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sexta-feira, 6 de março de 2015

AMÉRICA LATINA ALCANZA META MUNDIAL DE REDUCCIÓN DEL HAMBRE, PERO PROSIGUE CON DESIGUALDADES

4 marzo 2015, ADITAL Agencia de Información Fray Tito para América Latina (Brasil)

Marcela Belchior*

Informe publicado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO, por su sigla en inglés) señala a América Latina como la primera y única región del mundo que alcanzó, de manera anticipada, la meta de los Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM). Gran parte de los países de la región cumplió el fin de reducción del hambre, establecido por la Cumbre Mundial de la Alimentación (CMA). Según la organización, ninguna otra parte del globo está ni siquiera cerca de la conquista.

La meta estipulada por los ODM es de, en el período de 1990 a 2015, reducir a la mitad la prevalencia de personas que sufren hambre en el mundo. En 2014, sin embargo, América Latina ya consiguió reducir esta proporción del 14,4% al 5,1%, superando la meta. En ese mismo sentido, la

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Brasil/ONU ELOGIA REDUÇÃO DA FOME. MÍDIA OMITE!

18 setembro 2014, http://www.patrialatina.com.br Pátria Latina (Brasil)

Por Altamiro Borges

Nesta terça-feira (16), a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou o relatório “O estado da insegurança alimentar no mundo” e deu uma notícia alvissareira para os brasileiros. Nos últimos dez anos, o país reduziu em 50% o número de pessoas que passam fome no país. A mídia, porém, não deu manchete para esta relevante informação. Na sua “posição oposicionista” – como já orientou Judith Brito, ex-presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e executiva do Grupo Folha – ela preferiu dar apenas algumas notinhas escondidas. As manchetes e os comentários na rádio e televisão poderiam ajudar a campanha da presidenta Dilma. E isto é que os barões da mídia menos desejam nesta reta final das eleições.

Segundo o relatório, os governos Lula e Dilma foram fundamentais para o cumprimento dos “Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)”, fixados para 2015. O ODM apontou oito metas principais para reduzir a miséria no mundo. O Brasil se destacou em todas elas, segundo as três instâncias da ONU: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e Programa Mundial de Alimentos (PMA). Ainda segundo a ONU, o programa “Bolsa Família”, tão combatido pelas mentes neoliberais da oposição midiática, foi determinante para o Brasil alcançar

segunda-feira, 24 de março de 2014

Mais de 91% da população de Cabo Verde abastecida com água potável

24 março 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

A taxa de cobertura de abastecimento de água às populações em Cabo Verde passou de 42% para 91,3% em 24 anos, tendo atingido e ultrapassado a meta definida nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), afirmou na Praia o ministro Antero Veiga.

O ministro do Ambiente, Habitação e Ordenamento do Território cabo-verdiano, que falava sábado nas celebrações do Dia Mundial da Água, afirmou que o governo pretende fazer com que se atinja 100% a

terça-feira, 2 de julho de 2013

Latinoamérica con mayores avances y retos en objetivos del milenio



1 julio 2013, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

México (PL) --- América Latina y el Caribe fue definida hoy aquí como la única región con avances en los Objetivos del Desarrollo del Milenio (ODM), pero también con los mayores retos para vencer las metas fijadas por Naciones Unidas en 2000.

En la presentación este lunes del Informe de 2013 sobre los ODM, el director subregional en México de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal), Hugo Beteta, dijo que esta área marca la diferencia al ser la única en reducir la desigualdad.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Moçambique/Quatro milhões de crianças abrangidas pela Semana Nacional de Saúde



6 maio 2013, Portal do governo http://www.portaldogoverno.gov.mz (Moçambique)

Maputo, 6 Mai. (AIM) – A Semana Nacional de Saúde (SNS), que decorre em todo o território moçambicano, deverá abranger cerca de quatro milhões de crianças menores de cincos, que receberão vacina uma dose de vacina anti pólio, elevando a fasquia para 95 por cento os petizes nessa faixa etária.

No âmbito da iniciativa, avaliada em cerca de quatro milhões de dólares americanos, serão

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Angola/Coordenadora da ONU diz que Angola regista progressos no cumprimento dos "ODM"

23 outubro 2012/AngolaPress http://www.portalangop.co.ao

Luanda – A coordenadora residente do Sistema das Nações Unidas em Angola, Maria Valle Ribeiro, afirmou hoje, terça-feira, em Luanda, que a implementação de uma boa parte dos Objectivos do Desenvolvimento do Milénio(ODM) tem registado progressos nos últimos 10 anos no país.

Maria Valle Ribeiro fez esta afirmação em entrevista à Angop no âmbito do 67º aniversário da criação da Organização das Nações Unidas(ONU) a acontecer na quarta-feira, dia 24 deste mês.

A coordenadora referiu que a constatação em referência está demonstrada, por exemplo, em relatórios recentes sobre insegurança alimentar no mundo feito pelas organizações da ONU como a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e o Programa Alimentar Mundial (PAM), onde se diz que Angola é um dos países africanos que teve mais progressos em relação aos ODM.

“Angola tem reduzido, desde 1992, o número de pessoas que sofre de fome no país em mais de 53 porcento, salvo erro. Isso mostra que Angola, em relação ao primeiro objectivo, o da erradicação da pobreza e fome, está a fazer progressos e que pode atingir as metas preconizadas”, asseverou.

Maria Valle Ribeiro acredita que o Executivo angolano vai conseguir atingir também metas favoráveis em relação ao acesso das crianças ao ensino primário e no âmbito da paridade do género neste nível de ensino, assim como no empoderamento das mulheres e na participação das mulheres na vida pública.

“Relativamente à redução da mortalidade das crianças com menos de cinco ano e menos de um ano, bem como a infantil, também a tendência é positiva, tem reduzido consideravelmente, apesar de ainda haver muito esforço por fazer, especialmente de uma maneira muito reforçada a saúde materna”, salientou.

Apesar de ainda existirem falta de dados quanto à saúde materna, disse que informações que possuí indicam que 27 porcento das mulheres em meios rurais têm partos assistidos, enquanto no meio urbano são 73 porcento. “Isto quer dizer que ainda há muitas mulheres que não têm condições de assistência no momento de parto e há ainda trabalho a ser feito para reduzir igualmente a mortalidade materna”, reforçou.

Já no capítulo das grandes endemias, a coordenadora tem fé que Angola irá atingir igualmente as metas aceitáveis. No âmbito do VIH/Sida, referiu, o Estado deve investir, cada vez mais, na prevenção por ser um país cuja população é jovem.

“Quanto ao acesso à água potável, Angola está num bom caminho, sendo que em relação à cobertura ambiental são metas que ainda podem ser realizadas, mas que sabemos que o país está empenhado neste sentido”, concluiu.

O aniversário da entrada em vigor da Carta das Nações Unidas, em 24 de Outubro de 1945, é celebrado como Dia das Nações Unidas desde 1948.

As Nações Unidas são uma organização internacional fundada em 1945, após a Segunda Guerra Mundial, por 51 países que se comprometeram a manter a paz e a segurança internacionais, a desenvolver relações amistosas entre as nações e a promover o progresso social, melhores padrões de vida e direitos humanos.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Angola/ONU: Níveis de pobreza reduzem de 68 para 38 porcento

Luanda, 20 outubro 2010 (Angola Press) – O Coordenador Residente das Nações Unidas em Angola, Koen Vanormelingen, disse hoje (quarta-feira), em Luanda, que a pobreza em Angola, medida em receitas monetárias, reduziu de 63 porcento, em 2002, para 38 porcento, em 2009.

Numa conferência de imprensa, realizada pelas agências do Sistema da ONU em Angola, alusiva aos 65 anos da organização, a comemorar-se a 24 de Outubro, o responsável disse que o país caminha de forma segura para alcançar as metas dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, atendendo os avanços registados na última década, como a paz e sua consolidação e o crescimento económico e social sustentável.

A atracção de investimentos estrangeiros consideráveis, o avanço com a reabilitação de infra-estruturas sócio-económicas, a redução significativa das taxas de mortalidade materna e infantil, o aumento da taxa de escolarização primária e a expansão da rede sanitária nacional em infra-estruturas e quadros capacitados são outros avanços apontados pelo Coordenador Residente da ONU em Angola.

A par disso, o responsável realçou que, apesar dos avanços notáveis na agenda nacional de desenvolvimento, as grandes disparidades entre angolanos podem pôr em risco as oportunidades para atingir os objectivos de desenvolvimento económico e social nacional.

Segundo o Coordenador Residente, a redução das disparidades económicas e sociais foi escolhida como uma das prioridades para os programas de cooperação em curso entre as agências das Nações Unidas e o Executivo angolano.

Embora reconheçam os avanços, as agências da ONU que operam em Angola salientam que existem ainda muitas disparidades e iniquidades no acesso aos serviços e com base nos indicadores de desenvolvimento económico e social.

A título de exemplo, referem que quase sete milhões de pessoas vivem com menos de USD 1.75 por dia e há cerca de um milhão de crianças fora do sistema de ensino primário. Milhões de pessoas ainda não têm acesso a serviços de saneamento adequados.
Estas discrepâncias e iniquidades perigam, segundo as agências, a conquista dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) e prejudicam também o desenvolvimento económico e social a médio prazo.

“Queremos focar o apoio técnico no sentido de garantir o acesso universal e equitativo a um pacote essencial de bens e serviços e a redução da pobreza e das vulnerabilidades, cooperando com o Governo para reduzir as disparidades existentes entre a população angolana”.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

África/Cabo Verde considerado exemplo no cumprimento do ODM

Lisboa, 5 junho 2008 - Cabo verde foi considerado hoje, quinta-feira, pelas Nações Unidas e pela Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP) como exemplo em África no cumprimento dos Objectivos do Desenvolvimento do Milénio (ODM).

A ONU e CPLP sublinharam que o desempenho dos países lusófonos no cumprimento dos Objectivos do Milénio (ODM) é satisfatório face à média global, mas é sobretudo Cabo Verde que se destaca como um "exemplo" para África.

Para dar maior enfoque aos projectos de cooperação próprios e aos dos países membros dadores (Portugal e Brasil), a CPLP tem pronto há meses, um primeiro estudo da situação dos ODM no espaço lusófono, elaborado pelo Instituto de Investigação Científica Tropical.

No entanto, esse estudo continua à espera de validação pelos países-membros, afirmou hoje o secretário executivo da CPLP, Luís Fonseca.

Os ODM podem ser resumidos como metas na redução para metade a pobreza extrema e a fome, o alcance do ensino primário universal, a promoção a igualdade entre os sexos, a redução em dois terços a mortalidade infantil e em três quartos a taxa de mortalidade materna.

O combate do VIH/SIDA, a malária e outras doenças graves, a garantia da sustentabilidade ambiental, bem como a criação de uma parceria mundial para o desenvolvimento, constam igualmente nas terefas dos ODM.

Em declarações à imprensa à margem da iniciativa Dias do Desenvolvimento, a decorrer desde hoje, em Lisboa, promovida pela Cooperação Portuguesa, Luís Fonseca negou que esteja a haver "rejeição ou expressão de desacordo de qualquer país sobre as conclusões do estudo".

Apesar da falta de um retrato preciso, e com quase ausência de informação estatística em países como a Guiné-Bissau ou São Tomé e Príncipe, Luís Fonseca referiu que "de uma maneira geral, os países lusófonos não estão mal no cumprimento dos ODM", assumidos em 2000, no âmbito da Conferência do Milénio das Nações Unidas.

Entre os que têm resultados mais positivos, Luís Fonseca destaca Cabo Verde e o Brasil, um caso de sucesso no continente sul-americano, mas também "Angola está a dar passos muito rápidos graças ao crescimento económico acelerado". (AngolaPress)

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Desenvolvimento do Milénio: Moçambique parceiro de eleição da Alemanha

Maputo, 2 novembro 2007 - Moçambique foi definido pelo governo alemão como um dos quatro países africanos que constituem prioridade na cooperação com a RFA para o alcance dos Objectivos do Desenvolvimento do Milénio (ODM). O facto foi revelado ontem pelo Presidente Hoerst Kooler, no início da visita oficial que o Chefe do Estado moçambicano, Armando Guebuza, efectua à Alemanha.
Falando a jornalistas momentos após conversações entre os dois estadistas, havidas no Palácio de Bellevue, em Berlim, Hoerst Kooler defendeu que a cooperação entre os dois países é necessária, pois, apesar dos êxitos que o nosso país vem registando em vários domínios, ainda continuam a notar-se altos índices de pobreza, cuja erradicação exige um redobrar de esforços.
Kooler garantiu que a economia do seu país vai estar mais atenta a Moçambique, apostando nas pequenas e médias empresas. Disse que o mais importante no diálogo entre os dois países é a compreensão mútua que permita construir o que chamou de uma “comunidade de aprendizagem” para que a Europa e os EUA, por exemplo, tenham a noção de que um futuro melhor para si também depende do de África.

O Chefe do Estado alemão defendeu que os africanos precisam de ter mais acesso a emprego, combater doenças como a malária e lidar com problemas relacionados com as mudanças climáticas. Segundo afirmou, os africanos precisam de um regime comercial que propicie a geração de empregos, por forma a que não fujam dos seus países para a Europa ou para outros pontos do mundo desenvolvido, muitas vezes fazendo-se transportar em situação de risco de vida.

Kooler defende que o peixe capturado nas águas africanas ou outros recursos de que o continente dispõe deve servir de rendimento, em primeiro lugar, para os próprios africanos. Para que esses ideais sejam efectivamente exequíveis, a aposta deve ser numa cooperação orientada, sobretudo, para o ramo da Educação.

É no quadro desta visão sobre África que tem lugar hoje em Frankfurt um fórum denominado “Iniciativa da Parceria com África”, que se irá dedicar sobretudo a questões relativas à boa governação e no qual tomarão parte os chefes de Estado de Moçambique, Gana, Libéria, Botswana e Benin.

As conversações havidas entre os dois Chefes de Estado foram descritas por Hoerst Kooler como tendo sido muito boas, e nelas foram realçadas as relações bilaterais existentes entre os dois países e povos. O presidente alemão disse ter sido informado pelo seu homólogo sobre os esforços em curso no país para combater a corrupção, bem como visando garantir a segurança de que o ambiente de democracia no país irá prevalecer.

O apoio alemão a Moçambique no último biénio foi de 68.5 milhões de euros. Para o biénio 2007/2009, a Alemanha vai desembolsar 92.5 milhões de euros, devendo ser orientados prioritariamente para a Educação, formação técnico-profissional e descentralização no âmbito do desenvolvimento rural.

O Chefe do Estado moçambicano, que ainda ontem cumpriu um programa de visita que, entre outros, compreendeu uma deslocação ao memorial das vítimas da Segunda Guerra Mundial e da tirania, para além de ter sido obsequiado com um banquete de Estado pelo seu homólogo alemão, destacou a amizade “forte” e a cooperação entre Moçambique e Alemanha, afirmando que a mesma reforça o combate que está a ser travado contra a pobreza.

Armando Guebuza presenciou ainda ao fim da tarde de ontem a assinatura de dois acordos entre Moçambique e Alemanha, respectivamente nos domínios técnico e financeiro. (Notícias/Felisberto Arnaça, em Berlim)