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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Brasil/TREZE RAZÕES PARA VOTAR CONTRA A INDEPENDÊNCIA DO BANCO CENTRAL

22 set 2014, Zé Dirceu http://www.zedirceu.com.br (Brasil)

Por Fernando Nogueira da Costa*

A primeira razão para votar contra a Independência do Banco Central é Política: a defesa do direito político do cidadão de votar, ser votado, e escolher o programa socioeconômico estratégico para o País de maneira autônoma. O projeto vencedor da eleição não pode ser usurpado por um Quarto Poder não eleito, composto arbitrariamente por tecnocratas de uma linha de pensamento econômico oposta.

A segunda razão para votar contra a Independência do Banco Central é Cívica, isto é, em defesa dos direitos cívicos do cidadão como elemento integrante do Estado. A civilidade relaciona-se também ao dever de observar as formalidades que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito. Cabe evitar o corporativismo dos funcionários do Banco Central. Eles não podem ser servidores públicos autônomos sem prestar contas e voltados para seus próprios interesses particulares.

A terceira razão para votar contra a Independência do Banco Central é a Separação entre os Poderes. É essencial para a manutenção da liberdade política que o Estado seja dividido em apenas três poderes: o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Em regime democrático, os representantes do povo

Brasil/ONU ELOGIA REDUÇÃO DA FOME. MÍDIA OMITE!

18 setembro 2014, http://www.patrialatina.com.br Pátria Latina (Brasil)

Por Altamiro Borges

Nesta terça-feira (16), a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou o relatório “O estado da insegurança alimentar no mundo” e deu uma notícia alvissareira para os brasileiros. Nos últimos dez anos, o país reduziu em 50% o número de pessoas que passam fome no país. A mídia, porém, não deu manchete para esta relevante informação. Na sua “posição oposicionista” – como já orientou Judith Brito, ex-presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e executiva do Grupo Folha – ela preferiu dar apenas algumas notinhas escondidas. As manchetes e os comentários na rádio e televisão poderiam ajudar a campanha da presidenta Dilma. E isto é que os barões da mídia menos desejam nesta reta final das eleições.

Segundo o relatório, os governos Lula e Dilma foram fundamentais para o cumprimento dos “Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)”, fixados para 2015. O ODM apontou oito metas principais para reduzir a miséria no mundo. O Brasil se destacou em todas elas, segundo as três instâncias da ONU: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e Programa Mundial de Alimentos (PMA). Ainda segundo a ONU, o programa “Bolsa Família”, tão combatido pelas mentes neoliberais da oposição midiática, foi determinante para o Brasil alcançar

sábado, 20 de setembro de 2014

Brasil/ALÔ, MILITÂNCIA! DIAS 20 E 21, TODOS NAS RUAS NO #FIMDESEMANADILMAIS

19 setembro 2014, Muda Mais http://mudamais.com (Brasil)



Prepare o protetor solar, o chapeu e o guarda-sol! Nesse final de semana a militância vai ocupar as ruas em todo o Brasil para demonstrar apoio à nossa presidenta Dilma Rousseff!

O #FimdeSemanaDilmais acontecerá nos próximos dias 20 e 21 de setembro em várias cidades brasileiras. Vamos ocupar praças, praias e parques para celebrar a primavera e pedir mais mudanças e mais futuro para o nosso país.

Convoque os amigos, a família, o gato, cachorro e papagaio. Vamos todxs participar do #FimdeSemanaDilmais! O dia da eleição está chegando e precisamos garantir a continuidade das mudanças que mudaram a vida de milhões de brasileroxs.

Vai rolar evento na sua cidade? Mande fotos e vídeos pra

Brasil/Dilma comemora "o ano do crescimento da renda média”

18 setembro 2014, http://www.vermelho.org.br Vermelho (Brasil) 

A presidenta Dilma Rousseff comemorou nesta quinta-feira (18) os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2013, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “É um retrato do Brasil naquele momento, em 2013, que mostra que foi o ano da qualidade do trabalho e do crescimento da renda média”, disse a presidenta.


 Foto: Ichiro Guerra/Dilma 13


“Todos os brasileiros tiveram aumento de renda real (acima da inflação) no período. Ninguém perdeu. Mas, na classe média o crescimento foi maior”, exaltou Dilma. Segundo a presidenta, a pesquisa aponta melhoria na qualidade do emprego, com aumento da formalização dos trabalhadores com carteira assinada, inclusive entre os trabalhadores domésticos, por efeito da Lei.

“Diminuiu o trabalho entre os jovens de 15 a 29 anos. Isso quer dizer que mais jovens passaram a estudar”, explicou a presidenta. Por outro lado, houve aumento no índice de empregados em todas as faixas da população acima de 30 anos. A tendência

Brasil/Centrais rebatem Marina e dizem que ela quer “agradar Deus e o diabo”

18 setembro 2014, SINAP- Sindicato Nacional dos Papeleiros http://www.sinap.org.br (Brasil)

Desde a divulgação do plano de governo de Marina Silva (PSB), lideranças das centrais sindicais têm criticado as propostas da candidata por considerarem um retrocesso e afronta aos direitos trabalhistas.

Em entrevista ao Portal Vermelho lideranças das centrais sindicais repudiaram a declaração de Marina que afirmou que seu governo, caso eleita, fará uma “atualização” das leis trabalhistas. 
Segundo sindicalistas, a candidata escancara a sua intenção de precarização, como já preconizava em seu plano de governo.

O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson Araújo, afirma que o programa “é um retrocesso das conquistas trabalhistas” e “uma carta de adesão ao sistema financeiro”.

“A classe trabalhadora tem plena consciência de que os direitos trabalhistas são sagrados. Ao reafirmar o interesse de flexibilizar, Marina se rende a política do sistema financeiro que foi aplicada na Europa e em vários países do mundo desempregando 100 milhões de trabalhadores”, enfatizou Araújo.

Contra a maré
Segundo o cetebista, o programa da candidata “rema contra a maré”. “A proposta é um verdadeiro retrocesso. Seu programa é de extrema direita. Suas propostas são focadas em preposições conservadoras que abrem caminho para a desregulamentação das relações de trabalho”, enfatiza Araújo.

Segundo o sindicalista, os trabalhadores não querem voltar ao passado de uma política em que prevalecia a agenda do FMI. “Nessa política os mais pobres foram penalizados com congelamento dos salários, desemprego, privatizações e ataque aos direitos. Não vamos permitir esse retrocesso”.

Disfarce
Para o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), Marina quer agradar Deus e o diabo. “Essa declaração de que ‘direito é sagrado’ é só um disfarce, pois o seu programa de governo é muito claro ao elogiar a terceirização e propor modificações nas relações trabalhistas. Como cristã que Marina diz ser, deve saber que não se pode agradar a Deus e o diabo”, pontuou Juruna, enfatizando que o programa da candidata mostra que os direitos dos trabalhadores poderão sofrer ataques irreversíveis.

Autonomia do BC
“Quando ela propõe entregar a administração da política monetária para os banqueiros privados significa elevar os juros ao menor sinal de aumento da inflação. E juros altos se traduzem em recessão, desemprego, redução dos salários e, consequentemente, aumento da miséria”, completa Juruna.

Vagner Freitas, presidente da CUT, também repudiou as declarações da candidata. “Marina fala em atualizar as regras para ajudar na geração de empregos. O que isso significa? Quando os empresários falam isso eles são claros: querem diminuir direitos e ampliar lucros. Nada mais que isso”, disse Freitas.

Marina é a antítese de Dilma
Já o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antônio Neto, afirma que a proposta de Marina “é o que há de mais atrasado nesta disputa eleitoral”.

“Nos governos Lula e Dilma os trabalhadores conquistaram avanços com a geração de empregos, aumento da renda e a conquista de direitos, como a PEC das Domésticas, que resgatou um processo desde a escravidão. A proposta de Marina é a antítese da proposta da presidenta Dilma. Um projeto antinacional e antidesenvolvimentista”, reforçou Neto.


Da redação do Portal Vermelho, Dayane Santos