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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Mercosul, Brasil/Discursos de Lula na abertura e no encerramento do 7º Congresso do Partido dos Trabalhadores (PT)



Em discurso na abertura do 7º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT)*, em São Paulo, o ex-presidente Lula abordou a trajetória do partido e reforçou a necessidade de uma oposição firme ao governo da extrema-direita de Jair Bolsonaro. Lula agradeceu também a solidariedade e o carinho da militância manifestada durante a sua injusta e ilegal prisão política em Curitiba.

Leia a íntegra do discurso de Lula:

Companheiras e companheiros do PT,
Convidados de todo o Brasil e de outros países,
Minhas amigas, meus amigos,
Esperei muito tempo para poder falar livremente ao povo brasileiro. Esse dia finalmente chegou, e minha primeira palavra tem de ser de agradecimento, pela solidariedade, pelo carinho e pelas manifestações de quem não desistiu de lutar e vai continuar lutando pela verdadeira justiça.

Durante 580 dias fui isolado da família, dos amigos e companheiros, apartado do povo, mesmo tendo o direito constitucional de recorrer em liberdade contra a sentença injusta e fraudulenta de um juiz parcial. Um direito que somente agora foi proclamado pelo Supremo Tribunal Federal, para todos, sem exceção.

Com as armas da verdade e da lei, continuarei lutando para que os tribunais reconheçam, agora, que fui condenado por quem sequer poderia ter me julgado: um ex-juiz que atuou fora da lei, grampeou advogados, mentiu ao país e aos tribunais, antes de

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Brasil/POR QUE QUEREM ME CONDENAR -- Lula

18 outubro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em mais de 40 anos de atuação pública, minha vida pessoal foi permanentemente vasculhada pelos órgãos de segurança, pelos adversários políticos, pela imprensa. Por lutar pela liberdade de organização dos trabalhadores, cheguei a ser preso, condenado como subversivo pela infame Lei de Segurança Nacional da ditadura. Mas jamais encontraram um ato desonesto de minha parte.




Sei o que fiz antes, durante e depois de ter sido presidente. Nunca fiz nada ilegal, nada que pudesse manchar a minha história. Governei o Brasil com seriedade e dedicação, porque sabia que um trabalhador não podia falhar na Presidência. As falsas acusações que me lançaram não visavam exatamente a minha pessoa, mas o projeto político que sempre representei: de um Brasil mais justo, com oportunidades para todos.

Às vésperas de completar 71 anos, vejo meu nome no centro de uma verdadeira caçada judicial.
 Devassaram minhas contas pessoais, as de minha esposa e de meus filhos; grampearam meus telefonemas e divulgaram o conteúdo; invadiram minha casa e conduziram-me à força para depor, sem motivo razoável e sem base legal. Estão à procura de um crime, para me acusar, mas não encontraram e nem vão encontrar.

Desde que essa caçada começou, na campanha presidencial de 2014, percorro os caminhos da Justiça sem abrir mão de minha agenda. Continuo viajando pelo país, ao encontro dos sindicatos, dos movimentos sociais, dos partidos, para debater e defender o projeto de transformação do Brasil. Não parei para me lamentar e nem desisti da luta por igualdade e justiça social.

Nestes encontros renovo minha fé no povo brasileiro e

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Brasil/PEC 241: DO NOVO DESENVOLVIMENTISMO AO NEOLIBERALISMO TARDIO

10 outubro 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Por Aloizio Mercadante*, especial para o 247

"A PEC 241 é o marco histórico desta reversão golpista do novo desenvolvimentismo ao neoliberalismo tardio. Ela estabelece um teto para todos os gastos sociais, alterando radicalmente o conceito estabelecido na Constituição de 1988 de formação de um Estado do Bem-Estar Social", diz o ex-ministro da Educação e da Casa Civil, Aloizio Mercadante, em artigo exclusivo para o 247; "Os pobres estão, mais uma vez na história, saindo do orçamento, do acesso as políticas sociais e de consumo. Falta só acabar com o PT, que derrotou de forma democrática, nas urnas, por quatro vezes seguidas, essa agenda de retrocesso histórico e social"

A estratégia econômica dos governos do PT foi a de construir um novo desenvolvimentismo, que articulava políticas de inclusão social, com distribuição de renda e construção de um amplo mercado interno de consumo de massas. Este processo histórico começou, em 2003, com uma política de transição que procurava tirar o país do acordo com o FMI, recuperar a estabilidade ameaçada e

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Brasil/“ELES ESTÃO CONFESSANDO O GOLPE", afirma Dilma em entrevista

28 setembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Foto de arquivo

Em entrevista ao jornalista Bob Fernandes, da TVE da Bahia, nesta terça-feira (27), a presidenta legitimamente eleita Dilma Rousseff reafirmou que foi vítima de um golpe parlamentar. “Eles estão confessando o golpe. A última confissão foi feita pelo presidente ilegítimo e usurpador, atual no cargo, que disse o seguinte: nós fizemos o impeachment para aplicar o programa ‘Uma ponte para o futuro’”, destacou Dilma.

A presidenta disse também que não acredita na possibilidade de prisão do ex-presidente Lula.
“Não acredito que eles cometam este absurdo, não porque sejam bons, mas acredito que também não são burros", salientou Dilma. 

"Acho que transformará a prisão de uma pessoa visivelmente injustiçada em um herói. Acho que eles não irão querer. Acho que a estratégia é inviabilizá-lo para 2018. O golpe só se completa

terça-feira, 31 de maio de 2016

Brasil/APIB divulga carta aberta ao governo interino de Michel Temer



30 maio 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)



APIB divulga carta aberta ao governo Temer contra retrocessos nos direitos indígenas


A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) divulgou uma carta aberta ao governo interino de Michel Temer, afirmando que não admitirá nenhum retrocesso nos direitos indígenas. Na semana passada, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, admitiu que poderia rever atos expedidos pelo governo de Dilma Rousseff

terça-feira, 24 de maio de 2016

Brasil/8 AÇÕES DE TEMER QUE MOSTRAM ILEGITIMIDADE E GERAM PARALISIA AO PAÍS



22 maio 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Dez dias de interinidade do Michel Temer no poder foram suficientes para o Brasil descobrir que tem um governo ioiô. Um dia vai, um dia vem. O recuo mais recente, anunciado neste sábado, foi a volta do Ministério da Cultura. Os artistas gritaram, ocuparam diversos espaços do MinC e venceram. Já em meio a crise política, o governo consegue desmoralizar mais ainda a imagem do Brasil, passando uma sensação de insegurança e ilegitimidade a população. 

Confira abaixo algumas ações do governo ilegítimo que geram paralisia ao país:

Cultura

1) Temer garantia que a Secretaria Nacional de Cultura seria ocupada por uma mulher. Depois de cinco nãos, incluindo a cantora Daniela Mercury e a jornalista Marília Gabriela, ele escolheu um homem

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Brasil/Sempre vale lutar pela democracia, é o lado certo da história – Dilma




12 maio 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)




Em pronunciamento à Nação nesta quinta-feira (12), a presidenta Dilma Rousseff voltou a denunciar que o processo de impeachmento desencadeado no Congresso Nacional é "frágil", "juridicamente inconsistente" e "injusto. "É a maior das brutalidades que pode ser cometida contra qualquer ser humano: puni-lo por um crime que não cometeu. Não existe injustiça mais devastadora do que condenar um inocente. Injustiça cometida é um mal irreparável", disse a presidenta. 

Dilma reafirmou que o processo aprovado pelo Senado não se trata de um impeachment, mas um “golpe”, pois os que chama de crime de responsabilidade não possou de atos administrativos. Ele também lembrou que tais atos foram praticados pelos presidentes que a antecederam.

A presidenta classificou como sabotagem as manobras contra o seu mandato e salientou que o que “está em jogo” é o “respeito às urnas”

"Ao destituir o meu governo querem na verdade impedir a execução do programa que foi escolhido pelos votos majoritário dos 54 milhões de brasileiros e brasileiras", disse.

Sobre o governo de Michel Temer (PMDB-SP), Dilma frisou que "um governo que nasce do golpe, de um impeachment fraudulento" não será capaz de dar as soluções que o país precisa. "Será, ele próprio, a grande razão para a continuidade da crise política em

terça-feira, 19 de abril de 2016

Brasil/OS ANTECEDENTES DA TORMENTA INDICAM POR ONDE RECOMEÇAR



19 abril 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Saul Leblon, Jornalista

Um golpe não começa na véspera; tampouco tem desdobramentos plenamente identificáveis na manhã seguinte.

Uma derrota progressista pode ser devastadora para o destino de uma nação, a sorte do seu povo e a qualidade do seu desenvolvimento.

Mas a resistência que engendra pode inaugurar um novo marco de consciência política.

Pode redefinir a correlação de forças, as formas de luta e de organização e coloca-las num patamar mais avançado, mas não menos abrangente.

Apesar dos votos dedicados à família, a Deus e até a um torturador – Bolsonaro ofereceu sua escolha a Brilhante Ustra e ao golpe de 64 – a transparência da história pulsou forte no Brasil nesta noite de 17 de abril de 2016.

Guardadas sóbrias exceções, os que condenaram Dilma filiam-se a agendas e

sábado, 16 de abril de 2016

Brasil/DEMOCRACIA: O LADO CERTO DA HISTÓRIA



16 abril 2016, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)


“Derrubar uma presidenta legitimamente eleita, sem que tenha cometido 
qualquer crime, não faz parte da democracia”. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Vivemos dias decisivos para a jovem democracia brasileira. Vivemos tempos que colocam em risco o direito do povo escolher, por eleição direta, quem deve governar o nosso país. São tempos em que a capacidade de diálogo, tolerância e respeito às diferenças políticas está sendo testada ao limite.

Vivemos sob a ameaça de um golpe de estado. Um golpe sem armas, mas que usa de artifícios ainda mais destrutivos como a fraude e a mentira, na tentativa de destituir um governo legitimamente eleito, substituindo-­o por um governo sem voto e sem legitimidade.

Sou de uma geração que lutou muito pela democracia e, apesar de todas as dores e sacrifícios, inclusive a dor extrema da tortura e o sacrifício maior da vida, venceu.

Acredito no Brasil democrático e no povo brasileiro e tenho trabalhado muito para honrar os votos dos mais de 54 milhões de eleitores que me elegeram para

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Brasil/Dilma: Não discutiremos pacto sem o respeito às urnas e a democracia



7 abril 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Dayane Santos


Defender Dilma é defender a democracia. Esse foi o tom do Encontro com Mulheres Pela Democracia, no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (7), em apoio à presidenta Dilma Rousseff. Ela reafirmou o seu compromisso com o diálogo, mas advertiu: “Nenhum pacto pode ser discutido se não respeitar os 54 milhões de brasileiros e brasileiras que votaram em mim. Devem ser respeitados os que não votaram em mim, mas participaram das eleições e acreditam nas regras da democracia”.

“Nenhum pacto sobreviverá se não tiver respeito pela democracia”, completou a presidenta, acompanhada pelos gritos de “Não vai ter golpe, vai ter luta” e “No meu país eu boto fé porque ele é governado por mulher”. O plenário contou com a participação de lideranças sindicais, negras, rurais, estudantis, GLBTs, políticas, intelectuais, entre outras.

“Minhas primeiras palavras só podem ser de agradecimento pelo apoio, pela energia que vocês estão

quinta-feira, 24 de março de 2016

Brasil/Lula: ‘Não podemos nos dividir entre vermelhos e verde-amarelos’



23 março 2016, http://www.brasil247.com (Brasil)


Durante encontro com sindicalistas em São Paulo, ex-presidente Lula disse que "não podemos aceitar o ódio que está sendo destilado no nosso País"; "Não podemos nos dividir entre vermelhos e verde-amarelos. Temos que nos dividir entre aqueles que querem o pobre vá para a universidade, que o pobre saia da miséria, e os que não querem", discursou; Lula disse que irá esperar "pacientemente" o desfecho sobre sua posse como ministro da Casa Civil, mas assegurou que ajudará a presidente Dilma a governar o País; "Se enganam aqueles que pensam que eu só vou ajudar a Dilma se eu for ministro", afirmou; ao comentar a divulgação de grampos de conversas privadas suas, declarou estar "enojado com o comportamento de determinados setores de comunicação"; no ato, sindicalistas das seis maiores centrais do País aprovaram manifesto contra o golpe e em apoio a Lula

247 – Em discurso durante encontro com líderes sindicais em São Paulo, na noite desta quarta-feira 23, o ex-presidente Lula ressaltou

sábado, 19 de março de 2016

Brasil/Dilma: Em qualquer lugar do mundo quem grampear presidente vai preso



18 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
 
Por Dayane Santos
 
Durante cerimônia de entrega de casas em Feira de Santana, na Bahia, nesta sexta-feira (18), a presidente Dilma Rousseff voltou a rechaçar o grampo ilegal feito pelo juiz Sérgio Moro, das conversas entre ela e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela enfatizou que em qualquer lugar do mundo, grampo ilegal dá cadeia.

“Presidente do Brasil ou de qualquer país democrático do mundo tem o que se chama de garantias constitucionais. Não pode ser grampeado, a não ser com autorização expressa da Suprema Corte. Em qualquer lugar do mundo qualquer um que grampear um presidente vai preso”, enfatizou Dilma.

E completa: "Grampeia o presidente dos Estados Unidos para ver o que acontece. É por isso que vou tomar todas as providências cabíveis neste caso”.

Sem citar Moro, Dilma resgatou o caso do Watergate que o juiz usou como parâmetro para justificar o grampo contra a presidenta.

“O que que o presidente Nixon fazia? Ele grampeava todo mundo que entrava na sala dele. E todos os telefones que eram feitos para ele. E ai? A suprema corte dos Estados Unidos mandou ele entregar todos os grampos e proibiu

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Brasil/Dilma: Vou lutar com toda força contra a interrupção do meu mandato

9 dezembro 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


“Não há nenhum justificativa para que impeachment ocorra”, salientou Dilma (Agência Brasil)
Em um discurso firme e determinado, a presidenta Dilma Rousseff reafirmou seu compromisso com o Brasil e disse que a única justificativa para o pedido de impeachment, feito na semana passada contra seu mandato, é a vontade de alguns de ter um atalho para chegar à Presidência da República, e não pelo voto popular.
“Não há nenhum justificativa para que isso ocorra”, afirmou ela, na cerimônia de abertura da 10ª Conferência Nacional de Assistência Social nesta segunda-feira (7), em Brasília.

“Quero dizer que nós vivemos um tempo muito estranho. É um tempo em que tem muitos que lutam como vocês diuturnamente para que esse país seja cada vez um pais mais desenvolvido. […] E há um pequeno grupo que acha que o ‘quanto pior, melhor’ é o melhor caminho. O quanto pior pra nós, quanto melhor pra eles. Mas nós temos força suficiente para lutar contra isso”, disse.

“Os golpes não constroem harmonia, a unidade, nem constroem a pacificação necessária para os países e os povos nações avançarem. Pelo contrário, geralmente o que os golpes constroem é o caos e deixam feridas e marcas profundas”,

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Brasil/ATAQUES A LULA ATINGEM AS CONQUISTAS DO POVO BRASILEIRO

27 de Outubro de 2015, Vermelho EDITORIAL http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Incomodada há exatamente um ano com a quarta derrota seguida numa eleição presidencial, a oposição direitista não dá tréguas à presidenta Dilma e, ao mesmo tempo, promove uma verdadeira campanha de desconstrução da imagem do ex-presidente Lula. 

A trama oposicionista não tem escrúpulos e ocorre de forma articulada com a mídia, que lhe dá ampla repercussão. À tentativa de vincular o ex-presidente às investigações da Polícia Federal e à acusação de haver tirado proveito pessoal através de lobby em favor de empresas brasileiras no exterior, soma-se atos de pura e simples difamação com a utilização de bonecos detratores que circulam nas capitais e em algumas cidades brasileiras.

Lula é alvo de ataques desde que ocupava a Presidência da República. O auge foi em 2005 através do chamado “mensalão” e o intuito era impedir sua reeleição em 2006, interrompendo, ainda nos primeiros anos, o ciclo de desenvolvimento econômico e inclusão social que agora completa 13 anos.

Ao encerrar o período de oito anos como presidente da República em 2010, Lula ostentava 87% de aprovação popular. O índice é um recorde

sábado, 19 de setembro de 2015

Brasil/Frente faz mobilização nacional contra golpe e em defesa da Petrobras

17 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A Frente Brasil Popular realiza a sua primeira mobilização de massa no próximo dia 3 de outubro, data em que a Petrobras completa 62 anos. Nesta quinta-feira (17), entidades organizadoras se reúnem em São Paulo para definir o roteiro de atividades da mobilização, que vai acontecer em todo o país.

“No momento político e econômico que o país tem vivido se torna urgente a necessidade do povo ocupar as ruas, avenidas e praças contra o retrocesso, por mais direitos e pelas reformas estruturais”, diz documento convocatório assinado por diversas entidades sindicais e do movimento social integrantes da frente.



O ato foi aprovado na plenária da Conferência Nacional de lançamento da Frente, que reuniu no dia 5 de setembro mais de 2 mil lideranças dos movimentos social e sindical, parlamentares, representantes de partidos, intelectuais e artistas, em Belo Horizonte (Minas Gerais), e é uma contraofensiva à onda conservadora que tem manobrado em direção a um golpe contra a democracia e o mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff.

Sem retrocesso
Para o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson Araújo, as manobras direitistas “são nítidas” e os derrotados nas urnas querem pautar o governo. “A sociedade brasileira precisa se manifestar e definir essa pauta”, enfatizou o sindicalista. “Há um interesse por parte dessa onda conservadora de criar uma instabilidade política no país e inviabilizar o exercício do mandato da presidenta Dilma. E

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Brasil/PROGRAMAS SOCIAIS IMPULSIONAM ECONOMIA DAS COMUNIDADES

Acessado em 14 fevereiro 2015, O Brasil Mudou http://obrasilmudou.mds.gov.br (Brasil)

"Quando eu era pequeno, muitas vezes só tinha o beiju para levar para a escola. Eu comia antes de chegar lá, para não deixar que a criançada ‘mangasse’ de mim. Tinha medo dos outros, passava vergonha”. Duval Pereira Lima tem 65 anos, é casado, pai de quatro filhos. Ele mora há 60 anos em Pedra Branca, uma pequena cidade do Vale do Piancó, região pobre e seca do sertão paraibano, a quase 400 quilômetros da capital.

Ele conta a história emocionado, com voz embargada. O beiju de que falou é uma massa de milho, que servia para alimentar os animais e também as crianças, no passado. Duval foi agricultor toda a vida, como o pai e

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Brasil/Programa de TV de Dilma resgata o sentimento de esperança do povo

23 outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


O último programa de televisão da presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, que foi veiculado nesta quinta-feira (23), mostrou uma verdadeira onda de força, de amor e de coragem que tomou conta de todo o Brasil nessas eleições. Há muito uma campanha não mobilizava tantas pessoas e resgatava o sentimento de esperança em torno da manutenção e continuidade das mudanças que o país conquistou nos últimos anos e por novos avanços.

“Um Brasil que sabe que antes podia batalhar o que quisesse, que não conquistava uma vida melhor. E agora nós temos as condições de ter uma vida melhor, cada vez melhor”, disse Dilma.

Em apenas três dias, os brasileiros poderão escolher, nas urnas, o projeto de futuro que querem para o Brasil. “Todo mundo sabe que nenhum governante consegue fazer tudo em apenas quatro anos. Na vida, tudo precisa ter continuidade, pois é a forma mais segura de avançar, melhorar e inovar.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Brasil/A ECONOMIA EM DOIS PROJETOS OPOSTOS DE GOVERNO

17 outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Numa campanha presidencial acalorada como a atual, diferentes temas polarizam e o eleitorado, por vezes, fica confuso. A economia é o terreno mais sólido para se caracterizar as posições e estabelecer as diferenças.

Haroldo Lima*, especial para o Vermelho

Numa campanha presidencial acalorada como a atual, diferentes temas polarizam e o eleitorado, por vezes, fica confuso. A economia é o terreno mais sólido para se caracterizar as posições e estabelecer as diferenças.

Guido Mantega e Armínio Fraga debateram assuntos econômicos no dia 9 de outubro passado, em um programa especial da Miriam Leitão, com tempo dobrado, na Globo News. 

Mantega foi ministro da Fazenda do governo Lula e continua nesse cargo no governo Dilma e Armínio, ex-presidente do Banco Central na época de FHC, seria o futuro Ministro da Fazenda, segundo anunciou o Aécio, caso ele seja eleito presidente. São as pessoas talvez mais qualificadas para falar sobre a política econômica de cada um dos candidatos que disputam a Presidência, Dilma Rousseff e Aécio Neves. Suas opiniões ajudam a esclarecer os assuntos que dividem as opiniões e mostram que dois projetos opostos disputam o futuro do Brasil. 

O debate foi longo e sua íntegra pode ser vista no GloboNews Play. Destaquei passagens que achei mais importantes e as reproduzo abaixo, usando sempre que possível as frases dos debatedores, às quais acrescento breves comentários meus. 

O tema inicialmente abordado foi o da inflação. Estando em 6,75%, ela foi caracterizada por Armínio como “bastante alta”, contrastando com o “crescimento muito baixo”. Armínio não indicou porém, medidas concretas para enfrentá-la. Disse apenas que será preciso “um compromisso permanente de não deixá-la sair do controle”, compromisso que, por ser genérico e vago, qualquer candidato assumiria. 

Mantega observou que “há onze anos cumprimos as metas de inflação” e,

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Brasil/AS ELEIÇÕES ATUAIS À LUZ DA HISTÓRIA ANTIPOVO

14 outubro 2014, Zé Dirceu http://www.zedirceu.com.br (Brasil)

Por Leonardo Boff

Nada melhor do que ler as atuais eleições à luz da história brasileira na tensão entre as elites e o povo. Valho-me da uma contribuição de um sério historiador com formação em Roma, em Lovaina e na USP de São Paulo o Pe. José Oscar Beozzo, uma das inteligências mais brilhantes de nosso clero.

Diz Beozzo: “a questão de fundo em nossa sociedade é a do direito dos pequenos à vida sempre ameaçada pela abissal desigualdade de acesso aos meios de vida e pelas exíguas oportunidades abertas às grandes maiorias do andar debaixo.

Como nos ensina Caio Prado Júnior, nossa sociedade desigual repousa sobre quatro pilares difíceis de serem movidos: a) a grande propriedade da terra concentrada nas mãos de poucos de tal modo que não haja terra “livre” e “disponível” para quem trabalha ou para os que eram seus donos originários; b) o predomínio da monocultura; c) a produção voltada para o mercado externo (açúcar, tabaco, algodão, café e hoje soja; d) o regime de trabalho escravo.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Brasil/Dilma: A REFORMA POLÍTICA É A REFORMA DAS REFORMAS

13 outubro 2014, Muda Mais http://www.mudamais.com (Brasil)

Assista o discurso da presidenta durante o encontro, abaixo:

Fonte:Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

No encontro com representantes da Comissão Nacional do Plebiscito Constituinte, Dilma falou novamente da importância da mobilização popular para fazer a Reforma Política, que ela define como a “reforma das reformas”.Para Dilma, a reforma política é imprescindível para combater a corrupção na política e, com o plebiscito popular e os quase 8 milhões de votos conquistados, o movimento vai se expandir e angariar mais apoio para fazer a reforma das instituições do Brasil.

Dilma disse que, no dia 26, diante das urnas, é importante pensar no futuro do país que, hoje, se vê frente a dois projetos. “O nosso projeto é o social. Não achamos que é possível crescer se o povo não crescer junto”. Dilma lembrou que os tucanos desempregam e arrocham salários, que eles proibiram a criação de escolas técnicas no Brasil. “Eles odeiam as palavras gratuito e subsídio”,