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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

BRICS, БРИКС/Banco Mundial assina memorando de cooperação com Banco do Brics/Всемирный банк подписал меморандум о сотрудничестве с банком БРИКС

12 setembro 2016, Ria Novosti (Rusia)
Presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, divulgou carta conjunta com homólogo no Novo Banco do Brics.
O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, e o chefe do Novo Banco de Desenvolvimento do Brics, Kundapur Vaman Kamath, assinaram um memorando de cooperação, segundo comunicado conjunto divulgado pelas instituições.
“O memorando formaliza a parceria do grupo do Banco Mundial com o Novo Banco do Brics, que estará concentrada, em primeiro lugar, em infraestrutura”,

quarta-feira, 15 de julho de 2015

BRICS/OCX SEMEAM PÂNICO NO EXCEPCIONALOSTÃO

15 julho 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Pepe Escobar, RT

Tradução: Vila Vudu


Com a Europa devastada pelo arrocho [não é 'austeridade'; é arrocho] vendo suas "instituições" nada democráticas a espancar a tragédia grega, e com os EUA recuando para um acordo nuclear justo com o Irã, placas geopolíticas tectônicas movimentam-se nos Urais.
Alguém aí consegue sentir um mundo multipolar em germinação? Bem, basta olhar bem aqui, para a Declaração dos BRICS, de Ufá-2015. A UE praticamente não aparece na declaração dos BRICS e não por acaso.


Esqueçam o G7, natimorto. As duas reuniões simultâneas BRICS/ Organização de Cooperação de Xangai (OCX) – são o que realmente conta, para 2015. A jogada de mestre da diplomacia russa foi aproximar para a mesma cidade essas duas reuniões – dos BRICS e da OCX – e uma terceira, reunião informal, da União Econômica Eurasiana (UEE).

Afinal, algumas nações cujos governantes estavam presentes em Ufá são membros de pelo menos uma dessas organizações. Mas o que realmente conta é que, com os governantes dos BRICS, da OCX e da UEE reunidos num mesmo local, vê-se a evidência muito concreta de que está emergindo, sim, uma nova ordem mundial coordenada, que envolve a Eurásia e em alguns aspectos é impulso mundial, não ditada pelos excepcionalistas.

E há também o Irã. O presidente Rouhani encontrou o presidente Putin em Ufá para discutirem impressionante lista de tópicos. Dentre outras, e não é pouca coisa, a inclusão do Irã como

segunda-feira, 8 de junho de 2015

BRICS, БРИКС/BANCO DOS BRICS ENTERRA UMA ERA

4 junho 2015, http://www.conversaafiada.com.br (Brasil)

O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, extraído do Tijolaço:
Quem mandou os EUA trancarem a porta do FMI?



Em julho de 1944, quando os destinos da 2a. Guerra Mundial já estavam definidos, uma conferência internacional – essencialmente ocidental – criou as duas instituições que, durante mais de meio século, tiveram a hegemonia da relações monetárias e das condições de cooperação financeira entre os países do mundo.

Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial (então, Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento) foram ferramentas importantíssimas na implantação do domínio econômico da potência vencedora – os EUA – sobre a face da Terra e o nascedouro do padrão-dólar nas relações cambiais, dando um indescritível poder a quem o emitia, pois passou não apenas a ser a referência de valor das moedas como, cruelmente, passou a ser mundialmente entesourado, permitindo a emissão de moeda sem o efeito inflacionário que isso traz: a moeda que não circula não  gera inflação, obvio

A Europa, em frangalhos, pendurou-se na hegemonia norte-americana e, na economia – ao contrário do que ocorreria na política, meses depois, na Conferência de Yalta – o mundo tornou-se unipolar. A tentativa de escapar dela, pela Europa, primeiro através do Mercado Comum Europeu e, depois, pela unificação monetária no Euro, levou 50 anos, e deu uma sobrevida à decadente economia do Velho Continente que, se não podia mais projetar-se globalmente, como na primeira metade do século 20, ao menos conseguiu – aos trancos e barrancos e

sábado, 23 de maio de 2015

BRICS, БРИКС, Brasil/Deputados aprovam a criação de banco de desenvolvimento do Brics

22  maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (21) a criação de um banco de desenvolvimento com atuação internacional ligado ao Brics – bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O objetivo é financiar projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável (públicos e privados) dos próprios membros do bloco e de outras economias emergentes. 

A nova instituição, que recebeu o nome de Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), decorre de acordo assinado pelos integrantes do bloco no ano passado em Fortaleza. 

O NBD será uma instituição aberta a qualquer membro das Nações Unidas. Os sócios fundadores, no entanto, manterão um poder de voto conjunto de pelo menos 55%. Além disso, nenhum outro país individualmente terá o mesmo poder de voto de um membro dos Brics.

Com sede em Xangai (China) e escritórios nos demais países, o banco terá capital inicial subscrito de 50 bilhões de dólares. Este valor será dividido da seguinte

quarta-feira, 25 de março de 2015

Órgão financeiro russo elabora mecanismo de avaliação dos Brics/Росфинмониторинг вырабатывает механизм по оценке стран БРИКС

24 março 2015, RIA Nóvosti, РИА Новости http://ria.ru (Russia, Россия)

Segundo chefe do Rosfinmonitoring, dispositivo é necessário no contexto da fundação do Novo Banco de Desenvolvimento. Em reunião com presidente russo, ele também anunciou criação de rede universitária do Brics para combater lavagem de dinheiro.

O Rosfinmonitoring (Serviço Federal de Monitoramento Financeiro da Federação da Rússia) está criando um mecanismo de avaliação dos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), segundo informou o chefe do órgão, Iúri Tchikhántchin, na segunda-feira (23), em reunião com o presidente russo Vladímir Pútin.

De acordo com Tchikhántchin o dispositivo é necessário no contexto da fundação do Novo Banco de Desenvolvimento, e o órgão russo, que preside os Brics, está se alinhando a chefes de inteligência financeira e de delegações em diversos encontros internacionais.

"Em primeiro lugar, isso está ligado à criação do Banco [de Desenvolvimento] do Brics, com a clareza e transparência dos clientes, custos etc. Em segundo, vem

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

BRICS: UM NOVO FUNDO MONETÁRIO E UM NOVO BANCO DE DESENVOLVIMENTO

23 fevereiro 2015, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)


Paulo Nogueira Batista Jr.*


Cabe aos Brics mostrar, em especial aos países em desenvolvimento,
 por que e para que queremos mais influência e poder decisório.

A escassez de recursos para financiar o desenvolvimento e os surtos recorrentes de instabilidade nos mercados internacionais, com efeitos mais intensos nas economias emergentes, conferem importância crucial à criação de mecanismos de autodefesa e financiamento. As instituições multilaterais sediadas em Washington – o FMI e o Banco Mundial – mostram grande dificuldade de evoluir e se adaptar à nova realidade internacional, marcada pelo peso crescente das economias emergentes. O G20 está semiparalisado desde 2011. Diante disso, os emergentes

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/Lideres do BRICS concordaram em nomear chefe do Banco de Desenvolvimento antes da realização da cúpula

17 novembro 2014/Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Os lideres dos países-membros do grupo BRICS, concordaram na sua reunião, promovida no quadro de G20 na cidade australiana de Brisbane, em resolver a questão de nomeação do presidente e dos vice-presidentes do Novo Banco de Desenvolvimento antes da realização da cúpula seguinte de BRICS na Rússia.

“Os lideres foram informados sobre o progresso alcançado na realização do plano de ação com vista a instituir o Novo Banco de Desenvolvimento. Eles encarregaram os seus ministros das finanças de nomear o presidente e os vice-presidentes do

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Abya Yala, Patria Grande/MERCOSUL CONSOLIDA E AMPLIA INTEGRAÇÃO REGIONAL

30 julho 2014 Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)
A diplomacia dos países sul-americanos, na sua maioria liderados por governos progressistas, produziu mais um fato político com reflexos positivos no desenvolvimento econômico e social. 

Os chefes de Estado e de governo membros do Mercado Comum do Sul (Mercosul), reunidos em Caracas nesta terça-feira (29), na 46ª Cúpula Presidencial do bloco, decidiram acelerar o desenvolvimento produtivo da região pondo em marcha mecanismos que atuam não mais a favor dos monopólios, mas dos povos. 

Os dois resultados mais visíveis e impactantes da Cúpula foram a aceleração do processo para ativar o Banco do Sul e o impulso à criação da Zona Econômica Complementar, com a participação da Aliança Bolivariana para Nossa América (Alba), Comunidade do Caribe (Caricom) e Petrocaribe, que é o acordo energético composto por Venezuela, Cuba e vários outros países caribenhos. De acordo com