Mostrando postagens com marcador Fome. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fome. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de setembro de 2016

Vaticano/Papa Francisco: "Jornalismo não pode virar uma arma de destruição"

23 setembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O papa Francisco reuniu-se com jornalistas e disse como um bom jornalista tem que fazer seu ofício. Com alguns conselhos, o Pontífice quase criou um pequeno documento de ética para a profissão na reunião com o Conselho Italiano da Ordem dos Jornalistas, que aconteceu na sala Clementina com o presidente do órgão, Enzo Iacopino, e com o responsável pela Secretaria Vaticana de Comunicação, o monsenhor Dario Edoardo Viganò.

Entre as recomendações fundamentais de Mario Bergoglio para quem "faz a informação" estão as de "amar a verdade", "viver com profissionalismo", e "respeitar a dignidade humana". Assim, o jornalismo não será transformado em uma "arma de destruição" de pessoas e de povos e

terça-feira, 28 de julho de 2015

ONU: Brasil atingiu meta do milênio em redução de pobreza e fome

27 Jul 2015, Folha Diferenciada http://folhadiferenciada.blogspot.com (Brasil)


Edgard Júnior, Radio ONU, Agência Brasil, Nova York


Segundo a especialista do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) Renata Rubian, o País buscou metas bem mais ambiciosas do que as determinadas pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs); "Por exemplo, a meta de redução da pobreza no Brasil não é de 50%, a meta de redução do Brasil que o governo adotou é de reduzir a 25% a incidência da pobreza extrema. A meta de redução da fome no Brasil também não é de redução de incidência de 50%. É uma meta de erradicação da fome", disse; no geral, o mundo conseguiu reduzir a taxa de pobreza de 36% em 1990, para 15% atualmente; os grupos mais afetados são as mulheres, os idosos, as pessoas com deficiências e as minorias étnicas

A especialista do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) Renata Rubian afirmou que o Brasil conseguiu atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, ODMs, em relação à pobreza e à fome. Em Nova York, Rubian disse em entrevista à Rádio ONU que o país buscou metas bem mais ambiciosas do que as determinadas pelas ODMs. 

"Por exemplo, a meta de redução da pobreza no Brasil não é de 50%, a meta de redução do Brasil que o governo adotou é de reduzir a 25% a incidência da pobreza extrema. A meta de redução da fome no Brasil também não é de redução de incidência de 50%. É uma meta de erradicação da fome", disse Rubian. 

Em relação aos países de língua portuguesa, ela citou

sábado, 6 de junho de 2015

Desenvolvimento do Milénio: Moçambique cumpre na redução da fome

5 Junho 2015, Jornal Notíciashttp://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Tambem nesta postagem: 
Editorial do jornal Noticias sobre a extinção da Equipa Militar de Observação da Cessação das Hostilidades Militares (EMOCHM)

O nosso país cumpriu o indicador do primeiro objectivo de Desenvolvimento do Milénio no que diz respeito à redução para a metade da proporção de pessoas que sofrem de fome. Neste contexto, o Governo vai receber próximo domingo, em Roma, Itália, o prémio de reconhecimento internacional como resultado deste feito.

Segundo dados que nos foram facultados pelo Secretariado Técnico para a Segurança Alimentar e Nutricional (SETSAN), o reconhecimento será feito num evento co-organizado pela FAO e PMA à margem da 39.ª Sessão da Conferência da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação que decorre de amanhã até ao próximo dia 13 de Junho.

Este ano marca o fim do ciclo de monitoria sobre as metas de Desenvolvimento do Milénio e

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Angola ultrapassa meta de redução da fome

2 outubro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

A população desnutrida de Angola diminuiu em 70 por cento com a queda, desde 1990, do número absoluto da fome no país, revela o mais recente relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar no Mundo.

De acordo com o documento, Angola viu o número absoluto da fome cair em cerca de 43 por cento desde 1990, o que significa, em termos relativos, uma diminuição de 70 por cento da população desnutrida, o que faz

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Angola/POLÍTICA INCLUSIVA ERRADICA POBREZA

7 maio 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Filomeno Manaças


Fotografia: Ricardo Stuckert, Instituto Lula

Desde segunda-feira em Angola a convite da Fundação Eduardo dos Santos (FESA) para partilhar a sua experiência no combate à pobreza no Brasil, em seminário a ter lugar hoje, o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala em entrevista ao Jornal de Angola das soluções aplicadas para melhorar o desenvolvimento humano e defende, na luta contra a fome, políticas públicas e programas sociais inclusivos.

O ex-Presidente afirma que continua a ser um activista político e acredita que é possível um mundo sem fome.

JORNAL DE ANGOLA – O Sr. tornou-se um vulto político da América Latina e mesmo a nível  mundial fruto da sua Presidência bem sucedida. Qual é a fórmula para retirar 50 por cento da  população da linha da pobreza?

Luiz Inácio Lula da Silva
- Não há uma fórmula igual para todos os países, porque cada nação tem a sua própria realidade económica, e a sua situação política. Mas o que eu acho fundamental é incluir os mais pobres no orçamento público. Aqueles que não estão organizados em partidos, em sindicatos. E ver os recursos para a área social – para a saúde, para a educação, para a moradia – não como um gasto, mas como  um investimento que o país faz no seu próprio povo. No Brasil, combinamos uma série de programas sociais, fizemos

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Dom Ladislaw Biernaski: ‘O BRASIL PODE PRODUZIR ALIMENTOS PARA O MUNDO’

11 setembro 2009/Adital http://www.adital.com.br

IHU - Unisinos *

Presidente da CPT Nacional, Dom Ladislau Biernaski veio a público pedir a atualização dos índices de produtividade rural. Ele nos concedeu esta entrevista, por telefone, onde parabeniza o presidente Lula pela iniciativa de assinar a atualização deste tão importante dado, que está 30 anos atrasado. Mas também aproveita para criticá-lo por, em oito anos na presidência, não ter realizado um processo de reforma agrária efetivo. "Lula perdeu uma oportunidade histórica", afirmou ele.

Dom Ladislau disse que um novo índice de produtividade rural "vai obrigar que as grandes propriedades, de fato, usem as terras para produzir alimentos". Ele discorda do ministro Stephanes, que é contra a revisão, pois pensa que o Brasil pode produzir ainda mais alimentos, não apenas para suprir as necessidades da população do país, mas também para exportar alimentos para o resto do mundo. "Nos últimos anos, tivemos um grande crescimento, e é bom que nos orgulhemos disso. O Brasil produz já cerca de 130 milhões de toneladas de alimentos. Eu acho que poderia produzir muito mais, algo como 500 milhões toneladas. Isso mostra que as terras são mal utilizadas. O crescimento da produtividade no Brasil está bem situado diante de outros países. Mas poderemos dar muito mais ainda", afirmou.

Confira a entrevista.

IHU On-Line - Porque a Igreja pede novo índice rural de produtividade?

Ladislau Biernaski - A questão do índice da produtividade agrícola está prevista na própria Constituição. Há também uma lei federal que diz que ele deve ser atualizado a cada cinco, seis anos. Esse índice é, de fato, muito importante. Nós constatamos que, no Brasil, existem muitas áreas improdutivas, sobretudo de latifúndios. Essas terras deveriam ser melhor ocupadas para produzir alimentos para o Brasil e o mundo.

IHU On-Line - Um novo índice de produtividade muda a lógica do agronegócio brasileiro?

Ladislau Biernaski - Sim, porque ele vai obrigar as grandes propriedades, de fato, a usarem as terras para produzir alimentos, conservando, evidentemente, aquelas áreas reservadas para a mata. O que importa é que as terras sejam bem aproveitadas para produzir alimentos. Hoje, infelizmente, já estamos 30 anos defasados no que diz respeito ao índice de produtividade. Pelas estatísticas que colhemos, quem produz mais são as pequenas propriedades que chamamos de agricultura familiar. Além disso, estamos numa grande campanha para que todos, grandes e pequenos, possam produzir alimentos sadios, ou seja, agroecológicos. Hoje li uma notícia em que o ministro Stephanes dizia que não é o momento adequado para se rever os índices, então quando será? Nós, hoje, sabemos que, de 30 anos para cá, a produção de carne triplicou em função das novas técnicas que possuímos. Queremos que essas terras sejam usadas para o bem da humanidade. Dizer que aumentar o índice de produtividade gerará uma quebradeira geral é uma grande falácia. Se eu quero produzir mais, eu vou ganhar mais. Não podemos aceitar esse argumento para não rever o índice, porque ele não é verdadeiro.

IHU On-Line - Quais as mudanças mais significativas entre o último índice de produtividade e a realidade de hoje?

Ladislau Biernaski - A lei não é cumprida, existe pouca fiscalização. Temos ótimas leis, mas pouca gente para fiscalizar. Falta organização dos agricultores e da sociedade para pedir essa fiscalização.

O Ministério da Agricultura é o primeiro responsável. O presidente determinou que o índice fosse refeito porque isso é uma ordem constitucional, mas quem deve fazer é o Ministério da Agricultura, ajudado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. Depois, as organizações dos próprios agricultores podem ajudar, assim como as pessoas que querem trabalhar na terra.

Nos últimos anos, tivemos um grande crescimento e é bom que nos orgulhemos disso. O Brasil produz já cerca de 130 milhões de toneladas de alimentos. Eu acho que poderia produzir muito mais, algo como 500 milhões toneladas. Isso mostra que as terras são mal utilizadas. O crescimento da produtividade no Brasil está bem situado diante de outros países. Mas poderemos dar muito mais ainda.

IHU On-Line - Onde as ideias do ministro Guilherme Cassel destoam do que defende o ministro Reinold Stephanes?

Ladislau Biernaski - Exatamente, as ideias são muito diferentes. Lamentamos que o ministro Stephanes esteja defendendo uma coisa retrograda. Ao invés de estimular, ele diz: "Para que produzir tanto, se o Brasil não tem necessidade dessa quantidade?" Como que não tem? O Brasil tem necessidade de mais alimentos, temos pessoas que passam fome. Será que ele não sabe isso? Além disso, o Brasil pode produzir alimentos para o mundo. Embora eu tenha o maior respeito pelo ministro Stephanes, nesse aspecto ele está muito atrasado.

IHU On-Line - Quando deve sair um novo estudo sobre o índice de produtividade rural brasileiro?

Ladislau Biernaski - Ele poderia ter aproveitado mais esse segundo mandato e realmente ter trabalhado numa reforma agrária efetiva. Ele perdeu um tempo precioso e não tem mais tempo para organizar uma reforma agrária que traria menos conflitos. Lula perdeu uma oportunidade histórica. Ainda assim, tenho que dizer parabéns ao presidente Lula que pediu que se revise os índices de produtividade.

* Instituto Humanitas Unisinos

Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil

Para receber o Boletim de Notícias da Adital escreva a adital@adital.com.br

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Brasil/O ALIMENTO COMO DIREITO SOCIAL

[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina
21 agosto 2009/Adital http://www.adital.com.br

CNBB *

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz

O alimento como direito social

Por D. Pedro Luiz Strighini,
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Justiça, da Caridade e da Paz

Em maio de 2009 foi publicada uma "Nota de apoio da CNBB a PEC 047/2003" que propõe a inclusão do direito a alimentação no artigo 6° da Constituição Federal.

Fazemos um pedido aos senhores cardeais, arcebispos, bispos, párocos, vigários, diáconos, religiosas, religiosos, lideranças das comunidades, dos movimentos, das pastorais e dos organismos a apoiarem de forma mais efetiva esta campanha.

Encontra-se um abaixo-assinado no site www.presidencia.gov.br/consea que pode ser acessado e multiplicado. Os promotores da campanha desejam que a referida PEC seja aprovada até o dia 16 de outubro de 2009, dia mundial da alimentação.

Eis o conteúdo do abaixo-assinado:

"Os signatários abaixo identificados manifestam publicamente seu apoio à aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 047/2003, em tramitação no Congresso Nacional.

A garantia do direito humano à alimentação adequada e saudável está expressa em vários tratados internacionais, ratificados pelo governo brasileiro, incluindo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, de 1966, e a Cúpula Mundial de Alimentação, de 1996.

Nos referidos pactos, os chefes de Estado reafirmaram ‘o direito de toda a pessoa a ter acesso a alimentos seguros e nutritivos, em consonância com o direito à alimentação adequada e com o direito fundamental de toda pessoa de estar livre da fome’.

Considerando e apoiando estes compromissos, pedimos a urgência da inclusão de referência explícita ao direito à alimentação no campo dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição, conforme definido na PEC 047/2003 em tramitação na Câmara Federal".

Brasília, 20 de agosto de 2009

Cordiais saudações,

D. Pedro Luiz Strighini,
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Justiça, da Caridade e da Paz

* Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil

Para receber o Boletim de Notícias da Adital escreva a adital@adital.com.br

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Brasil/Amorim defende participação da América Latina e do Caribe em discussões sobre crise

Isabela Vieira, repórter da Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Rio de Janeiro, 6 outubro 2008 - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu hoje (6) a participação dos países da América Latina e do Caribe nas discussões sobre a crise financeira mundial. Ao participar de uma reunião de chanceleres da região, no Rio de Janeiro, Amorim disse que os países não podem ficar de fora de decisões que os afetem.

“É preciso que América Latina e Caribe façam ouvir a sua voz nesse tema que é tão importante para todos. Não é mais possível que nós sejamos aqueles que passivamente sofrem os efeitos da crise nos grandes centros econômicos”, disse o ministro, ao citar uma frase do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: “Não podemos ser apenas periferia”, afirmou Amorim.

A reunião no Rio é preparatória para a Cúpula da América Latina e do Caribe sobre Integração e Desenvolvimento, que será realizada nos dias 16 e 17 de dezembro em Salvador.

Durante o encontro, estão sendo discutidas formas de promover parcerias entre os países da América Latina e do Caribe em áreas como comércio exterior, segurança alimentar, combate à fome e à pobreza, mudanças climáticas e biocombustíveis, assuntos que também devem ser discutidos na cúpula em Salvador.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/10/06/materia.2008-10-06.4551804053/vie

terça-feira, 10 de julho de 2007

Brasil servirá de modelo para políticas de combate à fome na América Latina e Caribe

Luana Lourenço / Repórter da Agência Brasil

Brasília, 9 Julho 2007 - A inciativa “América Latina e Caribe sem fome 2025”, coordenada pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), vai usar programas sociais de segurança alimentar do governo brasileiro como modelo para ações de combate à fome em outros países.
O projeto pretende reduzir para menos de 5% o número de pessoas que sofrem com desnutrição crônica no sul do continente americano até 2025.
A medida foi anunciada hoje (9) após reunião entre o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, e o diretor-geral da FAO, Jacques Diouf.
No encontro, representantes do ministério e da entidade internacional discutiram a avaliação dos programas brasileiros, a gestão da política de segurança alimentar e nutricional e a revisão do acordo de cooperação entre o Brasil e a FAO, que existe desde 2003.
De acordo com secretário de segurança alimentar do ministério, Onaur Ruano, experiências nacionais como o incentivo à agricultura familiar, os restaurantes populares e programas de educação alimentar serão apresentadas a nações da América Latina e do Caribe.
“O modelo brasileiro, particularmente a estratégia do Fome Zero, tem sido escolhido pela FAO na medida em que temos uma experiência exitosa, em que governo e sociedade civil fazem o processo de construção da política de forma articulada”.
Ruano acrescentou que a metodologia de segurança alimentar institucional brasileira servirá de modelo, mas cada país terá autonomia para elaborar programas e ações adequados às suas realidades.
Dados do ministério, atualizados em maio deste ano, mostram 65 milhões de brasileiros são beneficiados pelos programas de assistência social, transferência de renda e segurança alimentar que compõem o Fome Zero. Os investimentos na área somam R$ 21,6 bilhões por ano.