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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Brasil/EM 6 MESES, O BRASIL FICOU MENOR, INJUSTO, MENOS DEMOCRÁTICO E IRRELEVANTE

12 novembro 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Emir Sader*

Bastaram poucos meses para que o governo golpista dissesse a que veio: a desmontar o que de melhor havia sido feito neste século, no Brasil. O Estado brasileiro está sendo reduzido às suas proporções mínimas, deixando de garantir o patrimônio público, os direitos sociais, a soberania internacional.

Tudo que o governo toca, ele reduz, ele transforma em irrisório, em medíocre, em intranscedente. De país respeitado pelo combate à fome e às desigualdades, rapidamente retornamos a país da exclusão social, que não deixa passar dia sem que se tirem dezenas de milhares de bolsas famílias de pessoas pobres, sem que percam o emprego milhares de trabalhadores, sem que a imagem externa do Brasil se deteriore cada vez mais, sem que um politico alçado por um golpe à presidência, degrade ainda mais sua imagem pública.

Em pouco tempo em termos de calendário, o país voltou a se tornar cada vez mais desigual, mais injusto, mais excludente. O governo instaurou a norma da imoralidade, no seu comportamento e na composição da gangue que

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Venezuela/“Venezuela não é Brasil”: golpistas que tentarem derrubar Maduro vão topar com Forças Armadas

26 outubro 2016, O cafezinho http://www.ocafezinho.com (Brasil)

 

FORÇAS ARMADAS DA VENEZUELA AOS GOLPISTAS: “VOCÊS VÃO TOPAR COM A FÉRREA RESISTÊNCIA DOS MILITARES”.

 


No último domingo, dia 23, a Assembleia Nacional da Venezuela aprovou uma declaração afirmando haver uma "ruptura da ordem constitucional e a existência de um golpe de Estado" em curso no país no Nocaute

No último domingo, dia 23, a Assembleia Nacional da Venezuela aprovou uma declaração afirmando haver uma “ruptura da ordem constitucional e a existência de um golpe de Estado” em curso no país, supostamente cometido pelo governo de Maduro em relação ao bloqueio do referendo revogatório.

Ontem, em meio a protestos dos chavistas, a mesma Assembleia iniciou um julgamento político que pode levar à destituição do atual presidente Nicolás Maduro, embora a Constituição venezuelana não preveja qualquer forma de impeachment.

Enquanto o povo saía às ruas gritando “Venezuela não é Brasil”, o ministro da Defesa, general Padrino Lopez, apareceu na televisão cercado por outros treze generais do Alto Comando Militar, todos em traje de campanha, para anunciar: golpistas que tentarem derrubar Maduro vão topar com a férrea resistência das Forças Armadas.

Veja os principais momentos da fala do general López:

“Seu verdadeiro propósito não é outro senão afetar gravemente a institucionalidade do país mediante o caos e a anarquia, para finalmente derrubar o governo legitimamente estabelecido do senhor Nicolás Maduro Moros. Para nós Maduro não é representante de uma parcela política, mas o presidente constitucional e Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas, que

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Brasil/Saiba como votou cada deputado na entrega do Pré-Sal e da Petrobras

6 outubro 2016, 5 outubro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

 

Com a aprovação nesta quinta-feira (6) na Câmara do projeto de lei que desobriga a Petrobras de ser a operadora de todos os blocos de exploração do pré-sal no regime de partilha de produção (PL 4567/16, do Senado), o Pré-Sal e a Petrobras não são mais do Brasil. Os golpistas entregam o Pré-Sal, nossa riqueza natural que  deveria financiar a educação pública, às multinacionais. 


Os partidos de oposição se posicionaram radicalmente contra o projeto e conseguiram obstruir a votação por três dias, desde a noite da última segunda-feira (3). Deputados do PT, PCdoB, PDT, Psol e Rede usaram o que chamaram de “kit obstrução”, com a apresentação de inúmeros requerimentos de retirada de pauta e adiamento de votação.

Veja a lista dos 292 parlamentares golpistas que votaram SIM, favoravelmente à perda da soberania

terça-feira, 14 de junho de 2016

Brasil/O IMPEACHMENT E O PLEBISCITO



13 junho 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Pedro Paulo Zahluth Bastos
                                                                              
                                         

É essencial que os movimentos empunhem a agenda do plebiscito: o povo deve ser consultado sobre a antecipação de eleições presidenciais e legislativas.


A hipótese de que o impeachment da presidenta Dilma Rousseff foi um evento jurídico perfeito, ou seja, que não foi um golpe, não é mais defendida por nenhum observador desinteressado, ou pelo menos capaz de mudar de opinião à luz de evidências.

Duas evidências recentes destruíram os últimos argumentos quanto à legalidade do impeachment. Primeiro, como se sabe, as gravações em que líderes do PMDB como Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney tramavam contra a operação Lava-Jato e admitiam a necessidade, com o impeachment, de “parar a sangria” do sistema político corrupto.

Os corruptos admitiram que Dilma precisava ser afastada porque não admitia um acordo para barrar as investigações sobre a corrupção. A legislação brasileira, contudo, não prevê a revogação de mandato por causa da perda de apoio parlamentar do presidente, e muito menos porque

Brasil/A SAÍDA DEMOCRÁTICA DA CRISE É O PLEBISCITO



11 junho 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Por Emir Sader*

O Brasil não sairá o mesmo depois desta profunda e prolongada crise, que não poupou a nenhuma instituição política, mas sobretudo questionou a legitimidade do sistema político. Sairá melhor ou pior, mais democrático ou mais autoritário.

Sairá pior se o golpe se consolidar, porque o período democrático da nossa história teria um desfecho de ruptura, com um bando de políticos aventureiros assaltando o Estado sem votos, sem legitimidade, buscando desmontar todos os avanços conseguidos nos últimos anos. Terá sido consagrado o método do golpe, da falta de respeito à vontade democrática da maioria.

Mas o Brasil sairá melhor, se for imposta uma solução democrática à crise. Se, às mais grandes mobilizações populares, aos argumentos irrefutáveis contra o golpe e a favor da democracia, se unir uma solução política que

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Brasil/Políticos a favor do impeachment são alvo de protestos



30 abril 2016, Agência PT http://www.pt.org.br (Brasil)

Manifestações acontecem em todo o país contra deputados e senadores que se posicionaram a favor do golpe.

Desde o último dia 21 de abril, feriado em que o Brasil lembra a morte de Tiradentes e a traição de Joaquim Silvério, o Levante Popular da Juventude vem promovendo, em todo o país, protestos contra políticos que apoiam o impeachment. Além deles, outros movimentos sociais independentes também tem se manifestado contra parlamentares que estão a favor do golpe em todo o Brasil.

Neste dia 1º de Maio, além dos atos promovidos por centrais sindicais e movimentos sociais em todo o Brasil pelo Dia do Trabalhador, o Levante Popular da Juventude promoveu um protesto em frente à casa de Antonio Anastasia (PSDB-MG) em Belo Horizonte (MG).

Na noite de sábado (30), eleitoras de Marta Suplicy (PMDB-SP), mulheres e artistas e em defesa da democracia se reuniram em frente à casa da senadora cobrando que vote contra o impeachment no Senado. “Marta, traidora! Somos mulheres brancas negras indígenas, jovens, velhas, filhas e avós. Travestis, lésbicas, bissexuais, transexuais. Estudantes e trabalhadoras. Somos todas feministas. Batemos em sua porta para

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Brasil/CUNHA CONDUZIR O IMPEACHMENT É MAIS QUE METÁFORA; É SINAL DO BRASIL NA PODRIDÃO



13 abril 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Jeferson Miola

A Lava-Jato acaba no dia seguinte ao impeachment. Esta é a moeda de troca: criminosos se livram de processos se depuserem uma Presidente inocente

O impeachment da Presidente Dilma, sobre quem não existe nenhuma acusação por crime de responsabilidade, é um golpe contra a democracia igual àquele dado pela Globo e os fascistas em 64. É um golpe contra o Estado Democrático de Direito, contra a Constituição. E, se consumado, vai abrir uma chaga na história do Brasil que jamais vai cicatrizar.

A estratégia do impeachment foi assentada já em 27 de outubro de 2014, dia seguinte ao sufrágio de 54.501.118 brasileiros/as que entregaram a Dilma o mandato para ser cumprido até 31 de dezembro de 2018.

Inconformados com o resultado das urnas, os golpistas