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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

BRICS, África do Sul/Prisão de Lula mostra brutalidade do capitalismo, diz líder sul-africano Moleko Pakhedi


10.09.2019, Comitê Lula Livre (Brasil) https://lulalivre.org.br/prisao-de-lula-mostra-brutalidade-do-capitalismo-diz-lider-sul-africano-moleko-pakhedi-em-visita-a-vigilia-lula-livre/ 

 

por Redação

 

Moleko Pakhedi/Foto: Valmir Fernandes

“É muito emocionante estar aqui, mas só mostra a brutalidade do sistema sob o governo capitalista, e que o judiciário pode ser completamente parcial”. A frase é do sul-africano Moleko Pakhedi, após conhecer a Vigília Lula Livre, em Curitiba. Ele é vice-presidente nacional do Partido Socialista Revolucionário dos Trabalhadores da África do Sul (SRWP) e vice-secretário geral da Federação Sul-africana de Sindicatos (Saftu), e esteve na capital paranaense no dia 4 de setembro.

O líder conheceu todos os espaços da luta pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos arredores da Superintendência da Polícia Federal, na região norte de Curitiba, onde Lula é preso político desde

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Mercosul, Brasil/Moro e o fracasso do estado policial


27 de julho de 2019, 17:08 h, Brasil 247 (Brasil) https://www.brasil247.com/blog/moro-e-o-fracasso-do-estado-policial

Emir Sader*

"Agora o máximo que o Moro pretende é se safar das situações embaraçosas em que ele se meteu, desde as revelações – das que ninguém mais duvida – do The Intercept. (STF então nem pensar, subiu no telhado)", avalia o sociólogo Emir Sader sobre o ex-juiz da Lava Jato

O projeto de construção de um Estado policial é um dos tres eixos fundamentais do governo e tem no juiz Sergio Moro seu agente. Um eixo é o do ultraneoliberalismo de Guedes, que garante o apoio do grande empresariado e de todos os porta-vozes do neoliberalismo. Um eixo que avança na destruição do pais, independentemente de apoios no Congresso ou na opinião publica. O segundo eixo são os militares. Como Bolsonaro nao tem partido, buscou reaproximação com os militares, para ter seu apoio e preencher cargos importantes no governo.

O terceiro eixo se deu em torno da nomeação de Moro para o Ministério da Justiça, para levar a Lava Jato para o governo, com o objetivo de construir um Estado policial no Brasil. Se trata de criminalizar os movimentos sociais, os partidos de esquerda, entidades do campo popular, personalidades de esquerda. O objetivo é blindar o Estado de tal forma que nao seja possível um novo 2002, isto é, um retorno da esquerda

terça-feira, 30 de abril de 2019

Brasil/Proposta de Bolsonaro pode legalizar o genocídio no campo



Gilvandro Filho*, para o Jornalistas pela Democracia

"Excludente de ilicitude". É um nome pomposo para uma outra expressão que já foi até nome de filme: "licença para matar". Foi um dos destaques do confuso pacote anticrime que o igualmente confuso ministro da Justiça, o juiz de primeira instância Sérgio Moro, apresentou, em fevereiro, e não conseguiu agradar nem mesmo a todo o governo. Na prática, a licença pretendida por Moro seria para os policiais, no enfrentamento com "a bandidagem", segundo o presidente e seus aliados.

Jair Bolsonaro escancarou a possibilidade de matança de quem não está ao lado dele e do seu governo. Nesta segunda-feira (29), falando a produtores rurais, seu público preferencial, o atual presidente da República abriu o jogo colocou na alça de mira o grupo que elegeu como o seu pior inimigo, junto com o PT (Partido dos Trabalhadores): o MST (Trabalhadores Rurais Sem Terra). O tal do "excludente de ilicitude, na visão tosca e ditatorial de Bolsonaro, poderá incluir os donos de terra e seus capangas que, agora, poderão abater trabalhadores sem-terra à vontade, sem se preocupar com qualquer punição.

A autorização para se iniciar um genocídio contra os sem-terra é a face cavernosa e carcomida de um governo autoritário e inconsequente. O que o seu chefe deseja é dar aos pistoleiros a serviço dos latifundiários o mesmo poder que Moro está querendo dar aos policiais quando subirem os morros do Rio de Janeiro, por exemplo. Nos dois casos, os alvos da licença para o abate são os pobres.

Sérgio Moro quer dar ao aparato policial um crachá de "exterminador de bandidos", com a classificação de quem está ou não na mira da bala vingadora sendo feita pela própria polícia. Bolsonaro ultrapassa todos os limites do bom senso e da irresponsabilidade. E entrega aos pistoleiros a mando dos proprietários de terra o poder de polícia, o que já seria uma anomalia sem precedente. Estender a este grupo uma licença de extermínio vai além. Se a concessão desse direito à polícia é irresponsabilidade, fazer o mesmo com pistoleiros, é crime.

A frase de Jair Bolsonaro para justificar tamanha insanidade política é lapidar e constitui, de per si, uma confissão de culpa sobre uma proposta que seria inacreditável se não fosse tristemente coerente com o approach bolsonariano para lidar com os movimentos sociais. Pior é que, pelo que o presidente informou, o projeto já está em discussão com membros do Legislativo.

"Tem um outro (projeto) que vai dar o que falar, mas que é uma maneira de ajudar a combater a violência no campo. Ao defender a sua propriedade privada ou a sua vida, o cidadão de bem poderá entrar no excludente de ilicitude. Ou seja, ele responde, mas não tem punição. É a forma que nós temos que proceder. Para que o outro lado que desrespeita a lei tema o cidadão de bem".

A frase de Jair Bolsonaro prescinde de comentário. Muito menos o que o presidente entende pode ser um "cidadão de bem", classificação sobejamente utilizada pelo eleitorado dele para definir o que parece ser, justamente, o contrário.

É preocupante essa fixação dos atuais governantes com os movimentos sociais que reivindicam lugar para morar e têm na ocupação de áreas improdutivas a sua ferramenta de luta. Vê-se, agora, pelas palavras do presidente da República, até onde pode chegar esse tipo de animosidade. Os sem-terra estão um passo de se tornarem, aos olhos da "justiça" brasileira, bandidos e terroristas.

Enquanto isto, na outra ponta, pistoleiros e milicianos agem desenvoltos e à solta, sem serem importunados. Em muitos casos, pelo contrário: convivem e são integrados ao poder. Em alguns casos, até homenageados pelos seus poderosos do momento.

*Gilvandro Filho Jornalista e compositor/letrista, tendo passado por veículos como Jornal do Commercio, O Globo e Jornal do Brasil, pela revista Veja e pela TV Globo, onde foi comentarista político. Ganhou três Prêmios Esso. Possui dois livros publicados: Bodas de Frevo e “Onde Está meu filho?”

(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia)


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Brasil/MARCHA EN BRASIL ENCABEZADA POR LULA Y MUJICA



23 noviembre 2016, Página12 https://www.pagina12.com.ar (Argentina)

La destitución de Dilma abrió un debate entre el PT, los partidos populares y de izquierda y los movimientos sociales sobre cómo resistir al gobierno y sus políticas de ajuste. Lula se inclina por la formación de un Frente Amplio a la uruguaya.

Página12 En Brasil
Desde Brasilia

Lula Presidente-Mujica Vice. Aunque esa fórmula sea imposible, Luiz Inácio Lula da Silva y José Mujica estarán juntos el próximo domingo en San Pablo en una concentración cuyos organizadores estiman será la más concurrida desde que Michel Temer juró como presidente no votado el 31 de agosto pasado, cuando no recibió la banda presidencial de Dilma Rousseff, quien le imputó ser un “usurpador” del gobierno.

“Seguro que Lula va a pronunciar un discurso, está con muchas ganas de hablar con la militancia, últimamente estuvo en varios actos” adelantó uno de sus asesores consultados por Página12.

“Mujica aceptó la invitación por considerar que la lucha por la preservación de los derechos sociales es una lucha por la humanidad”, señaló el senador Lindbergh Farias,

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Venezuela/Maduro llama a la solidaridad mundial en defensa del expresidente Lula da Silva

19 octubre 2016, TeleSur http://www.telesurtv.net (Venezuela)

DURANTE SU PROGRAMA CONTACTO CON MADURO, INSTÓ AL PUEBLO VENEZOLANO A CONGREGARSE A LAS AFUERAS DE LA EMBAJADA DE BRASIL EL PRÓXIMO 30 DE NOVIEMBRE.



El mandatario venezolano estuvo en el Teatro Catia, 

en Caracas. | Foto: Prensa Presidencial.

 

El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, exhortó a los pueblos del mundo y movimientos sociales a defender al expresidente de Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, ante la arremetida judicial de sectores oligárquicos del país amazónico.

"Hago un llamado, me atrevo desde aquí a hacer un llamado mundial a la solidaridad con el presidente Lula, que está siendo perseguido por la oligarquía fascistoide, rapaz de Brasil", afirmó el jefe de Estado durante la transmisión del programa

quinta-feira, 7 de julho de 2016

França/Senado francês denuncia golpe de estado no Brasil



5 de julho de 2016, O Cafezinho http://www.ocafezinho.com (Brasil)

por Vanessa Oliveira
do Movimento Democrático 18 de Março (MD18)
  

Tribuna do Senado francês, no Palais du Luxembourg 
(Foto: Wice-Paris.org)

“Para mim, isso foi um golpe de Estado institucional. E eu considero que o governo de Michel Temer não tem nenhuma legitimidade”, disse a senadora do PCF de Val-de-Marne, Laurence Cohen, em entrevista ao Movimento Democrático 18 de Março (MD18). Ela, que preside o grupo França-Brasil no Senado francês, organizou na última sexta feira, 1º de julho,  a conferência "Golpe de Estado no Brasil: que tipo de solidariedade com os povos da América Latina?". A iniciativa contou com o apoio de vários movimentos de brasileiros residentes na França e franceses ligados ao Brasil -- entre eles, as associações France Amérique Latine e Autres Brésils, o Coletivo Solidarité France-Brésil, os amigos do MST e o próprio MD18.

Além de Cohen, participaram da abertura do evento Marie-Christine Blandin, senadora ecologista do Norte (Hauts- de- France) e o senador Antoine Karam, representante do Partido Socialista na Guiana Francesa. Diversas personalidades da política e da academia francesas compareceram para analisar a crise política brasileira e pensar formas de estabelecer internacionalmente

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Brasil/Conversa de Romero Jucá revela: golpe foi pacto para barrar Lava Jato



23 maio 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O jornal Folha de São Paulo publica nesta segunda-feira (23) trechos de uma conversa telefônica entre Romero Jucá, ocupante do Ministério do Planejamento, e Sérgio Machado, ex-presidente da Petrobras, em que os dois, citados na operação Lava Jato, discutem sobre a necessidade de afastar a presidenta Dilma para por fim as investigações. Jucá chega a afirmar: “Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria”.

Nas informações publicadas pela Folha, a conversa ao telefone entre o senador licenciado, Romero Jucá, ocupando atualmente o ministério do Planejamento, e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, revela o interesse entre os interlocutores em acelerar o afastamento da presidenta Dilma Rousseff para barrar as investigações da operação Lava Jato. Ambos são citados na operação, sendo que Machado foi alvo de uma das fases e teve sua residência visitada por policiais federais. Romero, citado por delatores, chega a afirmar literalmente: “Com Dilma não dá”. E ambos são categóricos: “Tem que ter impeachment”. “Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria”, afirma Jucá.

Mais adiante, o diálogo entre os dois é mais revelador. Machado afirma: "Rapaz, a solução mais fácil era

domingo, 15 de maio de 2016

Brasil/VICE USURPADOR APLICARÁ PROGRAMA RECESSIVO E NEOLIBERAL -- MST



12 maio 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


O Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) classificou a decisão do Senado de prosseguir com o impeachment como um "golpe institucional e anti-democrático, que desrespeitou a vontade de 54 milhões de eleitores".  Segundo o MST, à frente do governo, Michel Temer - "um vice usurpador" - aplicará um programa recessivo e neoliberal, que acentuará a crise e ampliará a instabilidade política. A entidade avisa que permanecerá mobilizada "em defesa da democracia e dos direitos sociais".

Para o MST, a presidenta não cometeu crime de responsabilidade, portanto, o impeachment seria, na realidade, um golpe "orquestrado pelos setores mais conservadores da sociedade" e "sustentado por uma campanha permanente dos grandes meios de comunicação (...) e pela ação seletiva e midiática de setores do poder judiciário".

A entidade avalia que o golpe dará lugar a um governo "anti-popular" e a "um retrocesso social que diversas vezes foi rejeitado pela maioria da população nas urnas". De acordo com

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Brasil/DILMA JÁ GOVERNA COM A RUA E RESISTIRÁ SE A RUA SE ORGANIZAR



2/05/2016, Carta Maior EDITORIAL http://cartamaior.com.br (Brasil)

por: Saul Leblon


 

Hoje a palavra organizar virou sinônimo de resistir; assim como rua se tornou equivalente ao verbo lutar


A história apertou o passo no país e quem não entender isso será atropelado pela velocidade dos acontecimentos.

Esse é um tempo em que jornais de hoje amanhecem falando de um remoto mundo de ontem; tempo em que a tergiversação colide com a transparência; tempo em que nenhum discurso faz mais sentido dissociado da tríade: ‘rua’, ‘resistência’ e ‘organização’.

As sirenes da história anunciam

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Brasil e Argentina/CRISTINA Y LULA: VUELTAS DE ALTO VOLTAJE



27 abril 2016, ТВ-Новости TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Россия, Rusia)

Juan Manuel Karg


Son los dos ex presidentes mejor valorados de Argentina y Brasil, algo que quedó demostrado, más allá de las encuestas, en las recientes movilizaciones que convocaron en las últimas semanas. Tienen una base electoral y social nada despreciable tras su salida de la Rosada y Planalto. Y comparten algo más: sufren a esta hora el embate de un sector del poder judicial de ambos países, en momentos de creciente conflictividad social y política en todo el continente. ¿Qué rol cumplen CFK y Lula da Silva en el actual contexto regional? ¿Por qué sus recientes retornos inquietan a algunos sectores?

Bonadío lo hizo: Cristina volvió a la política grande de Argentina el pasado 13 de abril, cuando habló ante una multitud que la esperaba en Comodoro Py. Allí formuló su idea de "frente ciudadano": un paraguas que defienda los derechos sociales y políticos adquiridos en los últimos años, frente al avance del gobierno de Macri en esas áreas. Luego realizó la misma convocatoria frente a representantes sindicales, de organizaciones sociales y políticas, artistas, científicos e intelectuales. La propuesta deviene de una lectura concreta de la realidad. El desgaste repentino del gobierno de Macri a raíz de las medidas ortodoxas en materia económica, desaconsejadas por Jaime Durán Barba, intenta ser recuperado a través de una feroz embestida contra el kirchnerismo, algo que también

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Brasil/CONTRA O GOLPE DE ESTADO NO BRASIL/AGAINST THE COUP D’ETAT IN BRAZIL - Network in Defense of Humanity



6 abril 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Estamos com todos aqueles que estão mobilizados no campo e nas praças para evitar o golpe e em defesa do governo eleito por 54 milhões de brasileiros

Intellectuals and artists in defense of humanity – USA

A Rede de intelectuais, artistas e movimentos sociais em defesa da humanidade denuncia a grave tentativa de golpe contra a presidente Dilma Rousseff, e  neste momento crucial e a abraçamos, juntamente com as pessoas trabalhadoras e honestas do Brasil.

Um grito profundo de "Não vai ter golpe!", está aumentando no Brasil para defender o governo de Dilma, a democracia e a ordem constitucional. Os analistas políticos concordam que um impeachment sem base jurídica pode ser considerado um golpe. Esta base jurídica não existe porque

quarta-feira, 30 de março de 2016

Brasil/10 COISAS QUE O BRASIL INTEIRO PRECISA SABER



28 março 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Igor Fuser *


O pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff não tem NADA A VER com a Operação Lava Jato, nem com qualquer outra iniciativa de combate à corrupção.

É preciso avisar tod@s @s brasileir@s, informar de um modo tão claro e objetivo que até as carrancas do Rio São Francisco tenham conhecimento de que:

1. O pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff não tem NADA A VER com a Operação Lava Jato, nem com qualquer outra iniciativa de combate à corrupção. Dilma não é acusada de roubar um único centavo. O pretexto usado pelos políticos da oposição para tentar afastá-la do governo, a chamada “pedalada fiscal”, é um procedimento de gestão do orçamento público de rotina em todos os níveis de governo, federal, estadual e municipal, e foi adotado nos mandatos de Fernando Henrique e de Lula sem qualquer problema. Ela, simplesmente, colocou dinheiro da Caixa Econômica Federal em programas sociais, para conseguir fechar as contas e, no ano seguinte, devolveu esse dinheiro à Caixa. Não obteve nenhum benefício pessoal e nem os seus piores inimigos conseguem acusá-la de qualquer ato de corrupção.

2. O impeachment é um golpe justamente por isso, porque a presidente só pode ser afastada se estiver comprovado que ela cometeu um crime -- e esse crime não aconteceu, tanto que, até agora, o nome de Dilma tem ficado de fora de todas as investigações de corrupção, pois não existe, contra ela, nem mesma a mínima suspeita.

3. Ao contrário da presidenta Dilma, os políticos que pedem o afastamento estão mais sujos que pau de galinheiro. Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que como presidente da Câmara é o responsável pelo processo do impeachment, recebeu mais de R$ 52 milhões só da corrupção na Petrobrás e é dono de depósitos milionários em contas secretas na Suíça e em outros paraísos fiscais. Na comissão de deputados que analisará o pedido de impeachment, com 65 integrantes, 37 (mais da metade!) estão

domingo, 6 de dezembro de 2015

Brasil/UM DESQUALIFICADO ETICAMENTE MANDA A JULGAMENTO UMA MULHER ÍNTEGRA E ÉTICA

4 dezembro 2015, Carta Maior EDITORIAL http://www.cartamaior.com.br (Brasil)



Leonardo Boff*

Eduardo Cunha mente tão perfeitamente que não parece mentira as mentiras que repete sempre.


O Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é acusado de graves atos delituosos: de beneficiário da Lava-Jato, de contas não declaradas na Suiça, de mentiras deslavadas como a última numa entrevista coletiva ao declarar que o Deputado André Moura fora levado pelo Chefe da Casa Civil Jacques Wagner a falar com a Presidenta Dilma Rousseff para barganhar a aprovação da CPMF em troca da rejeição da admissibilidade de um processo contra ele no Conselho de Ética. Repetidamente afirmou que a Presidenta em seu pronunciamento mentiu à nação ao afirmar que jamais se submeteria à alguma barganha política.

Quem mentiu não foi a Presidenta, mas o deputado Eduardo Cunha. Seu incondicional aliado, o deputado André Moura, não esteve barganhando com a Presidenta Dilma, como o testemunhou o ministro Jacques Wagner. Vale enfatizar: quem mentiu ao público brasileiro foi Eduardo Cunha. Imitando Fernando Pessoa diria: Ele, mentiroso, mente tão perfeitamente que não parece mentira as mentiras que repete sempre.

É mentira que seu julgamento foi estritamente técnico. Pode ser técnico em seu texto, mas é mentiroso em seu contexto. O técnico nunca existe isolado, sem estar ligado a um tempo e a um interesse. É o que nos ensinam os filósofos críticos. Ele deslanchou o processo de impeachment contra a Presidenta exatamente no momento em que, apesar de todas as pressões e chantagens sobre o Conselho de Ética, soube que na votação perderia pois os três representantes do PT acolheriam a aceitação de um processo contra ele, o que poderia, depois, significar a sua condenação.

O que fez, foi um ato de vindita reles de quem perdeu a

Brasil/TODOS CONTRA O GOLPE: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Governadores do Nordeste, Trabalhadores Rurais Sem Terra, Trabalhadores Sem Teto, Igrejas Cristãs do Brasil, Intelectuais, Estudantes, Movimentos Populares*

5 dezembro 2015, 4 dezembro 2015, Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br (Brasil)
*Título de Mercosul & CPLP + BRICS

Brasil/Sem-terra e sem-teto se posicionam contra impeachment e pedem cassação de Cunha

Entidades classificam decisão de Eduardo Cunha, de aceitar o pedido de impeachment, como chantagem e como uma forma de garantir seus interesses pessoais.

Diversos movimentos populares se posicionaram contrários à aceitação do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB).

Os movimentos avaliam que Cunha tenta se livrar das acusações de corrupção contra ele na Comissão de Ética da Câmara e, para isso, utiliza o instrumento do impeachment para interesses próprios.

“Ao utilizar as atribuições de presidente da Câmara para garantir sua própria defesa nos processos que já deveriam ter significado sua cassação e prisão, este senhor desmoraliza o parlamento e as instituições democráticas”, afirmou, em nota, a Central dos Movimentos Populares (CMP).

 O aumento do conservadorismo na sociedade, caso um processo de impeachment seja levado à frente, é uma das preocupações apontadas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).
“As forças políticas que apoiam o impeachment são as mesmas que idolatram figuras como Cunha e Bolsonaro e pedem a volta da ditadura militar. Neste cenário, o impeachment significaria o fortalecimento da ofensiva conservadora e do caldo de intolerância que tem marcado a atuação destes setores”, diz a nota do movimento.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) manifestou sua defesa ao mandato de Dilma, mas exige que a presidenta assuma o programa que a elegeu nas últimas eleições.

“Salientamos a necessidade de

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Brasil/MST lança nota sobre conjuntura política nacional e reforma agrária

14 de setembro de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Vermelho) 
O MST defende a retomada do desenvolvimento nacional e os cumprimento 
dos acordos firmados com relação à reforma agrária

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra lançou uma nota de análise da conjuntura política nacional onde repudia a ofensiva da direita e reivindica direitos para os trabalhadores sem agredir a constitucionalidade do mandato da presidenta Dilma.


Integrante da Frente Brasil Popular, o MST exige o cumprimento dos acordos firmados pelo governo federal em 2014 com relação à reforma agrária e pede aprofundamento das mudanças, com saídas à esquerda para a crise política. A entidade também defende a soberania nacional, a retomada do desenvolvimento e as reformas estruturantes. 

Leia a nota na íntegra:

Posição do MST frente à luta política e a situação da reforma agrária

1. A sociedade brasileira tem construído a democracia nas contradições da luta de classes. Ainda temos muito que avançar, mas não permitiremos nenhum retrocesso nos direitos conquistados na luta do nosso povo.

2. Nos somamos à construção da Frente Brasil Popular, e a todas as iniciativas de lutas da classe trabalhadora brasileira, em defesa de seus direitos e das causas nacionais, como a mobilização prevista para dias 2 e 3 de outubro, em defesa de

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Frente Popular reúne o Brasil em Belo Horizonte

5 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Lidyane Ponciano


Carina Vitral, da UNE, fala na mesa de abertura 
do lançamento da Frente Brasil Popular

Mais de duas mil pessoas passaram o dia no espaço livre da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, a partir da manhã desse sábado (5) para discutir alternativas para a crise política e econômica brasileira no lançamento da Frente Brasil Popular.  

Foi a primeira vez, desde as Diretas Já em 1984, que uma ampla coalizão de centenas de lideranças e representações de movimentos populares, sociais, sindicais, estudantis, forças e representações políticas de esquerda estiveram juntas para defender o estado democrático brasileiro.

A Conferência Nacional em Defesa da Democracia e por uma Nova Política Econômica demonstrou uma grande força de unidade de entidades progressistas e partidos de esquerda. O principal objetivo é barrar a escalada antidemocrática oposicionista para defender o mandato da presidenta Dilma Roussef, combater o golpismo

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Brasil/Frente Brasil Popular será lançada em BH contra golpismo e por avanços

31 de agosto de 2015, 31 de agosto de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em defesa da democracia e do mandato constitucional da presidenta Dilma Rousseff, forças progressistas realizam no próximo sábado (5), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, a Conferência Nacional Popular em defesa da democracia e por uma nova política econômica.

Por Eliz Brandão



O encontro tem como ponto de partida assegurar a preservação dos compromissos assumidos pela presidenta Dilma Rousseff e os avanços conquistados nos últimos anos, além de combater a onda conservadora recentemente aflorada.

Para unificar a luta e construir uma ampla organização popular de resistência, os diversos setores e agrupamentos sociais e os partidos políticos consolidarão a Frente Brasil Popular.

Nela, atuarão militantes que

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Brasil/Dilma aos golpistas: Respeitem o resultado e honrem seu adversário

13 agosto 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em uma demonstração de unidade em defesa da democracia e das conquistas garantidas pelo governo progressista dos últimos anos, centenas de lideranças sindicais e dos movimentos sociais se reuniram com a presidenta Dilma Rousseff nesta quinta-feira (13), no Palácio do Planalto, para reafirmar o apoio ao mandato legítimo e repelir os intentos golpistas da oposição.

Agência Brasil 

Após ouvir as intervenções das lideranças, que manifestaram apoio ao seu governo, mas também apontaram as reivindicações, Dilma reafirmou seu compromisso com as bandeiras que a reelegeu. “Eu sei de que lado estou. Eu costumo dizer que na minha vida eu mudei muito. A gente erra, aprende e vai mudando. Melhorei, mudei e alguns podem falar: ela piorou. Mas uma coisa eu afirmo: eu nunca mudei de lado”, disse. 

E acrescentou: “Nós vamos tomar todas as medidas para que este país volte a crescer o mais rápido possível. Vamos fazer todo o possível e investir, não só para não haver retrocesso, mas para avançar”.

Sob o coro de “não vai ter golpe!” e em um claro recado aos inconformados com os resultados das urnas, Dilma afirmou: "Respeite o resultado. E respeite o adversário. Respeite e honre seu adversário. Se você não respeitar o resultado do jogo, você não pode entrar no jogo”.

Dilma disse que o melhor jeito de honrar a democracia é entender essa conquista imensa que tivemos na nossa sociedade. “É entender que a democracia é algo que

terça-feira, 9 de junho de 2015

Bolivia/ENCUENTRO MUNDIAL DE MOVIMIENTOS POPULARES - 2015

4 junio 2015, Minga Informativa de Movimientos Sociales http://movimientos.org
Autor: EMMP

Los movimientos populares se reúnen en Bolivia y encuentran a Papa Francisco y a Evo Morales 7-9 julio 2015 - Santa Cruz de la Sierra

A poco menos de un año del exitoso primer encuentro en Roma, los Movimientos Populares y el Papa Francisco vuelven a encontrarse el próximo 9 de julio en Santa Cruz de la Sierra – huéspedes de Evo Morales y del Estado Plurinacional de Bolivia.

“La solidaridad, entendida, en su sentido más hondo, es un modo de hacer historia y eso es lo que hacen los movimientos populares.” Papa Francisco a los Movimientos Populares reunidos en Roma octubre 2014

A partir del próximo 7 julio y hasta el 9, más de 1500 delegados provenientes desde diferentes movimientos populares latinoamericanos y delegaciones del resto de los continentes, junto a una significativa cantidad de obispos y agentes pastorales -- con la activa colaboración del

sábado, 6 de junho de 2015

Brasil/Estudantes e sociedade civil contra o desmonte da Petrobras

4 junho 2015, União Nacional dos Estudantes – UNE http://www.une.org.br (Brasil)

por Artenius Daniel, Juliana Pimenta

Petroleiros e estudantes na mobilização contra o desmonte da Petrobras

Desde antes da criação da Petrobras, a maior empresa estatal brasileira e uma das gigantes do petróleo no mundo, interesses externos – econômicos e políticos – já se articulavam para desmontar o acesso do país a esse recurso natural.

Hoje, mais de 50 anos depois, quando a empresa está no centro das atenções por denúncias de corrupção, o cenário não mudou muito.

“Basta qualquer notícia negativa sobre a Petrobras para retornarem com o plano antigo de entregá-la aos conglomerados financeiros internacionais”, afirmou José Maria Rangel,