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terça-feira, 28 de julho de 2015

ONU: Brasil atingiu meta do milênio em redução de pobreza e fome

27 Jul 2015, Folha Diferenciada http://folhadiferenciada.blogspot.com (Brasil)


Edgard Júnior, Radio ONU, Agência Brasil, Nova York


Segundo a especialista do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) Renata Rubian, o País buscou metas bem mais ambiciosas do que as determinadas pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs); "Por exemplo, a meta de redução da pobreza no Brasil não é de 50%, a meta de redução do Brasil que o governo adotou é de reduzir a 25% a incidência da pobreza extrema. A meta de redução da fome no Brasil também não é de redução de incidência de 50%. É uma meta de erradicação da fome", disse; no geral, o mundo conseguiu reduzir a taxa de pobreza de 36% em 1990, para 15% atualmente; os grupos mais afetados são as mulheres, os idosos, as pessoas com deficiências e as minorias étnicas

A especialista do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) Renata Rubian afirmou que o Brasil conseguiu atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, ODMs, em relação à pobreza e à fome. Em Nova York, Rubian disse em entrevista à Rádio ONU que o país buscou metas bem mais ambiciosas do que as determinadas pelas ODMs. 

"Por exemplo, a meta de redução da pobreza no Brasil não é de 50%, a meta de redução do Brasil que o governo adotou é de reduzir a 25% a incidência da pobreza extrema. A meta de redução da fome no Brasil também não é de redução de incidência de 50%. É uma meta de erradicação da fome", disse Rubian. 

Em relação aos países de língua portuguesa, ela citou

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Angola/ONU: Níveis de pobreza reduzem de 68 para 38 porcento

Luanda, 20 outubro 2010 (Angola Press) – O Coordenador Residente das Nações Unidas em Angola, Koen Vanormelingen, disse hoje (quarta-feira), em Luanda, que a pobreza em Angola, medida em receitas monetárias, reduziu de 63 porcento, em 2002, para 38 porcento, em 2009.

Numa conferência de imprensa, realizada pelas agências do Sistema da ONU em Angola, alusiva aos 65 anos da organização, a comemorar-se a 24 de Outubro, o responsável disse que o país caminha de forma segura para alcançar as metas dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, atendendo os avanços registados na última década, como a paz e sua consolidação e o crescimento económico e social sustentável.

A atracção de investimentos estrangeiros consideráveis, o avanço com a reabilitação de infra-estruturas sócio-económicas, a redução significativa das taxas de mortalidade materna e infantil, o aumento da taxa de escolarização primária e a expansão da rede sanitária nacional em infra-estruturas e quadros capacitados são outros avanços apontados pelo Coordenador Residente da ONU em Angola.

A par disso, o responsável realçou que, apesar dos avanços notáveis na agenda nacional de desenvolvimento, as grandes disparidades entre angolanos podem pôr em risco as oportunidades para atingir os objectivos de desenvolvimento económico e social nacional.

Segundo o Coordenador Residente, a redução das disparidades económicas e sociais foi escolhida como uma das prioridades para os programas de cooperação em curso entre as agências das Nações Unidas e o Executivo angolano.

Embora reconheçam os avanços, as agências da ONU que operam em Angola salientam que existem ainda muitas disparidades e iniquidades no acesso aos serviços e com base nos indicadores de desenvolvimento económico e social.

A título de exemplo, referem que quase sete milhões de pessoas vivem com menos de USD 1.75 por dia e há cerca de um milhão de crianças fora do sistema de ensino primário. Milhões de pessoas ainda não têm acesso a serviços de saneamento adequados.
Estas discrepâncias e iniquidades perigam, segundo as agências, a conquista dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) e prejudicam também o desenvolvimento económico e social a médio prazo.

“Queremos focar o apoio técnico no sentido de garantir o acesso universal e equitativo a um pacote essencial de bens e serviços e a redução da pobreza e das vulnerabilidades, cooperando com o Governo para reduzir as disparidades existentes entre a população angolana”.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Membros da CPLP iniciam no dia 17 preparação de cúpula

Lisboa, 11 julho 2008 (Lusa) - Os trabalhos oficiais de preparação da reunião de cúpula da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vão ocorrer nos dias 17 e 18 deste mês, em Lisboa, na 17ª Reunião Ordinária de Pontos Focais de Cooperação.

Deste encontro de representantes dos oito países lusófonos vai sair parte da agenda da Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, marcada para o dia 25.

Na reunião da próxima semana, responsáveis de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste vão analisar cerca de uma dezena de projetos de cooperação, alguns já em curso, outros em fase de preparação.

Serão debatidos o relatório de atividades do triênio 2006-08 e os acordos celebrados entre a CPLP, organizações internacionais e instituições dos países do bloco, além da aplicação do Plano Indicativo de Cooperação.

Em discussão estará ainda a execução dos Centros Regionais de Excelência, em especial o de desenvolvimento empresarial, em Angola, e o de administração pública, em Moçambique.

Os responsáveis diplomáticos da cooperação vão analisar também a aplicação de novos projetos, como a Cartilha Escolar de Leitura, o A Cor da Cultura e o Microcrédito como Forma de Luta contra a Pobreza - Reforço e Capitalização de Boas Práticas.

Em cima da mesa também vai estar a proposta de concretização da terceira edição do Curso Internacional de Alta Direção em Administração Pública.

Por último, os representantes dos oito países da CPLP vão trocar informações sobre uma série de programas em curso, como a elaboração de um plano estratégico para o Timor Leste e a assinatura do programa de cooperação do bloco para a aplicação da Convenção das Nações Unidas sobre a Desertificação.

Será ainda efetuado um balanço da conferência "Cumprir Bissau - Obstáculos ao Cumprimentos dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio", além de se discutir a situação do credenciamento do Secretariado Executivo da CPLP na Comissão Européia.

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