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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Angola/ESTAMOS UM PASSO À FRENTE NA VISÃO MINEIRA AFRICANA

3 agosto 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Kumuênho da Rosa

Há sensivelmente um ano, Luanda acolhia a reunião do Bureau de Ministros Responsáveis pelos Recursos Minerais em África, na qual foi reforçado o compromisso de uma acção conjugada pela apropriação dos recursos naturais pelos africanos.

Na entrevista que concedeu ao Jornal de Angola, o ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiroz, faz uma radiografia do sector mineiro africano e traça um quadro optimista em relação ao futuro do continente.

Jornal de Angola - Depois da reunião do Bureau de Ministros Responsáveis pelos Recursos Minerais em África, há sensivelmente um ano, a que distância ficou o continente da materialização da Visão Mineira Africana? 

Francisco Queiroz
 -  O objectivo desse Bureau foi cumprir uma deliberação dos Chefes de Estado e de Governo africanos sobre a criação de um Centro Africano para o Desenvolvimento Mineiro, como resultado da Visão Mineira Africana, aprovada na reunião de Adis Abeba em 2008. A Visão Mineira Africana é um conjunto de princípios que devem ser adoptados pelos Estados nas suas políticas de exploração dos recursos naturais. É desse conjunto de princípios que avulta o conceito “África 2063”. Na reunião de Luanda ficou definido que

segunda-feira, 8 de junho de 2015

BRICS, БРИКС/BANCO DOS BRICS ENTERRA UMA ERA

4 junho 2015, http://www.conversaafiada.com.br (Brasil)

O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, extraído do Tijolaço:
Quem mandou os EUA trancarem a porta do FMI?



Em julho de 1944, quando os destinos da 2a. Guerra Mundial já estavam definidos, uma conferência internacional – essencialmente ocidental – criou as duas instituições que, durante mais de meio século, tiveram a hegemonia da relações monetárias e das condições de cooperação financeira entre os países do mundo.

Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial (então, Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento) foram ferramentas importantíssimas na implantação do domínio econômico da potência vencedora – os EUA – sobre a face da Terra e o nascedouro do padrão-dólar nas relações cambiais, dando um indescritível poder a quem o emitia, pois passou não apenas a ser a referência de valor das moedas como, cruelmente, passou a ser mundialmente entesourado, permitindo a emissão de moeda sem o efeito inflacionário que isso traz: a moeda que não circula não  gera inflação, obvio

A Europa, em frangalhos, pendurou-se na hegemonia norte-americana e, na economia – ao contrário do que ocorreria na política, meses depois, na Conferência de Yalta – o mundo tornou-se unipolar. A tentativa de escapar dela, pela Europa, primeiro através do Mercado Comum Europeu e, depois, pela unificação monetária no Euro, levou 50 anos, e deu uma sobrevida à decadente economia do Velho Continente que, se não podia mais projetar-se globalmente, como na primeira metade do século 20, ao menos conseguiu – aos trancos e barrancos e

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

BRICS, БРИКС/CHINA PREPARA-SE PARA RESGATAR A RÚSSIA

17 dezembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

Tyler Durden*, Zero Hedge

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Na noite de hoje [16/12/2014], há pouco, Wang Yungui, da Administração Chinesa de Câmbio [orig. State Administration of Foreign Exchange's (SAFE)] observou que “o impacto da depreciação do rublo russo ainda não aparece com clareza, e, como Bloomberg noticiou, “SAFE está acompanhando de perto a depreciação do rublo e encorajando as empresas a proteger-se contra os riscos do rublo”.

Seus comentários ecoaram também na agenda de reforma do mercado de moedas para dar mais flexibilidade ao yuan, tema para o qual o jornal The South China Morning Post apontou em matéria intitulada “Rússia pode procurar ajuda da China, para enfrentar crise” – na qual se lia que a Rússia pode recorrer ao acordo de swap [troca] de moeda, de 150 bilhões de yuan (US$ 24 bilhões) com a China, assinado em outubro, se

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Brasil/Dilma: A REFORMA POLÍTICA É A REFORMA DAS REFORMAS

13 outubro 2014, Muda Mais http://www.mudamais.com (Brasil)

Assista o discurso da presidenta durante o encontro, abaixo:

Fonte:Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

No encontro com representantes da Comissão Nacional do Plebiscito Constituinte, Dilma falou novamente da importância da mobilização popular para fazer a Reforma Política, que ela define como a “reforma das reformas”.Para Dilma, a reforma política é imprescindível para combater a corrupção na política e, com o plebiscito popular e os quase 8 milhões de votos conquistados, o movimento vai se expandir e angariar mais apoio para fazer a reforma das instituições do Brasil.

Dilma disse que, no dia 26, diante das urnas, é importante pensar no futuro do país que, hoje, se vê frente a dois projetos. “O nosso projeto é o social. Não achamos que é possível crescer se o povo não crescer junto”. Dilma lembrou que os tucanos desempregam e arrocham salários, que eles proibiram a criação de escolas técnicas no Brasil. “Eles odeiam as palavras gratuito e subsídio”,

Brasil/Economistas com Dilma: “O Brasil não quer voltar atrás”

13 outubro 2014, Brasil Debate http://brasildebate.com.br/ (Brasil)

O que está em jogo nesta eleição é a volta ao passado ou a continuidade do modelo que abre as portas do futuro. É a opção entre as políticas que serviram para perpetuar as desigualdades e o modelo que contribuiu para aprofundar a democracia, trazendo à luz milhões de novos cidadãos

O Brasil está vivendo uma profunda transformação social que interrompeu o ciclo histórico da desigualdade no País. Nos últimos 12 anos, dezenas de milhões de pessoas tiveram acesso à economia formal e conquistaram um novo patamar de cidadania. Na base dessa transformação está o modelo de desenvolvimento econômico com inclusão social iniciado no governo do presidente Lula e que prossegue no governo da presidenta Dilma Rousseff.

Este modelo ampliou o acesso ao emprego, ao crédito e ao consumo. Combinado com a valorização dos salários e a transferência de renda, dinamizou o mercado interno, estimulou o investimento e promoveu o crescimento econômico, beneficiando a sociedade como um todo. A nova dinâmica da

Brasil/Eleições 2014: Confira entrevista de Lula com Mino Carta

14 outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Na última sexta-feira (10) o ex-presidente Lula concedeu entrevista exclusiva a Mino Carta, editor chefe da revista Carta Capital. Durante a conversa o tema principal ficou entorno da eleição presidencial deste ano, os avanços do Brasil nos últimos 12 anos e as contradições da direita e da grande mídia quando tentam denegrir a imagem do governo federal com especulações.



quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Brasil/MARCO AURÉLIO GARCIA CRITICA PROPOSTAS DE POLÍTICA EXTERNA DE MARINA

24 setembro 2014, Contraponto PIG* http://contrapontopig.blogspot.com (Brasil)

Marina disse que Brasil precisa retomar relações com Washington e que o povo cubano precisa compreender que pode fazer a transição para a democracia.

Carta Maior - 21/09/2014 

Pablo Giuliano, Radio Intereconomia (Espanha)

São Paulo -- O assessor especial para assuntos internacionais da presidenta Dilma Rousseff, Marco Aurélio Garcia, afirmou sábado (20) que o Brasil não tem uma "vocação imperial", em resposta ás declarações da candidata opositora Marina Silva, sobre Cuba. "O Brasil não tem vocação imperial, não é uma agência de certificação que distribuiu definições sobre outros países. Respeitamos Cuba, assim como respeitamos Estados Unidos, França e China, por exemplo", disse Garcia em uma entrevísta à Agência EFE.

Marco Aurélio García, que mantem seu cargo desde a época de Luiz Inácio Lula da Silva (2003 - 2010) e foi presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), objetou a declaração de Marina à imprensa dos Estados Unidos

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Brasil/Samuel Guimarães: "EUA APOSTAM EM MARINA"

Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br (Brasil)
Embaixador e ex-secretário-geral do Itamaraty no governo Lula, diz que "os estrategistas dos EUA seguramente estão de acordo com as diretrizes da política externa defendida pela candidata Marina Silva; Se ela for eleita, será a vitória de um modelo diplomático similar ao que tivemos nos anos 90”, avalia.
Por Darío Pignotti, da Carta Maior
“Os estrategistas dos Estados Unidos seguramente estão de acordo com as diretrizes da política externa defendida pela candidata Marina Silva. Se ela for eleita, será a vitória de um modelo diplomático similar ao que tivemos nos anos 90”, declarou à Carta Maior o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, ex-secretário-geral do Itamaraty no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Junto do ex-chanceler Celso Amorim e do assessor Marco Aurélio Garcia, Pinheiro Guimarães integrou a troika responsável por planejar de diplomacia com sotaque nas relações Sul-Sul aplicada

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

BRICS, БРИКС/AS SANÇÕES DE OBAMA CONTRA A RÚSSIA FRACASSARÃO

1 agosto 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)
30 julho 2014, Indian Punchline − Rediff Blogs

*MK Bhadrakumar, 

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

A nova Guerra Fria era a última coisa que o presidente Barack Obama tinha em mente no momento em que caía a noite, há bem pouco tempo, dia 22/10/2012, no campus da Lynn University na Florida. Foi a noite das facas longas, [1] do famoso debate sobre política exterior na campanha presidencial, quando Obama arrasou seu opositor, o Republicano Mitt Romney, ao ridicularizar uma de suas frases – Romney disse que a Rússia seria a maior ameaça geopolítica para os EUA no século XXI!

Eis o que disse-fez Obama, esnobando Romney:

Governador, muito me alegra que o senhor reconheça que a al-Qaeda é uma ameaça, porque há poucos meses, quando lhe perguntaram qual a maior ameaça geopolítica que os EUA enfrentam, o senhor respondeu “a Rússia” – não a al-Qaeda – o senhor disse “a Rússia”. E não interessa a ninguém trazer de volta a política exterior dos anos 1980s, porque, o senhor sabe, a Guerra Fria já acabou há 20 anos. Mas, governador... No que tenha a ver com política exterior, o senhor parece querer importar as políticas externas dos anos 1980s.

Depois, no programa para a reeleição, Obama ostentava