13 junho 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br
(Brasil)
Pedro Paulo Zahluth Bastos
É essencial que os movimentos empunhem a agenda do plebiscito: o povo deve ser consultado sobre a antecipação de eleições presidenciais e legislativas.
A hipótese de que o impeachment da presidenta Dilma Rousseff foi um
evento jurídico perfeito, ou seja, que não foi um golpe, não é mais defendida
por nenhum observador desinteressado, ou pelo menos capaz de mudar de opinião à
luz de evidências.
Duas evidências recentes destruíram os últimos argumentos quanto à legalidade do impeachment. Primeiro, como se sabe, as gravações em que líderes do PMDB como Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney tramavam contra a operação Lava-Jato e admitiam a necessidade, com o impeachment, de “parar a sangria” do sistema político corrupto.
Os corruptos admitiram que Dilma precisava ser afastada porque não admitia um acordo para barrar as investigações sobre a corrupção. A legislação brasileira, contudo, não prevê a revogação de mandato por causa da perda de apoio parlamentar do presidente, e muito menos porque
Duas evidências recentes destruíram os últimos argumentos quanto à legalidade do impeachment. Primeiro, como se sabe, as gravações em que líderes do PMDB como Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney tramavam contra a operação Lava-Jato e admitiam a necessidade, com o impeachment, de “parar a sangria” do sistema político corrupto.
Os corruptos admitiram que Dilma precisava ser afastada porque não admitia um acordo para barrar as investigações sobre a corrupção. A legislação brasileira, contudo, não prevê a revogação de mandato por causa da perda de apoio parlamentar do presidente, e muito menos porque





