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domingo, 25 de setembro de 2016
Vaticano/Papa Francisco: "Jornalismo não pode virar uma arma de destruição"
terça-feira, 28 de julho de 2015
ONU: Brasil atingiu meta do milênio em redução de pobreza e fome
27 Jul 2015, Folha
Diferenciada http://folhadiferenciada.blogspot.com (Brasil)
"Por exemplo, a meta de redução da pobreza no Brasil não é de 50%, a meta de redução do Brasil que o governo adotou é de reduzir a 25% a incidência da pobreza extrema. A meta de redução da fome no Brasil também não é de redução de incidência de 50%. É uma meta de erradicação da fome", disse Rubian.
Em relação aos países de língua portuguesa, ela citou
sábado, 6 de junho de 2015
Desenvolvimento do Milénio: Moçambique cumpre na redução da fome
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Angola ultrapassa meta de redução da fome
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Angola/POLÍTICA INCLUSIVA ERRADICA POBREZA
JORNAL DE ANGOLA – O Sr. tornou-se um vulto político da América Latina e mesmo a nível mundial fruto da sua Presidência bem sucedida. Qual é a fórmula para retirar 50 por cento da população da linha da pobreza?
Luiz Inácio Lula da Silva- Não há uma fórmula igual para todos os países, porque cada nação tem a sua própria realidade económica, e a sua situação política. Mas o que eu acho fundamental é incluir os mais pobres no orçamento público. Aqueles que não estão organizados em partidos, em sindicatos. E ver os recursos para a área social – para a saúde, para a educação, para a moradia – não como um gasto, mas como um investimento que o país faz no seu próprio povo. No Brasil, combinamos uma série de programas sociais, fizemos
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Dom Ladislaw Biernaski: ‘O BRASIL PODE PRODUZIR ALIMENTOS PARA O MUNDO’
IHU - Unisinos *
Presidente da CPT Nacional, Dom Ladislau Biernaski veio a público pedir a atualização dos índices de produtividade rural. Ele nos concedeu esta entrevista, por telefone, onde parabeniza o presidente Lula pela iniciativa de assinar a atualização deste tão importante dado, que está 30 anos atrasado. Mas também aproveita para criticá-lo por, em oito anos na presidência, não ter realizado um processo de reforma agrária efetivo. "Lula perdeu uma oportunidade histórica", afirmou ele.
Dom Ladislau disse que um novo índice de produtividade rural "vai obrigar que as grandes propriedades, de fato, usem as terras para produzir alimentos". Ele discorda do ministro Stephanes, que é contra a revisão, pois pensa que o Brasil pode produzir ainda mais alimentos, não apenas para suprir as necessidades da população do país, mas também para exportar alimentos para o resto do mundo. "Nos últimos anos, tivemos um grande crescimento, e é bom que nos orgulhemos disso. O Brasil produz já cerca de 130 milhões de toneladas de alimentos. Eu acho que poderia produzir muito mais, algo como 500 milhões toneladas. Isso mostra que as terras são mal utilizadas. O crescimento da produtividade no Brasil está bem situado diante de outros países. Mas poderemos dar muito mais ainda", afirmou.
Confira a entrevista.
IHU On-Line - Porque a Igreja pede novo índice rural de produtividade?
Ladislau Biernaski - A questão do índice da produtividade agrícola está prevista na própria Constituição. Há também uma lei federal que diz que ele deve ser atualizado a cada cinco, seis anos. Esse índice é, de fato, muito importante. Nós constatamos que, no Brasil, existem muitas áreas improdutivas, sobretudo de latifúndios. Essas terras deveriam ser melhor ocupadas para produzir alimentos para o Brasil e o mundo.
IHU On-Line - Um novo índice de produtividade muda a lógica do agronegócio brasileiro?
Ladislau Biernaski - Sim, porque ele vai obrigar as grandes propriedades, de fato, a usarem as terras para produzir alimentos, conservando, evidentemente, aquelas áreas reservadas para a mata. O que importa é que as terras sejam bem aproveitadas para produzir alimentos. Hoje, infelizmente, já estamos 30 anos defasados no que diz respeito ao índice de produtividade. Pelas estatísticas que colhemos, quem produz mais são as pequenas propriedades que chamamos de agricultura familiar. Além disso, estamos numa grande campanha para que todos, grandes e pequenos, possam produzir alimentos sadios, ou seja, agroecológicos. Hoje li uma notícia em que o ministro Stephanes dizia que não é o momento adequado para se rever os índices, então quando será? Nós, hoje, sabemos que, de 30 anos para cá, a produção de carne triplicou em função das novas técnicas que possuímos. Queremos que essas terras sejam usadas para o bem da humanidade. Dizer que aumentar o índice de produtividade gerará uma quebradeira geral é uma grande falácia. Se eu quero produzir mais, eu vou ganhar mais. Não podemos aceitar esse argumento para não rever o índice, porque ele não é verdadeiro.
IHU On-Line - Quais as mudanças mais significativas entre o último índice de produtividade e a realidade de hoje?
Ladislau Biernaski - A lei não é cumprida, existe pouca fiscalização. Temos ótimas leis, mas pouca gente para fiscalizar. Falta organização dos agricultores e da sociedade para pedir essa fiscalização.
O Ministério da Agricultura é o primeiro responsável. O presidente determinou que o índice fosse refeito porque isso é uma ordem constitucional, mas quem deve fazer é o Ministério da Agricultura, ajudado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. Depois, as organizações dos próprios agricultores podem ajudar, assim como as pessoas que querem trabalhar na terra.
Nos últimos anos, tivemos um grande crescimento e é bom que nos orgulhemos disso. O Brasil produz já cerca de 130 milhões de toneladas de alimentos. Eu acho que poderia produzir muito mais, algo como 500 milhões toneladas. Isso mostra que as terras são mal utilizadas. O crescimento da produtividade no Brasil está bem situado diante de outros países. Mas poderemos dar muito mais ainda.
IHU On-Line - Onde as ideias do ministro Guilherme Cassel destoam do que defende o ministro Reinold Stephanes?
Ladislau Biernaski - Exatamente, as ideias são muito diferentes. Lamentamos que o ministro Stephanes esteja defendendo uma coisa retrograda. Ao invés de estimular, ele diz: "Para que produzir tanto, se o Brasil não tem necessidade dessa quantidade?" Como que não tem? O Brasil tem necessidade de mais alimentos, temos pessoas que passam fome. Será que ele não sabe isso? Além disso, o Brasil pode produzir alimentos para o mundo. Embora eu tenha o maior respeito pelo ministro Stephanes, nesse aspecto ele está muito atrasado.
IHU On-Line - Quando deve sair um novo estudo sobre o índice de produtividade rural brasileiro?
Ladislau Biernaski - Ele poderia ter aproveitado mais esse segundo mandato e realmente ter trabalhado numa reforma agrária efetiva. Ele perdeu um tempo precioso e não tem mais tempo para organizar uma reforma agrária que traria menos conflitos. Lula perdeu uma oportunidade histórica. Ainda assim, tenho que dizer parabéns ao presidente Lula que pediu que se revise os índices de produtividade.
* Instituto Humanitas Unisinos
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
Brasil/O ALIMENTO COMO DIREITO SOCIAL
21 agosto 2009/Adital http://www.adital.com.br
CNBB *
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz
O alimento como direito social
Por D. Pedro Luiz Strighini,
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Justiça, da Caridade e da Paz
Em maio de 2009 foi publicada uma "Nota de apoio da CNBB a PEC 047/2003" que propõe a inclusão do direito a alimentação no artigo 6° da Constituição Federal.
Fazemos um pedido aos senhores cardeais, arcebispos, bispos, párocos, vigários, diáconos, religiosas, religiosos, lideranças das comunidades, dos movimentos, das pastorais e dos organismos a apoiarem de forma mais efetiva esta campanha.
Encontra-se um abaixo-assinado no site www.presidencia.gov.br/consea que pode ser acessado e multiplicado. Os promotores da campanha desejam que a referida PEC seja aprovada até o dia 16 de outubro de 2009, dia mundial da alimentação.
Eis o conteúdo do abaixo-assinado:
"Os signatários abaixo identificados manifestam publicamente seu apoio à aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 047/2003, em tramitação no Congresso Nacional.
A garantia do direito humano à alimentação adequada e saudável está expressa em vários tratados internacionais, ratificados pelo governo brasileiro, incluindo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, de 1966, e a Cúpula Mundial de Alimentação, de 1996.
Nos referidos pactos, os chefes de Estado reafirmaram ‘o direito de toda a pessoa a ter acesso a alimentos seguros e nutritivos, em consonância com o direito à alimentação adequada e com o direito fundamental de toda pessoa de estar livre da fome’.
Considerando e apoiando estes compromissos, pedimos a urgência da inclusão de referência explícita ao direito à alimentação no campo dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição, conforme definido na PEC 047/2003 em tramitação na Câmara Federal".
Brasília, 20 de agosto de 2009
Cordiais saudações,
D. Pedro Luiz Strighini,
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Justiça, da Caridade e da Paz
* Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Brasil/Amorim defende participação da América Latina e do Caribe em discussões sobre crise
Isabela Vieira, repórter da Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br
Rio de Janeiro, 6 outubro 2008 - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu hoje (6) a participação dos países da América Latina e do Caribe nas discussões sobre a crise financeira mundial. Ao participar de uma reunião de chanceleres da região, no Rio de Janeiro, Amorim disse que os países não podem ficar de fora de decisões que os afetem.
“É preciso que América Latina e Caribe façam ouvir a sua voz nesse tema que é tão importante para todos. Não é mais possível que nós sejamos aqueles que passivamente sofrem os efeitos da crise nos grandes centros econômicos”, disse o ministro, ao citar uma frase do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: “Não podemos ser apenas periferia”, afirmou Amorim.
A reunião no Rio é preparatória para a Cúpula da América Latina e do Caribe sobre Integração e Desenvolvimento, que será realizada nos dias 16 e 17 de dezembro em Salvador.
Durante o encontro, estão sendo discutidas formas de promover parcerias entre os países da América Latina e do Caribe em áreas como comércio exterior, segurança alimentar, combate à fome e à pobreza, mudanças climáticas e biocombustíveis, assuntos que também devem ser discutidos na cúpula em Salvador.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/10/06/materia.2008-10-06.4551804053/vie
terça-feira, 10 de julho de 2007
Brasil servirá de modelo para políticas de combate à fome na América Latina e Caribe
Brasília, 9 Julho 2007 - A inciativa “América Latina e Caribe sem fome 2025”, coordenada pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), vai usar programas sociais de segurança alimentar do governo brasileiro como modelo para ações de combate à fome em outros países.
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/07/09/materia.2007-07-09.1689864108/view
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