Mostrando postagens com marcador construção civil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador construção civil. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Brasil/PEC 241: DO NOVO DESENVOLVIMENTISMO AO NEOLIBERALISMO TARDIO

10 outubro 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Por Aloizio Mercadante*, especial para o 247

"A PEC 241 é o marco histórico desta reversão golpista do novo desenvolvimentismo ao neoliberalismo tardio. Ela estabelece um teto para todos os gastos sociais, alterando radicalmente o conceito estabelecido na Constituição de 1988 de formação de um Estado do Bem-Estar Social", diz o ex-ministro da Educação e da Casa Civil, Aloizio Mercadante, em artigo exclusivo para o 247; "Os pobres estão, mais uma vez na história, saindo do orçamento, do acesso as políticas sociais e de consumo. Falta só acabar com o PT, que derrotou de forma democrática, nas urnas, por quatro vezes seguidas, essa agenda de retrocesso histórico e social"

A estratégia econômica dos governos do PT foi a de construir um novo desenvolvimentismo, que articulava políticas de inclusão social, com distribuição de renda e construção de um amplo mercado interno de consumo de massas. Este processo histórico começou, em 2003, com uma política de transição que procurava tirar o país do acordo com o FMI, recuperar a estabilidade ameaçada e

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Construtora portuguesa controlada por empresário de Angola expande-se para África e Brasil

23 junho 2014, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)
  
A empresa Soares da Costa, a primeira empresa portuguesa de construção civil com centro de decisão em Luanda, pretende agora reforçar a sua posição em Angola, mas também no Brasil, em Moçambique e noutros países africanos.

António Castro Henriques, presidente da construtora, afirma que a empresa, que em Junho realiza pela primeira vez a sua assembleia geral em Luanda, pretende “expandir a actividade”, com

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Seminário lança reflexão sobre os “desafios internos” da construção civil em Moçambique



6 setembro 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

Os “desafios internos” do sector da construção civil em Moçambique vão ser analisados durante um seminário internacional organizado pela Federação Moçambicana de Empreiteiros (FME), na próxima semana, em Maputo, anunciou a organização.

Com a iniciativa, a FME pretende lançar uma reflexão “sobre o papel dos recursos nacionais no contexto económico actual”, marcado por grandes investimentos no sector da construção civil, refere a federação numa nota enviada à macauhub em Maputo.

Durante o seminário,

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Angola/Ministério do Ambiente ambiciona construção de "edifícios inteligentes"



3 maio 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Luanda - O Ministério do Ambiente ambiciona incentivar a construção, nos próximos anos, de “edifícios inteligentes”, no quadro da promoção e implementação de tecnologias limpas, anunciou neste domingo, em Luanda, a titular da pasta, Fátima Jardim.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Sector imobiliário de Angola na mira do governo

Luanda, Angola, 3 maio 2010 – O governo de Angola está a preparar medidas legislativas para estimular e disciplinar o sector imobiliário do país, para o qual tem objectivos ambiciosos relacionados com a promoção de habitação, numa situação de preços elevados.

Com as leis de Cooperativas de Construção e Habitação, de Promoção e Acesso à Habitação Sócia, de Mediação Imobiliária e de Arrendamento Urbano, partes das quais foram recentemente divulgadas pelo Novo Jornal, as autoridades angolanas pretendem não só estimular, mas também disciplinar, um sector que tem vivido grandes flutuações com o elevado crescimento económico.

A par da legislação, está a ser preparado um decreto que vai definir o custo dos terrenos a nível nacional, para permitir aos promotores imobiliários trabalharem com preços mais baixos.

Segundo revelou recentemente o ministro do Urbanismo e Construção, José Silva Ferreira, o valor único irá permitir que “o promotor imobiliário não tenha que condicionar o valor da casa ao custo elevado do terreno”.

Nas últimas eleições, o governo angolano comprometeu-se a construir 1 milhão de casas até 2012.

Luanda é uma das cidades do mundo onde o imobiliário é mais caro e um estudo recente da consultora angolana Proprime revela que esta realidade é mais acentuada nos bairros da Baixa, para os escritórios e de Ingombotas para a habitação.

O estudo de mercado imobiliário Luanda 2009, da Proprime, Consultadoria e Avaliação Imobiliária, feito em colaboração com o portal Casa Sapo, aponta para valores de cerca de 385 mil dólares para um T1 de 64 metros quadrados e 1,2 milhões de dólares para um T3 com 225 metros quadrados.

Neste cenário, o mercado informal ainda tem grande peso, o que significa a perda de receitas fiscais para o Estado angolano.

A nova legislação, segundo o jornal angolano, irá dar ao Instituto Nacional da Habitação (INH) novos poderes, para promoção de empreendimentos de habitação social, de dinamização de concursos públicos, assistência técnica e elaboração de projectos de arquitectura, e ainda a emissão de pareceres técnicos sobre propostas de construção de empreendimentos de renda baixa-média.

Passará ainda a promover estudos técnicos e a identificar e adquirir terrenos para construção social, bem como gerir todo o processo de aquisição ou arrendamento de imóveis de baixo custo, inclusivamente através da recepção de candidaturas e escolha final dos beneficiários.

Terá também o poder de cobrar os valores que definir e passa a assumir a fiscalização da actividade de mediação imobiliária, licenciando ainda os respectivos operadores, de acordo com o Novo Jornal.

Das propostas ressalta ainda a aposta no modelo habitacional cooperativo, entregando às cooperativas terrenos com infra-estruturas básicas, mas também criando novas obrigações aos gerentes e outros mandatários, que não vão poder negociar com a cooperativa, “nem exercer pessoalmente actividade económica ou similar à desta”.

O preço de cada fogo é definido na lei como “soma do custo do terreno e infra-estruturas, estudos e projectos, construção e equipamentos complementares quando integrados nas edificações, encargos administrativos e financeiros com a execução da obra, licenças e taxas”.

Quanto à legislação do arrendamento, que vem substituir algumas disposições que datam do Código Civil de 1867, torna obrigatório o texto escrito do contrato de arrendamento.

São ainda criadas as rendas “condicionadas” para arrendamentos de edifícios do Estado ou de cooperativas ou associações, e “apoiadas”, que beneficiam de subsídio.

A nova legislação vem também definir como “crime de especulação, punível nos termos da legislação”, a recusa do recibo da renda paga.(macauhub)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Investimento privado em Angola atinge os 1,25 mil milhões de dólares nos primeiros sete meses de 2009

Luanda, Angola, 29 setembo 2009 - A Agência Nacional para o Investimento Privado (Anip) de Angola aprovou, de Janeiro a Julho deste ano, 268 propostas de investimentos nos sectores da agricultura, indústria transformadora, construção civil, comércio, saúde e educação avaliadas em 1,25 mil milhões de dólares, revelou segunda-feira o coordenador da comissão de reestruturação da instituição, Aguinaldo Jaime.

Aguinaldo Jaime, que falava em Luanda numa palestra sob o tema “O contributo do investimento privado para o desenvolvimento sustentável – O papel da Anip”, disse que 56 por cento do valor é investimento de empresários angolanos que criou 15.635 postos de trabalho.

"Durante o primeiro semestre de 2009, cerca de 55 porcento do valor global investido no sector não petrolífero tem origem em empreendedores nacionais. Se comparado com o período homólogo de 2008, observa-se um crescimento de confiança na ordem de 11 por cento. O ano passado, o investimento nacional representava apenas 34 por cento do total do investimento aprovado pela Anip”, disse Aguinaldo Jaime.

O coordenador da comissão de reestruturação da Anip disse ainda que o governo angolano não pretende que os investimentos se situem somente no litoral, mas em todo o país, de Cabinda ao Cunene, e, fundamentalmente, no interior, nas províncias que foram mais afectadas pelo conflito armado.(macauhub)

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Encontros de investimentos indo-moçambicanos

13 setembro 2009/Rádio Moçambique (RM)

“Encontro de Investimentos indo-moçambicano, Oportunidades para Investimento indiano em Moçambique”, é o tema dos seminários económicos sobre oportunidades de negócio em Moçambique a decorrerem nos princípios de Outubro próximo, na Índia.

Os seminários, a decorrerem de 05 a 10 de Outubro próximo nas cidades indianas de Pune, Hyderabad e Mumbai, servirão de plataforma para proporcionar aos diferentes agentes económicos a troca de experiências e mostrar as imensas oportunidades de negócios que Mocambique oferece.

O Centro de Promoção de Investimentos (CPI) diz, em comunicado, que esta é uma iniciativa conjunta do Alto Comissariado de Moçambique em Nova Deli, CPI, e Câmaras de Comercio de Pune, Hyderabad e Bombai.

A cidade de Pune é conhecida pelo seu potencial em áreas como indústria automobilística, construção civil, engenharias informática, electrónica e eléctrica, tecnologias de comunicação e informação, processamento de alimentos, agricultura, bem como em sectores tais como seguros, banca e finanças, ensino e investigação, enquanto que Hyderabad é conhecida como centro de Desenvolvimento de Tecnologias, e Mumbai como capital financeira da Índia.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Lusos iniciam trâmite para erguer 50 mil casas na Venezuela

Caracas, 6 outubro 2008 (Lusa) – Representantes do Grupo Lena Construções iniciaram nesta segunda-feira uma série de reuniões de trabalho, na Venezuela, para “operacionalizar a execução” do contrato de construção de 50 mil habitações sociais, revelou à Agência Lusa, José Batolomeu, diretor da empresa.

“Como é (do conhecimento) público, a Lena Construções assinou um contrato para a construção de 50 mil habitações sociais aqui na Venezuela. O deslocamento (a Caracas) tem como objetivo a operacionalização desse contrato, que já foi assinado na semana passada”, disse o diretor.

José Bartolomeu faz parte de uma delegação de empresários lusos que acompanha o ministro português de Economia e Inovação, Manuel Pinho, que iniciou nesta segunda-feira uma visita oficial de três dias a Caracas para tratar de detalhes relacionados com os acordos assinados entre Portugal e a Venezuela e “avaliar novas oportunidades de cooperação com o governo venezuelano”.

De acordo com o contrato, a Lena irá fornecer, em duas fases, 50 mil casas populares em duas tipologias, T2 e T3, sendo as primeiras 15.000 fabricadas e exportadas de Portugal e as restantes construídas na Venezuela.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Chineses investem US$ 3,535 bi para criar cidade em Angola

Lisboa, 2 setembro 2008 (Lusa) - A China International Trust and Investment Corporation (Citic) anunciou que vai investir US$ 3,535 bilhões em uma cidade-satélite da capital angolana, Luanda, com capacidade para 200 mil pessoas.

Chang Zhenming, diretor-geral da empresa responsável pelo projeto imobiliário, disse à agência de notícias chinesa Xinhua que os trabalhos de construção começaram na segunda-feira, dia seguinte à cerimônia de lançamento da obra, em Kilamba Kiaxi, na Grande Luanda.

O projeto deve estar concluído em 2011, de acordo com Chang Zhenming.
A nova cidade terá 710 edifícios com mais de 20 mil apartamentos, 246 lojas, 24 jardins de infância, 17 escolas primárias e secundárias, bem como centrais de transformação de energia, estações de fornecimento de água, unidade de tratamento de esgoto e outras infra-estruturas.

O município de Kilamba Kiaxi, na região metropolitana de Luanda, tem cerca de 64 quilômetros quadrados e 234 mil habitantes, fazendo fronteira com as cidades de Maianga, Rangel e Cazenga, Viana e Samba.