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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Brasil/Mais de 100 mil trabalhadores e trabalhadoras rurais ocuparam agências, gerências e superintendências da Previdência Social



16 junho 2016, Confederação Nacional da Agricultura (Contag) https://www.contag.org.br (Brasil)

Ações em todo o País demonstram a força da agricultura familiar brasileira contra qualquer retrocesso nos direitos dos trabalhadores(as)


Em todo o Brasil, mais de 100 mil trabalhadores e trabalhadoras rurais ocuparam agências, gerências e superintendências da Previdência Social de centenas de municípios, espalhados por 11 estados: Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Tocantins e Pará. O número superou o esperado pelo Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR). O objetivo das mobilizações é deixar clara para o governo federal interino, para o Congresso Nacional e para toda a sociedade a posição contrária a qualquer tipo de retrocesso nos direitos dos(as) trabalhadores(as), especialmente no

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Canadá/Advogados do movimento sindical canadense se manifestam contra o golpe no Brasil


Maximiliano Nagl Garcez*



EMOCIONANTE MANIFESTAÇÃO DE ADVOGADOS CANADENSES CONTRA O GOLPE NO BRASIL

Tive a grata oportunidade de participar do Congresso Anual da CALL-ACAMS (Associação Canadense de Advogados do Movimento Sindical - http://www.call-acams.com), fundada no fim dos anos 80 e que hoje congrega cerca de 250 advogados e advogadas comprometidos com a defesa dos direitos trabalhistas e com o avanço dos direitos humanos. A entidade, desde sua fundação, tem reiteradamente apoiado de forma solidária a defesa dos direitos trabalhistas em toda a América Latina.

No Congresso, realizado de

sábado, 26 de setembro de 2015

Brasil/POR UM CONGRESSO COM A CARA DO POVO

22 setembro 2015, Carta Maior, Blog do Emir http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Por Emir Sader

A retirada dos financiamentos empresariais pode representar a verdadeira possibilidade de se eleger Congressos com a cara do povo e não das suas elites.

Nos sistemas políticos representativos, os cargos executivos representam a maioria da população. Os legislativos deveria representam as distintas posições em suas devidas proporções, espelhando a diversidade – social, politica, cultural – da sociedade.
 
No entanto, não há nada mais oposto à cara da sociedade brasileira do que a composição dos parlamentos, a todos os níveis. É como se os congressos fossem a sociedade invertida: há muito mais parlamentares representando o agronegócio do que as trabalhadores rurais enquanto que, na realidade do campo, são milhões de trabalhadores trabalhando a terra por um lado e um punhado de donos de agronegócio por outro.

Acontece que, entre a realidade concreta e essa representação invertida intervém o poder do dinheiro, produzindo todas essas distorções. Se os grandes temas discutindo pelo Congresso fossem debatidos e definidos pela sociedade realmente existente, frequentemente as resoluções seriam o oposto do que os parlamentares decidem.

O financiamento privado de campanha elegeu, até aqui, não bancadas de partidos, mas de empresas que os financiam, os conhecidos

segunda-feira, 27 de julho de 2015

'ESTAMOS VENDO O DESENVOLVIMENTO DE UM EMBRIÃO FASCISTA NO BRASIL'

2 julho 2015, Carta Maior cartamaior.com.br (Brasil)

 

Em mais uma atividade do Fórum21, Roberto Amaral destacou que a sociedade brasileira está sendo preparada diariamente para a interrupção do governo Dilma.

Marco Weissheimer - Sul 21

O Brasil está assistindo ao crescimento de uma onda conservadora e autoritária, de cunho fascista, que pode lançar o País em um grave retrocesso político, econômico e social nos próximos anos. Toda vez que o país se deixou dominar pelo pensamento de direita, acabou sendo tomado pelos valores do autoritarismo, que vem das raízes escravocratas das nossas chamadas elites, preguiçosas, incultas e profundamente perversas. A advertência é do cientista político, escritor e um dos fundadores do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Roberto Amaral, que esteve em Porto Alegre na última sexta-feira para lançar e debater seu mais recente livro, “A serpente sem casca. Da crise à Frente Popular” (Altadena Editorial) . O lançamento ocorreu no início da noite de sexta-feira, no auditório do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e região, reunindo lideranças políticas e sindicais, jornalistas, estudantes e professores universitários.

O fio condutor do livro de Roberto Amaral tem a forma de um alerta. A escolha do ovo da serpente como metáfora para falar da atualidade brasileira, enfatizou, é pela possibilidade de enxergamos a gestação de um embrião fascista no Brasil. “O fascismo não começa pela sua exasperação, ele começa lento, com ofensas verbais, e depois evolui para agressões físicas e coletivas. Esse conservadorismo é tão mais perigoso na medida em que ele está presente em todos os meios de comunicação e é destilado dia e noite junto à população”.

Para Amaral, a sociedade brasileira está sendo preparada diariamente para a interrupção do governo Dilma. “Já estamos vivendo uma série de golpes. Essa eleição vai se resolver em cinco ou seis turnos”. Neste contexto, ele defende a necessidade de formar uma frente popular, de caráter amplo e democrático, capaz de erguer uma barragem ao avanço do pensamento de direita no País.

Autor da apresentação do livro, o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, destacou a existência hoje no Brasil de um conjunto de movimentos frentistas que partem de uma mesma constatação: a forma pela qual se estabeleceram as coalizões políticas no País nos últimos anos está esgotada, o que exige pensar uma nova forma de organização, mais programática e que

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Abya Yala, Patria Grande/“DECLARAÇÃO DE HAVANA” ENCERRA 6º ENCONTRO NOSSA AMÉRICA EM CUBA

7 maio 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Terminou no último domingo (4) com a Declaração de Havana, o 6º Encontro Sindical Nossa América (Esna), iniciado no sábado (3) em Cuba, pela Federação Sindical Mundial (FSM).

 

CTB


Delegação da CTB no Encontro Nossa América em Havana, Cuba.

Durante os dois dias de debate, cerca de 450 delegados de 181 organizações, representando 30 países, aprofundaram a discussão acerca da importância da integração latino-americana e a necessidade de luta social contra a ofensiva do capital na América Latina e no Caribe.

Na plenária final, os representantes aprovaram a Declaração de Havana, um documento

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Brasil/Luiz Dulci afirma que o neoliberalismo desmoronou

Amanda Cieglinski, enviada especial

28 janeiro 2009/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Belém - Durante a abertura das atividade do Fórum Sindical Mundial hoje (28), em Belém, o secretário-geral da Presidência da República, Luiz Dulci, afirmou que a atual crise não é dos bancos ou de algumas empresas. O que “desmoronou”, segundo ele, foi o neoliberalismo. O evento faz parte da programação do Fórum Social Mundial. Ao lado de representantes de sindicatos, Dulci disse que não é necessário precarizar o trabalho e reduzir empregos para enfrentar a crise.
“Nós acreditamos que é possível evitar demissões com criatividade, com diálogo entre as partes, e já houve várias soluções nesse sentido, como férias coletivas. E o governo que já desonerou vários setores da indústria, para manter o nível de atividade econômica, considera justo também que o empresariado contribua para preservar os empregos”, defendeu.

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique, afirmou que as empresas querem aproveitar a crise para “tirar os direitos dos trabalhadores”. Os líderes sindicais pediram a redução do juros, reuniões mais freqüentes do Comitê de Política Monetária (Copom) e ação rápida dos governos em todas as esferas para frear as demissões.

“Nós não vamos permitir a redução dos nossos direitos, dos nossos salários, às custas de chantagem empresarial”, afirmou o presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah.
Para a representante da Organização da Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Laís Abramo, a crise mundial trouxe sentimentos contraditórios de preocupação com o desemprego, mas também de satisfação pela possibilidade de construir novos modelos de desenvolvimento.

“Muitos dos dogmas que estavam por trás da organização dos mercados financeiros caíram e as pessoas que construíram o Fórum Social Mundial vêm lutando desde o começo para afirmar que um outro mundo é possível”, disse.

Para Victor Báez, secretário-geral da Confederação Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas (CSA), a crise já existia muito antes do colapso dos mercados financeiros.
“A crise já existia. Era a crise energética, alimentar, social, do meio ambiente. Para nós, a superação da crise não é outra coisa senão superar todos esses problemas”, apontou.

O ministro Dulci defendeu que haja uma intensa mobilização social para a construção de uma nova ordem “pós-neoliberal”.
“O movimento sindical tem uma responsabilidade muito grande, porque se não houver novas soluções, eles vão superar a crise restaurando o modelo antigo com algumas tinturas de controle técnico. Não basta remover os escombros do neoliberalismo, é preciso criar uma nova ordem pós-neoliberal”, afirmou.

Dulci afirmou ainda que não é o momento de o governo reduzir os investimentos nas áreas sociais ou cortar gastos públicos.
“A melhor maneira de enfrentar a crise é avançar nas mudanças sociais e não recuar. Não é hora de reduzir gastos públicos, de reduzir investimentos sociais, é hora de aumentar, ampliá-los. Melhorar a vida dos pobres tem um efeito macroeconômico positivo, faz a economia crescer. Os programas sociais ajudam a manter o nível da atividade econômica e o emprego”, defendeu.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/01/28/materia.2009-01-28.9074687750/view