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terça-feira, 31 de maio de 2016

Brasil/Com prova cabal do golpe, cresce aprovação de Dilma



27 maio 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Apesar do toda a manipulação midiática contra a sua honra e seu mandato, a presidenta Dilma Rousseff recupera a sua aprovação popular que, desde que foi afastada já subiu 15 pontos percentuais, segundo o Ibope.


De acordo com Carlos Augusto Montenegro, presidente do Ibope, “Dilma passou de 18% para 33% de confiança”. A afirmação foi publicada na coluna de Maurício Dias, na Carta Capital.

"As duas mostraram certa estabilidade no porcentual de confiança, mas ainda mantinham extremo o grau de desconfiança dos eleitores. Números da terceira pesquisa, de maio, indicam um impacto forte nos índices “confia”, para cima, e “não confia”, para baixo. A queda da desconfiança é expressiva. Caiu de 76% para

Brasil/Impeachment é “jeitinho” na Constituição, diz The Economist



27 maio 2016, Agência PT http://www.pt.org.br (Brasil)

Parlamentares contornaram a Constituição para afastar uma presidenta que não cometeu nenhum crime, afirma revista britânica


A revista “The Economist” afirmou que o impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff (PT) foi um jeitinho brasileiro na Constituição Federal. Na reportagem, a publicação britânica explica que a palavra “jeitinho” significa uma maneira brasileira de solucionar as coisas contornando as leis, ou seja: sem legalidade.

Na matéria, a revista lembra que Dilma foi afastada do cargo sem nenhuma comprovação de crime. E que muitos políticos que votaram pelo impeachment recorrem ao “jeitinho” em sua trajetória política – em crimes durante a captação de recursos para a campanha,

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Brasil/Para Dallari, gravações "comprovam as ações subterrâneas" do golpe



26 maio 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Dayane Santos




O professor emérito da USP, Dalmo Dallari, avalia que a revelação das conversas gravadas entre Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL) com Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, são elementos que se somam “na comprovação de que há toda uma atividade subterrânea minando a normalidade constitucional”

O jurista, que é um dos mais renomados do país, acredita que os fatos revelados, além da falta de fundamento jurídico, dão cabimento a nulidade do processo por parte do Supremo.

“Com tantas falhas jurídicas e a revelação de tantas irregularidades inconstitucionais o processo perde a consistência jurídica. É preciso levar em conta o que dispõe expressamente o artigo 102 da Constituição,

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Brasil/Golpe confirmado: Conversa gravada do presidente do Senado Renan Calheiros com Sérgio Machado é publicada*



24 maio 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

*Manchete de Mercosul & CPLP + BRICS

Agora foi a vez da gravação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) vir à público em áudio publicado nesta quarta-feira (25) pela Folha de S.Paulo. Na conversa com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, Renan fala de Michel Temer, Sarney, Delcídio do Amaral, Eduardo Cunha e Aécio Neves. Além dos ministros do Supremo. Ele sugere que irá mudar a lei da delação premiada. Renan revela ainda que Aécio Neves o procurou e está com medo da Lava Jato.

Renan Calheiros fala em negociar a transição com membros do STF. Machado diz que, para quem os ministros "têm que estar juntos", quis saber por que Dilma não "negocia" com os membros do Supremo. Renan respondeu: "Porque todos estão putos com ela".

Dilma disse para Renan, segundo a gravação, que ela falou que chamou o presidente do STF para uma conversa sobre uma saída para o Brasil da crise política e econômica, mas que os ministros só queriam saber do aumento do salário deles.

Na gravação, Renan Calheiros defende mudança em lei da delação premiada. "Primeiro, não pode fazer delação premiada preso. Porque aí você regulamenta a delação". A mudança defendida pelo peemedebista, se efetivada, poderia beneficiar os envolvidos que ainda não foram presos como o próprio Machado, Cunha, Aécio. Machado admite na gravação que procurou Jucá, Renan e o ex-presidente José Sarney (PMDB) porque temia ser preso e virar réu colaborador.

Lava Jato
Na conversa Renan ressaltou que os políticos todos "estão com medo" da Lava Jato. "Aécio [Neves, presidente do PSDB] está com medo. [me procurou] 'Renan, queria que você visse para mim esse negócio

Brasil/Conversa de Romero Jucá revela: golpe foi pacto para barrar Lava Jato



23 maio 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O jornal Folha de São Paulo publica nesta segunda-feira (23) trechos de uma conversa telefônica entre Romero Jucá, ocupante do Ministério do Planejamento, e Sérgio Machado, ex-presidente da Petrobras, em que os dois, citados na operação Lava Jato, discutem sobre a necessidade de afastar a presidenta Dilma para por fim as investigações. Jucá chega a afirmar: “Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria”.

Nas informações publicadas pela Folha, a conversa ao telefone entre o senador licenciado, Romero Jucá, ocupando atualmente o ministério do Planejamento, e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, revela o interesse entre os interlocutores em acelerar o afastamento da presidenta Dilma Rousseff para barrar as investigações da operação Lava Jato. Ambos são citados na operação, sendo que Machado foi alvo de uma das fases e teve sua residência visitada por policiais federais. Romero, citado por delatores, chega a afirmar literalmente: “Com Dilma não dá”. E ambos são categóricos: “Tem que ter impeachment”. “Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria”, afirma Jucá.

Mais adiante, o diálogo entre os dois é mais revelador. Machado afirma: "Rapaz, a solução mais fácil era

Brasil/FREAR LAVA JATO É UMA DAS CAUSAS DO GOLPE; CORTAR DIREITOS É A CENTRAL



25 maio 2016, Blog do  Liberato. http://blogdoliberato.blogspot.com  (Brasil)

Para o economista e ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira, a tentativa de barrar as investigações da Operação Lava Jato - explicitada no áudio do ex-ministro do Planejamento Romero Jucá - é uma das causas por trás do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A principal, contudo, seria reduzir direitos sociais e dos trabalhadores, avaliou.

"Diante do afastamento do Senador Romero Jucá, que caiu em uma armadilha preparada pelo senhor Sérgio Machado (é difícil encontrar alguém pior neste Brasil), o PT passou a afirmar que paralisar a Operação Lava Jato foi a "verdadeira" causa do impeachment. Não, não foi. Foi uma das causas; é claro que o PMDB e os demais partidos querem paralisá-la, e não se conformavam com a "inação" do PT, mas a principal causa está hoje nos jornais", escreveu o economista nesta terça, em seu Facebook.

De acordo com ele, a meta fundamental dos apoiadores do impeachment, o corte de direitos, ocorrerá a partir de