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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Brasil/Figueiredo promete se empenhar na defesa da inclusão social e do meio ambiente



28 agosto 2013, Agência Brasil http://agenciabrasil.ebc.com.br (Brasil)

Renata Giraldi e Danilo Macedo
Repórteres da Agência Brasil

Brasília – Ao tomar posse hoje (28), o novo ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, disse ser um desafio suceder o ex-chanceler Antonio Patriota na função. Ele disse ainda que sua meta é intensificar a atuação do ministério no esforço para a inclusão social e a proteção do meio ambiente. Em discurso breve, Figueiredo agradeceu a confiança e se disse honrado em ser o novo chanceler brasileiro ao lado da presidenta Dilma Rousseff.

“Com muita honra, aceitei o convite para assumir o cargo. A tarefa é desafiadora, pois trata-se de suceder um dos maiores talentos da diplomacia brasileira, que é o meu amigo Antonio Patriota. Muito me orgulha ser chamado a dirigir uma instituição que é referência no Estado brasileiro”, disse Figueiredo durante a cerimônia de posse no Palácio do Planalto.

Segundo o chanceler, os princípios que guiam seu trabalho são os defendidos pelo governo: o crescimento econômico com inclusão social e a proteção ambiental. Nos meses em que esteve como representante do Brasil na Organização das Nações Unidas

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Angola é o maior parceiro da China em África

Luanda, Angola, 28 setembro 2009 - Angola é o maior parceiro comercial da China em África e o segundo ao nível mundial com trocas comerciais avaliadas entre 25 mil milhões e 31 milhões de dólares durante o ano de 2008, disse, em Luanda, à Angop o embaixador extraordinário e plenipotenciário da China em Angola, Zhang Bolun.

De acordo com o diplomata chinês, apesar da crise financeira internacional as trocas comerciais entre os dois países registaram um significativo aumento nos últimos anos.

No conjunto dos produtos transaccionados entre os dois países, o petróleo angolano aparece com maior força nas somas comerciais, representando cerca de 16 por cento da totalidade das importações da China, revelou Zhang Bolun.

Relativamente ao investimento privado, o diplomata informou que o número de empresários chineses deverá aumentar no próximo ano em domínios como agricultura, indústria alimentar, madeireira e tecnologia de informação.(macauhub)