Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
sexta-feira, 6 de março de 2015
AMÉRICA LATINA ALCANZA META MUNDIAL DE REDUCCIÓN DEL HAMBRE, PERO PROSIGUE CON DESIGUALDADES
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Brasil/ONU ELOGIA REDUÇÃO DA FOME. MÍDIA OMITE!
segunda-feira, 24 de março de 2014
Mais de 91% da população de Cabo Verde abastecida com água potável
terça-feira, 2 de julho de 2013
Latinoamérica con mayores avances y retos en objetivos del milenio
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Moçambique/Quatro milhões de crianças abrangidas pela Semana Nacional de Saúde
No âmbito da iniciativa, avaliada em cerca de quatro milhões de dólares americanos, serão
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Angola/Coordenadora da ONU diz que Angola regista progressos no cumprimento dos "ODM"
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Angola/ONU: Níveis de pobreza reduzem de 68 para 38 porcento
Numa conferência de imprensa, realizada pelas agências do Sistema da ONU em Angola, alusiva aos 65 anos da organização, a comemorar-se a 24 de Outubro, o responsável disse que o país caminha de forma segura para alcançar as metas dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, atendendo os avanços registados na última década, como a paz e sua consolidação e o crescimento económico e social sustentável.
A atracção de investimentos estrangeiros consideráveis, o avanço com a reabilitação de infra-estruturas sócio-económicas, a redução significativa das taxas de mortalidade materna e infantil, o aumento da taxa de escolarização primária e a expansão da rede sanitária nacional em infra-estruturas e quadros capacitados são outros avanços apontados pelo Coordenador Residente da ONU em Angola.
A par disso, o responsável realçou que, apesar dos avanços notáveis na agenda nacional de desenvolvimento, as grandes disparidades entre angolanos podem pôr em risco as oportunidades para atingir os objectivos de desenvolvimento económico e social nacional.
Segundo o Coordenador Residente, a redução das disparidades económicas e sociais foi escolhida como uma das prioridades para os programas de cooperação em curso entre as agências das Nações Unidas e o Executivo angolano.
Embora reconheçam os avanços, as agências da ONU que operam em Angola salientam que existem ainda muitas disparidades e iniquidades no acesso aos serviços e com base nos indicadores de desenvolvimento económico e social.
A título de exemplo, referem que quase sete milhões de pessoas vivem com menos de USD 1.75 por dia e há cerca de um milhão de crianças fora do sistema de ensino primário. Milhões de pessoas ainda não têm acesso a serviços de saneamento adequados.
Estas discrepâncias e iniquidades perigam, segundo as agências, a conquista dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) e prejudicam também o desenvolvimento económico e social a médio prazo.
“Queremos focar o apoio técnico no sentido de garantir o acesso universal e equitativo a um pacote essencial de bens e serviços e a redução da pobreza e das vulnerabilidades, cooperando com o Governo para reduzir as disparidades existentes entre a população angolana”.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
África/Cabo Verde considerado exemplo no cumprimento do ODM
Lisboa, 5 junho 2008 - Cabo verde foi considerado hoje, quinta-feira, pelas Nações Unidas e pela Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP) como exemplo em África no cumprimento dos Objectivos do Desenvolvimento do Milénio (ODM).
A ONU e CPLP sublinharam que o desempenho dos países lusófonos no cumprimento dos Objectivos do Milénio (ODM) é satisfatório face à média global, mas é sobretudo Cabo Verde que se destaca como um "exemplo" para África.
Para dar maior enfoque aos projectos de cooperação próprios e aos dos países membros dadores (Portugal e Brasil), a CPLP tem pronto há meses, um primeiro estudo da situação dos ODM no espaço lusófono, elaborado pelo Instituto de Investigação Científica Tropical.
No entanto, esse estudo continua à espera de validação pelos países-membros, afirmou hoje o secretário executivo da CPLP, Luís Fonseca.
Os ODM podem ser resumidos como metas na redução para metade a pobreza extrema e a fome, o alcance do ensino primário universal, a promoção a igualdade entre os sexos, a redução em dois terços a mortalidade infantil e em três quartos a taxa de mortalidade materna.
O combate do VIH/SIDA, a malária e outras doenças graves, a garantia da sustentabilidade ambiental, bem como a criação de uma parceria mundial para o desenvolvimento, constam igualmente nas terefas dos ODM.
Em declarações à imprensa à margem da iniciativa Dias do Desenvolvimento, a decorrer desde hoje, em Lisboa, promovida pela Cooperação Portuguesa, Luís Fonseca negou que esteja a haver "rejeição ou expressão de desacordo de qualquer país sobre as conclusões do estudo".
Apesar da falta de um retrato preciso, e com quase ausência de informação estatística em países como a Guiné-Bissau ou São Tomé e Príncipe, Luís Fonseca referiu que "de uma maneira geral, os países lusófonos não estão mal no cumprimento dos ODM", assumidos em 2000, no âmbito da Conferência do Milénio das Nações Unidas.
Entre os que têm resultados mais positivos, Luís Fonseca destaca Cabo Verde e o Brasil, um caso de sucesso no continente sul-americano, mas também "Angola está a dar passos muito rápidos graças ao crescimento económico acelerado". (AngolaPress)
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Desenvolvimento do Milénio: Moçambique parceiro de eleição da Alemanha
Maputo, 2 novembro 2007 - Moçambique foi definido pelo governo alemão como um dos quatro países africanos que constituem prioridade na cooperação com a RFA para o alcance dos Objectivos do Desenvolvimento do Milénio (ODM). O facto foi revelado ontem pelo Presidente Hoerst Kooler, no início da visita oficial que o Chefe do Estado moçambicano, Armando Guebuza, efectua à Alemanha.
Falando a jornalistas momentos após conversações entre os dois estadistas, havidas no Palácio de Bellevue, em Berlim, Hoerst Kooler defendeu que a cooperação entre os dois países é necessária, pois, apesar dos êxitos que o nosso país vem registando em vários domínios, ainda continuam a notar-se altos índices de pobreza, cuja erradicação exige um redobrar de esforços.
Kooler garantiu que a economia do seu país vai estar mais atenta a Moçambique, apostando nas pequenas e médias empresas. Disse que o mais importante no diálogo entre os dois países é a compreensão mútua que permita construir o que chamou de uma “comunidade de aprendizagem” para que a Europa e os EUA, por exemplo, tenham a noção de que um futuro melhor para si também depende do de África.
O Chefe do Estado alemão defendeu que os africanos precisam de ter mais acesso a emprego, combater doenças como a malária e lidar com problemas relacionados com as mudanças climáticas. Segundo afirmou, os africanos precisam de um regime comercial que propicie a geração de empregos, por forma a que não fujam dos seus países para a Europa ou para outros pontos do mundo desenvolvido, muitas vezes fazendo-se transportar em situação de risco de vida.
Kooler defende que o peixe capturado nas águas africanas ou outros recursos de que o continente dispõe deve servir de rendimento, em primeiro lugar, para os próprios africanos. Para que esses ideais sejam efectivamente exequíveis, a aposta deve ser numa cooperação orientada, sobretudo, para o ramo da Educação.
É no quadro desta visão sobre África que tem lugar hoje em Frankfurt um fórum denominado “Iniciativa da Parceria com África”, que se irá dedicar sobretudo a questões relativas à boa governação e no qual tomarão parte os chefes de Estado de Moçambique, Gana, Libéria, Botswana e Benin.
As conversações havidas entre os dois Chefes de Estado foram descritas por Hoerst Kooler como tendo sido muito boas, e nelas foram realçadas as relações bilaterais existentes entre os dois países e povos. O presidente alemão disse ter sido informado pelo seu homólogo sobre os esforços em curso no país para combater a corrupção, bem como visando garantir a segurança de que o ambiente de democracia no país irá prevalecer.
O apoio alemão a Moçambique no último biénio foi de 68.5 milhões de euros. Para o biénio 2007/2009, a Alemanha vai desembolsar 92.5 milhões de euros, devendo ser orientados prioritariamente para a Educação, formação técnico-profissional e descentralização no âmbito do desenvolvimento rural.
O Chefe do Estado moçambicano, que ainda ontem cumpriu um programa de visita que, entre outros, compreendeu uma deslocação ao memorial das vítimas da Segunda Guerra Mundial e da tirania, para além de ter sido obsequiado com um banquete de Estado pelo seu homólogo alemão, destacou a amizade “forte” e a cooperação entre Moçambique e Alemanha, afirmando que a mesma reforça o combate que está a ser travado contra a pobreza.
Armando Guebuza presenciou ainda ao fim da tarde de ontem a assinatura de dois acordos entre Moçambique e Alemanha, respectivamente nos domínios técnico e financeiro. (Notícias/Felisberto Arnaça, em Berlim)