Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Brasil/PEC 241: DO NOVO DESENVOLVIMENTISMO AO NEOLIBERALISMO TARDIO
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Construtora portuguesa controlada por empresário de Angola expande-se para África e Brasil
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Seminário lança reflexão sobre os “desafios internos” da construção civil em Moçambique
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Angola/Ministério do Ambiente ambiciona construção de "edifícios inteligentes"
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Sector imobiliário de Angola na mira do governo
Com as leis de Cooperativas de Construção e Habitação, de Promoção e Acesso à Habitação Sócia, de Mediação Imobiliária e de Arrendamento Urbano, partes das quais foram recentemente divulgadas pelo Novo Jornal, as autoridades angolanas pretendem não só estimular, mas também disciplinar, um sector que tem vivido grandes flutuações com o elevado crescimento económico.
A par da legislação, está a ser preparado um decreto que vai definir o custo dos terrenos a nível nacional, para permitir aos promotores imobiliários trabalharem com preços mais baixos.
Segundo revelou recentemente o ministro do Urbanismo e Construção, José Silva Ferreira, o valor único irá permitir que “o promotor imobiliário não tenha que condicionar o valor da casa ao custo elevado do terreno”.
Nas últimas eleições, o governo angolano comprometeu-se a construir 1 milhão de casas até 2012.
Luanda é uma das cidades do mundo onde o imobiliário é mais caro e um estudo recente da consultora angolana Proprime revela que esta realidade é mais acentuada nos bairros da Baixa, para os escritórios e de Ingombotas para a habitação.
O estudo de mercado imobiliário Luanda 2009, da Proprime, Consultadoria e Avaliação Imobiliária, feito em colaboração com o portal Casa Sapo, aponta para valores de cerca de 385 mil dólares para um T1 de 64 metros quadrados e 1,2 milhões de dólares para um T3 com 225 metros quadrados.
Neste cenário, o mercado informal ainda tem grande peso, o que significa a perda de receitas fiscais para o Estado angolano.
A nova legislação, segundo o jornal angolano, irá dar ao Instituto Nacional da Habitação (INH) novos poderes, para promoção de empreendimentos de habitação social, de dinamização de concursos públicos, assistência técnica e elaboração de projectos de arquitectura, e ainda a emissão de pareceres técnicos sobre propostas de construção de empreendimentos de renda baixa-média.
Passará ainda a promover estudos técnicos e a identificar e adquirir terrenos para construção social, bem como gerir todo o processo de aquisição ou arrendamento de imóveis de baixo custo, inclusivamente através da recepção de candidaturas e escolha final dos beneficiários.
Terá também o poder de cobrar os valores que definir e passa a assumir a fiscalização da actividade de mediação imobiliária, licenciando ainda os respectivos operadores, de acordo com o Novo Jornal.
Das propostas ressalta ainda a aposta no modelo habitacional cooperativo, entregando às cooperativas terrenos com infra-estruturas básicas, mas também criando novas obrigações aos gerentes e outros mandatários, que não vão poder negociar com a cooperativa, “nem exercer pessoalmente actividade económica ou similar à desta”.
O preço de cada fogo é definido na lei como “soma do custo do terreno e infra-estruturas, estudos e projectos, construção e equipamentos complementares quando integrados nas edificações, encargos administrativos e financeiros com a execução da obra, licenças e taxas”.
Quanto à legislação do arrendamento, que vem substituir algumas disposições que datam do Código Civil de 1867, torna obrigatório o texto escrito do contrato de arrendamento.
São ainda criadas as rendas “condicionadas” para arrendamentos de edifícios do Estado ou de cooperativas ou associações, e “apoiadas”, que beneficiam de subsídio.
A nova legislação vem também definir como “crime de especulação, punível nos termos da legislação”, a recusa do recibo da renda paga.(macauhub)
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Investimento privado em Angola atinge os 1,25 mil milhões de dólares nos primeiros sete meses de 2009
Aguinaldo Jaime, que falava em Luanda numa palestra sob o tema “O contributo do investimento privado para o desenvolvimento sustentável – O papel da Anip”, disse que 56 por cento do valor é investimento de empresários angolanos que criou 15.635 postos de trabalho.
"Durante o primeiro semestre de 2009, cerca de 55 porcento do valor global investido no sector não petrolífero tem origem em empreendedores nacionais. Se comparado com o período homólogo de 2008, observa-se um crescimento de confiança na ordem de 11 por cento. O ano passado, o investimento nacional representava apenas 34 por cento do total do investimento aprovado pela Anip”, disse Aguinaldo Jaime.
O coordenador da comissão de reestruturação da Anip disse ainda que o governo angolano não pretende que os investimentos se situem somente no litoral, mas em todo o país, de Cabinda ao Cunene, e, fundamentalmente, no interior, nas províncias que foram mais afectadas pelo conflito armado.(macauhub)
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Encontros de investimentos indo-moçambicanos
“Encontro de Investimentos indo-moçambicano, Oportunidades para Investimento indiano em Moçambique”, é o tema dos seminários económicos sobre oportunidades de negócio em Moçambique a decorrerem nos princípios de Outubro próximo, na Índia.
Os seminários, a decorrerem de 05 a 10 de Outubro próximo nas cidades indianas de Pune, Hyderabad e Mumbai, servirão de plataforma para proporcionar aos diferentes agentes económicos a troca de experiências e mostrar as imensas oportunidades de negócios que Mocambique oferece.
O Centro de Promoção de Investimentos (CPI) diz, em comunicado, que esta é uma iniciativa conjunta do Alto Comissariado de Moçambique em Nova Deli, CPI, e Câmaras de Comercio de Pune, Hyderabad e Bombai.
A cidade de Pune é conhecida pelo seu potencial em áreas como indústria automobilística, construção civil, engenharias informática, electrónica e eléctrica, tecnologias de comunicação e informação, processamento de alimentos, agricultura, bem como em sectores tais como seguros, banca e finanças, ensino e investigação, enquanto que Hyderabad é conhecida como centro de Desenvolvimento de Tecnologias, e Mumbai como capital financeira da Índia.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Lusos iniciam trâmite para erguer 50 mil casas na Venezuela
Caracas, 6 outubro 2008 (Lusa) – Representantes do Grupo Lena Construções iniciaram nesta segunda-feira uma série de reuniões de trabalho, na Venezuela, para “operacionalizar a execução” do contrato de construção de 50 mil habitações sociais, revelou à Agência Lusa, José Batolomeu, diretor da empresa.
“Como é (do conhecimento) público, a Lena Construções assinou um contrato para a construção de 50 mil habitações sociais aqui na Venezuela. O deslocamento (a Caracas) tem como objetivo a operacionalização desse contrato, que já foi assinado na semana passada”, disse o diretor.
José Bartolomeu faz parte de uma delegação de empresários lusos que acompanha o ministro português de Economia e Inovação, Manuel Pinho, que iniciou nesta segunda-feira uma visita oficial de três dias a Caracas para tratar de detalhes relacionados com os acordos assinados entre Portugal e a Venezuela e “avaliar novas oportunidades de cooperação com o governo venezuelano”.
De acordo com o contrato, a Lena irá fornecer, em duas fases, 50 mil casas populares em duas tipologias, T2 e T3, sendo as primeiras 15.000 fabricadas e exportadas de Portugal e as restantes construídas na Venezuela.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Chineses investem US$ 3,535 bi para criar cidade em Angola
Lisboa, 2 setembro 2008 (Lusa) - A China International Trust and Investment Corporation (Citic) anunciou que vai investir US$ 3,535 bilhões em uma cidade-satélite da capital angolana, Luanda, com capacidade para 200 mil pessoas.
Chang Zhenming, diretor-geral da empresa responsável pelo projeto imobiliário, disse à agência de notícias chinesa Xinhua que os trabalhos de construção começaram na segunda-feira, dia seguinte à cerimônia de lançamento da obra, em Kilamba Kiaxi, na Grande Luanda.
O projeto deve estar concluído em 2011, de acordo com Chang Zhenming.
A nova cidade terá 710 edifícios com mais de 20 mil apartamentos, 246 lojas, 24 jardins de infância, 17 escolas primárias e secundárias, bem como centrais de transformação de energia, estações de fornecimento de água, unidade de tratamento de esgoto e outras infra-estruturas.
O município de Kilamba Kiaxi, na região metropolitana de Luanda, tem cerca de 64 quilômetros quadrados e 234 mil habitantes, fazendo fronteira com as cidades de Maianga, Rangel e Cazenga, Viana e Samba.