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quinta-feira, 15 de setembro de 2016
quarta-feira, 15 de julho de 2015
BRICS/OCX SEMEAM PÂNICO NO EXCEPCIONALOSTÃO
15 julho 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br
(Brasil)
Pepe Escobar, RT
Tradução: Vila Vudu
Com a Europa devastada pelo arrocho [não é 'austeridade'; é
arrocho] vendo suas "instituições" nada democráticas a espancar a
tragédia grega, e com os EUA recuando para um acordo nuclear justo com o Irã,
placas geopolíticas tectônicas movimentam-se nos Urais.
Alguém aí consegue sentir um mundo multipolar em germinação? Bem,
basta olhar bem aqui, para a Declaração dos BRICS, de Ufá-2015. A UE
praticamente não aparece na declaração dos BRICS e não por acaso.
Esqueçam o G7, natimorto. As duas reuniões simultâneas BRICS/
Organização de Cooperação de Xangai (OCX) – são o que realmente conta, para
2015. A jogada de mestre da diplomacia russa foi aproximar para a mesma cidade
essas duas reuniões – dos BRICS e da OCX – e uma terceira, reunião informal, da
União Econômica Eurasiana (UEE).
Afinal, algumas nações cujos governantes estavam presentes em Ufá
são membros de pelo menos uma dessas organizações. Mas o que realmente conta é
que, com os governantes dos BRICS, da OCX e da UEE reunidos num mesmo local,
vê-se a evidência muito concreta de que está emergindo, sim, uma nova ordem
mundial coordenada, que envolve a Eurásia e em alguns aspectos é impulso
mundial, não ditada pelos excepcionalistas.
E há também o Irã. O presidente Rouhani encontrou o presidente
Putin em Ufá para discutirem impressionante lista de tópicos. Dentre outras, e
não é pouca coisa, a inclusão do Irã como
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segunda-feira, 8 de junho de 2015
BRICS, БРИКС/BANCO DOS BRICS ENTERRA UMA ERA
4 junho 2015, http://www.conversaafiada.com.br (Brasil)
O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito,
extraído do Tijolaço:
Quem mandou os EUA trancarem a porta do FMI?
Quem mandou os EUA trancarem a porta do FMI?
Em julho de 1944, quando os destinos da 2a. Guerra Mundial já estavam
definidos, uma conferência internacional – essencialmente ocidental – criou as
duas instituições que, durante mais de meio século, tiveram a hegemonia da
relações monetárias e das condições de cooperação financeira entre os países do
mundo.
Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial (então, Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento) foram ferramentas importantíssimas na implantação do domínio econômico da potência vencedora – os EUA – sobre a face da Terra e o nascedouro do padrão-dólar nas relações cambiais, dando um indescritível poder a quem o emitia, pois passou não apenas a ser a referência de valor das moedas como, cruelmente, passou a ser mundialmente entesourado, permitindo a emissão de moeda sem o efeito inflacionário que isso traz: a moeda que não circula não gera inflação, obvio
A Europa, em frangalhos, pendurou-se na hegemonia norte-americana e, na economia – ao contrário do que ocorreria na política, meses depois, na Conferência de Yalta – o mundo tornou-se unipolar. A tentativa de escapar dela, pela Europa, primeiro através do Mercado Comum Europeu e, depois, pela unificação monetária no Euro, levou 50 anos, e deu uma sobrevida à decadente economia do Velho Continente que, se não podia mais projetar-se globalmente, como na primeira metade do século 20, ao menos conseguiu – aos trancos e barrancos e
Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial (então, Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento) foram ferramentas importantíssimas na implantação do domínio econômico da potência vencedora – os EUA – sobre a face da Terra e o nascedouro do padrão-dólar nas relações cambiais, dando um indescritível poder a quem o emitia, pois passou não apenas a ser a referência de valor das moedas como, cruelmente, passou a ser mundialmente entesourado, permitindo a emissão de moeda sem o efeito inflacionário que isso traz: a moeda que não circula não gera inflação, obvio
A Europa, em frangalhos, pendurou-se na hegemonia norte-americana e, na economia – ao contrário do que ocorreria na política, meses depois, na Conferência de Yalta – o mundo tornou-se unipolar. A tentativa de escapar dela, pela Europa, primeiro através do Mercado Comum Europeu e, depois, pela unificação monetária no Euro, levou 50 anos, e deu uma sobrevida à decadente economia do Velho Continente que, se não podia mais projetar-se globalmente, como na primeira metade do século 20, ao menos conseguiu – aos trancos e barrancos e
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sábado, 23 de maio de 2015
BRICS, БРИКС, Brasil/Deputados aprovam a criação de banco de desenvolvimento do Brics
22 maio
2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (21) a criação de um banco de desenvolvimento com atuação internacional ligado ao Brics – bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O objetivo é financiar projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável (públicos e privados) dos próprios membros do bloco e de outras economias emergentes.
A nova
instituição, que recebeu o nome de Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), decorre
de acordo assinado pelos integrantes do bloco no ano passado em Fortaleza.
O NBD será uma instituição aberta a qualquer membro das Nações Unidas. Os sócios fundadores, no entanto, manterão um poder de voto conjunto de pelo menos 55%. Além disso, nenhum outro país individualmente terá o mesmo poder de voto de um membro dos Brics.
Com sede em Xangai (China) e escritórios nos demais países, o banco terá capital inicial subscrito de 50 bilhões de dólares. Este valor será dividido da seguinte
O NBD será uma instituição aberta a qualquer membro das Nações Unidas. Os sócios fundadores, no entanto, manterão um poder de voto conjunto de pelo menos 55%. Além disso, nenhum outro país individualmente terá o mesmo poder de voto de um membro dos Brics.
Com sede em Xangai (China) e escritórios nos demais países, o banco terá capital inicial subscrito de 50 bilhões de dólares. Este valor será dividido da seguinte
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quarta-feira, 25 de março de 2015
Órgão financeiro russo elabora mecanismo de avaliação dos Brics/Росфинмониторинг вырабатывает механизм по оценке стран БРИКС
Segundo chefe do Rosfinmonitoring, dispositivo é necessário no
contexto da fundação do Novo Banco de Desenvolvimento. Em reunião com
presidente russo, ele também anunciou criação de rede universitária do Brics
para combater lavagem de dinheiro.
O Rosfinmonitoring (Serviço Federal de Monitoramento
Financeiro da Federação da Rússia) está criando um mecanismo de avaliação dos
países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), segundo
informou o chefe do órgão, Iúri Tchikhántchin, na segunda-feira (23), em
reunião com o presidente russo Vladímir Pútin.
De acordo com
Tchikhántchin o dispositivo é necessário no contexto da fundação do Novo Banco
de Desenvolvimento, e o órgão russo, que preside os Brics, está se alinhando a
chefes de inteligência financeira e de delegações em diversos encontros
internacionais.
"Em primeiro
lugar, isso está ligado à criação do Banco [de Desenvolvimento] do Brics, com a
clareza e transparência dos clientes, custos etc. Em segundo, vem
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
BRICS: UM NOVO FUNDO MONETÁRIO E UM NOVO BANCO DE DESENVOLVIMENTO
23 fevereiro 2015, Carta Maior
http://www.cartamaior.com.br (Brasil)
Paulo
Nogueira Batista Jr.*
Cabe aos
Brics mostrar, em especial aos países em desenvolvimento,
por que e para que
queremos mais influência e poder decisório.
A
escassez de recursos para financiar o desenvolvimento e os surtos recorrentes
de instabilidade nos mercados internacionais, com efeitos mais intensos nas
economias emergentes, conferem importância crucial à criação de mecanismos de
autodefesa e financiamento. As instituições multilaterais sediadas em
Washington – o FMI e o Banco Mundial – mostram grande dificuldade de evoluir e
se adaptar à nova realidade internacional, marcada pelo peso crescente das
economias emergentes. O G20 está semiparalisado desde 2011. Diante disso, os emergentes
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014
BRICS, БРИКС/Lideres do BRICS concordaram em nomear chefe do Banco de Desenvolvimento antes da realização da cúpula
17 novembro 2014/Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br
(Brasil)
Os lideres dos países-membros do grupo BRICS, concordaram na sua
reunião, promovida no quadro de G20 na cidade australiana de Brisbane, em
resolver a questão de nomeação do presidente e dos vice-presidentes do Novo
Banco de Desenvolvimento antes da realização da cúpula seguinte de BRICS na
Rússia.
“Os lideres foram informados sobre o progresso alcançado na
realização do plano de ação com vista a instituir o Novo Banco de
Desenvolvimento. Eles encarregaram os seus ministros das finanças de nomear o
presidente e os vice-presidentes do
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quinta-feira, 31 de julho de 2014
Abya Yala, Patria Grande/MERCOSUL CONSOLIDA E AMPLIA INTEGRAÇÃO REGIONAL
30 julho 2014 Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)
A diplomacia dos países
sul-americanos, na sua maioria liderados por governos progressistas, produziu
mais um fato político com reflexos positivos no desenvolvimento econômico e
social.
Os chefes de Estado e de governo membros do Mercado Comum do Sul (Mercosul), reunidos em Caracas nesta terça-feira (29), na 46ª Cúpula Presidencial do bloco, decidiram acelerar o desenvolvimento produtivo da região pondo em marcha mecanismos que atuam não mais a favor dos monopólios, mas dos povos.
Os dois resultados mais visíveis e impactantes da Cúpula foram a aceleração do processo para ativar o Banco do Sul e o impulso à criação da Zona Econômica Complementar, com a participação da Aliança Bolivariana para Nossa América (Alba), Comunidade do Caribe (Caricom) e Petrocaribe, que é o acordo energético composto por Venezuela, Cuba e vários outros países caribenhos. De acordo com
Os chefes de Estado e de governo membros do Mercado Comum do Sul (Mercosul), reunidos em Caracas nesta terça-feira (29), na 46ª Cúpula Presidencial do bloco, decidiram acelerar o desenvolvimento produtivo da região pondo em marcha mecanismos que atuam não mais a favor dos monopólios, mas dos povos.
Os dois resultados mais visíveis e impactantes da Cúpula foram a aceleração do processo para ativar o Banco do Sul e o impulso à criação da Zona Econômica Complementar, com a participação da Aliança Bolivariana para Nossa América (Alba), Comunidade do Caribe (Caricom) e Petrocaribe, que é o acordo energético composto por Venezuela, Cuba e vários outros países caribenhos. De acordo com
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