Um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE), divulgado nesta quinta-feira (21) aponta que a desigualdade
social diminuiu na maioria dos países da América Latina, em especial no
Brasil. Segundo o estudo, a desigualdade de renda atingiu níveis recordes
na maioria dos países da OCDE.
As pessoas que fazem parte do grupo dos 10%
mais ricos agora ganham 9,6 vezes a mais na comparação com os 10% mais pobres.
Na década de 80 essa relação era de 7 vezes.
"Chegamos a um ponto de inflexão. A desigualdade nos países da OCDE está em seu nível mais alto desde que os registros começaram", disse o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, no lançamento do relatório em Paris. "A evidência mostra que a alta desigualdade é ruim para o crescimento. O caso para a ação política é tanto econômico como social. Por não abordar a desigualdade, os governos estão cortando o tecido social dos seus países e prejudicando o seu crescimento econômico a longo prazo."
O relatório destaca a necessidade de abordar as condições de trabalho. A crescente proporção de
"Chegamos a um ponto de inflexão. A desigualdade nos países da OCDE está em seu nível mais alto desde que os registros começaram", disse o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, no lançamento do relatório em Paris. "A evidência mostra que a alta desigualdade é ruim para o crescimento. O caso para a ação política é tanto econômico como social. Por não abordar a desigualdade, os governos estão cortando o tecido social dos seus países e prejudicando o seu crescimento econômico a longo prazo."
O relatório destaca a necessidade de abordar as condições de trabalho. A crescente proporção de