Mostrando postagens com marcador Caricom. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caricom. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de abril de 2015

RAUL CASTRO NA CIMEIRA DAS AMÉRICAS

17 abril 2015, Odiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Do importante discurso proferido por Raul Castro na Cimeira das Américas, os media internacionais apenas reproduziram um pequeno aparte dirigido a Obama. Omitiram assim o essencial de um discurso que denuncia vigorosamente a longa história da agressão imperialista contra a América Latina e o Caribe, e que afirma que, se uma pequena ilha pobre em recursos naturais foi, graças à determinação revolucionária do seu povo, capaz de enfrentar e libertar-se da dominação imperialista, muito mais poderá ser alcançado se um subcontinente inteiro souber empreender um caminho semelhante.

«Até hoje o bloqueio contra Cuba aplica-se em toda a sua intensidade»

Discurso do General do Exército Raul Castro Ruz, presidente dos Conselhos de Ministros de Estado e de Ministros da República de Cuba na Cimeira das Américas, Panamá, 10 e 11 de Abril de 2015.
Ao Excelentíssimo Senhor Juan Carlos Varela, presidente da República do Panamá
Presidentes e Primeiros-Ministros

Distintos convidados
Agradeço a solidariedade de todos os países da América Latina e do Caribe que tornaram possível que Cuba participasse em pé de igualdade neste fórum hemisférico, e ao presidente da república do Panamá, pelo convite que tão simpaticamente nos enviou. Trago um abraço fraterno ao povo panamiano e a todas as nações aqui representadas.

Quando a 2 e 3 de Dezembro de 2011 se criou a Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (CELAC) em Caracas, inaugurou-se uma nova etapa na história da Nossa América, que tornou patente o seu direito adquirido de viver em paz e a desenvolver-se como decidam livremente os seus povos e traçar para o futuro um caminho de desenvolvimento e integração, baseado na cooperação, na solidariedade e na vontade comum de preservar a independência, a soberania e a identidade.

O ideal de Simón Bolívar de fundar uma grande pátria americana inspira verdadeiras epopeias independentistas.

terça-feira, 14 de abril de 2015

EEUU debe reconocer nueva realidad de AL, asegura internacionalista

12 marzo 2015, China Radio International-CRI http://espanol.cri.cn (China)
Xinhua-CRI

La confrontación política entre Estados Unidos y Venezuela, así como la presencia de Cuba en la Cumbre de las Américas que concluyó el sábado en Panamá concentraron la atención de politólogos, comunicadores sociales e internacionalistas de la región.

Esto se debe a que existe una "incongruencia en la actitud de Washington al asumir dos posturas diametralmente opuestas ante dos naciones de la región, aseguró el mismo día a Xinhua el analista venezolano Basem Tajeldine.

Mientras el continente mira con beneplácito la normalización de relaciones entre Washington y La Habana, con igual unanimidad los 33 países de América Latina y el Caribe han levantado sus voces para rechazar la orden ejecutiva firmada por el presidente Barack Obama que define a Venezuela como una "amenaza" para la seguridad de ese país.

El hecho acaparó la atención de los mandatarios en sus discursos y

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Abya Yala, Patria Grande/ALBA Movimientos sobre la Cumbre Social y Sindical, Panamá 2015

23 febrero 2015, Minga Informativa de Movimientos Sociales http://www.movimientos.org

Comunicado de la Secretaría Operativa de ALBA MOVIMIENTOS
sobre la Cumbre Social y Sindical, Panamá 2015

Hermanas y hermanos, compañeras y compañeros de organizaciones y movimientos sociales del continente:


Como se ha informado públicamente, el 10 y el 11 de abril de este 2015 se realizará en Panamá la VII Cumbre de las Américas “Prosperidad con equidad: el desafío de la  cooperación en las Américas” que, después de años de injusta exclusión y como resultado de la solidaridad y firmeza de varios gobiernos latinoamericanos, contará con la presencia de Cuba por primera vez.

Oficialmente, el evento tendrá cuatro foros paralelos:

1-      Foro de la Sociedad Civil de las Américas, 8 -10 de abril
2-      Foro de Jóvenes, 8 – 9 de abril
3-      Foro Empresarial de las Américas, 9 – 10 de abril
4-      Foro de Rectores, 9 – 10 de abril

Recientemente, organizaciones sindicales y movimientos sociales que

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Abya Yala, Patria Grande/MERCOSUL CONSOLIDA E AMPLIA INTEGRAÇÃO REGIONAL

30 julho 2014 Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)
A diplomacia dos países sul-americanos, na sua maioria liderados por governos progressistas, produziu mais um fato político com reflexos positivos no desenvolvimento econômico e social. 

Os chefes de Estado e de governo membros do Mercado Comum do Sul (Mercosul), reunidos em Caracas nesta terça-feira (29), na 46ª Cúpula Presidencial do bloco, decidiram acelerar o desenvolvimento produtivo da região pondo em marcha mecanismos que atuam não mais a favor dos monopólios, mas dos povos. 

Os dois resultados mais visíveis e impactantes da Cúpula foram a aceleração do processo para ativar o Banco do Sul e o impulso à criação da Zona Econômica Complementar, com a participação da Aliança Bolivariana para Nossa América (Alba), Comunidade do Caribe (Caricom) e Petrocaribe, que é o acordo energético composto por Venezuela, Cuba e vários outros países caribenhos. De acordo com

sábado, 3 de maio de 2014

Abya Yala, Patria Grande/CONSTRUIR Y DEFENDER UN CARIBE MÁS FUERTE Y UNIDO

1 mayo 2014, Cubadebate Contra el Terrorismo Mediático Círculo de Periodistas Cubanos contra el Terrorismo http://www.cubadebate.cu (Cuba)


Discurso pronunciado por  Miguel Díaz-Canel Bermúdez, primer vicepresidente de los Consejos de Estado y de Ministros, en la VI Cumbre de la Asociación de Estados del Caribe, en Mérida, México, el 30 de abril del 2014

Excelentísimo Señor Enrique Peña Nieto, Presidente de los Estados Unidos Mexicanos,
Honorables Miembros de la Mesa Directiva,
Excelentísimo Señor Alfonso Múnera Cavadía, Secretario General de la Asociación de Estados del Caribe,
Delegados e invitados:

La constitución de la AEC fue un hecho de trascendental significación para nuestra región. Se daba el primer paso en el anhelo de aunar voluntades políticas y económicas de países de Centroamérica, las Antillas y el norte de América del Sur, en torno a un concepto; “el Caribe”, “la frontera de dos o más imperios”, como lo calificara el prominente intelectual y político caribeño, Juan Bosch.

Esta iniciativa, promovida por CARICOM, agrupó a 25 de los 33 estados independientes del continente. En la Cumbre Inaugural, el 17 de agosto de 1995, el Comandante en Jefe Fidel Castro, expresó:

“Tenemos ante nosotros un gran desafío. Se trata de forjar un destino común para naciones notablemente dispares en cuanto a tamaño, población y desarrollo”.

A lo largo de estas dos décadas, hemos sido capaces de enfrentar este reto y de ser precursores de un ideal, el de la unidad en la diversidad, que hoy inspira al mayor y más importante aliento integracionista de nuestra historia: la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños, CELAC.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Países del Caribe demandarán a Europa por estigma del esclavismo

12 marzo 2014, Cubadebate. Contra el Terrorismo Mediático http://www.cubadebate.cu  (Cuba)

Catorce Estados de la región del Caribe planean demandar a los países europeos implicados en el comercio de esclavos tras aprobar un documento que los acusa de maltrato histórico.

“Creemos que la ley y los hechos están de nuestro lado a la hora de abordar al legado del genocidio de los indígenas y la esclavitud africana”, señaló el primer ministro de San Vicente y las Granadinas, Ralph Gonsalves, durante la cumbre de las catorce naciones caribeñas que forman parte de la Comunidad del Caribe (CARICOM).

El lunes los países integrantes de CARICOM, formada por la mayoría de las naciones insulares independientes de la región, a excepción de Cuba y la República Dominicana, votaron por apoyar una demanda de 10 puntos que exige disculpas formales y la condonación de las deudas existentes, así como la repatriación a África de aquellos que lo deseen. Entre los países que podrían ser demandados están

terça-feira, 11 de março de 2014

Pátria Grande/UNASUL: A AREIA NA ENGRENAGEM DO GOLPE

10 março 2014, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br/ (Brasil)

Algo de singular importância acontece na AL. O software do golpe não roda mais tão facilmente. A reunião da Unasul desta 4ª feira é parte da areia em ação.

por: Saul Leblon 

A reunião da Unasul  desta 4ª feira, que acontece no Chile, em seguida à posse da Presidenta Bachelet, redime a força da política num momento em que os ventos da economia mundial sopram desfavoravelmente sobre a região.

Argentina, Brasil, Venezuela e outros  manejam uma delicada transição cambial. 
Não é uma operação contábil:  mudanças no câmbio alteram o poder de compra dos salários; definem antecipadamente  ganhadores e perdedores de um novo ciclo; estabelecem o fôlego das exportações; devolvem ou não espaço à indústria  local.

A recuperação das economias ricas, e a queda nas cotações das commodities, inverteu a dinâmica das contas externas que impulsionou o crescimento regional por uma década.

O financiamento encareceu. As receitas com exportação caíram.

Déficits em conta corrente se avolumam, dificultando atender o avanço da demanda com mais importações. Pressões inflacionárias robustecem.  Quem não tem reservas, o  Brasil é uma exceção de quase US$  400 bi, enfrenta escassez de dólares e incerteza no abastecimento.

Não por acaso, os escrutínios eleitorais apontam resultados cada vez mais apertados: a eleição de Maduro decidiu-se em casas decimais; Correa perdeu a capital, Quito, para a direita; Cristina sofre corrosão parlamentar na Argentina; o favoritismo da esquerda no 2º turno deste domingo em El Salvador deu lugar a uma vitória por diferença mínima para a Frente Farabundo Martí.

As oposições conservadoras lambem os beiços e esfregam as mãos: é a hora do abate, cogitam.

A ferocidade com que se lançam às ruas na Venezuela é  a expressão desabrida de um apetite mais geral.

A contrapelo do fatalismo mecanicista, que ignora as mediações específicas no interior das grandes transições de ciclo econômico, algo  de singular importância  acontece, porém,  na América Latina.

Há uma resistência política articulada à investida conservadora.

O  software da ‘crise’  não roda mais tão facilmente na máquina regional.

Pátria Grande/Unasul irá se reunir no Chile para tratar crise na Venezuela

9 março 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Jaua: na reunião da Unasul serão feitas "a análise, as causas e consequências dessa nova agressão contra a democracia venezuelana"Efe (27/02/2014)

Encontro aproveita presença de presidentes na cerimônia de posse de Michelle Bachelet. Presidente Dilma Rousseff está confirmada.

A situação política na na Venezuela será tratada pelos chefes de Estado e chanceleres da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) nesta quarta-feira (12/03), em Santiago, adiantou o presidente do Equador, Rafael Correa. O chanceler venezuelano, Elías Jaua, também confirmou a realização do encontro, que irá aproveitar a cerimônia de posse de Michelle Bachelet. A presidente Dilma Rousseff está confirmada.

"Finalmente vai acontecer uma reunião de presidentes da Unasul, finalmente vai acontecer uma reunião de chanceleres da Unasul, mas para termos essa iniciativa, primeiro consultamos o governo venezuelanos por elementar cortesia", disse Correa em entrevista a uma emissora de TV. O encontro havia sido solicitado pela Venezuela, conforme confirmou o assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, em Caracas.

O presidente equatoriano não forneceu mais detalhes, mas garantiu que seu governo vai contribuir para buscar uma solução na Venezuela com base na verdade dos fatos. "Nós vamos tomar partido sobre a verdade e a verdade é que o governo legítimo da Venezuela é o perseguido, que Nicolás Maduro é

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Abya Yala, Patria Grande, Venezuela/Cancilleres del Mercosur reiteran la necesidad de la economía complementaria



30 de Octubre de 2013, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)

Uno de los temas de mayor importancia en la reunión de cancilleres del Mercosur fue iniciar un proceso de exploración y acercamiento entre el bloque regional, las distintas instancias del Caribe y los países que conforman el organismo; explicó Elías Jaua.

El canciller de Venezuela, Elías Jaua, explicó tras la reunión con los canciller del Mercado Común del Sur (Mercosur) que se concluyeron tres comunicados referentes sobre una propuesta de iniciar un diálogo para la construcción económica complementaria con la voluntad de consolidar y promover el desarrollo integral y enfrentar la pobreza.

"Buscamos otorgar un nuevo impulso al desarrollo del bloque", agregó el canciller venezolano.  Asimismo, señaló que se concluyó otro segundo comunicado sobre el estado actual del Mercosur y la Unión Europea (UE) y otro referente al rechazo contra el espionaje global por parte de Estados Unidos hacia los países miembros del bloque.

El Ministro de Exteriores venezolano también reiteró

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Abya Yala, Patria Grande/Mercosur estudia creación de Zona Económica latinocaribeña



3 octubre 2013, Hispan TV Nexo Latino http://www.hispantv.com (Irán)

El Mercado Común del Sur (Mercosur) estudió el miércoles la propuesta bolivariana de una Zona Económica latinocaribeña que incorpore otros mecanismos como Petrocaribe, Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (Alba) y Comunidad del Caribe (Caricom); así como la consolidación del Mercosur indígena y obrero.

Los coordinadores del Grupo del Mercado Común (GMC) se reunieron en Venezuela, presidente pro témpore del bloque, para fortalecer diversas áreas de interés común de los países miembros.

Según la viceministra venezolana del despacho para América Latina y el Caribe, Verónica Guerrero, la Zona Económica se considera como un espacio capaz de sumar a distintos bloques latinocaribeños en torno a una relación complementaria.

Este plan, continuó, pretende acercar los mecanismos que permiten “desarrollar relaciones justas de

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Abya Ayala, Patria Grande, Suriname/DECLARAÇÃO DE PARAMARIBO APROVADA NA VII REUNIÃO DE CÚPULA DA UNASUL



31 agosto 2013, Ministério das Relações Exteriores http://www.itamaraty.gov.br (Brasil), Nota nº 307

DECLARAÇÃO DE PARAMARIBO, APROVADA NA VII REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA UNIÃO DAS NAÇÕES SUL-AMERICANAS

Versión en Español enseguida
English version below
Nederlandse versie hieronder

O Conselho de Chefes de Estado e de Governo da União de Nações Sul-americanas (UNASUL), reunido em Paramaribo, República do Suriname, em 30 de agosto de 2013, na sua VII Reunião Ordinária, reafirma que a integração e a unidade da América do Sul devem ser estabelecidas de forma gradual e flexível, dentro de uma estrutura de cooperação, solidariedade e respeito pelo pluralismo. O Conselho enfatiza também sua determinação em construir uma identidade sul-americana baseada em valores comuns como a democracia, o estado de direito, respeito absoluto pelos direitos humanos e a consolidação da América do Sul como uma zona de paz.
2. Rende homenagem à memória do Comandante Hugo Chávez Frías, presidente da República Bolivariana da Venezuela e compartilha a perda do povo venezuelano e da sua família, a dor do vazio que sua ausência nos deixou, no sentido de que seu exemplo de vida e dignidade latino-americana será sempre fonte de inspiração para o compromisso de projetar sua visão estratégica na luta incansável pelo fortalecimento soberano da união da América Latina e do Caribe.
3. Afirma por seu testemunho que o presidente Hugo Chávez é o símbolo de uma geração de estadistas que lideraram o direcionamento estratégico e fortaleceram a base da identidade e união sul-americanas, e que foi sob seu impulso visionário, em abril de 2007, que se decidiu na Ilha de Margarita, Venezuela, pela criação da UNASUL. Desde então, seu incansável compromisso com a causa sul-americana tem marcado nosso processo integrador com uma postura inspirada na busca do bem-estar e da justiça social para os nossos povos.
4. O Conselho de Chefes de Estado e de Governo destaca o importante trabalho realizado por Sua Excelência Ollanta Humala Tasso, presidente da República do Peru, na Presidência Pró-Tempore da UNASUL no período de 2012-2013, e que contribuiu para o processo contínuo de integração do nosso continente.
5. Expressa sua satisfação com o fato de Sua Excelência Desiré Delano Bouterse, presidente da República do Suriname, ter assumido o cargo de Presidente Pró-Tempore da UNASUL para o período de 2013-2014, lhe deseja sucesso durante seu mandato e se compromete a contribuir para a implementação das metas estabelecidas para esta fase.
6. Considera que ter a República do Suriname na Presidência Pró-Tempore da UNASUL será uma grande oportunidade para aprofundar o espírito de integração e união de todos os povos sul-americanos.
7. Parabeniza a eficiente gestão do Dr. Alí Rodríguez Araque frente à Secretaria-Geral da UNASUL no período de 2012-2013, agradecendo-lhe por sua inquestionável e decisiva contribuição para a construção da visão estratégia da União a partir do seu empenho incomensurável por viabilizar a relevância do tratamento soberano do aproveitamento sustentável, a defesa e proteção dos recursos naturais como elementos da citada visão estratégica da América do Sul. Reconhece também sua valiosa liderança no processo de fortalecimento da nossa Secretaria-Geral, particularmente pelo legado que representa o Centro de Comunicação e Informação da UNASUL.
8. O Conselho dos Chefes de Estado e de Governo ressalta a riqueza da América do Sul no âmbito dos recursos naturais, como os minerais, a energia, florestas, recursos agrícolas e hídricos, sua imensa biodiversidade e ecossistemas, assim como as vantagens da sua localização geográfica, e particularmente o potencial dos seus recursos humanos, e considera que esses atributos diferenciam a região, reforçam seu potencial estratégico e contribuem para seu desenvolvimento sustentável. Parabeniza a Secretaria-Geral da UNASUL pela realização, em Caracas, da primeira Conferência da UNASUL sobre Recursos Naturais e Desenvolvimento Integral da Região, que foi realizada de 27 a 30 de maio passado. Nesse sentido, insta os órgãos e conselhos ministeriais a considerar os resultados da referida conferência, aspectos que deveriam ser parte de uma visão estratégica de aproveitamento dos recursos naturais com pleno respeito à soberania dos Estados.
9. Apesar da sua riqueza natural, porém, a desigualdade e a exclusão social persistem na nossa região. A UNASUL deve, portanto, contribuir na identificação de formas de cooperação regional que permitam que seus Estados Membros aproveitem as riquezas da América do Sul para avançar na luta contra problemas sociais históricos. O Conselho de Chefes de Estado e de Governo considera, portanto, que uma visão estratégica a longo prazo da UNASUL deveria se basear fundamentalmente nas seguintes diretrizes:
a) a necessidade de fortalecer uma estratégia sul-americana que projete a região no contexto mundial e possa promover os objetivos comuns de desenvolvimento e inclusão social, em um momento de mudanças significativas na economia e na política internacionais;
b) a prioridade da UNASUL para promover formas de cooperação que permitam avançar na erradicação da pobreza, da vulnerabilidade e exclusão social, assim como a superação das assimetrias atuais. Destaca, nesse sentido, a aprovação da Decisão sobre a Agenda de Ações Sociais Prioritárias e exorta sua implementação e avaliação permanente;
c) a importância de avaliar como a coordenação e cooperação na gestão e proteção dos recursos naturais podem contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico, produtivo e social da América do Sul, considerando-se a diversidade dos biomas sul-americanos, as diversas particularidades e prioridades de cada país e os direitos soberanos dos Estados em relação à exploração dos seus recursos naturais;
d) o fortalecimento da infraestrutura física e a interação entre os Estados Membros a fim de promover a integração dos seus cidadãos e impulsionar a construção da identidade sul-americana.
10. A construção de uma identidade sul-americana exige articular dimensões variadas, como a econômica, política, social, cidadã, de defesa e segurança, cultural, entre outras. Essa pluralidade necessária de temas e instâncias da UNASUL representa, ao mesmo tempo,

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Abya Ayala, Patria Grande/Reparaciones por esclavitud es justicia, afirma académico caribeño



21 agosto 2013, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Kingston (PL) -- El director de la sede barbadense de Universidad de las Antillas, Hilary Beckles, afirmó hoy que el reclamo monetario y moral caribeño a las exmetrópolis por la esclavitud es una cuestión de justicia histórica.

Nos centramos en Gran Bretaña porque ese país fue uno de los mayores propietarios de esclavos durante el proceso de emancipación en la década del 30 del siglo XIX, subrayó el académico e investigador, citada por la agencia regional de noticias CMC.

Durante una conferencia para presentar su libro "La deuda negra de Gran Bretaña: las reparaciones debidas al Caribe por la esclavitud y el genocidio indígena", Beckles señaló que Londres utilizó ese sistema para enriquecerse.

Recordó que durante el proceso de emancipación, las reparaciones se entregaron a los antiguos dueños de esclavos, pero estos últimos no recibieron nada.

El pago de esa indemnización estimuló la economía británica durante el siguiente medio siglo, pero en el Caribe

terça-feira, 6 de agosto de 2013

PAÍSES DO CARIBE EXIGEM DA EUROPA UMA COMPENSAÇÃO PELA ESCRAVATURA



4 agosto 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

Tráfico de escravos pintado num quadro de George Morland/Museu das Artes Africanas e Oceánicas, Paris

Os cálculos mais conservadores indicam que pelo menos 12 milhões de africanos foram sequestrados na costa ocidental do seu continente e transportados em barcos negreiros europeus até às colónias da América, entre os séculos XVI e XVIII. Nem todos sobreviveram a travessia e aqueles que chegaram com vida, trabalharam em condições de escravatura nas plantações dos impérios da Espanha, Inglaterra, Holanda, França e Portugal no Novo Mundo. As nações que integram a Comunidade do Caribe (Caricom) atribuem a origem da sua actual pobreza material à escravatura e ao genocídio perpetrado naqueles tempos. Por isso, decidiram levantar um processo jurídico contra a Inglaterra, Espanha, França, Holanda e Portugal, reclamando uma compensação económica e de investimento em planos de desenvolvimento.

“Estamos a enquadrar a exigência das reparações numa discussão sobre o desenvolvimento. Não estamos a falar de uma confrontação, mas se necessário levaremos o nosso caso para a Corte Internacional de Justicia para negociar”, explicou a historiadora Verene Sheperd, que

quinta-feira, 11 de julho de 2013

VENEZUELA: COOPERACIÓN EN ESPACIOS SURAMERICANOS



11 julho 2013, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Por Mario Esquivel

Caracas (PL) --- La presidencia pro tempore del Mercosur, en manos venezolanas por seis meses, coloca al país en la ruta del fortalecimiento de la cooperación en Suramérica, con una agenda que va mas allá del tema económico.

El potencial del bloque resulta de relevancia, con un Producto Interno Bruto (PIB) conjunto de 3,3 billones (millón de millones) de dólares, equivalentes al 82,3 por ciento del total sudamericano.

Asimismo, como mercado tiene más de 270 millones de potenciales consumidores, con un territorio cuya extensión alcanza cerca de 13 millones de kilómetros cuadrados.

La entrada de Venezuela otorga especial relevancia al

domingo, 2 de março de 2008

Califican al Alba como nuevo tipo de integración latinoamericana y caribeña

Beijing, 27 febrero 2008 (ABN) - Cuba calificó este miércoles a la Alternativa Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (Alba) como un nuevo tipo de integración auténticamente latinoamericana y caribeña, reportó Prensa Latina.
El Alba ha demostrado con resultados concretos que existen alternativas al Alca, dijo el embajador cubano en esta capital China, Carlos Miguel Pereira, al hablar en un foro organizado por el Instituto de América Latina de la Academia de Ciencias Sociales de China (ACSC).
Al evento, titulado América Latina y el Caribe: Diversidad y desafíos, asistieron altos funcionarios chinos, embajadores latinoamericanos y caribeños, académicos, expertos y estudiosos de la situación en ese continente.
El Alba, a la que ya pertenecen Venezuela, Cuba, Bolivia, Nicaragua y Dominica, no se encamina a integrar mercados, sino a fortalecer la cooperación, no tiene una razón mercantil sino una motivación social, subrayó el diplomático.
El funcionario cubano fustigó el modelo neoliberal en boga en algunos países, pues profundizó la inequidad, con una diferencia entre el 20 % más rico y el 20 % más pobre de casi 20 veces, por lo que América Latina es la región más desigual del mundo.
La pobreza y la indigencia crecieron hasta 205 y la deuda externa de los países de la región casi se ha duplicado hasta 744 mil millones de dólares, explicó el embajador cubano.
Recalcó que gracias al Alba, hay 30 mil médicos cooperando en los servicios de salud y otros 70 mil formándose, 600 mil personas fueron operadas de la vista en tres años, y el intercambio comercial crece sin aranceles ni barreras absurdas, acotó.
Otra alternativa viable al Alca son la Comunidad Suramericana de Naciones, la Comunidad Andina, el Mercosur, Caricom y las vinculadas con el petróleo como PetroAndina, PetroCaribe y PetroSur, dijo Carlos Miguel Pereira.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=121847&lee=3