Do programa constam debates e
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terça-feira, 26 de julho de 2016
Angola/África discute em Luanda capital humano
Do programa constam debates e
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
TODA VENEZUELA É UMA ESCOLA
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Angola/Ensino Superior vai abrir cursos na área do Ambiente
Maria Augusta da Silva fez este anúncio durante
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Angola/Ministra exorta pesquisadores a trabalharem para sustentabilidade da humanidade
Falando na abertura das Segundas Jornadas Científicas da Universidade Óscar Ribas, Cândida Teixeira fez saber que este desenvolvimento é humano, social, económico e ambiental, e consiste no desenvolvimento do presente que não comprometa as gerações vindouras.
Em Angola, disse, à semelhança de outros países em vias de desenvolvimento, se perspectiva encontrar soluções para os problemas inerentes ao combate à fome, redução da pobreza, segurança alimentar, grandes epidemias do século, como as doenças endémicas, e a preservação da biodiversidade.
“Isto serve apenas para dizer que todos nós concorremos para solucionar os problemas na busca do bem-estar da população, representando o compromisso maior do Executivo angolano”, explicou.
Para si, o sector do Ensino Superior e da Ciência e Tecnologia tem a responsabilidade de contribuir para a resolução desses problemas, com soluções que tenham presente o princípio da sustentabilidade, de forma a não comprometer o futuro do país.
Fraseando o Presidente da República no seu discurso proferido na abertura do ano legislativo da Assembleia Nacional, a ministra Cândida Teixeira reafirmou que o principal desafio do seu pelouro cinge-se nas preocupações do chefe da nação, “que quadros devemos formar em quantidade e qualidade?”, e uma das respostas é aquela que suporta a formação de quadros comprometidos com o desenvolvimento sustentável do país.
Assim sendo, segundo a governante, se deve afirmar o compromisso de todos na garantia de um futuro melhor para as próximas gerações.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Encontros de investimentos indo-moçambicanos
“Encontro de Investimentos indo-moçambicano, Oportunidades para Investimento indiano em Moçambique”, é o tema dos seminários económicos sobre oportunidades de negócio em Moçambique a decorrerem nos princípios de Outubro próximo, na Índia.
Os seminários, a decorrerem de 05 a 10 de Outubro próximo nas cidades indianas de Pune, Hyderabad e Mumbai, servirão de plataforma para proporcionar aos diferentes agentes económicos a troca de experiências e mostrar as imensas oportunidades de negócios que Mocambique oferece.
O Centro de Promoção de Investimentos (CPI) diz, em comunicado, que esta é uma iniciativa conjunta do Alto Comissariado de Moçambique em Nova Deli, CPI, e Câmaras de Comercio de Pune, Hyderabad e Bombai.
A cidade de Pune é conhecida pelo seu potencial em áreas como indústria automobilística, construção civil, engenharias informática, electrónica e eléctrica, tecnologias de comunicação e informação, processamento de alimentos, agricultura, bem como em sectores tais como seguros, banca e finanças, ensino e investigação, enquanto que Hyderabad é conhecida como centro de Desenvolvimento de Tecnologias, e Mumbai como capital financeira da Índia.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Moçambique/Para o quinquénio 2010-2014 Reforma curricular aposta da Educação
A expansão das oportunidades de acesso à educação de qualidade e relevante, com equidade a todos os níveis do sistema, constituem os pilares fundamentais previstos para este sector para o quinquénio que se avizinha.
O programa está igualmente orientado para a redução das assimetrias regionais e para o melhoramento da qualidade de ensino, premissas que passam pelo apetrechamento de escolas com recursos humanos e materiais à altura. Incorpora também grande investimento na formação e qualificação de professores e o aprofundamento das reformas curriculares.
O Ministro da Educação e Cultura, Aires Aly, falando ontem na cidade de Inhambane, na abertura do V Conselho Coordenador deste sector, apontou igualmente o melhoramento da gestão escolar, consolidação, supervisão e reforço das jornadas pedagógicas, como sendo actividades que devem constituir linhas de força do plano estratégico da Educação.
Destacou, por outro lado, a necessidade de se assegurar o ingresso e integração nos diferentes níveis do ensino, de crianças, jovens e adultos com necessidades educativas especiais em condições de ensino apropriadas, com prioridade para alunos provenientes de famílias desfavorecidas.
O titular da pasta da Educação e Cultura afirmou que a transformação curricular do ensino secundário e a reestruturação do ensino técnico-profissional em coordenação com o sector privado e demais parceiros do Governo, vão valorizar os resultados positivos alcançados no quinquénio prestes a terminar.
É entendimento deste pelouro que o ensino técnico-profissional deve trabalhar no sentido de dotar os formandos de capacidade e força de trabalho qualificada, criativa e empreendedora, capaz de participar no desenvolvimento e na melhoria dos programas do sector, bem como na sua gestão.
Apontou na sua intervenção que a expansão da rede escolar com a construção e reabilitação de imobiliário escolar “é um facto e que muitos moçambicanos tiveram acesso à escola, o ensino secundário está a impulsionar o desenvolvimento dos distritos através das mudanças que estão a ser introduzidas e o ensino técnico profissional ganhou nova visibilidade”.
O V Conselho Coordenador do MEC que decorre sob o lema “Unidade na acção, por uma implementação eficaz do plano estratégico da Educação e Cultura”, deverá aprofundar o debate sobre os exames, com enfoque para o modelo de múltipla escolha, bem como a correcção electrónica, sistemas introduzidos no país em finais do ano passado.
A problemática da contratação de professores, bem como o lançamento do programa de manutenção de infra-estruturas escolares aparecem como assuntos a serem debatidos com a necessária profundidade. (Victorino Xavier)
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Moçambique/UP introduz ensino técnico professional visando integração regional
Maputo, 6 novembro 2007 - A Universidade Pedagógica (UP) vai, a partir do próximo ano lectivo, introduzir o ensino técnico profissional, para responder aos desafios impostos pela futura integração regional.
O facto foi revelado, na Beira, pelo Reitor daquela instituição pública de ensino superior, Rogério Uthui, que igualmente anunciou que a sua instituição vai beneficiar de uma reforma curricular envolvendo outras universidades nacionais.
Rogério Uthui fez este pronunciamento, durante a cerimónia de empossamento do novo corpo directivo da UP, Delegação da Beira, liderado por Zacarias Ombe que já esteve a frente daquela instituição quando era ainda o Instituto Superior Pedagógico.
Para além de Ombe, o elenco conta ainda com Augusto Jone, Boaventura Aleixo, que passam, a desempenhar as funções de directores adjunto e administrativo, respectivamente.
Durante a sua intervenção, Uthui deixou claro que a UP está numa fase de revitalização académica, como forma de imprimir uma nova dinâmica com vista a responder aos anseios da população e desafios do momento.
Com efeito, no próximo ano lectivo, aquela instituição vai sofrer uma reforma curricular, para além de introdução de mais cursos e, na essência, procurar expandir cada vez mais aquela que é uma das principais universidades do nosso país.
A introdução do ensino técnico profissional e o fortalecimento do Ensino à Distância (ED) são, entre outros, os exemplos apontados pelo magno reitor da UP para justificar o facto.
Explicou que o Ensino à Distância vem, fundamentalmente, para melhorar a qualidade do Sistema Nacional de Ensino (SNE) capacitando os docentes que, por diversas razões, não beneficiaram de uma formação pedagógica ou superior. Anotou que tal vai, igualmente, responder o actual desafio do Governo nacional que definiu o distrito como pólo de desenvolvimento, beneficiando, assim, aos docentes que se encontram nas regiões em causa.
Uthui anunciou que o problema de faltas de salas de aulas na UP, pelo menos ao nível da cidade da Beira, passará para a história. Apontou, para o efeito, as obras em curso no ex- lar dos estudantes Amilcar Cabral e a futura reabilitação e exploração da chamada Pousada dos Caminhos de Ferro de Moçambique como sendo o `antídoto´ encontrado.
Sendo assim, a Universidade Pedagógica- Delegação da Beira passará, a partir do próximo ano lectivo, a contar com laboratórios de Química, Física, Metemática e línguas, nomeadamente Português, Francês e Inglês, bem como salas especiais de Cartografia e Desenho, visando, na essencialmente, proporcionar uma melhor qualidade de ensino e aprendizagem na instituição. (Noticias)
sábado, 6 de outubro de 2007
Moçambique/Ano lectivo 2008: Catorze milhões de livros prontos para distribuição
Cerca de 14 milhões de livros escolares para todos os estabelecimentos de ensino do país começam a ser distribuídos na primeira quinzena deste mês pela Distribuidora Nacional de Material Escolar (DINAME), segundo informações avançadas ao nosso Jornal pelo respectivo director-geral, Assane Sufiane.
Em alguns casos, o livro é transportado de uma das margens de rio para outra com ponte desabada ou a transbordar. Embora tais situações sejam excepcionais, constitui preocupação para o sector, pelo o facto de parte dos livros ficarem estragados no decurso do seu transporte. (Notícias)
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Brasil/Lula diz que país terá mais dez universidades federais e 214 escolas técnicas até 2010
Juliana Andrade/Repórter da Agência Brasil
Brasília, 1 outubro 2007 - O Brasil terá, até o final de 2010, mais dez universidades federais, 48 extensões universitárias e 214 escolas técnicas profissionalizantes, informou hoje (1º) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu programa semanal de rádio Café com o Presidente.
“Esses são números importantes porque são, na verdade, compromissos políticos, éticos e educacionais com a sociedade brasileira para ver se a gente recupera, sabe, o quanto tempo nós ficamos sem fazer os investimentos adequados na área de educação”.
No programa, Lula afirmou que assumiu o compromisso de resolver, “se não toda”, grande parte das dificuldades na área de educação existentes no país e reconheceu que a tarefa é difícil. Ao comentar dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítisca (IBGE), o presidente afirmou que tem havido uma “melhora substancial” no sistema educacional. Segundo ele, há avanços tanto do ponto de vista quantitativo quanto qualitativo.
“É crescente o número de crianças de 7 a 14 anos na escola, é crescente o número de crianças de 5 a 6 anos na escola, é crescente o número de jovens de 15 a 17 anos. Ou seja, nós crescemos praticamente em 13,2% o número de jovens universitários no Brasil”, destacou.
Lula disse que apesar de ficar otimista com os resultados, os números também servem para mostrar que é preciso fazer ainda mais para que o Brasil possa superar o atraso a que foi submetido ao longo de décadas na área de educação.
“Esses são números que são promissores, são números que me deixam otimista, mas, ao mesmo tempo, são números que me cobram todo dia que nós temos que fazer ainda mais para que a gente possa desde o ensino fundamental, da pré-escola até a formação dos nossos doutores, que nós façamos os investimentos que tivermos que fazer para que o Brasil recupere o atraso a que ele foi submetido ao longo de décadas nesses últimos tempos”.
Entre as medidas que deverão ter impacto positivo no sistema educacional brasileiro, o presidente destacou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e o aumento de oito para nove anos do tempo de permanência no ensino fundamental.
Também citou a ampliação dos investimentos nas universidades e nas escolas técnicas. “Nós estamos andando muito, eu diria, conscientes da responsabilidade que nós temos”.
Leia a íntegra do Programa Café com o Presidente.
Ensino das ciências deve mostrar realidade do dia-a-dia, diz coordenador da semana nacional
Entidades contestam bônus que premia alunos com boas notas no rio
Governo espera ampliar com fundeb o acesso de crianças de baixa renda à educação
Lula diz na abl que até 2008 quer uma biblioteca em cada município
Mais da metade dos alunos das universidades públicas estão entre os 20% mais ricos
Desigualdades raciais persistem nos indicadores de educação, trabalho e renda
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Estudo chinês destaca 2 universidades lusas e 5 brasileiras
Pequim, 13 Agosto 2007 - Duas universidades portuguesas e cinco brasileiras estão entre as 500 melhores instituições de ensino superior do mundo, segundo a lista de 2007 da Universidade Jiaotong, de Xangai, que atribui o primeiro lugar à Universidade americana de Harvard.
As Universidades de Lisboa e do Porto partilham o número 402 da lista com outras instituições de ensino, figurando entre as melhores 500 da classificação mundial, confirmou à Agência Lusa, em Pequim, o diretor do departamento de pesquisas da Universidade Jiaotong, Liu Niancai.
Entre as universidades européias, que dominam o ranking das melhores do mundo, com 227 listadas, as universidades de Lisboa e Porto aparecem entre a posição 172 e 207.
Segundo a universidade de Xangai, no leste da China, que realiza este estudo desde 2003, oito das dez melhores universidades do mundo são americanas, com as inglesas Cambridge (4.º) e Oxford (10.º) completando a lista.
USP
A Universidade de São Paulo (USP) lidera a listagem das melhores universidades da América Latina. Entre as instituições de ensino em língua portuguesa, a USP é a melhor colocada no ranking mundial.
O Brasil coloca cinco universidades entre as melhores 500 do mundo, constando ainda da lista a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
As universidades chinesas mais prestigiadas, segundo o estudo, são a Tsinghua (167º) e a de Pequim (228º), ambas situadas na capital chinesa.
O relatório da Universidade Jiaotong, um dos mais conceituados no mundo, juntamente com a The Times Higher World University Ranking, estudou este ano mais de 2 mil universidades de todo o mundo, mas tornou públicas apenas as melhores 500.
A lista baseia-se em critérios como o número de prêmios Nobel e outros reconhecimentos acadêmicos, o número de artigos publicados em revistas científicas nacionais e internacionais, o número de alunos e a qualidade de ensino e ainda o número de vezes que revistas de prestígio acadêmico citam pesquisadores da instituição. (Lusa)
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terça-feira, 3 de julho de 2007
Brasil/Cotas darão diversidade para UFRGS, diz reitor
Agência Chasque / 02/07/2007
Porto Alegre - Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), José Carlos Hennemann, avalia que a instituição está preparada para o novo sistema de cotas e acredita que as contestações judiciais não vão reverter a decisão.
Porto Alegre - A reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) avalia que a instituição está preparada para o novo sistema de cotas e acredita que as contestações judiciais não vão reverter a decisão.
Na última sexta-feira, o Conselho Universitário (Consun) aprovou a adoção do Programa de Ações Afirmativas já no próximo vestibular. Pelo projeto, 30% das vagas de cada curso de graduação serão destinadas a estudantes de escolas públicas. Destas vagas, a metade será destinada àqueles que se declararem negros. Outras dez vagas serão reservadas para indígenas, que não precisam realizar vestibular.
Para o reitor da UFRGS, José Carlos Hennemann, o debate acalorado sobre o sistema de cotas não vai se refletir no dia-a-dia da universidade. “É um tema polêmico e vai continuar sendo polêmico por um bom tempo, mas por outro lado não é algo que vá incidir de forma tão decisiva na vida da universidade. Portanto, a universidade está tranqüila em lidar com esta situação”, afirma.
Hennemann também contesta as opiniões de que a reserva de vagas vá prejudicar a qualidade do ensino na universidade. “Não será algo que vá impactar a universidade do ponto de vista da qualidade, até porque o numero de estudantes que deverão entrar por escolas públicas, já temos um número significativo dentro da universidade. Lógico que não atinge o número compatível com o número de estudantes de ensino médio público no nosso Estado. É uma questão de dar uma oportunidade a mais para estes estudantes”, diz.
O reitor da UFRGS lembra que os cotistas também passarão por vestibular, o que contesta o argumento sobre o mérito. “Os estudantes que entram por este processo passaram no vestibular, no sentido que de foram habilitados. Temos notas mínimas no vestibular e eles passaram por isso. Ou seja, não é um estudante que não foi aprovado. Nós temos um numero mínimo de questões a serem acertadas no vestibular, consequentemente estes estudantes não são desprovidos de mérito para entrar na universidade”, explica.
José Carlos Hennemann afirma que a UFRGS está tomando medidas para melhorar a assistência estudantil, como a ampliação de restaurantes universitários e a criação de programas de reforço escolar. Ele acredita que, com a adoção das cotas raciais e sociais, a UFRGS terá representada, nos seus cursos, a diversidade que existe na sociedade brasileira.
“O que nós teremos, certamente, é aquilo que chamamos de diversidade na universidade. Ou seja, a universidade tendo também uma representação, no seu corpo discente, de setores da sociedade que até então não se faziam presentes”, diz.
A UFRGS é a 17ª instituição federal de ensino superior no Brasil a adotar ações afirmativas. A Universidade Federal de Santa Maria também estuda a possibilidade de implantar cotas ainda em 2007.
Novo grupo de professores brasileiros embarca para o Timor-Leste
Os novos selecionados vão se juntar aos 13 professores que estão naquele país desde fevereiro.
Eles vão colaborar com a formação, em língua portuguesa, dos professores que trabalham nas escolas timorenses.
A Capes desenvolve no Timor-Leste programas de capacitação de professores de educação pré-secundária e secundária, de promoção da qualidade no ensino de ciência, de ensino da língua portuguesa instrumental e de implantação da pós-graduação na Universidade Nacional do Timor-Leste. "É um projeto de cooperação, no qual o Brasil tem papel fundamental. O governo timorense está muito satisfeito", disse o coordenador-geral de cooperação internacional da Capes, Leonardo Barchini Rosa.
Os professores brasileiros receberão, por até um ano, bolsas mensais de US$ 1,1 mil, além de passagem aérea, auxílio-instalação correspondente a uma mensalidade e seguro-saúde. O coordenador local terá bolsa de US$ 2 mil.
A lista dos selecionados está na página eletrônica da Capes, na qual os interessados podem obter mais informações. (Agência Brasileira de Noticias)