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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Costa Rica/LLAMAMIENTO INTERNACIONAL DE SOLIDARIDAD ANTE LOS ATAQUES A LA DEMOCRACIA EN BRASIL



19 abril 2016, Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Americas—CSA (Costa Rica)

La Confederación Sindical de Trabajadores de las Américas (CSA), que en la región representa a más de 60 millones de trabajadoras/es, viene a expresar su firme respaldo al estado democrático de derecho amenazado en Brasil a partir de la decisión de la Cámara de Diputados de aprobar la continuidad del proceso de Impeachment a la presidenta Dilma Rousseff.

Como quedó evidenciado en la votación del domingo 17, las/os señoras/es diputadas/os que votaron a favor de ese proceso no presentaron ninguna evidencia de crímenes de responsabilidad de la presidenta, único argumento constitucional válido para ser sometida a juicio político. Al contrario de la presidenta Rousseff, muchos de las/os que votaron en su contra son reos de la justicia brasileña por diversos crímenes, entre ellos desvío de recursos, apropiación indebida, lavado de dinero, crímenes electorales,

quinta-feira, 24 de março de 2016

Brasil/Lula: ‘Não podemos nos dividir entre vermelhos e verde-amarelos’



23 março 2016, http://www.brasil247.com (Brasil)


Durante encontro com sindicalistas em São Paulo, ex-presidente Lula disse que "não podemos aceitar o ódio que está sendo destilado no nosso País"; "Não podemos nos dividir entre vermelhos e verde-amarelos. Temos que nos dividir entre aqueles que querem o pobre vá para a universidade, que o pobre saia da miséria, e os que não querem", discursou; Lula disse que irá esperar "pacientemente" o desfecho sobre sua posse como ministro da Casa Civil, mas assegurou que ajudará a presidente Dilma a governar o País; "Se enganam aqueles que pensam que eu só vou ajudar a Dilma se eu for ministro", afirmou; ao comentar a divulgação de grampos de conversas privadas suas, declarou estar "enojado com o comportamento de determinados setores de comunicação"; no ato, sindicalistas das seis maiores centrais do País aprovaram manifesto contra o golpe e em apoio a Lula

247 – Em discurso durante encontro com líderes sindicais em São Paulo, na noite desta quarta-feira 23, o ex-presidente Lula ressaltou

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Brasil/Centrais lançam manifesto em apoio a Dilma e contra o golpismo

14 agosto 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Sempre em momentos decisivos para a classe trabalhadora, as centrais sindicais buscam o caminho da unidade. E não foi diferente agora. Nesta sexta-feira (14), lideranças sindicais da CTB, Força Sindical, CUT, UGT, Nova Central e CSB se uniram para assinar um manifesto, por meio de seus principais sindicatos, em defesa da democracia e pelo respeito ao mandato legitimo da presidenta Dilma Rousseff.

O documento, publicado nesta sexta nos principais jornais do país, afirma: “É necessário desmontar o cenário político em que prevalecem os intentos desestabilizadores, que têm sido utilizados como o condão para a aplicação de uma política econômica recessiva e orientada ao retrocesso político-institucional”.

Repelindo a política do quanto pior, melhor, da oposição, as lideranças enfatizam que o momento político atual “exige diálogo, compromisso com o país, com a democracia e com a necessária afirmação de um projeto de desenvolvimento nacional ancorado na produção, em uma indústria forte, um setor de serviços dinâmico, um comércio vigoroso, uma agricultura pujante e

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Abya Yala, Patria Grande/POR QUÉ LOS SINDICATOS VOTARON POR DILMA Y TABARÉ

20 noviembre 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Nueva Sociedad

Nos quedamos cortos al decir que en las elecciones brasileñas los latifundios mediáticos estaban jugando sucio con Dilma. Los ataques hacia la candidata del Partido de los Trabajadores se dieron de todas las formas posibles y crecieron ferozmente en la segunda vuelta. La revista Veja, de clara tendencia derechista, sacó una información en tapa afirmando que Lula y Dilma sabían de los casos de corrupción en Petrobras, según supuestas declaraciones de uno de los señalados por la policía. Esa información fue reproducida en otros medios al más puro estilo de las confabulaciones de los grandes medios de prensa y le costó a Dilma como mínimo tres millones de votos, según algunas fuentes petistas, a pesar de que se demostró que era falsa.

Pese a eso Rousseff ganó la segunda vuelta con el 51,64% de los votos, lo que significó una diferencia de casi 3,5 millones de votos sobre

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Brasil/MOBILIZAR O POVO CONTRA O GOLPISMO NA CAMPANHA ELEITORAL

9 de Setembro de 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)


Com o objetivo de alertar e mobilizar o povo brasileiro em defesa do pré-sal e da Petrobras, sob ataque da mídia conservadora e dos candidatos Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB), organizações sindicais como a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e outras entidades do movimento popular convocaram para a próxima segunda-feira (15), no Rio de Janeiro, uma manifestação que contará com a presença de lideranças políticas, destacadamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Temos insistido neste espaço em que o pré-sal se reveste de importância estratégica para o desenvolvimento do Brasil e as futuras conquistas sociais e econômicas do país. É imenso o seu potencial produtivo. A Petrobras precisou de apenas oito anos para extrair 500 mil barris diários de petróleo do pré-sal, sendo que no Golfo do México foram necessários 19 anos para que as multinacionais alcançassem esse mesmo volume.

Graças a políticas adotadas pelo governo da presidenta Dilma Rousseff e pelo Poder Legislativo, com a maioria formada nas duas casas congressuais pelos partidos de sustentação do governo, parte substancial dos recursos provenientes da exploração do pré-sal será destinada à educação e à saúde. Nos próximos 35 anos, esse montante será de R$ 1,3 trilhão em royalties que se destinarão à saúde e à educação. Isso equivale a

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

CPLP/Sindicatos querem Conselho Económico e Social da lusofonia

Lisboa, 29 outubro 2007 - A Comunidade Sindical dos Países de Língua Portuguesa (CSPLP) quer criar um Conselho Económico e Social conjunto para os seus oito membros e apoia publicamente a Cimeira UE-África, revelou hoje o presidente da organização.
Desejado Lima da Costa, presidente em exercício da Comissão Executiva da CSPLP, afirmou à agência Lusa que a proposta de um Conselho Económico e Social consta de um projecto de protocolo, hoje aprovado em Lisboa pelos membros da organização sindical, que será agora discutido com o Secretariado Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

A criação do Conselho Económico e Social seria feita em associação com a Comunidade dos Paises de Língua Portuguesa (CPLP), sublinhou.

"O projecto inicial vai ser discutido, há poder para negociar" o modelo de criação do novo organismo, disse hoje Lima da Costa, também deputado e membro do partido político guineense PAIGC.

O acordo a celebrar com a CPLP, adiantou, deverá ainda sublinhar a prioridade da participação sindical em áreas como a saúde, higiene e segurança no trabalho, a educação e a formação, as migrações e a igualdade de oportunidades.

O CSPLP reúne 16 centrais sindicais do espaço lusófono, tendo a Galiza, através da Central Intersindical da Galiza (CIG), estatuto de observador.

Na reunião de hoje participaram as centrais sindicais portuguesas UGT e CGTP, as brasileiras CUT, FS e UGT, as moçambicanas OTM e Consilmo, e ainda organizações laborais de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Timor-Leste.

Do encontro saiu ainda a decisão de avançar com a elaboração de dois relatórios, um sobre o HIV/SIDA, e um outro sobre emigração, área em que os sindicatos da lusofonia querem uma maior intervenção da CPLP.

"A Europa vai precisar de mais mão-de-obra, os fluxos migratórios vão manter-se e a CPLP deve trabalhar neste aspecto, é preciso que haja instrumentos para monitorizar fluxos entre os países da CPLP e terceiros", disse à Lusa Lima da Costa.

Na reunião de hoje foi ainda analisado e aprovado um pedido de adesão à CSPLP da Comunidade das Organizações Sindicais de Professores e Trabalhadores de Educação dos Países de Língua Portuguesa.

Apesar do parecer positivo, a formalização da entrada fica pendente da não apresentação de nenhuma reclamação e ainda da definição estatutária da figura do novo associado, uma vez que a CSPLP é actualmente constituída apenas por centrais sindicais.

Os representantes dos oito países analisaram também a situação económica e laboral no espaço da lusofonia e sublinharam em particular a sua "preocupação com a situação de pobreza na Guiné-Bissau e Timor-Leste", segundo Lima da Costa.

"Apelamos à comunidade internacional e doadores para promoverem iniciativas para relançar a economia" destes dois países, a braços com difíceis situações económicas e sociais, afirmou.

O comunicado final da reunião salienta ainda que os países que registam "fortes crescimentos económicos", como é o caso de Angola ou Moçambique, "devem ter a devida contrapartida numa melhor distribuição da riqueza".

A CSPLP aproveitou ainda o encontro de hoje para apoiar publicamente a realização pela Presidência Portuguesa da União Europeia da Cimeira UE-África

"É preciso que Europa e África se reencontrem, são dois continentes que têm muito em comum, não podem viver um sem o outro, e são precisas acções como esta, que venham dinamizar as relações bilaterais", afirmou Lima da Costa.

O V Congresso da CSPLP terá lugar em 2008 em Lisboa, antes da Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo dos "oito".

A presidência rotativa do comité executivo passará então para Portugal.

Integram a CPLP Angola, Cabo Verde, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, e Timor-Leste. (Expresso/Lusa)