Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Brasil/PEC 241: DO NOVO DESENVOLVIMENTISMO AO NEOLIBERALISMO TARDIO
sábado, 3 de setembro de 2016
Brasil/Lula envia carta a governantes para denunciar o golpe ao mundo
"Em oito anos no governo, Lula teve 168 encontros com chefes de estado e de governo em dezenas de países, recebeu governantes estrangeiros em 232 ocasiões, além de ter participado de 84 reuniões de cúpula multilaterais. Entre 2011 e 2015, Lula participou de 132 encontros com governantes e ex-governantes, mantendo sua intensa agenda de diálogo internacional", diz texto publicado
quinta-feira, 10 de março de 2016
Brasil/Em defesa de Lula, símbolo de luta e de inclusão social
Sindicalistas de todo o mundo estão aderindo à campanha internacional em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançada pela CUT
Durante seu governo, mais de seis milhões de empregadas domésticas - historicamente marginalizadas em nossa sociedade - passaram a ter
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Brasil/Dilma: Vou lutar com toda força contra a interrupção do meu mandato
“Não há nenhum justificativa para que impeachment ocorra”, salientou Dilma (Agência Brasil)
Em um discurso firme e determinado, a presidenta
Dilma Rousseff reafirmou seu compromisso com o Brasil e disse que a única
justificativa para o pedido de impeachment, feito na semana passada contra seu
mandato, é a vontade de alguns de ter um atalho para chegar à Presidência da
República, e não pelo voto popular.
“Quero dizer que nós vivemos um tempo muito estranho. É um tempo em que tem muitos que lutam como vocês diuturnamente para que esse país seja cada vez um pais mais desenvolvido. […] E há um pequeno grupo que acha que o ‘quanto pior, melhor’ é o melhor caminho. O quanto pior pra nós, quanto melhor pra eles. Mas nós temos força suficiente para lutar contra isso”, disse.
sábado, 11 de abril de 2015
Dilma: "devemos ir além das commodities e apostar na educação"
Dilma ressaltou que não haverá avanço enquanto esses passos não forem dados. "Os investimentos em infraestrutura e em educação para
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Pacificação em Angola é baseada na inclusão
No debate, que teve como moderadora a Presidente do Chile, Michele Bachelet, e no qual participou o Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, o secretário de Estado disse que “nos países que emergem de conflitos armados, a consolidação da paz deve realizar-se no quadro de um processo inclusivo que permita ultrapassar
sábado, 6 de dezembro de 2014
Abya Yala, Pátria Grande/“Eleições na região reafirmam agenda da inclusão”, diz Dilma em Quito
5 dezembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br
(Brasil)
A
presidenta Dilma Rousseff em seu discurso na Cúpula Extraordinária da Unasul,
nesta sexta-feira (5), em Quito no Equador, destacou o peso da região como
interlocutor global, que tem como características principais o diálogo e a
cooperação. Dilma também destacou as conquistas eleitorais da região que
reafirmaram a agenda de combate às desigualdades e desenvolvimento com
distribuição de renda.
Dilma destacou as recentes vitórias nas eleições na Colômbia, Chile, Uruguai e do Brasil em que foi reafirmada nas urnas a agenda do desenvolvimento com inclusão e geração de emprego.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Pátria Grande, Brasil, Argentina, Chile/OS DESAFIOS E SEMELHANÇAS DAS TRÊS PRESIDENTAS DA AMÉRICA DO SUL
14 fevereiro
2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Eleita para governar o Chile pela
segunda vez, Michelle Bachelet assumirá a presidência do país no dia 11 de
março com o desafio de não decepcionar os eleitores que querem um governo
diferente do neoliberal Sebastian Piñera. Com isso, ela deve se aproximar
politicamente de países sul-americanos, especialmente Brasil e Argentina, que
carregam entre si as semelhanças e os problemas criados por terem saído de
ditaduras há pouco tempo, embora de formas distintas.
Por Débora
Fogliatto, no Sul21
Cristina Kirchner, Michelle Bachelet e Dilma Rousseff
foram as primeiras mulheres eleitas para governar seus países, todas pelo menos
15 anos após a redemocratização de nações que passaram por períodos
ditatoriais. Apesar deste traço histórico em comum, as situações dos três
países, atualmente, é bastante distinta. Conforme explica o professor associado
de Economia da UFRGS e economista da FEE Luiz Augusto Faria, Bachelet ainda
tem, neste segundo mandato, “a dívida que o Brasil e a Argentina já estão
pagando” no que diz respeito a programas sociais e melhorias de serviços
públicos.A socialista Bachelet governou o país de 2006 a 2010, sendo sucedida pelo atual presidente, e agora voltará ao comando em uma situação política diferente. O Chile passou por mobilizações estudantis que pediam por educação pública, começando em 2007, ainda no seu governo, e se acentuando durante os anos de Piñera. Agora, a presidenta-eleita promete fazer uma ampla reforma na educação e construir novas escolas públicas. A situação do congresso no país, com a eleição de alguns dos líderes dos protestos estudantis, pode colaborar para que Bachelet consiga realizar mais projetos de cunho esquerdista do que foi possível em seu mandato anterior.
Nos três países sul-americanos, os governos ditatoriais privatizaram serviços até então estatizados. No Chile e na Argentina, isso foi ainda mais marcante, mas no segundo país a re-estatização já está sendo realizada, especialmente desde o governo de Nestor Kirchner (2007-2010), antecessor de Cristina. “O Estado argentino se fortaleceu com a re-estatização de serviços como a previdência e a companhia de petróleo. Já no Chile isso nunca aconteceu. Outro fator é que a educação pública foi destruída no país, tudo é pago”, esclarece Faria.
O cientista político e professor da ESPM, Bruno Lima Rocha, aponta que, apesar de semelhanças entre os projetos das três presidentas, em termos de avanços relacionados ao fim das desigualdades sociais, ainda há diferenças gritantes. “Temos que ser justos, o governo da Cristina tem uma incidência do papel do Estado maior que no Brasil, e no governo Dilma é muito maior que no do Chile. Apenas agora no retorno da Bachelet é que ela se compromete com uma agenda social e com o desmonte de parte da herança de Augusto Pinochet”, explica, referindo-se ao ditador que comandou o Chile entre 1973 e 1990 e que realizou as privatizações no país.
E é com este novo mandato que Bachelet poderá se “reorientar”, conforme definiu Rocha. “Ela volta com uma agenda social, que na coalizão de seu primeiro governo sempre foi um pouco tímida. Agora, inclusive ao mobilizar os líderes da luta estudantil, ela pode se reorientar”, considera o cientista político. A Concertación, coalizão que comandou o país por vinte anos, até o primeiro mandato de Bachelet, passou por algumas mudanças e, agora chamada Nueva Mayoría, enfrenta o desafio de ser cobrada pelos movimentos sociais e estudantis.
Economicamente, enquanto Brasil e Argentina têm muitas semelhanças, com o olhar voltado para os vizinhos da América do Sul, o Chile tem um histórico de exportações para os Estados Unidos e para a Ásia. “Há uma ação norte-americana que quer de certa forma cercar o Brasil, a Argentina e Venezuela, pelo Pacífico, com o projeto de Aliança do Pacífico. Mas ao mesmo tempo, o Peru, o Chile e a Colômbia fazem parte da Unasul, e quando o Chile foi presidente (durante o primeiro governo de Bachelet), o mandato da Unasul foi muito sul-americano”, aponta Faria, destacando que espera “que esse tipo de política volte” a partir de 2014.
Ao contrário do Chile, onde os serviços continuam privatizados e a economia é voltada para as exportações, na Argentina, onde a presidenta Cristina Kirchner encerra seu mandato em 2015, o poder Executivo tem as rédeas do país. “A Cristina é uma dirigente peronista prática, modelada para a situação atual. Não institucionalizar seu governo é parte de um governo argentino típico”, definiu Bruno Lima Rocha, em uma referência ao modelo político criado a partir do pensamento do ex-presidente Juan Perón, que tem como bandeiras a justiça social, um governo centralizado e popular.
O país passa por um momento de tensão econômica, com a desvalorização da moeda e o temor inflacionário. A presidenta continua implantando medidas de investimento social, e anunciou na quarta-feira (5) passada o aumento dos benefícios aos aposentados e pensionistas. Em discurso em rede nacional, Kirchner criticou os que chamam seu governo de “inflacionário” e “populista”, afirmando que “os direitos na Argentina continuam a ser ampliados”.
E mesmo com as aproximações entre os governos de Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, ambas com histórico de militância política com viés esquerdista, os dois países se diferem em formas estruturais e históricas. “A melhor definição é de um colega meu, a de que a Argentina é como se fosse um cavalo indomável correndo campo a fora. E o Brasil é um elefante, anda a passos muito lentos. A Argentina é um país em construção permanente”, comparou o cientista político. Luiz Augusto Faria afirma que, em termos de economia internacional, é inegável a aproximação entre Brasil e Argentina, o que marcou o primeiro ano de gestão de Dilma.
Os dois países contam com programas sociais contra a miséria e a pobreza, buscando promover a inclusão social, e isso ainda é “muito tímido” no Chile, conforme explicou Faria. “O grande desafio de Bachelet é encarar isso, porque o modelo econômico chileno é muito excludente, é um modelo exportador de recursos naturais do país”, esclareceu. Na avaliação dos especialistas, a presidenta do Chile, que assume o governo em pouco mais de 30 dias, provavelmente irá tentar aproximar politicamente seu país das vizinhas Cristina Kirchner e Dilma Rousseff.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Brasil/Para Dilma, América Latina é “a maior prioridade” de seu governo
Durante a cerimônia de posse do novo ministro de Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, nesta quarta-feira (28), a presidenta Dilma Rousseff reafirmou que a América Latina é a “maior prioridade” de seu governo.
Segundo Dilma, a América Latina “já foi uma espécie de área de risco para a democracia”, marcada “por ditaduras cruentas e duradouras”, mas “vive hoje um estado de modernização política que o distingue entre as regiões do mundo afetadas por conflitos étnicos e religiosos”.
A chefe de Estado afirmou que o Brasil tem “muito orgulho do Mercado Comum do Sul (Mercosul), da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (Celac)”, mecanismos que considerou “fundamentais para
Brasil/Figueiredo promete se empenhar na defesa da inclusão social e do meio ambiente
Repórteres da Agência Brasil
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Brasil/A HORA DA AÇÃO POLÍTICA
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Uruguai/AS LIÇÕES DE PEPE MUJICA
3 agosto 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)
Por Bepe Damasco, em seu blog
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Brasil/Reforma permitirá consolidar português no mundo, diz Lula
António Sampaio, da Agência Lusa
Toledo, Espanha, 13 outubro 2008 (Lusa) - O acordo ortográfico permitirá cimentar o papel da língua portuguesa no mundo, um processo que necessita de um esforço de promoção do idioma nos países onde se fala espanhol, defendeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"O acordo ortográfico procura aproximar o idioma usado nos países lusófonos. E também tem como objetivo reforçar a presença do português no mundo", afirmou Lula, em Toledo (Espanha).
"Estou convencido de que as nossas línguas [português e espanhol] devem aproximar-se cada vez mais. Realizamos ações para divulgar o espanhol no Brasil mas apoiamos iniciativas para divulgar o português nos países de fala espanhola", disse.
O presidente brasileiro discursava depois de ser homenageado, ao lado do escritor mexicano Carlos Fuentes, com a primeira edição do Prêmio Internacional D. Quixote de La Mancha. No caso de Lula, a distinção reconhece o seu papel na promoção do espanhol no Brasil.
"Com milhões de brasileiros estudando o espanhol desde a infância, tenho a certeza de que a integração regional e as relações com os nossos parceiros ibéricos terão bases muito sólidas para o futuro", disse.
Um processo que permitirá consolidar a integração regional, na América Latina, mas que, se for recíproco e centrado no intercâmbio, "fortalecerá a parceria" no espaço ibero-americano.
Atualmente, já estudam o espanhol como segunda língua mais de nove milhões de alunos brasileiros, um número que será aumentado para 12 milhões até 2010, mediante um sistema que envolverá mais de 30 mil professores e em que se destaca o apoio do Instituto Cervantes.
"Audácia e imaginação"
No seu discurso de agradecimento, Lula citou D. Quixote para defender que, atualmente, "o mundo em transição requer a audácia e imaginação" demonstrada pela personagem de Cervantes.
"Só com a imaginação não mudamos a realidade, mas sem a imaginação corremos o risco de ficar presos a um cinzento conformismo", disse, defendendo por isso o papel da cultura em que a humanidade se afirma e expressa "livremente".
"A cultura ilumina, é um fator de inclusão social, de cidadania, de afirmação coletiva. No mundo globalizado, a cultura fortalece a soberania e a identidade nacionais mas, ao mesmo tempo, é portadora do universalismo", ressaltou.
Mais do que um diálogo econômico, Lula defende por isso a cultura como veículo para consolidar a integração regional, consolidar os projetos de desenvolvimento social, ultrapassar a pobreza e conquistar a dignidade".
"Precisamos lançar um diálogo entre as sociedades que desejam e precisam de conhecer-se melhor (…) e que inclui necessariamente Espanha e Portugal", disse.
"O que nos une é justamente a cultura, a vivência histórica compartida de duas línguas irmãs. Queremos que o idioma de um fortaleça a parceria com o outro", afirmou Lula.


