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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Brasil/Cúpula da América Latina e do Caribe mostra que EUA não mandam na região, diz Chávez

Mylena Fiori, enviada Especial

17 dezembro 2008/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Costa do Sauípe (BA) - O inédito encontro de presidentes latino-americanos e caribenhos sem a participação de um país de fora é, para o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em primeiro lugar uma demonstração de que os Estados Unidos não mandam na região. A Cúpula da América Latina e do Caribe sobre Integração e Desenvolvimento é realizada desde ontem na Costa do Sauípe (Bahia).

Em discurso na sessão de trabalho de hoje (17), Chavez propôs que o encontro se repita a cada um ou dois anos. “Vamos tomar decisões e aplicá-las, como fazem no Norte. Lá se reúnem, tomam decisões e as aplicam, as aplicam em todos nós”, disse Chávez.

Ele também reiterou proposta feita ontem, na Cúpula do Mercosul, pelo presidente do Equador, Rafael Correa, de construção de um sistema monetário, comercial e financeiro regional – a sugestão consta no projeto do documento final do encontro, chamado de Declaração de Salvador. “A crise vai continuar se aprofundando. Há perspectivas de mais um ano, são perspectivas otimistas. Quem sabe o que nos espera é uma década de recessão, de crise, e não só econômica. Logo vem a crise social e a crise política, as desestabilizações”, discursou. “Somente com um sistema nosso, poderemos influir no sistema mundial”, frisou.

Mais cedo, em conversa com jornalistas, Chávez criticou as medidas de socorro a empresas e bancos anunciadas pelos países ricos. “Os países do Norte estão injetando bilhões de dólares sem nenhum sustento na economia real e tomando medidas desesperadas, alguns tentando salvar o que não tem salvação”, comentou.

Na reunião de presidentes, o líder venezuelano voltou a propor, como já fez em outras ocasiões, a criação de um fundo financeiro para o desenvolvimento, composto por 1% das reservas internacionais dos países da região - que, segundo ele, totalizam US$ 500 bilhões. Também sugeriu a discussão, em nível latino-americano, do sistema único de compensação regional adotado pela Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba).

“Qual a causa da crise? O modelo imposto por Washington a este mundo, o modelo capitalista. Busquemos outras alternativas, esta reunião está buscando alternativas e isso é o mais positivo de tudo”, afirmou antes da sessão de trabalho de hoje.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/12/17/materia.2008-12-17.3984636092/view

quarta-feira, 9 de abril de 2008

América Latina/Banco Alba entra em funcionamento no próximo dia 25

Agência de Informação Frei Tito para a América Latina

7 abril 2008 / www.adital.com.br

Após o fim da reunião da Oficina de Alto Nível para a Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba), encerrada ontem (06) em Caracas (Venezuela), o representante venezuelano para a Alba, Rodolfo Sanz, disse que o Banco da Alternativa Bolivariana entrará em funcionamento no próximo dia 25 de abril. No entanto, antes haverá ainda uma reunião em Havana (Cuba) para resolver os detalhes da composição da Direção.
O venezuelano disse que durante a reunião em Caracas foram revisados acordos e comissões técnicas, com avanços. Com isso, foi possível estabelecer prioridades nos projetos já aprovados, como a assinatura de atas constitutivas e convênios de constituição, das empresas de energia, telecomunicações, medicamentos. E também foi possível desenvolver algumas áreas recém incorporadas: saneamento, água potável, transporte e produção agroalimentar.
Segundo repassado pelo Coletivo Nuestra América, Sanz disse que foi estabelecido "um critério de equilíbrio, ou seja, foram priorizados aqueles projetos de empresas que possam ser sustentados pelas vantagens que têm em ‘nossos países’, combinando-os com projetos sociais de alto impacto, que evidenciem e reflitam a natureza social do projeto da Alba".
A Ata Constitutiva do Banco ALBA foi assinada no último dia 26 de janeiro e o objetivo dos quatro países (Venezuela, Cuba, Bolívia e Nicarágua) que integram a Alternativa Bolivariana é que o Banco livre os países da América Latina da dependência neoliberal.
A proposta é que com a implementação do Banco, os países da região não precisem recorrer às instituições financeiras com mecanismos de dominação como Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. Segundo os idealizadores do banco, cerca de 53 milhões de pessoas serão beneficiadas com a criação dele.
O Banco Alba, que será presidido por um diretor executivo de caráter rotatório, terá um capital inicial de um milhão de dólares. Cada país representado nessa entidade tem um voto, independente do capital acionário e do aporte financeiro com o qual contribuiu.

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=32456

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domingo, 2 de março de 2008

Califican al Alba como nuevo tipo de integración latinoamericana y caribeña

Beijing, 27 febrero 2008 (ABN) - Cuba calificó este miércoles a la Alternativa Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (Alba) como un nuevo tipo de integración auténticamente latinoamericana y caribeña, reportó Prensa Latina.
El Alba ha demostrado con resultados concretos que existen alternativas al Alca, dijo el embajador cubano en esta capital China, Carlos Miguel Pereira, al hablar en un foro organizado por el Instituto de América Latina de la Academia de Ciencias Sociales de China (ACSC).
Al evento, titulado América Latina y el Caribe: Diversidad y desafíos, asistieron altos funcionarios chinos, embajadores latinoamericanos y caribeños, académicos, expertos y estudiosos de la situación en ese continente.
El Alba, a la que ya pertenecen Venezuela, Cuba, Bolivia, Nicaragua y Dominica, no se encamina a integrar mercados, sino a fortalecer la cooperación, no tiene una razón mercantil sino una motivación social, subrayó el diplomático.
El funcionario cubano fustigó el modelo neoliberal en boga en algunos países, pues profundizó la inequidad, con una diferencia entre el 20 % más rico y el 20 % más pobre de casi 20 veces, por lo que América Latina es la región más desigual del mundo.
La pobreza y la indigencia crecieron hasta 205 y la deuda externa de los países de la región casi se ha duplicado hasta 744 mil millones de dólares, explicó el embajador cubano.
Recalcó que gracias al Alba, hay 30 mil médicos cooperando en los servicios de salud y otros 70 mil formándose, 600 mil personas fueron operadas de la vista en tres años, y el intercambio comercial crece sin aranceles ni barreras absurdas, acotó.
Otra alternativa viable al Alca son la Comunidad Suramericana de Naciones, la Comunidad Andina, el Mercosur, Caricom y las vinculadas con el petróleo como PetroAndina, PetroCaribe y PetroSur, dijo Carlos Miguel Pereira.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=121847&lee=3

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Países miembros del Alba constituirán entidad financiera en la VI Cumbre

Caracas, 22 enero 2008 (ABN) - Durante la realización de la VI Cumbre de jefes de Estado y de Gobierno de la Alternativa Bolivariana para los pueblos de nuestra América (Alba), que se llevará a cabo del 24 al 26 de enero, en Caracas, se concretará la creación del banco que agrupe a las naciones que integran esta iniciativa regional, como lo son: Cuba, Venezuela, Nicaragua y Bolivia.
Así lo informó el embajador de Cuba en Venezuela, Germán Sánchez Otero, quien explicó que este tema está incluido en la agenda correspondiente a esta nueva reunión de miembros del Alba, que se efectuará en en el Hotel Alba Caracas.
Además, Sánchez Otero no desestimó la opción de que el Banco del Alba pueda ampliarse a otras naciones de la región como mecanismo de desarrollo y protección frente a la volatilidad financiera y bursátil.
La institución financiera del Alba, que contribuirá a sincronizar el ahorro de los países de la región, tendrá su sede principal en Caracas, indicó el diplomático cubano.
Comentó que debe establecerse cuál será el aporte de cada país, los activos de la entidad financiera y modalidades de financiamiento, entre otros temas relacionados con esta entidad.
Cabe recordar que este miércoles se llevó a cabo el primer paso para la consecución de este proyecto, a través de la aprobación, por parte de los ministros representantes de los gobiernos de Bolivia, Cuba, Nicaragua y Venezuela, de suscribir un documento en el que se plasma el nacimiento del Banco del Alba, que dentro de 60 días estará activado.
Este tema fue acordado durante el I Consejo de Ministros del Alba, que se realizó en la Casa Amarilla, en el centro de Caracas, sede de la Cancillería venezolana.
Otro miembro
Aunque no ofreció más detalles, el embajador cubano indicó que se prevé la incorporación de un país caribeño a esta agrupación que se constituyó en La Habana, Cuba, el 14 de diciembre de 2004 por el acuerdo de Venezuela y Cuba, con la implicación personal de los presidentes de ambos países, Hugo Chávez Frías y Fidel Castro, respectivamente.
Asimismo, destacó la participación, de forma orgánica, de Haití, pues recordó que entre las naciones del Alba existe un acuerdo de ayuda humanitaria, social y económica hacia esa nación caribeña.
Sánchez Otero también resaltó que Ecuador y Uruguay participan como países invitados en esta nueva edición de la Cumbre del Alba.
Explicó que la incorporación de otras naciones se debe al interés que despiertan los resultados de la integración entre Venezuela, Nicaragua, Bolivia y Cuba.
“Esta iniciativa ha tenido mucho interés, no solamente en América Latina y el Caribe por ser un esfuerzo, ya que los resultados de integración y unión de nuestros países no tiene precedente en nuestra historia”, dijo.
La característica más relevante del Alba, destacó, no es generar condiciones solo para el desarrollo del comercio, sino buscar una complementación de las economías y sociales, así como ayudar a desarrollar cada uno de los países al máximo de su potencialidad.
“El Alba se va configurando a través de estrategias económicas, sociales y también posiciones políticas comunes para dar paso a un proyecto de integración y unión que constituyen una referencia en el mundo”.
Cooperación y solidaridad
El Alba, según el portal de Petróleos de Venezuela (Pdvsa), es una propuesta de integración que se fundamenta en la lucha contra la pobreza y la exclusión social existente en los países de América Latina y El Caribe, la cual lucha contra las asimetrías que ponen en desventaja a los países débiles frente a las principales potencias mundiales.
Esta iniciativa fue propuesta por el presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez Frías, en la III Cumbre de Jefes de Estado y de Gobierno de la Asociación de Estados del Caribe, celebrada en diciembre de 2001, en la Isla de Margarita, estado Nueva Esparta.
El Alba tiene como prioridad la unión de los países latinoamericanos y caribeños en un bloque político, económico y social, que cumpla con tres grandes fundamentos: cooperación, solidaridad y complementariedad.
Este mecanismo de cooperación surge en contraposición al modelo capitalista y mercantilista del Área de Libre Comercio para las Américas (Alca), planteada por el gobierno de Estados Unidos en el año 1994, en el marco de la primera Cumbre de las Américas, que constituye la desunión de los países latinoamericanos, puesto que se crearían altos niveles de dependencia y subordinación a través de un desarrollo económico depredador y profundizador de las desigualdades.
La primera Cumbre del Alba tuvo lugar en La Habana, el 14 de diciembre de 2004, ocasión en que los mandatarios Castro y Chávez suscribieron su declaración fundacional.
Las restantes fueron en 2005 y 2006, también en la capital cubana, y la cuarta en enero último, en Nicaragua, cuando esa nación se sumó a la iniciativa integracionista.
Luego que los presidentes de Venezuela y Cuba decidieran consolidar el apoyo mutuo que se venía desarrollando entre estas dos naciones, en abril de 2005, formalizan en La Habana la firma del Alba, contemplando diversos aspectos de colaboración, entre ellos el energético, educacional, formativo, entre otros, que ha brindado resultados altamente positivos para ambas naciones durante el año de su ejecución.
En abril de 2006, el presidente de Bolivia, Evo Morales, se adhiere a la Alternativa Bolivariana para las Américas. El jefe de Estado boliviano firmó la iniciativa integracionista junto a los presidentes de Cuba, Fidel Castro, y Venezuela, Hugo Chávez.
A su vez, Cuba y Venezuela suscribieron su adhesión al Tratado de Comercio de los Pueblos (TCP), iniciativa impulsada por el presidente Morales como alternativa a los Tratados de Libre Comercio, auspiciados por los Estados Unidos.
Al acto que se celebró en el capitalino Palacio de Convenciones asistieron también el ex presidente nicaragüense y dirigente del Frente Sandinista de Liberación Nacional (Fsln), Daniel Ortega, y el intelectual argentino Miguel Bonasso.
Más adelante, en enero de 2007, a un día de haber asumido el gobierno, el presidente de Nicaragua firmó la adhesión de su país al Alba en Managua, sumándose así al grupo comercial integrado por Cuba, Bolivia y Venezuela.
Estos encuentros de presidentes para la adhesión del acuerdo impulsaron lo que hoy se conocen como las Cumbres de Jefes de Estado del Alba.
El quinto encuentro de los presidentes integrantes del acuerdo se realizó bajo el nombre de V Cumbre del Alba y tuvo lugar en la ciudad de Barquisimeto, estado Lara, en Venezuela.
Esta última edición culminó con la firma de un plan estratégico de gran alcance, y una declaración política que incluye la condena a la liberación del terrorista Luis Posada Carriles.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=117537&lee=3

Lea también:
La energía ha sido instrumento clave para consolidar el Alba

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

América Latina/Banco ALBA busca combatir la dependencia financiera ante las IFIs

Adital / 17 enero 2008 / http://www.adital.com.br

El próximo día 25 de enero, otra institución latinoamericana para contribuir a la independencia financiera de los países del Sur será fundada en Caracas (Venezuela): el Banco ALBA. Aprobado en junio de 2007, por los cuatro presidentes de los países que integran la Alternativa Bolivariana para as Américas (ALBA), el banco apoyará proyectos de desarrollo acordados entre los países y los llamados Gran-Nacional.
La instalación oficial del banco se realizará durante la Cumbre del ALBA, que tendrá lugar en Caracas los días 25 y 26. Al anunciar la inauguración del banco en una sesión de trabajo del Consejo de Planeamiento Económico y Social del Gobierno de Nicaragua, el presidente venezolano Hugo Chávez dijo que uno de los objetivos del banco es ayudar a los países a no depender de organismos multilaterales y de las instituciones financieras internacionales (IFIs) como el Fondo Monetario Internacional (FMI).

Comisiones de trabajo fueron creadas para elaborar el Estatuto y la composición financiera del Banco ALBA. En la época de la aprobación de la creación del Banco, el viceministro venezolano de Relaciones Exteriores para América Latina y el Caribe, Rodolfo Sanz, dijo que esta institución permitirá aumentar la capacidad de capital y de inversión para apoyar a las empresas en sus operaciones y promover el mercado entre los países miembros con el exterior.

El Banco, cuyos miembros son Venezuela, Cuba, Bolivia y Nicaragua, también va a contribuir con la sincronización del capital de los países del ALBA, para que ayude en la configuración de lo que se denomina mercado intra-ALBA y para que permita aumentar la capacidad de inversión de los mismos.

En entrevista con Telesur, el presidente Chávez afirmó que la creación del Banco ALBA fue aprobada porque "no existe desarrollo económico si no aumentamos la capacidad de capital y, sobre todo, de inversión". Y agregó: "Este banco va a permitir que apoyemos a esas empresas, así como sus operaciones".

Esta es "una propuesta de integración que pone el énfasis en la lucha contra la pobreza y la exclusión social. Es necesario crear verdaderas instituciones que afecten la realidad. El ALBA nació como una respuesta a la pretensión hegemónica imperialista que significó el Tratado de Libre Comercio para las Américas (ALCA), y ahora esa respuesta toma cuerpo", dijo el presidente venezolano.


Traducción: Daniel Barrantes - barrantes.daniel@gmail.com

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=ES&cod=31305

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Cuba, Bolivia, Venezuela y Nicaragua crearán empresa de telecomunicaciones

La Paz, 8 noviembre 2007 (ABI) - Especialistas de Cuba, Venezuela, Bolivia y Nicaragua definen detalles en La Habana las bases legales de una empresa de telecomunicaciones que integre a los cuatro países en el marco de la Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA).

Las bases de la "Gran Nacional ALBA Telecomunicaciones", que serán acordadas esta semana, se aprobarán en diciembre en Caracas, para fundar la compañía en enero de 2008.

La III Reunión de Telecomunicaciones del ALBA aborda también la telefonía rural, las investigaciones y desarrollo de las comunicaciones, las infraestructuras de redes y la creación y desarrollo de la industria de medios y productos de esa especialidad, indicó la Agencia de Información Nacional (AIN).

La Alternativa Bolivariana para las Américas surgida hace casi tres años por iniciativa del presidente venezolano Hugo Chávez, se contrapone al ALCA (Area de Libre Comercio de las Américas) y los Tratados de Libre Comercio que propugna Estados Unidos.

Su Consejo de Ministros, reunido en septiembre en La Habana, pasó revista a los 39 proyectos "gran nacionales" emprendidos (denominación propuesta por Chávez en contraposición a las transnacionales).

También comprobó "avances importantes" en las negociaciones para formar el Banco del ALBA, que aspiran a que pueda estar concluido para fines de año, cuando se fije previamente el aporte por países, cuotas, modalidades de financiamiento y otras cuestiones técnicas.

La VI Cumbre de presidentes de países del ALBA se realizará el 20 de diciembre en Managua.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto_paleta&j=20071108121944

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Cuba/Revisan acuerdos de Alternativa Bolivariana para las Américas

La Habana, 20 sep (PL) Representantes de Nicaragua, Venezuela, Bolivia y Cuba revisan hoy aquí los Acuerdos de Cooperación y el proceso de institucionalización de la Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA).

El programa de la II Reunión del Consejo de Ministros del ALBA refiere que los delegados de alto nivel verificarán, entre otros, esos dos aspectos del proceso integracionista, aprobados en la V Cumbre, efectuada en Barquisimeto, Venezuela, en abril pasado.

Los presidentes de Venezuela, Hugo Chávez, Bolivia, Evo Morales, y Nicaragua, Daniel Ortega, y el vicepresidente cubano Carlos Lage evaluaron en esa ocasión el desarrollo de los programas y proyectos aprobados en el Primer Plan Estratégico del ALBA.

Asimismo, ratificaron la idea de que el principio rector del ALBA para los pueblos de América es la solidaridad más amplia entre todos, sin nacionalismos egoístas ni políticas restrictivas que puedan negar el objetivo de construir una patria grande.

Afirmaron que ya no resulta una quimera la integración y unión de América Latina y el Caribe a partir de un modelo de desarrollo independiente que priorice la complementariedad económica regional.

También, prosiguieron, que haga realidad la voluntad de promover el desarrollo de todos y fortalezca una cooperación genuina basada en el respeto mutuo y solidaridad.

La declaración final de esa V Cumbre sostiene que el ALBA demuestra con estadísticas concretas que el libre comercio no es capaz de generar los cambios sociales requeridos para erradicar el drama social de millones de seres humanos del continente americano.

Por ello, los participantes expresaron su determinación de seguir avanzando y profundizando la construcción del ALBA, en el entendido de que constituye una alianza política estratégica.

http://www.prensalatina.com.mx/article.asp?ID={CBB1001F-F580-4FB2-A916-975E0F759899})#uage=ES


En Cuba reunión de ministros del ALBA

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Bolivia y Venezuela/Morales y Chávez suscriben carta de intención para proyectos en siderúrgica y petroquímica

Además se impulsará la instalación de una planta de cemento y proyectos referidos al área forestal en Bolivia.

Ciudad Piar (Venezuela), 9 septiembre (ABI) - Los presidentes de Bolivia, Evo Morales Ayma y de Venezuela, Hugo Chávez Frías, suscribieron este domingo cuatro cartas de intenciones para concretar proyectos en siderúrgica, petroquímica, cemento y en el área forestal.

La suscripción de las cartas de intenciones se realizó durante la emisión del programa Aló, Presidente, número 293, transmitido este domingo desde Ciudad Piar, Estado Bolívar en Venezuela.

En la oportunidad, el Jefe de Estado boliviano dijo que "los gobiernos de Latinoamérica están obligados a aprovechar sus recursos naturales para promover el desarrollo de los pueblos".

Morales destacó que "el encuentro entre presidentes y de presidentes con los pueblos nos ayuda a recoger experiencias y vivencias para trabajar por la independencia y la libertad de nuestros países".

"Yo siento que los presidentes y los gobiernos de Latinoamérica estamos obligados a aprovechar nuestros recursos naturales para el desarrollo de los pueblos", expresó.
CartasLa primera carta de intención tiene que ver con el desarrollo de una Empresa Mixta Grannacional en territorio boliviano en materia minero-siderúrgica (hierro-acero), que estará ubicada en la provincia Germán Busch en el departamento de Santa Cruz.
En oportunidad de la firma, el presidente venezolano explicó que el Mutún (en Bolivia) tiene hierro para 500 años, es la tercera reserva más grande del mundo y es 40 veces más que en reserva que tiene el cerro Bolívar en Venezuela.

"Tenemos que ganarle a la empresa india en rapidez y eficiencia, ya le vamos a buscar un nombre a esta empresa mixta", dijo.

El segundo compromiso es para la construcción de un Complejo Petroquímico Binacional (Venezuela-Bolivia) en el trópico de Cochabamba (chapare), que tiene grandes reservas de gas y petróleo.

Asimismo, se suscribió la tercer carta para desarrollar en Bolivia dos plantas de cemento, tomando en cuenta la gran cantidad de materia prima que existe en el país.
La última carta de intención es para el desarrollo de proyectos en el área forestal en Bolivia.
Para la siderúrgica, el Jefe de Estado de Venezuela anunció que vendrá al país (Bolivia) con los recursos que puedan aportar para comenzar con el desarrollo del Mutún en la parte que le corresponde a esta empresa boliviana y venezolana.

"Muy pronto vamos a ir a colocar la piedra fundacional de la primera etapa", dijo.

Respecto a la siderúrgica, en breve vendrán técnicos de Venezuela para ponerse de acuerdo con el ministerio encargado (de Minería) e iniciar el proceso de exploración que es el primer paso que se tiene que dar.

Los pasos correspondientes tienen que ver con un proceso de minería, la planta de concentración, una planta de pellets, la reducción y la acería para salir con los planchones y cubrir la demanda interna de Bolivia.

VisitaEl presidente Morales llegó a Venezuela la noche del sábado para cumplir con una visita oficial y firmar junto a su par venezolano los convenios detallados anteriormente.
Las cartas de intenciones firmadas este domingo están en el marco de los convenios que ambos países han suscrito dentro de la Alternativa Bolivariana para los pueblos de nuestra América (Alba), una iniciativa de integración impulsada por el Gobierno de Chávez a la cual ya se han adscrito Cuba, Bolivia y Nicaragua.

El ministro del Poder Popular para las Industrias Básicas y Minería, José Khan, intervino en el programa para informar que el viceministro de Minas, Iván Hernández, fue seleccionado como el encargado del proyecto, cuyo fin es construir la empresa minero-siderúrgica.

Al finalizar la participación del Mandatario Morales en el programa Aló Presidente, un grupo de estudiantes bolivianos de la universidad bolivariana saludaron al Jefe de Estado. Asimismo, el presidente venezolano le regaló una pieza de acero para que la una con el acero del Mutún.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto&j=20070909165220&PHPSESSID=6903543726e2ec5fa71d6636398dacba

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Irán solicitó ser miembro observador del Alba

Teherán, 4 septiembre 2007 (ABN) - La República Islámica de Irán solicitó su incorporación como observador a la Alternativa Bolivariana para los pueblos de nuestra América (Alba), por considerar que se trata de un modelo de desarrollo y cooperación basado en los principios de solidaridad y respeto mutuo entre los países que lo conforman.


De acuerdo con nota de prensa de la Cancillería venezolana, el ministro de Relaciones Exteriores de Irán, Manoucherh Mottakki, hizo el anuncio durante una reunión con los cancilleres de los cuatro países miembros del modelo de integración.


«Creemos que esta reunión, por ser la primera de los países miembros del Alba con otro país fuera del área latinoamericana, es un encuentro de carácter histórico», refirió por su parte el ministro del Poder Popular para Relaciones Exteriores de Venezuela, Nicolás Maduro Moros.


Maduro destacó que el Alba es una iniciativa de integración orientada hacia la construcción de campos para el desarrollo compartido, además reconoció que el trabajo es arduo y que ya existen los primeros frutos desde su implementación.


Como ejemplo de ello citó los métodos de alfabetización Yo sí puedo, creado por Cuba, y de atención en salud, los cuales han beneficiado a millones de hombres y mujeres humildes de la región.


Por su parte, el canciller cubano, Felipe Pérez Roque, indicó que actualmente América Latina vive un momento de desarrollo pleno, al tiempo que expuso los principales lineamientos del Alba.


Pérez Roque definió al Alba como «un nuevo mecanismo de integración en América Latina y el Caribe», propuesto por el presidente venezolano, Hugo Chávez Frías, y que rompe con los esquemas tradicionales de cooperación que surgieron en Latinoamérica en los años donde se impuso el neoliberalismo.


«Estamos comenzando el camino. América Latina y el Caribe son 33 países, casi 500 millones de habitantes con un producto interno bruto muy significativo. Si actuamos unidos podemos ser una gran fuerza. Ya son visibles en nuestros países los resultados de los programas del Alba. No es una discusión teórica, no es documento destinado a guardar después en una gaveta, son programas concretos de beneficio para nuestros pueblos», aseveró.


Igualmente, anunció la segunda reunión del Consejo Ministerial del Alba, el 20 y 21 de septiembre en La Habana, Cuba, en la cual las autoridades discutirán la creación de una secretaría y un banco del Alba.


«También se discutirán otras categorías de participación para países que sin ser miembros quieran tener una relación estable con el Alba. En ese sentido, se van a crear condiciones para poder responder a Irán en qué modalidades puede materializarse la intención de ser miembro observador», subrayó.


http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=102278&lee=16

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Países del Alba e Irán instalarán feria comercial en noviembre

Caracas, 4 Septiembre (ABN) - El canciller de Venezuela, Nicolás Maduro, informó que en noviembre próximo se llevará a cabo en Teherán, capital de Irán, una feria comercial en la que participarán la nación persa, los países que integran la Alternativa Bolivariana para los pueblos de nuestra América (Alba) y otros en calidad de invitados.


Las declaraciones de Maduro fueron parte de un reporte que ofreció en ocasión de haber concluido la Reunión Ministerial del Movimiento de Países No Alineados (Noal), evento que reunió este lunes y martes en Teherán a las delegaciones de las 112 naciones que integran esa organización.


Durante la Reunión Ministerial del Noal, la delegación venezolana se reunió con las de otros países, sin embargo, Maduro resaltó el encuentro sostenido con la delegación de Irán por ser aquél en el que se acordó celebrar la feria comercial en noviembre.

«Con Irán revisamos, entre otros temas, la realización de una feria comercial, de inversiones, de tecnología y de industria, que vamos a realizar conjuntamente en noviembre en Teherán y en la que participarán los países adscritos al Alba (Venezuela, Bolivia, Nicaragua y Cuba) y otros invitados de América Latina y el Caribe», explicó.


Además, dijo que la delegación venezolana se reunió también con autoridades del Banco de Exportaciones y del Banco Central de Irán para evaluar la creación de un fondo binacional de inversiones, destinado a la constitución de un banco de solidaridad humanitaria.


Maduro recordó que al concluir la conferencia del Noal, los 112 países que integran ese organismo internacional aprobaron por unanimidad emitir un comunicado para apoyar el papel mediador que el presidente venezolano, Hugo Chávez Frías, aceptó asumir en el llamado canje humanitario en Colombia.


Destacó que la importancia del referido comunicado radica en el hecho de que diversos países de tres continentes han ofrecido su respaldo al Mandatario venezolano en su intención de concretar un acuerdo que, de materializarse, permitiría que las 46 personas retenidas por las Fuerzas Revolucionarias de Colombia (Farc) regresen con vida a sus hogares.


Sobre la Reunión Ministerial del Noal, el canciller venezolano indicó que los derechos humanos y la diversidad cultural constituyeron los temas centrales del evento.

«Podemos decir que en el transcurso de este último año hemos recuperado la capacidad de trabajo y de influencia en organismos importantes como la Organización de las Naciones Unidas (ONU), y que hemos empezado a abordar temas vitales como la construcción de valores políticos, humanos y culturales que deben configurar el nuevo pensamiento de esta época histórica que está naciendo», añadió.

Dijo que la Reunión Ministerial fue concluyó con la Declaración de Teherán, documento en el cual se acordó, entre otras cosas, la creación de un centro de investigación y formación para la construcción de los valores que tienen que ver con los derechos humanos y la diversidad cultural, el cual tendrá como sede la capital persa.


http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=102227&lee=18


Lea también:

+ Noal declaró su respaldo a la mediación de Chávez en canje humanitario

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Convenio de cooperación con Africa

Extender los brazos del ALBA

Por la Redacción de APM | 28|08|2007

La Alternativa Bolivariana para las Américas creó un acuerdo de colaboración con la Universidad Privada de Angola (UPRA), Africa. Se pretende que seis mil estudiantes conozcan la realidad latino-caribeña.

El modelo de Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA) impulsado por el presidente venezolano Hugo Chávez, estableció ayer un protocolo de colaboración con la Universidad Privada de Angola (UPRA), Africa, y de este modo fortalece la política de integración como contracara al esquema neoliberal.

Este acuerdo estuvo a cargo del rector de la UPRA, doctor y profesor Carlos Alberto Pinto Da costa, y la presidenta del Consejo Directivo del ALBA, la venezolana Carmen Jaqueline Giménez. Esta última afirmó que casi de inmediato habrá hechos concretos por este convenio, haciendo alusión a la llegada a Angola la próxima semana de especialistas para preparar la puesta en marcha del protocolo. También señaló que se harán presentes en este país técnicos y funcionarios de Argentina, Colombia y Uruguay.

Por medio de esta plataforma de colaboración seis mil estudiantes de la mencionada universidad conocerán de la realidad latino-caribeña mediante cursos, seminarios y otras modalidades dictados por especialistas de ALBA.

Asimismo surgirá la posibilidad de intercambios personales, de información, investigaciones y becas para educandos angolanos en América o de latino-caribeños en esta nación africana. Según lo expresó Jaqueline Giménez se aspira a que este paso histórico influya en solidificar la cooperación Sur-Sur, y agregó que próximamente viajará a Sudáfrica para firmar un acuerdo similar.

El continente africano presenta extremas condiciones socioeconómicas, y con una población aproximada de 900 millones de habitantes repartidos en 54 Estados es la zona más pobre del mundo. Este es un tema muy debatido por funcionarios e investigadores, sin ir más lejos a fines de julio se realizó en Caracas, Venezuela, el foro Nuevas Relaciones entre Creatividad, identidad y Educación donde se planteó que los países de Latinoamérica encuentran un camino acertado hacia políticas integradoras, pero Africa sigue estancada en una situación de exclusión y debilidades que va más allá de lo comercial y financiero.

En este sentido el ALBA pasa a ser una propuesta superadora y palpable, y comienza a dar sus primeros pasos de cooperación en un continente casi olvidado. De esta forma la educación en Africa podrá ir borrando la huella que las elites pretenden perpetuar, es decir la imposición y dependencia de modelos culturales occidentales.

Desde su creación, en diciembre de 2004, el ALBA se fundamentó en la creación de mecanismos para fomentar ventajas cooperativas entre las naciones, e intentó contrarrestar los obstáculos que afectan a los pueblos del Caribe y América latina, tales como la pobreza y la exclusión social a gran escala.

Este organismo está conformado por Venezuela, Cuba, Bolivia y Nicaragua, aunque abarca también a otras naciones caribeñas y latinoamericanas. Hasta el momento los progresos han sido notables, tanto así que durante el 2006 en Cuba fue posible la presencia de 8 mil puntos médicos con cooperantes cubanos en Venezuela y se instalaron 261 centros de diagnóstico integral y 341 salas de rehabilitación, según lo indicó la representante del Ministerio de Salud cubano, Elia Rosa Lemus.

A fines del año pasado 31 mil venezolanos estudiaban medicina en esos puntos, mientras que otros estudiantes procedentes de 12 países lo hacían en Cuba. Asimismo Venezuela y Bolivia han trabajado intensamente bajo la premisa del ALBA, y la educación fue impulsada con el método cubano de enseñanza “yo sí puedo”, que alfabetizó a un millón y medio de venezolanos y más de 29 mil bolivianos.

El protocolo firmado con UPRA también promete resultados, sobre todo convertirse en una herramienta para incentivar el conocimiento e intercambios interculturales, en un mundo regido por leyes proteccionistas de mercado.

http://www.prensamercosur.com.ar/apm/nota_completa.php?idnota=3555

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

La educación en América Latina

Estudiantes unidos, jamás serán vencidos


Por la Redacción de APM | 22|08|2007


El Encuentro Latinoamericano de Movimientos Estudiantiles reunió en Caracas a jóvenes, intelectuales, profesores e investigadores de 21 países de América Latina para debatir los distintos sistemas educativos.


Como una forma de reflexión hacia el poder estudiantil y popular comenzó ayer en Caracas, en los espacios del Centro Internacional Miranda, el Encuentro Latinoamericano de Movimientos Estudiantiles que se extenderá hasta el 26 del presente mes y reune a más de 50 jóvenes estudiantes de 21 países de América Latina, además de profesores, intelectuales e investigadores vinculados al área educativa y la actualidad político-social de Venezuela.


Los universitarios de Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Cuba, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay , Perú, Puerto Rico, Uruguay, República Dominicana, Costa Rica y Venezuela tendrán como meta la unidad del movimiento estudiantil revolucionario de Latinoamérica que participa activamente en las transformaciones de los sistemas educativos.


El representante de la Universidad Central de Venezuela, Héctor Rodríguez, señaló que la cita permitirá el intercambio con colegas de otras naciones sobre la necesidad de construir una educación diferente y de esa forma será posible "conocernos y empezar a caminar juntos", y agregó que "venimos dando pasos agigantados por la construcción del socialismo".


Este debate fue convocado por el Centro Internacional Miranda y el Congreso Bolivariano de los Pueblos, y apoyado también por el Ministerio Del Poder Popular Para La Educación Superior y La Comisión Presidencial Del Poder Popular Estudiantil.


Los temas centrales serán la educación y las falencias en la gestión de politicas públicas al respecto, y en consecuencia la enseñanza que realmente se necesita. Todo esto proyectando la unidad del movimiento estudiantil latinoamericano-caribeño y Universidad del Sur, en torno de la Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA).


Según una nota del Ministerio venezolano de Educación Superior, integrante también del comité organizador, el principal objetivo será examinar los desafíos actuales del movimiento estudiantil y la educación bajo las políticas neoliberales. De esta forma se intenta crear un espacio común para llevar a cabo una reflexión crítica, comparativa y constructiva sobre el proyecto educativo regional.


Por su parte, el vocero estudiantil nicaragüense Sergio Herrera se refirió a las experiencias de su país, donde el movimiento estudiantil se coloca en un nuevo contexto político inmerso en el trabajo social, y resaltó que ya pasaron los tiempos del neoliberalismo y por ello "estamos dispuestos a retomar los principales fundamentos de una comunidad unida, solidaria y combativa".


Respecto al estudiantado venezolano, el miembro de la Comisión Presidencial para el Poder Popular Estudiantil, Robert Serra, se refirió a la coyuntura de las manifestaciones de estudiantes a favor y en contra del proceso de cambios democráticos en este país. En este sentido hizo hincapié en la participación de los jóvenes en el debate nacional en torno a la propuesta de reforma constitucional presentada por el presidente Hugo Chávez a la Asamblea Nacional.

Lo destacable es que Latinoamérica está siendo escenario de grandes debates y proyectos que proponen cambios estructurales, en pos de la construcción de sociedades que no prioricen el capital económico por sobre el humano, y fijen metas palpables en materia social. En este marco los movimientos sociales son actores centrales y encolumnan la contraofensiva neoliberal.


http://www.prensamercosur.com.ar/apm/nota_completa.php?idnota=3535

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Petrocaribe y el ALBA fueron la tabla de salvación de Nicaragua -- Daniel Ortega

Caracas, 11 Agosto (ABN) - El presidente de la República de Nicaragua, Daniel Ortega, aseguró este sábado que tanto Petrocaribe, como la Alternativa Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América (ALBA), se convirtieron en la salvación de su país, ante la grave crisis energética que azotó a esta nación centroamericana.

«Aún los más críticos a la revolución bolivariana y al frente sandinista en Nicaragua, dicen que sin esta cooperación no teníamos esperanza. Nuestra economía habría colapsado», expresó el mandatario durante las III Cumbre de Jefes de Estado y de Gobierno de Petrocaribe, realizada desde el 10 de agosto, en Caracas.

Por ello, Ortega agradeció al pueblo y Gobierno venezolanos la solidaridad y cooperación demostrada «de manera extraordinaria y en tiempos extraordinarios», para resolver los problemas causados por las acciones privatizadoras del neoliberalismo.

Durante su alocución, el primer mandatario nicaragüense también reflexionó sobre la importancia de construir un mecanismo de integración que fortalezca a las naciones latinoamericanas y caribeñas, frente al conglomerado del norte.

«En ese norte desarrollado, Estados Unidos (EEUU), Europa y Japón tienen sus intereses unidos y trabajan por la unidad. Aunque estén en diferentes regiones, hacen a un lado sus diferencias y trazan sus estrategias de dominación global. Mientras, nosotros, aun estando tan cerca, no hemos logrado crear un acuerdo de unidad».

Recordó que el gobierno de EEUU nunca ofreció su apoyo en los momentos más críticos de la crisis energética de Nicaragua.

«En los racionamientos de 14 o 16 horas de energía eléctrica que sufría nuestro pueblo, nunca Estados Unidos o Bush dijeron absolutamente nada para ayudarnos. Yo le decía al presidente (Enrique) Bolaños, ¿por qué no le pide apoyo a los gringos? Él me respondía que, simplemente, no querían ayudarnos», aseveró.

Afirmó que esto se debió a que la naturaleza misma del modelo capitalista que esta nación impone en el mundo «no está para crear bienestar a los pueblos, sino para la lógica de la acumulación de capital que todos conocemos».

Asimismo, rechazó las manipulaciones que se han hecho sobre la cooperación venezolana, alegando que «lo que está haciendo la revolución bolivariana no es más que rescatar los pasos de Bolívar y de Cristo (...) se está dignificando», al compartir su riqueza con naciones menos favorecidas.

En torno a los llamados agrocombustibles, sostuvo que para su país la prioridad es el tema alimentario y no el modelo desarrollista que impone el capitalismo global al mundo.

No obstante, no desestimó la posibilidad de crear biodiesel en pequeñas dimensiones a partir de la palma africana, siempre y cuando se haga «en zonas desérticas acompañada de siembra de árboles originarios para tratar de recuperar biodiversidad», concluyó.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=100189&lee=16

Lea también:

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quinta-feira, 26 de julho de 2007

Canciller peruano confirma visita del presidente Morales a Lima

Lima, 25 Julio (ABI) - El presidente boliviano Evo Morales visitará Perú oficialmente el 1 de agosto próximo, confirmó este miércoles el canciller peruano, José García Belaúnde, quien destacó la importancia de las relaciones bilaterales.

"Con el presidente de Bolivia tenemos una agenda importante, existe un tratado de integración que tenemos que implementar, que nos va a permitir una mayor cobertura y además temas multilaterales compartidos", aseveró el ministro, citado por Prensa Latina.

Entre los temas multilaterales comunes mencionó las negociaciones entre la Comunidad Andina de Naciones, de la que forman parte Lima y La Paz, con la Unión Europea y la formación de la Comunidad Sudamericana de Naciones.

García Belaúnde admitió de otro lado tácitamente la legalidad de la instalación en la ciudad sur andina de Puno, de una oficina simbólica de la Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA), mecanismo de cooperación que integran Bolivia, Cuba, Nicaragua y Venezuela.

La oficina del ALBA inaugurada por el gobernador de Puno, Hernán Fuentes, fue objeto de ataques del primer ministro, Jorge del Castillo, y del propio García Belaúnde, como supuesta injerencia extranjero.

Sin embargo, el Canciller dijo que una investigación determinó que se trata de una oficina manejada por ciudadanos peruanos, que no responde a ningún mecanismo internacional y a la que no puso objeciones.

http://www.comunica.gov.bo/index.php?i=noticias_texto&j=20070725230204

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Chávez y Ortega inauguran construcción de refinería en Nicaragua

Managua, 20 Julio (PL) Los presidentes Hugo Chávez y Daniel Ortega, colocarán hoy la piedra fundacional de una refinería de petróleo que será construida en territorio nicaragüense, con capital venezolano, anunció la portavoz del gobierno sandinista, Rosario Murillo.

Una vez concluida, la planta tendrá capacidad para procesar hasta 150 mil barriles diarios del crudo.

La refinería, que ya fue bautizada con el nombre de El Supremo Sueño de Bolívar, y tendrá un costo de dos mil 500 millones de dólares, será edificada en una zona cercana a la costa del Pacífico, y a unos 30 kilómetros al noroeste de Managua.

El proyecto forma parte de la cooperación establecida por ambos países desde enero pasado, en el contexto de la Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA), que impulsan además Cuba y Bolivia.

Como parte de esos acuerdos, Chávez, quien participó anoche en los festejos por el aniversario 28 del triunfo de la Revolución Sandinista, también entregará este viernes tractores, ambulancias, mochilas y útiles escolares a las autoridades locales.
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La cooperación bilateral ronda los 400 millones de dólares, y abarca casi todas las esferas de la economía nicaragüense, la cual se verá, a su vez, beneficiada con compras de importantes cantidades de frijoles y carne de res, por parte del país suramericano.

http://www.prensalatina.com.mx/article.asp?ID={A169E992-5F5C-42A7-B1C9-D1D81264739B}

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Universidades y tecnológicos de Venezuela recibirán a 734 bachilleres bolivianos

Entre septiembre y diciembre, los becarios se trasladarán en pequeños grupos. Ya estudian en la República bolivariana 283 jóvenes bolivianos.
La Paz, 5 Julio 2007 (ABI) - Un total de 734 bachilleres bolivianos becarios se trasladará entre septiembre y diciembre a Venezuela en pequeños grupos, para iniciar estudios superiores en universidades e institutos técnicos y tecnológicos, anunció este jueves la ministra de Educación y Culturas, Magdalena Cajías, después de recibir la lista de los beneficiarios que en su mayoría proceden de familias humildes.
Jorge Arreaza, de la Fundación "General Mariscal de Ayacucho", entregó la lista, producto de un proceso de convocatoria y selección con el Servicio Nacional de Administración Personal (Snap), a Merlín Viez, agregada Cultural de la Embajada de Venezuela en Bolivia, y ella a Cajías.Arreaza anticipó que fuera de la lista de los 734 becarios hay otros 200 seleccionados que estarán esperando reemplazar a aquellos que por alguna razón desistan de estudiar en Venezuela.
La entrega de la lista de becarios coincidió con la celebración de 196 años de la declaratoria de independencia de la República Bolivariana de Venezuela, que este jueves 5 de julio recordó dicho aniversario. "La independencia es algo que está en proceso en nuestros pueblos, es una lucha permanente de nuestros países de América Latina", dijo Arreaza.
En Venezuela ya cursan estudios superiores 283 bachilleres bolivianos, en su mayoría medicina, a los que se sumarán progresivamente los 734 becarios; en los próximos años, nuevos beneficiarios completarán los 5.000 comprometidos por el Gobierno venezolano.
A su turno, la ministra Cajías aseguró que la integración de los países miembros del Convenio Andrés Bello (CAB) tiene que ser distinto al pasado, cuando era solo buenas intenciones, ahora está en el marco de la solidaridad entre los pueblos y el respecto de las culturas.
Consideró que la solidaridad está por encima del asistencialismo, pues tiene que ver con la concepción de un nuevo país, por ello los becarios, cuando retornen a sus lugares de origen, tienen que poner sus conocimientos al servicio de los pueblos.
También anunció que el Gobierno está trabajando en el reconocimiento de los títulos de los becarios y para que cuando vuelvan a sus tierras tengan la opción de trabajar y contribuir a sus comunidades.
Fausto Torela, vicepresidente de la Alternativa Bolivariana para América (ALBA), afirmó que las universidades de Venezuela y Cuba están formando jóvenes que estaban excluidos de toda posibilidad de profesionalización y "serán los entes del cambio cuando regresen a sus lugares de origen".
Aseguró que los 5.600 jóvenes bolivianos que ya estudian en Cuba y el millar que ya fueron becados por Venezuela son beneficiarios de la solidaridad que propaga el ALBA.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto&j=20070705190548

Alí Rodríguez: Cuba y Venezuela rompen bloqueos con proyectos bilaterales

La Habana, 5 Julio (ABN) - Cuba y Venezuela rompen bloqueos con los proyectos bilaterales en marcha, en particular la Alternativa Bolivariana para las Américas (Alba), afirmó este jueves el embajador de venezolano en la Habana, la capital cubana, Alí Rodríguez.
En la conmemoración del aniversario 196 de la firma del acta de independencia de Venezuela, Rodríguez señaló que 1 millón 500 mil personas rompieron el bloqueo de la ignorancia en su país con la campaña de alfabetización realizada con ayuda de asistentes cubanos, de acuerdo con información de Prensa Latina.
Ante cientos de venezolanos estudiantes de Medicina reunidos en la Casa de las Américas en La Habana, Rodríguez recordó que otros 13 millones de personas en su país han accedido a los servicios de salud con la iniciativa del Alba.
Asimismo dijo que Cuba ha podido superar el bloqueo energético que enfrentaba, al tiempo que ha experimentado un impresionante crecimiento económico, con perspectivas de nuevas posibilidades de desarrollo.
Al mismo tiempo expuso que América Latina y el Caribe tienen el desafío de integrarse, basándose en la complementariedad y no en la competencia, como la única manera de superar la pobreza y resolver graves problemas.
Rodríguez definió al Alba como la “luz de la mañana” y lo calificó como un mecanismo para la unidad regional, donde prima el intercambio y el respeto mutuo a la soberanía de las naciones.
El representante de la diplomacia venezolana en Cuba además expresó su satisfacción “porque el rostro de América esté cambiando, con el surgimiento de nuevos liderazgos políticos en este hemisferio”.
Sin embargo, apuntó, se precisa de una integración en el campo energético, económico, político y cultural, que, permita aprovechar las potencialidades de cada país con un esquema donde todos reciban beneficios.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=96767&lee=Array[0]

quinta-feira, 28 de junho de 2007

ALBA / Operação Milagre já recuperou a visão de 650 mil pessoas

Havana, 27 Junho 2007 - Mais de 650 mil latino-americanos e caribenhos recuperaram a visão graças à Operação Milagre, plano de reabilitação oftalmológica impulsionado pelos governos de Cuba e da Venezuela.

O número foi divulgado na última segunda-feira (25) pela ministra para o Investimento Estrangeiro e a Colaboração Econômica de Cuba, Martha Lomas, em apresentação ao Parlamento de seu país. Na ocasião, ela detalhava aos deputados o andamento da Alternativa Bolivariana para as Américas (ALBA), à qual pertencem Cuba, Venezuela, Bolívia e Nicarágua, e de cujos programas também se beneficiam inúmeros países da região.

A ministra fez um balanço das cinco Cúpulas da ALBA realizadas até hoje, a última das quais teve lugar, em abril, em Barquisimeto, Venezuela, e na qual foi aprovada a execução de 32 mega-projetos nacionais para fomentar a unidade latino-americana e caribenha.

Também se referiu à implementação de outros programas dentro da ALBA quanto ao fornecimento de petróleo e sua poupança; ao uso de fontes renováveis de energia; ao impulso de planos de alfabetização e da saúde pública na Nicarágua, Bolívia e Venezuela; além de projetos de desenvolvimento em Cuba e outras ações.

Além disso, foram denunciados os empecilhos impostos pelas leis do bloqueio econômico, comercial e financeiro de Washington a Cuba ao pagamento de suas cotas financeiras à UIP e ao Parlamento Latino-americano (Parlatino).

No dia 29 de junho, começa no Palácio das Convenções o 9º período ordinário de sessões da 6ª Legislatura do Parlamento cubano.
(Vermelho / Fonte: Granma)


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http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=20445

domingo, 17 de junho de 2007

Brasil / Debatirán incorporación de gobiernos locales y movimientos sociales al Alba

Brasilia, 15 Junio (ABN) - La Alternativa Bolivariana para los pueblos de nuestra América (Alba), integrada por Venezuela, Cuba, Nicaragua y Bolivia, debatirá sobre la posibilidad de abrirse a la incorporación de gobiernos provinciales, municipales y movimientos sociales de América Latina.

De acuerdo con un despacho noticioso de AFP, Gilmar Mauro, líder del Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST), informó que el tema será abordado en un encuentro latinoamericano, evento que ha sido pautado para octubre o noviembre de este mismo año en Bolivia.

«La propuesta en discusión es que todos aquellos gobiernos y movimientos locales que lo deseen puedan formar parte del Alba y que esa posibilidad no se limite sólo a los Estados», explicó Mauro.

Durante la clausura de su quinto Congreso en Brasilia, el MST presentó este viernes un documento que llamó a la «construcción de todos los mecanismos posibles de integración popular latinoamericana, a través del Alba».

La Alternativa Bolivariana para los pueblos de nuestra América constituye una iniciativa de integración planteada por el presidente venezolano, Hugo Chávez Frías, que reorienta el enfoque de la cooperación entre los países de América Latina.

Asimismo, propone adaptar la integración y la cooperación a las necesidades propias de la región, en contraste con la política de libre mercado impulsada por Estados Unidos en el continente a través del frustrado planteamiento denominado Área de Libre Comercio de las Américas (Alca).

El presidente Chávez ya había afirmado recientemente que los países del Alba debían comenzar a plantearse la posibilidad de «marchar hacia una federación de repúblicas» y de abrirse a la incorporación de gobiernos locales y de movimientos que solicitaran su ingreso al naciente bloque.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Venezuela y Bolivia demuestran que habrá futuro sin capitalismo

Caracas -- El sociólogo belga François Houtar, director del Centro Tricontinental, afirmó que la existencia de gobiernos como el de Hugo Chávez Frías y Evo Morales en Venezuela y Bolivia, respectivamente, constituyen señales de que en América Latina habrá un futuro sin capitalismo, según reseñó la Agencia Brasil.

Houtart dijo sentirse muy interesado por los nuevos gobiernos de América Latina.

«Ve en los gobiernos de Hugo Chávez, en Venezuela, y Evo Morales, en Bolivia, iniciativas «únicas en el mundo actual», por promover acuerdos comerciales que no miran solamente el lucro, sino también la solidaridad».

El sociólogo se encuentra en Brasil para participar en el V Congreso del Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST), que comenzó el lunes en Brasilia, la capital del país.
En su opinión, en Brasil, es el MST el que rompe la lógica de las tendencias hacia la búsqueda del lucro.

Al referirse a su visita a Venezuela y Bolivia, François Houtart expresó que los procesos que se viven en estos países constituyen experiencias no sólo realmente nuevas para América Latina, sino únicas en el mundo actual: «Estamos pasando de la resistencia a la ofensiva contra el neoliberalismo».

«Las iniciativas que están surgiendo en esos países van en el sentido del fin del neoliberalismo. Obviamente, en cada país, los procesos son muy diferentes, pero en algunos lugares como Venezuela, Bolivia, Ecuador y Cuba, hace tiempo, van en un sentido antiimperialista. Y hasta cierto punto, eso ocurre también en Brasil y en Argentina. Eso quedó claro en el rechazo al Área de Libre Comercio de las Américas (Alca)», señaló.

Refirió que para los sociólogos, resulta muy interesante investigar por qué estos procesos están teniendo lugar en América Latina y no en Asia, Oriente Medio o África. «Para mi, eso se debe al hecho de que América Latina ha sido más perjudicada por el neoliberalismo y las privatizaciones de la década de 1990 y por convivir más de cerca con el imperio norteamericano», consideró.

Al referirse a la Alternativa Bolivariana para los pueblos de nuestra América (Alba), Houtart manifestó que se trata de una propuesta «que supera la lógica capitalista de aumentar el lucro, propuesta hecha sobre la base de la solidaridad y de la complementación de los países. Son señales de un futuro posible, con más igualdad», publicó el portal online www.agenciabrasil.gov.br.

François Houtart, de 82 años de edad, ha dedicado 30 años de su vida al estudio de los cambios políticos en los países del Sur del planeta. Desde 1976, el sociólogo belga dirige el Centro Tricontinental, núcleo de estudios de la Universidad de Louvain. El trabajo le permitió seguir de cerca la mayoría de las guerras de independencia de África, las guerrillas en América Latina y el surgimiento de gobiernos nacionalistas en Asia. (Agencia Bolivariana de Noticias / Junio 12 2007)