembro de 2014

BRICS, Rússia/NA PIOR DAS HIPÓTESES, CRISE PODE DURAR ‘ATÉ DOIS ANOS’, DIZ PÚTIN

19 dezembro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Segundo presidente, em um "cenário desfavorável", país levará dois anos para se recuperar economicamente Foto: Konstantin Zavrájin/RG

Maksim Kórchunov, Gazeta Russa

Nesta quinta-feira (18), o presidente russo Vladímir Pútin realizou a já tradicional coletiva de imprensa de final de ano. Como era previsto, os problemas econômicos do país e as diferenças políticas na comunidade internacional pautaram o evento em Moscou.

Economia e o rublo
“É evidente que a situação atual está sendo provocada, acima de tudo, por fatores externos. Mas assumimos que não fizemos muito daquilo que planejávamos.

Antes de mais nada, sofremos com a queda do preço do petróleo e, por trás disso, vem a alteração do preço do gás. Existem pretensões quanto à atuação do governo e do banco central, mas, no geral, tudo está acontecendo de forma adequada. Espero que a taxa de câmbio das moedas estrangeiras continue caindo. É possível que isso aconteça. Assim como também é possível que os preços do petróleo continuem caindo.

A nossa economia sairá da situação em que se encontra. Quanto tempo necessitaremos para isso? Em caso de um cenário mais desfavorável, dois anos.

O Banco Central não pretende queimar cegamente suas reservas. As reservas totais da Rússia chegam a 8,3 trilhões de rublos [US$ 141 bilhões].

sábado, 8 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/Líderes de China e Rússia estreitam relações na Apec

7 novembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
(Ler tambem “BRICS, БРИКС/Rússia e China abalam o dólar americano”)

Os presidentes da China e da Rússia, Vladimir Putin e Xi Jinping, estão estreitando suas posições sobre questões importantes relacionadas com as relações bilaterais e internacionais, disse o embaixador Andrey Denisov.

O diplomata russo em Pequim afirmou à agência de notícias estatal chinesa Xinhua que a coordenação de posições sobre assuntos de grande importância ocorrerá durante a reunião entre os dois líderes na XXII Cimeira da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec).

“A Apec é a melhor plataforma para estudar as questões relacionadas com o desenvolvimento econômico regional e a Rússia atribui grande importância

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O FIM DE UMA ERA: ESTARÁ O PETRODÓLAR SOB AMEAÇA?

5 novembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

André Topf

O declínio económico dos EUA e a emergência de outras potências tem expressão também na tendência para a redução do papel do dólar norte-americano enquanto moeda de reserva mundial. Se os mercados globais de energia abandonarem o petrodólar, o domínio global do dólar terá os dias contados.

Recentes negócios e cooperação a alto nível entre a Rússia e a China fizeram soar o alarme no Ocidente enquanto políticos e executivos do gás e petróleo vêem a balança do poder nos mercados globais de energia tender para Oriente.

As razões para um relacionamento mais amistoso entre os dois gigantes têm evidentemente origem na crise da Ucrânia e nas subsequentes sanções ocidentais contra a Rússia, combinadas com a necessidade da China garantir fornecimentos de energia a longo prazo. Mas uma consequência de ligações económicas mais estreitas entre a Rússia e a China pode indicar também o princípio do fim do domínio do dólar americano, e isso poderá

domingo, 12 de outubro de 2014

Uruguay/¿MONTEVIDEO, LA CAPITAL LATINOAMERICANA DEL YUAN?

7 octubre 2014, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)


El cierre de los canales de crédito internacional (credit crunch), como efecto de quiebras bancarias masivas en Estados Unidos, luego del desplome de Lehman Brothers en septiembre de 2008, llevó a los inversionistas, en un primer momento, a buscar refugio en el dólar, la moneda hegemónica del sistema monetario internacional. Ello precipitó la caída de las monedas nacionales en relación a la divisa estadounidense y disminuyó los saldos superavitarios de las cuentas corriente de las economías de la periferia observados a partir de 2002. Los flujos de mercancías de origen primario (materias primas) y secundario (manufacturas y productos industriales) se vinieron abajo, afectados sobre todo por la reducción de los precios, más que por la disminución del volumen exportado. De otro lado, la resistencia del Congreso estadounidense ha mantenido congelada la implementación de los acuerdos alcanzados por el grupo de los 20 (G-20) para reformar el sistema de representación del Fondo Monetario Internacional (FMI), actualmente bajo la dominación aplastante del grupo de los 7 (G-7). Por esa razón, China se orienta cada vez más a utilizar su moneda para de un lado, reducir los efectos negativos del derecho de señoreaje  del dólar sobre los flujos globales de capital y de otro lado, construir de manera progresiva, un sistema monetario multipolar.

Para ello, el gobierno chino puso en marcha un plan global con tres estrategias clave. En primer lugar, ha impulsado la firma de swaps cambiarios bilaterales (permutas de cobertura de divisas) con otros bancos centrales. El objetivo consiste en proteger los flujos de comercio e inversión mediante la provisión de moneda extranjera a los sectores público y privado. Así, desde 2009 China ha concretado la firma de swapscambiarios bilaterales con más de veinte bancos centrales. Fuera del continente asiático, destacan los acuerdos con el Banco de Inglaterra por 32 mil 600 millones de dólares y el Banco Central Europeo (BCE) por 57 mil millones de dólares. Rusia e India también firmarán los propios, ambos países integrantes del BRICS (acrónimo de Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica).

En cuanto a América Latina, cuyo comercio con China creció 18 por ciento anualmente durante la última década, Brasil y Argentina cuentan ya con swaps cambiarios por 30 mil y 11 mil millones de dólares respectivamente. Así, la diplomacia del Banco Popular de China ha creado un mercado global del yuan en rápido crecimiento que suma ya más de 4 billones (castellanos) de dólares. En segundo lugar, a través de la Plataforma de Negociación de Divisas (CFETS, por sus siglas en inglés), Pekín ha establecido en los dos últimos años centros de liquidación directa en el exterior para facilitar el uso del yuan.

Las ventajas de tales proyectos incluyen cruzar de manera directa las divisas, reducir los costos de conversión, facilitar el uso de las monedas nacionales en los acuerdos bilaterales y finalmente, promover la cooperación financiera y económica.

Bajo este esquema piloto, el ringgit malayo, el rublo ruso, el yen japonés, el dólar australiano, el dólar neozelandés, y más recientemente, la libra esterlina y el euro, realizan operaciones en directo con la “moneda del pueblo” (renminbi). Y en tercer lugar, a través del Programa Chino de Inversores Institucionales Extranjeros Calificados en Renminbi (RQFII, por sus siglas en inglés), que permite a las empresas de las ciudades elegidas por China (Londres, París y Fráncfort en la Unión Europea, y Hong Kong, Singapur, Seúl y Taiwán en el continente asiático hasta ahora) invertir en los mercados valores y adquirir activos financieros denominados en yuanes, mediante cuotas adjudicadas por el regulador bursátil.

No hay duda de que el empuje principal de China para avanzar en la internacionalización de su moneda radica en su fuerza comercial. China es hoy el primer exportador mundial de mercancías y el segundo mayor importador. Previsiblemente, la mitad del comercio exterior de China será facturado en yuanes en un plazo no mayor a quince años. Asimismo, se perfila como el primer socio comercial de América Latina en los próximos años y desplaza de modo gradual la posición económica de Estados Unidos en diversas zonas. En este sentido, todo parece indicar que la relación entre ambas regiones dará un salto cualitativo a través del impulso al renminbi en el plano regional.

Recientemente, se llevó a cabo la VIII Cumbre China-Latinoamérica y el Caribe en la ciudad de Changsha bajo el auspicio del Banco Interamericano de Desarrollo (BID), el Banco Popular de China, el Consejo Chino para la Promoción del Comercio Internacional y el gobierno de la provincia de Hunan. El encuentro logró reunir a centenares de ejecutivos de empresas y funcionarios de alto nivel a fin de discutir los términos de la relación económica. Sorpresivamente, el ministro de Economía y Finanzas de Uruguay, Mario Bergara, manifestó su interés de convertir a Montevideo en la primera capital latinoamericana especializada en el comercio en yuanes. Para llegar a ser la capital del yuan en América Latina, Montevideo deberá profundizar la cooperación bilateral en materia financiera con China a la brevedad, ya sea mediante la firma de un swap cambiario bilateral, el comienzo de los trámites correspondientes para emitir bonos denominados en yuanes (los famosos bonos “Dim Sum”), realizar inversiones transfronterizas mediante el programa RQFII, o bien convertirse en centro de liquidación directa tal y como ya lo han hecho varias ciudades europeas y asiáticas. En suma, aunque el yuan todavía tiene un largo camino por recorrer antes de convertirse en moneda de reserva, avanza de manera acelerada y América Latina podría ejercer, a través de Uruguay, un papel protagónico en dicho esfuerzo.

*Ariel Noyola Rodríguez: Miembro del Observatorio Económico de América Latina del Instituto de Investigaciones Económicas de la Universidad Nacional Autónoma de México. Columnista de la revista Contralínea (México) y colaborador de laRed Voltaire (Francia).

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

БРИКС, BRICS/EUA-UNIÃO EUROPEIA VERSUS RÚSSIA: “SANÇÕES APRESSAM O PARTO DO MUNDO SEM O OCIDENTE”

21 setembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

Rakesh Krishnan SIMHA*, Oriental Review (Índia)
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

As sanções estão empurrando grandes volumes de comércio e finanças para fora das redes tradicionais, enfraquecendo o contraste do ocidente sobre aqueles fluxos.

As sanções ocidentais estão tendo efeito não desejado. Estão acelerando o nascimento de um ecossistema paralelo, no qual os países não aliados do ocidente podem operar, sem estar expostos à constante ameaça de sanções. Livre do controle ocidental, essa plataforma alternativa vai ganhando tração com surpreendente velocidade.

Vale a pena mencionar, de início, que muitas empresas ocidentais estão muito expostas no mercado russo. E a Rússia, por sua vez, é basicamente exportadora de matérias-primas como petróleo, gás, metais e minerais, cuja demanda é hoje muito forte, sobretudo nos impetuosos mercados asiáticos. Resumo da história: enquanto consumidor e bens de capital ocidentais podem ser substituídos por fabricantes asiáticos, as matérias-primas russas são o próprio sangue que mantém vivas as economias da