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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Mercosul, Brasil/Villas Boas e generais decidiram brigar com a Igreja Católica


2 de setembro de 2019, 21:33 h

O general Eduardo Villas Bôas, ex-comandante do Exército e atual assessor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), criticou o posicionamento dos bispos da Igreja Católica sobre as questões ambientais brasileiras e disse que a igreja adquiriu “viés político”

247 - Ex-comandante do Exército e atual assessor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Eduardo Villas Bôas, criticou o posicionamento dos bispos da Igreja Católica em carta aberta sobre as questões ambientais. Segundo ele, a igreja adquiriu “viés político”. 

Enquanto líderes da igrejas evangélicas usam as redes sociais para se posiconar em favor de políticas adotadas pelo governo de Jair Bolsonaro e atacar a oposição, Villas Bôas manifestou incômodo quanto às críticas feitas pelos bispos em documento elaborado pelo cardeal Dom Cláudio Hummes, relator e porta-voz do papa Francisco

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Venezuela/“Venezuela não é Brasil”: golpistas que tentarem derrubar Maduro vão topar com Forças Armadas

26 outubro 2016, O cafezinho http://www.ocafezinho.com (Brasil)

 

FORÇAS ARMADAS DA VENEZUELA AOS GOLPISTAS: “VOCÊS VÃO TOPAR COM A FÉRREA RESISTÊNCIA DOS MILITARES”.

 


No último domingo, dia 23, a Assembleia Nacional da Venezuela aprovou uma declaração afirmando haver uma "ruptura da ordem constitucional e a existência de um golpe de Estado" em curso no país no Nocaute

No último domingo, dia 23, a Assembleia Nacional da Venezuela aprovou uma declaração afirmando haver uma “ruptura da ordem constitucional e a existência de um golpe de Estado” em curso no país, supostamente cometido pelo governo de Maduro em relação ao bloqueio do referendo revogatório.

Ontem, em meio a protestos dos chavistas, a mesma Assembleia iniciou um julgamento político que pode levar à destituição do atual presidente Nicolás Maduro, embora a Constituição venezuelana não preveja qualquer forma de impeachment.

Enquanto o povo saía às ruas gritando “Venezuela não é Brasil”, o ministro da Defesa, general Padrino Lopez, apareceu na televisão cercado por outros treze generais do Alto Comando Militar, todos em traje de campanha, para anunciar: golpistas que tentarem derrubar Maduro vão topar com a férrea resistência das Forças Armadas.

Veja os principais momentos da fala do general López:

“Seu verdadeiro propósito não é outro senão afetar gravemente a institucionalidade do país mediante o caos e a anarquia, para finalmente derrubar o governo legitimamente estabelecido do senhor Nicolás Maduro Moros. Para nós Maduro não é representante de uma parcela política, mas o presidente constitucional e Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas, que

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Brasil/Conversa de Romero Jucá revela: golpe foi pacto para barrar Lava Jato



23 maio 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O jornal Folha de São Paulo publica nesta segunda-feira (23) trechos de uma conversa telefônica entre Romero Jucá, ocupante do Ministério do Planejamento, e Sérgio Machado, ex-presidente da Petrobras, em que os dois, citados na operação Lava Jato, discutem sobre a necessidade de afastar a presidenta Dilma para por fim as investigações. Jucá chega a afirmar: “Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria”.

Nas informações publicadas pela Folha, a conversa ao telefone entre o senador licenciado, Romero Jucá, ocupando atualmente o ministério do Planejamento, e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, revela o interesse entre os interlocutores em acelerar o afastamento da presidenta Dilma Rousseff para barrar as investigações da operação Lava Jato. Ambos são citados na operação, sendo que Machado foi alvo de uma das fases e teve sua residência visitada por policiais federais. Romero, citado por delatores, chega a afirmar literalmente: “Com Dilma não dá”. E ambos são categóricos: “Tem que ter impeachment”. “Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria”, afirma Jucá.

Mais adiante, o diálogo entre os dois é mais revelador. Machado afirma: "Rapaz, a solução mais fácil era