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quinta-feira, 4 de junho de 2015

DESIGUALDADE DIMINUI NA AMÉRICA LATINA E AUMENTA EM PAÍSES RICOS

21 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado nesta quinta-feira (21) aponta que a desigualdade social diminuiu na maioria dos países da América Latina, em especial no Brasil. Segundo o estudo, a desigualdade de renda atingiu níveis recordes na maioria dos países da OCDE.

As pessoas que fazem parte do grupo dos 10% mais ricos agora ganham 9,6 vezes a mais na comparação com os 10% mais pobres. Na década de 80 essa relação era de 7 vezes.

"Chegamos a um ponto de inflexão. A desigualdade nos países da OCDE está em seu nível mais alto desde que os registros começaram", disse o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, no lançamento do relatório em Paris. "A evidência mostra que a alta desigualdade é ruim para o crescimento. O caso para a ação política é tanto econômico como social. Por não abordar a desigualdade, os governos estão cortando o tecido social dos seus países e prejudicando o seu crescimento econômico a longo prazo."

O relatório destaca a necessidade de abordar as condições de trabalho. A crescente proporção de

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Brasil/Frei Betto lista 13 razões para reeleger Dilma

11 setembro 2014, Agencia PT de Notícias https://www.pt.org.br (Brasil)

Em artigo, ele citou políticas sociais mantidas pelos governos do PT, valorização da educação, Mais Médicos, entre outras razões.

O escritor e religioso Frei Betto listou, em artigo, 13 razões para votar e reeleger a presidenta Dilma Rousseff nas eleições de 2014. Entre os motivos, ele inclui as políticas sociais que tiraram milhões de brasileiros da miséria; a independência do Fundo Monetário Internacional (FMI); a Política Nacional de Participação Social; a valorização da educação com programas como Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e Programa Universidade para Todos (Prouni); o Mais Médico; o reajuste anual do salário mínimo; entre outras razões.

“Votarei, enfim, por um Brasil melhor, mesmo sabendo que o atual governo é contraditório e incapaz de promover reformas de estruturas e punir os responsáveis pelos crimes da ditadura militar. Porém, temo o retrocesso e, na atual conjuntura, não troco o

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Brasil/OS POTENCIAIS DOS PROGRAMAS ANTIPOBREZA

17 fevereiro 2014, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Demos os primeiros passos e já falam em esgotamento do modelo, muitos com a esperança que se esgote, e com as vistas postas nas eleições. A comprovação estaria no “pibinho”. Tirou-se 36 milhões de pessoas da miséria, ampliou-se um pouco a profundidade do mercado consumidor, e agora teríamos de buscar outros caminhos. Na realidade não há esgotamento, e os potenciais do desenvolvimento decente e sustentável continuam centrados na redução da miséria, na inclusão produtiva, na elevação da massa salarial e dos direitos sociais.

Entre 1991 e 2010 o aumento da renda familiar per capita medido pelo IDH nos 5.565 municípios do país, esforço conjunto das Nações Unidas, IPEA, FJP e IBGE, foi de 346 reais. Isto representa muito para os mais pobres, mil reais por mês para uma família de três pessoas, mas é suficiente?

O estudo também mostra que neste período tivemos no Brasil um ganho médio de 9 anos de expectativa de vida, passando de 65 para 74 anos, o que representa um resultado espetacular em tão curto período. Mas outros países estão acima de 80 anos.
 
A educação foi a que mais avançou, com o IDHM (Indicador de Desenvolvimento Humano Municipal) passando do trágico 0,28 em 1991 para 0,64 em 2010. Foi o maior avanço em termos de ritmo, mas ainda é o que é o nosso pior indicador, pelo trágico que era o ponto de partida. Neste indicador de educação, um componente é que a população de 18 a 20 anos com ensino médio completo passou de 13% para 41%, um gigantesco avanço, mas também um imenso atraso a recuperar.

Os dados aí estão, o Brasil acordou mesmo, e está avançando a passos largos, mas ainda está a anos luz das necessidades para um país minimamente equilibrado, para uma vida digna no andar de baixo, e um luxo menos espalhafatoso no andar de cima. Não há dúvida de que a injeção de recursos na base da sociedade foi essencial para este despertar, pois a partir de um certo nível de falta de recursos a pobreza se transforma também em falta de oportunidade, na chamada armadilha da pobreza. Esta armadilha está sendo rompida.

O entusiasmo inicial de quem olha apenas para o PIB, que chegou a dar um salto muito expressivo, é míope, por olhar essencialmente para o consumo imediato e de fortes repercussões no mercado, com a compra, por exemplo, da linha branca e de carros. Uma família ter geladeira significa que a comida que pode ser guardada, que o remédio não estraga. O carro não é o problema que se proclama – parece até divertido os mais aquinhoados acharem um acinte pobre ter carro - pois o problema está na ausência de transporte público para os deslocamentos de milhões se dirigindo para basicamente os mesmos destinos nos mesmos horários em transporte individual. O uso do carro para deslocamentos familiares diversificados não é a questão central, e sim a insuficiente presença do sistema público de transporte de massa. 

É este segmento de expansão do acesso ao básico que está diminuindo. Na análise da PNAD de 2012 sobre a posse de bens duráveis, “Em 98,7% dos domicílios particulares permanentes investigados em 2012 havia fogão. Nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, os percentuais dos que tinham esse bem superou 99%. Nas Regiões Norte e Nordeste essas proporções foram, respectivamente, de 97,3% e 97,5%. A pesquisa confirmou o avanço na posse de alguns bens duráveis de 2011 para 2012, tais como: geladeira (de 95,8% para 96,7%); máquina de lavar roupa (de 51,0% para 55,0%) e televisão (de 96,9% para 97,2%).(...) Em 2012, os percentuais de domicílios em que ao menos um morador possuía carro ou motocicleta para uso pessoal foram de 42,4% (26,7 milhões de unidades) e 20,0% (12,6 milhões de unidades), respectivamente.” (PNAD 2012, IBGE, p. 72)

Esta inclusão pelos bens duráveis deve sem dúvida continuar, pois não se concebe um domicílio sem geladeira, e muito menos sem luz, que era uma dimensão trágica de milhões de pessoas antes do Luz para Todos. Mas o impacto desta linha de atividades deve tornar-se menor, pelo nível alcançado. O importante aqui, é que conforme avança o nível de renda e a sociedade passa a ter acesso ao essencial, gera-se uma diversificação de demanda. Não é o volume de atividades que diminui, tanto assim que temos o menor desemprego da história, mas a sua composição que se desloca.

As pessoas passam a ter necessidade de melhorar o entorno da casa, em particular com saneamento, urbanização decente, infraestruturas de bairro, o conjunto das coisas que não se resolvem por consumo individual, e sim por consumo coletivo. Uma família não resolve sozinha a questão do esgoto ou dos alagamentos. E consumo coletivo exige políticas públicas. Um sistema de esgoto instalado gera muito bem-estar nas famílias, coisa que não é medida pelo PIB, e inclusive pode diminuí-lo ao reduzir as doenças e hospitalizações. Calcula-se que um real investido em saneamento reduz em 4 reais os gastos com saúde.
 
Economizar dinheiro racionaliza a composição dos nossos gastos, mas não aumenta o PIB. Aliás o que aumenta o PIB é jogar pneus e fogões velhos nos rios e córregos, pois isto obriga a contratar empresas para o desassoreamento, o que “ativa” a economia. Além do tamanho do PIB, aliás perfeitamente razoável na conjuntura (2,3%), temos de olhar para a qualidade do PIB.
As áreas como saúde e educação tornaram-se eixos muito mais importantes do gasto das famílias. Grande parte deste esforço passa sob forma de consumo coletivo através de serviços públicos – é o imposto convertido em renda familiar de forma indireta – e não tem impactos imediatos de aumento do PIB. O investimento que fazemos na educação dos jovens hoje é essencial, mas irá se reverter em melhor produtividade sistêmica dentro de dez ou quinze anos, quando este jovem se tornar mais produtivo.

As grandes infraestruturas que são objeto hoje de importantes investimentos têm características semelhantes. Uma ferrovia que reduz o custo tonelada-quilómetro do transporte de produtos representa hoje um sacrifício, mas amanhã significará maior produtividade e aumento do PIB. Investimentos também mobilizam recursos e aumentam o PIB, mas ainda sem os impactos de dinamização do conjunto de atividades produtivas de uma região que rompe o seu isolamento. É preparar o amanhã.

Para muitos, é estranho ver pleno emprego e forte avanço da qualidade de vida das famílias, frente a um PIB relativamente menor. Mas não há paradoxo, apenas uma mudança da composição inter-setorial das nossas atividades. A atividade econômica é muito mais do que shopping, linha branca e automóvel. Quanto mais avança a sociedade, maior é a proporção de consumo de bens imateriais como educação, saúde e cultura, e maior é a presença das atividades públicas. Sai simplesmente mais barato ter sistemas universais e gratuitos, e a universalização é essencial para a redução das desigualdades.

O Brasil está mudando, e rapidamente. Olhar com lentes antigas não ajuda. Está aumentando a dimensão das políticas sociais no conjunto das atividades econômicas do país, a economia criativa e o conhecimento em geral estão passando a ocupar o centro das atividades, infraestruturas integradoras estão redesenhando as relações entre os territórios. Não basta olhar para a linha branca e o Bolsa Família. O perfil de consumo está mudando. A convergência do aumento dos salários, da expansão da previdência, de inúmeros programas como Pronaf, Pronatec, Prouni, Territórios da Cidadania – são cerca de 150 programas de inclusão ao todo – está gerando uma nova realidade. Frente às necessidades, é muito pouco. Frente ao passado, é um despertar, e o caminho da inclusão, como vetor de dinamização do desenvolvimento, continua central.

*Ladislau Dowbor é professor da PUC-SP nas áreas de economia e administração, e consultor de várias agências das Nações Unidas. 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Brasil/Megaoperação das Forças Armadas leva médicos aos rincões do país



29 outubro 2013, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

O objetivo é distribuir os 2.182 médicos estrangeiros que aderiram à segunda etapa do programa Mais Médicos em 783 municípios das 27 unidades da federação. (Marcio Vieira/ATN)

Najla Passos/Carta Maior

Brasília - Está em curso uma das maiores operações logísticas já realizada pelas Forças Armadas brasileira. O objetivo não é deslocar tropas ou transportar armas, mas distribuir os 2.182 médicos estrangeiros que aderiram à segunda etapa do programa Mais Médicos em 783 municípios das 27 unidades da federação.

A previsão do Ministério da Saúde (MS) é que, a partir de 4/11, quando eles estiverem em atuação junto aos 1,9 mil profissionais que aderiram à primeira fase do programa, 13 milhões de brasileiros estarão cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), grande parte deles moradores dos 700 municípios brasileiros que, até então, não contavam com nenhum médico.

Nesta etapa, foram contemplados

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Moçambique /Perfil do Desenvolvimento Humano: INE reporta crescimento assinalável nas províncias



26 abril 2013, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Instituto Nacional de Estatística (INE) realizou recentemente um estudo visando examinar o perfil e as variações do índice de desenvolvimento humano (IDH) da população moçambicana, Reportando ao período que vai de 1997 a 2011.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Venezuela mejora Índice de Desarrollo Humano durante 2009

Agencia Bolivariana de Noticias (ABN) http://www.abn.info.ve

Caracas, 25 diciembre 2009 (ABN) - Venezuela aumentó cuatro puestos en el Índice de Desarrollo Humano (IDH) con respecto a 2008, mientras el Producto Interno Bruto (PIB) tuvo un leve descenso de 2,2% de enero a septiembre de 2009.

El presidente del Instituto Nacional de Estadística (INE), Elías Eljuri, informó el pasado mes de octubre, que el ascenso del IDH corresponde al crecimiento de la tasa de alfabetización en adultos, la matrícula escolar combinada y al incremento del PIB per cápita.

Según Eljuri, Venezuela se ubicó, de acuerdo con cifras del Programa de Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), en el puesto número 58 de un total de 182 países.

Asimismo, refirió que la nación alcanzó el grado de desigualdad más bajo en toda América Latina, al ubicarse en el orden del 0,437, donde cero es la mejor calificación.

De acuerdo con el PNUD, 51 naciones presentaron retroceso en el ranking mundial, 83 mantuvieron su puesto y 48 mejoraron su clasificación, entre éstos Venezuela.

Por su parte, el presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez, ha insistido en buscar herramientas que rompan con el método de medir el PIB, al cual considera un instrumento del capitalismo.

A juicio de Chávez, hacer esa medición de la manera actual implica desconocer el avance social de un proceso como el promovido en Venezuela durante la última década.

Por otro lado, Venezuela cuenta con un 26,4 % de pobreza y un 7% de pobreza extrema, señaló Eljuri.

Asimismo, señaló que cuando el presidente Chávez asumió la presidencia en 1999, la pobreza estaba en el 49% y la extrema en el 21%.

Recordó que en el gobierno del recientemente fallecido Rafael Caldera (1994-1999) la pobreza llegó al 70,8% y la extrema a casi un 40%.

'Esa es la cifra más alta de pobreza extrema desde que se está midiendo ese índice de manera confiable hace más de 40 años', precisó.

Dentro de este contexto hasta el 18 de diciembre el precio del crudo venezolano promedió 56,56 dólares, por debajo a los 86,81 dólares de 2008 y los 64,74 dólares de 2007.

El petróleo es el principal recurso económico de Venezuela, quinto exportador mundial y miembro fundador de la Organización de Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Las ventas petroleras proporcionan al Estado venezolano cerca de la mitad de los ingresos ordinarios del presupuesto fiscal y casi 80% de las divisas.

Entretanto, las reservas venezolanas de divisas aumentaron el 11 de diciembre a 35 mil 73 millones de dólares, el más alto índice registrado desde el 20 de enero cuando alcanzaron 42 mil cinco millones, según el Banco Central de Venezuela.

Las reservas cerraron en 42 mil millones de dólares en 2008, de los cuales más de 12 mil millones fueron transferidos al Fondo de Desarrollo Económico para dedicarlos a programas sociales y económicos.

Mientras, el desempleo bajó en la nación del 9,5 registrado en enero al 7,5 en noviembre, indica el reporte de diciembre del INE.

La tasa de desocupación es inferior al 10,2% reportado en enero del 2008.

El índice nacional de precios al consumidor creció 1,9% en noviembre en relación con el mes anterior, para un acumulado anual de 23%, informó el Banco Central de Venezuela.

Tal incremento es menor al de igual mes de 2008 cuando se registró 2,3%, lo cual indica que la presión inflacionaria sigue disminuyendo, según la valoración de las autoridades.

Proyecciones 2010
El Parlamento venezolano aprobó este 8 de diciembre el presupuesto que el gobierno destinará al 2010, el cual proyecta un 45,7% de inversión en el área social.

Según el documento, los montos trazados ascienden a 159 mil 400 millones de bolívares (unos 74 mil millones de dólares).

Para el Presupuesto 2010 la tasa del PIB se calculó en un 0,5%, el cambio oficial seguirá a 2,15 bolívares por dólar y la inflación fue estimada entre 20 y 23%.

Referido a ingresos la producción de crudo se prevé en tres millones 160 mil barriles diarios, con un cálculo de 40 dólares por barril de la cesta petrolera, 45,73% de cuyo monto irá a la inversión social.

La reestructuración de la banca nacional, golpeada por irregularidades que llevaron a la intervención de ocho instituciones financieras desde el 20 de noviembre de este año, es otro de los grandes factores que enmarcan al presupuesto.

Para el venidero año se prevé la centralización de los recursos destinados a los programas sociales en un Fondo para las Misiones que dispondrá de cinco mil 624 millones 700 mil bolívares (más de dos mil 616 millones de dólares).

Respecto a la Ley de Endeudamiento 2010 los parlamentarios venezolanos aprobaron 35 mil 241 millones de bolívares (16 mil 391millones de dólares) de los cuales 10 mil 293 millones de bolívares (cuatro mil 787 millones de dólares) será para el pago de servicio de deuda.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Venezuela entre los países con mayor Índice de Desarrollo Humano

6 octubre 2008/Radio Nacional de Venezuela http://www.rnv.gov.ve

Como producto de las políticas de inclusión social desarrolladas por el Gobierno Bolivariano, en los últimos años, el Índice de Desarrollo Humano (IDH) alcanzado por Venezuela, la ubica hoy en el grupo de 70 países, en el mundo, con el más alto nivel de este indicador.

Así lo demuestra un documento emanado del Ministerio del Poder Popular para la Planificación y el Desarrollo (Mpppd), divulgado este fin de semana. El IDH en nuestro país se ubicaba en 1998 en 0,7456 y que, nueve años después, en el 2007, se colocó en 0,8263; según reseña un reporte de la Agencia Bolivariana de Noticias (ABN).

El Índice de Desarrollo Humano es una medición formulada por el Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), que se aplica a cada país, y que está definido por tres parámetros:

• Vida larga y saludable, medida según la esperanza de vida al nacer.

• Educación, medida por la tasa de alfabetización de adultos y la tasa bruta combinada de matriculación en educación primaria, secundaria y superior, así como los años de duración de la educación obligatoria.

• Nivel de vida digno, medido por el Producto Interno Bruto (PIB) Per cápita, y de acuerdo con la Paridad de Poder Adquisitivo (PPA), en dólares.


Concepto de desarrollo
Puede conceptualizarse el desarrollo como el proceso por medio del cual una sociedad humana mejora las condiciones de vida de sus ciudadanos a través de un incremento de los bienes y servicios con los que pueden cubrir sus necesidades físicas y espirituales, básicas, preservando el medio ambiente natural, y respetando los derechos humanos de todos ellos.

Es, en otras palabras, “la mayor suman de felicidad posible” preconizada por el Libertador Simón Bolívar, en Angostura, en 1819, y propósito paradigmático de la Revolución Bolivariana.

Clasificación internacional
El PNUD, organismo creador del IDH, estableció en el año 2007, los indicadores máximo y mínimo de la tabla. Islandia fue ubicada en lo más alto, con un índice de 0,968, y Sierra Leona, en África, en el otro extremo, con 0,336.

Entre ambos puntos media una clasificación, formulada por el PNUD, de tres grandes grupos de acuerdo con el nivel de IDH. De 0,800 hacia arriba se consideran países con alto IDH. Este grupo lo integran 70 naciones, Venezuela entre ellos.

Países con índice medio, que oscila entre 0,500 y 0,800, compuesto por el mayor número de naciones, 85 en total, y países con bajo IDH, de 0,00 a 0,500, que componen un grupo de 22 repúblicas.

Impulso del IDH en Venezuela
La política de inclusión social del Gobierno Bolivariano y sus resultados en todos los órdenes de la vida de nuestro pueblo, son los que han elevado el IDH de Venezuela en los últimos años.

Por ejemplo, el Ministerio del Poder Popular para la Planificación y el Desarrollo nos informa que entre 1998 y el 2007, más de 2 millones de venezolanos salieron de la pobreza en la que se hallaban sumidos hasta ese entonces. En 1998 representaban el 20,3% de la población y, nueve años después, se ubicaron en 9,5%.

El desempleo bajó nueve puntos porcentuales entre 1999 y 2008, pasando de 16,6% a 7,1%. En ese período fueron creados 2 millones 124 mil 208 nuevos empleos. Nos dice además, que el índice de desigualdad entre ricos y pobres, disminuyó 13,7% entre 1998 y el año 2007.

Expresa también, que entre 1998 y 2008 el número de pensionados por el seguro social se incremento en un 218,4%, pasando de 387.007 en el primer año a 1.232.043 diez años después, es decir, 845 nuevos pensionados en ese período.

La vocación social del Gobierno Bolivariano queda de manifiesto con la prioridad que se le ha dado al gasto público. En 1998 el gasto social se situaba en un 47,9%, mientras que ya en el 2007 alcanzaba la cifra de 59,5%; casi un 60%.

Alimentación y servicios
Por otro lado, la Misión Alimentación (Mercal y PDVAL) "asegura el acceso a los alimentos a más de 13 millones de venezolanos", mientras que 4 millones 55 mil135 niños y niñas reciben alimentación gratuita a través del Programa de Alimentación Escolar (PAE), cuando en 1999 lo hacían 252 mil 284.

El Mpppd informa asimismo que hoy en día, por las políticas de inclusión social, 3,4 millones de venezolanos se han graduado en las diferentes misiones educativas instituidas por el Gobierno, mientras un millón.169 mil 398 venezolanos y venezolanas estudian en las mismas, y un millón cien mil aprende a leer y escribir.

Al referirse al tema de la salud, el informe nos dice que la Misión Barrio Adentro I ha realizado más de 300 millones de consultas, en 4 mil 469 centros de atención médica, que antes de la llegada de la Revolución Bolivariana no existían.

El nivel uno de Barrio Adentro ha salvado más de 104 mil vidas hasta el pasado mes de septiembre, y en Barrio Adentro II se han efectuado "más de 415 millones de acciones médicas (consultas, emergencias, pacientes rehabilitados y exámenes)".

En una materia que incide directamente sobre la salud de la población, como lo es la disposición de agua potable, el Gobierno Bolivariano ha incrementado el servicio a 6,5 millones de personas. En esta materia, ya en el 2001 se alcanzó la meta del milenio fijada por la ONU para el 2015. Para 2007, el 92% de la población del país disponía de acceso al agua potable y se avanza hacia el 100 % de cobertura.

CÓMO SURGE EL IDH
El IDH surgió como producto de una búsqueda por clasificar los países a partir de otros indicadores que no fueran los usados tradicionalmente en economía (Producto Interno Bruto (PIB), balanza comercial, consumo energético, desempleo, etc.); en educación (tasa de alfabetización, número de matriculados según nivel educacional, etc.); en salud (tasa de natalidad, esperanza de vida, etc.) o en otras áreas, como, por ejemplo el gasto militar.

Este parámetro, aparecido en 1990 y formulado por el investigador paquistaní Mahbub Ul Hag, del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), busca medir dichas variables a través de un índice mixto, por medio de indicadores que se relacionan en los tres aspectos mencionados en forma esquemática.

http://www.rnv.gov.ve/noticias/index.php?s=77040530c17ca74e1d44f71e6339beb8&act=Print&client=printer&f=29&t=80449