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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Brasil/A CARTILHA NEO--NEOLIBERAL DE MARINA

23 setembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Inspirada em ideais neoliberais idênticos àqueles do PSDB, Marina Silva assume compromissos com o mercado financeiro que nem o mais emplumado tucano ousaria propor. Pode-se afirmar que a proposta da candidata é a privatização da política econômica em seu conjunto, legando a gestão econômica brasileira aos bancos e ao mercado financeiro.

Por
Paulo Teixeira* e Guilherme Mello** 


Na política monetária, Marina propõe a "independência" do Banco Central. Desta maneira, o governo eleito democraticamente perderia qualquer possibilidade de influenciar a política de juros, que estaria entregue nas mãos de "técnicos" não eleitos, notadamente relacionados ao mercado financeiro. Esses "técnicos" teriam como meta apenas o controle da inflação, não importando o custo social de suas ações. O Banco Central estaria "livre" da influência do governo, mas completamente emparedado pelas expectativas, influências e interesses do mercado financeiro.

George Soros e Marina Silva

A proposta de Marina também pretende retirar do governo o controle sobre a política fiscal. A criação de um "Conselho de Responsabilidade Fiscal", em nome da recuperação da "credibilidade" no manejo das contas públicas, representa uma enorme redução do poder do Tesouro Nacional (e, portanto, do governo eleito democraticamente) de definir os rumos da política fiscal do país,
legando esse controle para "conselheiros" que se submetam às pressões do mercado financeiro.

Não tendo mais domínio sobre a política monetária e a política fiscal, Marina propõe que o governo também deveria abrir mão do manejo e administração da taxa de câmbio.

Brasil/O QUE É A INDEPENDÊNCIA DO BANCO CENTRAL (Parte 1)

16 setembro 2014, ADITAL, Agência de Informação Frei Tito para América Latina http://site.adital.com.br (Brasil)

O QUE É O BANCO CENTRAL (BC)?

Carlos Alberto Lungarzo*

Nas democracias modernas, o Banco Central é uma instituição que se ocupa principalmente dos problemas monetários. Os mais importantes desses problemas são
1) Inflação (aumento de preços)
2) Taxa de juros
3) Taxa de câmbio entre a moeda nacional e outras.
4) Emissão de moeda
5) Supervisão da reserva monetária.
6) Operações de mercado aberto (como leilões), depósitos compulsórios, políticas de crédito, redesconto. Empréstimos e similares.
Em alguns países, o BC atua como vigilante dos Bancos Comerciais, para garantir que estes Bancos cumpram as Normas que o Banco Central formula.

Exemplos:
1. O BC vigila para que os bancos não façam empréstimos a uma taxa de juros maior.
2. Vigila, também, que os bancos comerciais apliquem a taxa de câmbio dentro da faixa fixada pelo BC, etc.

Em alguns países, o BC se limita a estabelecer a política monetária (inflação, juros, superávit, câmbio, etc.), mas não controla os outros bancos.

O termo "Banco Central” é usado em toda América Latina, salvo no México, onde se chama Banco do México ou "Banxico” ou "Banco Nacional”.
Nos EUA não há um único BC, mas um sistema de Bancos, cada um dos quais é um "Banco da Reserva Federal”. (Federal Reserve Bank) A rede formada por todos esses bancos chama-se "Sistema da Reserva Federal” (Federal Reserve System). Há um banco em cada

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Brasil/TREZE RAZÕES PARA VOTAR CONTRA A INDEPENDÊNCIA DO BANCO CENTRAL

22 set 2014, Zé Dirceu http://www.zedirceu.com.br (Brasil)

Por Fernando Nogueira da Costa*

A primeira razão para votar contra a Independência do Banco Central é Política: a defesa do direito político do cidadão de votar, ser votado, e escolher o programa socioeconômico estratégico para o País de maneira autônoma. O projeto vencedor da eleição não pode ser usurpado por um Quarto Poder não eleito, composto arbitrariamente por tecnocratas de uma linha de pensamento econômico oposta.

A segunda razão para votar contra a Independência do Banco Central é Cívica, isto é, em defesa dos direitos cívicos do cidadão como elemento integrante do Estado. A civilidade relaciona-se também ao dever de observar as formalidades que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito. Cabe evitar o corporativismo dos funcionários do Banco Central. Eles não podem ser servidores públicos autônomos sem prestar contas e voltados para seus próprios interesses particulares.

A terceira razão para votar contra a Independência do Banco Central é a Separação entre os Poderes. É essencial para a manutenção da liberdade política que o Estado seja dividido em apenas três poderes: o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Em regime democrático, os representantes do povo

Brasil/13 MOTIVOS PARA VOTAR NA DILMA

22 set 2014, Zé Dirceu http://www.zedirceu.com.br (Brasil)

Por Wadih Damous*

Esta eleição presidencial se desenha como a mais disputada dos últimos anos. A morte de Eduardo Campos e o perfil que assumiu a candidatura Marina Silva tornaram o resultado imprevisível.


Marina tenta se equilibrar numa tênue linha que torne compatíveis suas posições anteriores e as de seus novos aliados de alma tucana. Ainda que perca credibilidade com seus vaivens e com uma ginástica que parece não ter fim, o resultado da eleição não está definido, nem a vitória de Dilma Roussef, assegurada.

Daí a importância de se ter clara a diferença entre as duas alternativas.

Dilma significa a preservação do papel do Estado e dos bancos públicos na economia e na sociedade como elementos indutores do progresso, numa perspectiva de redução das desigualdades. Ela é a opção dos que compreendem que

Brasil/Frei Betto lista 13 razões para reeleger Dilma

11 setembro 2014, Agencia PT de Notícias https://www.pt.org.br (Brasil)

Em artigo, ele citou políticas sociais mantidas pelos governos do PT, valorização da educação, Mais Médicos, entre outras razões.

O escritor e religioso Frei Betto listou, em artigo, 13 razões para votar e reeleger a presidenta Dilma Rousseff nas eleições de 2014. Entre os motivos, ele inclui as políticas sociais que tiraram milhões de brasileiros da miséria; a independência do Fundo Monetário Internacional (FMI); a Política Nacional de Participação Social; a valorização da educação com programas como Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e Programa Universidade para Todos (Prouni); o Mais Médico; o reajuste anual do salário mínimo; entre outras razões.

“Votarei, enfim, por um Brasil melhor, mesmo sabendo que o atual governo é contraditório e incapaz de promover reformas de estruturas e punir os responsáveis pelos crimes da ditadura militar. Porém, temo o retrocesso e, na atual conjuntura, não troco o