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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Brasil/Senadora mostra golpe da elite brasileira para assumir o poder



23 agosto 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

 Agência Senado

A senadora lembra que a elite econômica do Brasil sempre tentou interromper, pela violência, o mandato de todos os presidentes que procuraram executar projetos de interesse popular.  

O que é a luta política se não a busca do poder e a disputa de projetos que servem a determinadas classes sociais? Esse é o questionamento que a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) responde em sua coluna semanal da Folha de São Paulo, nesta terça-feira (23) intitulada “Disputa de projetos”.  

E nessa disputa de poder, a parlamentar aponta – sem surpresa - que os registros históricos indicam que a elite econômica do Brasil sempre tentou interromper, pela violência, o mandato de todos os presidentes que procuraram executar projetos de interesse popular. Assim foi com Vargas, Jango e Lula.

Os métodos são sempre abomináveis, destaca a senadora, enfatizando que

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Brasil/Em pronunciamento, Dilma defende união em torno dos interesses do povo

7 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em pronunciamento divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (7), a presidenta Dilma Rousseff voltou a afirmar que o país vive um momento de “dificuldades”, mas salientou que elas serão superadas.


“O que eu quero dizer, com toda a franqueza, é que estamos enfrentando os desafios, essas dificuldades, e que vamos fazer essa travessia. Se cometemos erros, e isso é possível, vamos superá-los e seguir em frente", disse

terça-feira, 10 de março de 2015

Brasil/"Os fascistas não querem aceitar o fim da eleição", diz Ministro da Defesa Jaques Wagner

9 março 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


Jacques Wagner Ministro da Defesa Jaques Wagner ressaltou a necessidade 
do fim do financiamento privado de campanha (Foto: Arquivo Mercosul & CPLP)

 Os fascistas não querem aceitar o fim da eleição

Finalmente, alguém do Governo fala de POLÍTICA e, não, de ajuste…

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, concedeu entrevista à rádio Metrópole nesta segunda-feira (09) e denunciou o ódio com que o Governo é tratado “pelos fascistas, por aqueles que não querem aceitar o fim da eleição”. 

Finalmente, alguém do Governo fala de política e, não, de ajuste.
 

“Algumas pessoas tentam estimular o clima de ódio. A política é boa, mas a gente tem que botar em primeiro lugar o Brasil. Se a gente está com dificuldade na economia, não é para estimular a crise. Quem perdeu a eleição tem que deixar a democracia rodar”, declarou o ministro.

Wagner reforçou as conquistas dos governos trabalhistas desde 2002. “O PT abriu espaço para os que nunca foram vistos por governos conservadores. É no tempo do PT que funciona o Ministério Público, a Polícia Federal. Não venha me dizer que quem criou coisa errada foi o PT. Infelizmente ainda existe alguns da elite que tem aquela visão conservadora de achar que o mundo nasceu pra meia dúzia”, afirmou.

O ministro da Defesa ainda comparou os avanços do país nos governos Lula e Dilma com

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Brasil/PROGRAMAS SOCIAIS IMPULSIONAM ECONOMIA DAS COMUNIDADES

Acessado em 14 fevereiro 2015, O Brasil Mudou http://obrasilmudou.mds.gov.br (Brasil)

"Quando eu era pequeno, muitas vezes só tinha o beiju para levar para a escola. Eu comia antes de chegar lá, para não deixar que a criançada ‘mangasse’ de mim. Tinha medo dos outros, passava vergonha”. Duval Pereira Lima tem 65 anos, é casado, pai de quatro filhos. Ele mora há 60 anos em Pedra Branca, uma pequena cidade do Vale do Piancó, região pobre e seca do sertão paraibano, a quase 400 quilômetros da capital.

Ele conta a história emocionado, com voz embargada. O beiju de que falou é uma massa de milho, que servia para alimentar os animais e também as crianças, no passado. Duval foi agricultor toda a vida, como o pai e

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Brasil/DILMA É REELEITA COM A MISSÃO DE UNIFICAR FORÇAS ANTAGÔNICAS E AMPLIAR POLÍTICA DO HEMISFÉRIO SUL

27 outubro 2014, ADITAL Agência Frei Tito para a America Latina http://www.adital.com.br (Brasil)

Marcela Belchior


Em uma das eleições mais instáveis e disputadas dos últimos anos no Brasil, Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), é reeleita presidente do país. A petista obteve 51,64% dos votos válidos contra 48,36% do candidato de direita Aécio Neves (Partido da Social Democracia Brasileira - PSDB). Pelos próximos quatro anos, a mandatária terá como algumas das principais incumbências reestabilizar a economia do país, lidar com uma oposição aparentemente fortalecida e consolidar sua integração com a política autônoma do hemisfério sul.

A diferença entre os dois candidatos foi de

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Angola/POLÍTICA INCLUSIVA ERRADICA POBREZA

7 maio 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Filomeno Manaças


Fotografia: Ricardo Stuckert, Instituto Lula

Desde segunda-feira em Angola a convite da Fundação Eduardo dos Santos (FESA) para partilhar a sua experiência no combate à pobreza no Brasil, em seminário a ter lugar hoje, o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala em entrevista ao Jornal de Angola das soluções aplicadas para melhorar o desenvolvimento humano e defende, na luta contra a fome, políticas públicas e programas sociais inclusivos.

O ex-Presidente afirma que continua a ser um activista político e acredita que é possível um mundo sem fome.

JORNAL DE ANGOLA – O Sr. tornou-se um vulto político da América Latina e mesmo a nível  mundial fruto da sua Presidência bem sucedida. Qual é a fórmula para retirar 50 por cento da  população da linha da pobreza?

Luiz Inácio Lula da Silva
- Não há uma fórmula igual para todos os países, porque cada nação tem a sua própria realidade económica, e a sua situação política. Mas o que eu acho fundamental é incluir os mais pobres no orçamento público. Aqueles que não estão organizados em partidos, em sindicatos. E ver os recursos para a área social – para a saúde, para a educação, para a moradia – não como um gasto, mas como  um investimento que o país faz no seu próprio povo. No Brasil, combinamos uma série de programas sociais, fizemos

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Brasil/Desigualdade cai em 80% dos municípios do Brasil em uma década



5 de Agosto de 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Uma das mais importantes mudanças pelas quais o Brasil vem passando nos últimos anos é o processo de queda contínua e significativa da concentração de renda. Os resultados dos estudos do Índice de Gini mostram que transferências públicas de rendas às famílias foram aliadas nessa redução.

“De fato, as medidas de desigualdade de renda familiar per capita confirmam que a trajetória de queda, iniciada em meados da década de 1990, assume intensidade inequivocamente mais acentuada a partir de 2001, assim permanecendo durante os anos subsequentes, até 2005”, informa estudo do Ipea sobre a evolução recente da desigualdade de renda no Brasil.

"Um dos resultados desse processo é que, nesse ano, a desigualdade alcançou seu menor nível nas últimas três décadas. Entre 2001 e 2005 o grau de desigualdade de renda no Brasil declinou de forma acentuada e contínua, independentemente da medida de desigualdade utilizada, e atingiu, em 2005, o nível mais baixo dos últimos 30 anos", apontam pesquisadores.

O coeficiente de Gini, uma das medidas de desigualdade mais utilizadas, declinou de 4,6%, passando de 0,594, em 2001, para 0,566 em 2005. Essa queda de 4,6% pode ser considerada elevada, uma vez que, dos 74 países para os quais existem informações sobre a evolução desse coeficiente na década de 1990, menos de 1/4 deles foi capaz de reduzir a desigualdade a uma velocidade superior à brasileira no quadriênio 2001-2005. Portanto, o ritmo em que a desigualdade vem declinando no país pode ser considerado um dos mais acelerados do mundo.

Dos 74 países para os quais existem informações sobre a evolução do coeficiente de Gini ao longo da década de 1990, menos de ¼ foi capaz de reduzir a desigualdade a uma velocidade superior à alcançada pelo Brasil no quadriênio 2001-2005. Portanto, o ritmo em que a desigualdade vem declinando no país é um dos mais acelerados do mundo.

A necessidade de continuidade
Apesar dessa acentuada queda, a desigualdade de renda brasileira permanece extremamente elevada. A fatia da renda total apropriada pela parcela 1% mais rica da população é da mesma magnitude que a apropriada pelos 50% mais pobres.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Brasil/Luiz Dulci afirma que o neoliberalismo desmoronou

Amanda Cieglinski, enviada especial

28 janeiro 2009/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Belém - Durante a abertura das atividade do Fórum Sindical Mundial hoje (28), em Belém, o secretário-geral da Presidência da República, Luiz Dulci, afirmou que a atual crise não é dos bancos ou de algumas empresas. O que “desmoronou”, segundo ele, foi o neoliberalismo. O evento faz parte da programação do Fórum Social Mundial. Ao lado de representantes de sindicatos, Dulci disse que não é necessário precarizar o trabalho e reduzir empregos para enfrentar a crise.
“Nós acreditamos que é possível evitar demissões com criatividade, com diálogo entre as partes, e já houve várias soluções nesse sentido, como férias coletivas. E o governo que já desonerou vários setores da indústria, para manter o nível de atividade econômica, considera justo também que o empresariado contribua para preservar os empregos”, defendeu.

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique, afirmou que as empresas querem aproveitar a crise para “tirar os direitos dos trabalhadores”. Os líderes sindicais pediram a redução do juros, reuniões mais freqüentes do Comitê de Política Monetária (Copom) e ação rápida dos governos em todas as esferas para frear as demissões.

“Nós não vamos permitir a redução dos nossos direitos, dos nossos salários, às custas de chantagem empresarial”, afirmou o presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah.
Para a representante da Organização da Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Laís Abramo, a crise mundial trouxe sentimentos contraditórios de preocupação com o desemprego, mas também de satisfação pela possibilidade de construir novos modelos de desenvolvimento.

“Muitos dos dogmas que estavam por trás da organização dos mercados financeiros caíram e as pessoas que construíram o Fórum Social Mundial vêm lutando desde o começo para afirmar que um outro mundo é possível”, disse.

Para Victor Báez, secretário-geral da Confederação Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas (CSA), a crise já existia muito antes do colapso dos mercados financeiros.
“A crise já existia. Era a crise energética, alimentar, social, do meio ambiente. Para nós, a superação da crise não é outra coisa senão superar todos esses problemas”, apontou.

O ministro Dulci defendeu que haja uma intensa mobilização social para a construção de uma nova ordem “pós-neoliberal”.
“O movimento sindical tem uma responsabilidade muito grande, porque se não houver novas soluções, eles vão superar a crise restaurando o modelo antigo com algumas tinturas de controle técnico. Não basta remover os escombros do neoliberalismo, é preciso criar uma nova ordem pós-neoliberal”, afirmou.

Dulci afirmou ainda que não é o momento de o governo reduzir os investimentos nas áreas sociais ou cortar gastos públicos.
“A melhor maneira de enfrentar a crise é avançar nas mudanças sociais e não recuar. Não é hora de reduzir gastos públicos, de reduzir investimentos sociais, é hora de aumentar, ampliá-los. Melhorar a vida dos pobres tem um efeito macroeconômico positivo, faz a economia crescer. Os programas sociais ajudam a manter o nível da atividade econômica e o emprego”, defendeu.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/01/28/materia.2009-01-28.9074687750/view

domingo, 24 de agosto de 2008

Brasil/Países africanos buscam novas opções de políticas sociais

Brasília, 22 agosto 2008 - Representantes de seis países africanos, entre eles Angola e Moçambique, vão conhecer de perto, na próxima semana, a execução de programas sociais do Brasil, numa parceria que poderá ser alargada à outras nações do continente, segundo o ministro brasileiro do Desenvolvimento Social.

"Esta é uma cooperação muito importante que queremos consolidar e depois ampliar, porque temos com os países da África, especialmente com os de língua portuguesa, raízes culturais comuns e a presença africana no Brasil é muito forte", disse à imprensa o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias.

Os técnicos de Angola, Moçambique, Ghana, Namíbia, Quénia e Tanzânia vão participar no Seminário de Protecção e Promoção Social em Países Africanos, que será aberto segunda-feira no Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

O evento prossegue até o dia 27 e na quinta e sexta-feiras, a missão africana, acompanhada de técnicos do governo brasileiro, visitará programas sociais em Recife, no Nordeste do Brasil.

"Esta parceria atende à prioridade dada ao continente africano pela política externa do Presidente Lula da Silva, tanto pela dimensão histórica e cultural entre Brasil e África como também por ser um continente com vários indicadores sociais graves", salientou Patrus Ananias.

Na avaliação do ministro, no mundo globalizado é preciso também "globalizar valores". "Há uma dimensão de compromisso internacional por razões humanitárias", acrescentou.

A cooperação entre Brasil e África na área de protecção e promoção social começou em 2005, numa acção integrada com o governo inglês.

O seminário em Brasília é uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, o Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID) e o Centro Internacional de Pobreza do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (IPC/PNUD). (AngolaPress)

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Brasil/Censo de moradores de rua será feito a partir de outubro pelo Ministério de Desenvolvimento Social

Grazielle Machado / Da Agência Brasil

Brasília, 25 Agosto 2007 - Adailton da Silva, 25 anos, e Raimunda da Silva, 22 anos, são de Alagoinhas (BA) e já vivem em Brasília há dez anos. O casal mora embaixo de um viaduto na L2 Norte, uma das principais vias da capital. Dormem dentro de uma caixa feita com lona e madeira, estão desempregados e vigiam carros durante o dia para sobreviver.

“É muito difícil [morar na rua], às vezes a gente ganha alguma coisa, às vezes não: tem que ir no lixo para ver se acha alguma coisa”, conta Adailton.


Para ajudar esses e outros moradores de rua de todo o país, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) começa a fazer, a partir de outubro, uma contagem de população de rua. Serão cerca de 2.500 pesquisadores em 23 estados e mais o Distrito Federal. Apenas Belo Horizonte, Recife e São Paulo não vão participar da pesquisa, pois os governos estuais já haviam feito o levantamento desses dados.


De acordo com a coordenadora de Regulamentação da Proteção Social Especial do MDS, Solange Martins, com esse levantamento o governo pretende elaborar projetos e programas sociais voltados para essa população. A intenção, segundo a coordenadora, é saber como eles vivem, onde moram, como são os vínculos de relação familiar.


“Ainda não existem políticas públicas específicas para moradores de rua. O Bolsa Família, que é um programa de inclusão social, por exemplo, grande parte dessa população não recebe, porque não sabe ou não conhece”, afirma Solange.


Ela explica que já existe um Grupo Interministerial, composto pelo Governo Federal, pelo Movimento Nacional de População em Situação de Rua (MNPR), por várias ONGs e alguns gestores municipais, para estudar medidas voltadas para a polução de rua.


Para fazer o levantamento, o MDS vai utilizar dois tipos de questionários. Um mais simples, com 16 questões, e outro mais complexo, com 47 questões, que será feito com apenas 10% dos entrevistados. A empresa responsável pelas pesquisas sera a Meta Instituto de Pesquisas de Opinião Ltda., que, de acordo com Solange Martins, foi contratada por meio de licitação. Para fazer o levantamento, o ministério vai investir R$1,5 milhões de reais.


A pesquisa será concluída no final de outubro e os resultados serão divulgados durante um seminário, ainda sem data e local definidos.


http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/24/materia.2007-08-24.8286537117/view