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sábado, 3 de agosto de 2019

Abya Yala*/Argentina compite en pobreza con Níger, Egipto, Sierra Leona, Botswana, Tayikistán y Afganistán según organismos internacionales


01/08/2019, Rebelión https://www.rebelion.org/noticia.php?id=258862


La inseguridad alimentaria ya afecta en la Argentina a más de 14 millones de personas. El dato, que ilustra la profunda crisis económica que vive el país, surge del informe “El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo 2019”, elaborado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación.

El informe consigna que una de cada tres personas padecen la falta de acceso continuado a alimentos: unos 14,2 millones de ciudadanos. Es decir, 5,9 millones de personas más que en el período 2014-2016, cuando la inseguridad alimentaria moderada o grave afectaba a 8,3 millones. El hambre, que sufría el 19,1% del total de la población, en sólo dos años pasó al 32,1%.

La cifra representa un brutal aumento del 71% en la cantidad de individuos con falta de acceso a alimentos, uno de los incrementos más altos registrados en el período a nivel mundial, junto con países como Níger, Egipto, Sierra Leona y Botswana, en África, y Tayikistán y Afganistán, en Asia.

El estudio, presentado el 15 de julio, fue elaborado por cinco organismos multilaterales: la FAO, el Fondo Internacional de Desarrollo Agrícola (FIDA), UNICEF, el Programa Mundial de Alimentos (PMA) y la OMS.

Un análisis del anexo estadístico que distribuyó la FAO, realizado por el Observatorio de Coyuntura Internacional y Política Exterior (OCIPEx), arroja que el aumento en la prevalencia y el número de

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Brasil/OS LIMITES DO GOVERNO DILMA E O ASSALTO DAS ELITES



10 abril 2016, Outras Palavras http://outraspalavras.net (Brasil)

Por Cristina Fróes de Borja Reis, Fernanda Graziella Cardoso e Vitor Eduardo Schincariol

Ainda é preciso fazer muito por um Brasil democrático, sem fome e sem miséria. Mas a pequenez dos argumentos pelo impeachment demonstra como está viva a luta de classes

22 milhões de brasileiros, 10% da população, saíram da extrema pobreza entre 2011 e 2014, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas): 3,1 milhões da região Norte, 13,8 milhões do Nordeste, 3,5 milhões do Sudeste, 1 milhão do Sul e 0,7 milhão do Centro-Oeste. Em 2014 o Brasil finalmente não estava no mapa da fome mundial da FAO.

A libertação de uma vida de privações é um direito humano fundamental, e não pode ser tratada como mera estatística. É injusto tamanho êxito ser esquecido ou diminuído por argumentos de menor relevância ou que desvelam um desprezo que não pode ser outro senão fruto de perda de espaço na luta de classes: “mas gerou inflação”, “mas não se sustenta”, “só pra ganhar votos”, “mas não ensina a pescar”, “à custa de quem trabalha de verdade”, “inclui um monte de malandro que forja dados para receber o benefício”, “mas causa desvio de verbas e corrupção”, “ainda temos muitos problemas”.

Essas reações nem fazem cócegas à retumbância social e política da redução do sofrimento de milhões de adultos e crianças, que deixaram de ter fome e saíram da miséria, atingindo, porém, uma condição melhor de vida que é ainda dezenas de vezes mais difícil do que à daquela minoria da população que detém mais da metade da

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Perú/FORO PARLAMENTARIO TRAZARÁ NUEVAS METAS CONTRA EL HAMBRE

11 novembro 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

IPS

Con el desafío de promover nuevas normas que garanticen la seguridad alimentaria en sus países, legisladores de América Latina y el Caribe, junto con invitados de África y Asia, celebrarán en Lima el VI Foro de los Frentes Parlamentarios contra el Hambre, entre los días 15 y 17 de este mes.

El Foro será un espacio para “el intercambio de experiencias”, contó Aitor Las Romero, responsable de la organización del encuentro por la oficina en Perú de la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), que brinda apoyo al Frente Parlamentario contra el Hambre, creado en la región en 2009.

La lista de asistentes al foro aún sigue abierta, incluso “están participando otros países de América Latina que aún no tienen constituido su Frente Parlamentario, pero que quieren empezar a trabajar para hacerlo”, aseguró el experto de FAO en diálogo con IPS.

Los temas de fondo del VI Foro serán

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

FAO/QUINCE AÑOS Y PARA SIEMPRE

30 septiembre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


Los próximos 15 años serán decisivos para el futuro de nuestro planeta. Durante este período, nos enfrentaremos a algunos de los mayores desafíos del siglo XXI, en medio de una transición continua y profunda en la economía global. Somos la primera generación que puede acabar con el hambre y hacer que la seguridad alimentaria y nutricional sea verdaderamente universal. Y tal vez también somos la última generación en condiciones de evitar daños irreversibles provocados por el cambio climático. 

Los próximos 15 años serán decisivos para el futuro de nuestro planeta. Durante este período, nos enfrentaremos a algunos de los mayores desafíos del siglo XXI, en medio de una transición continua y profunda en la economía global.

La superación del hambre y la pobreza extrema son los retos más importantes. Hoy en día casi 800 millones de personas no tienen suficiente alimento para comer a pesar de que se produce suficiente comida en el mundo para alimentar a todos. Es evidente que necesitamos soluciones urgentes para superar los cuellos de botella estructurales que impiden que los que padecen hambre tengan acceso a los alimentos.

En otras palabras, la inclusión social debe convertirse en

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

América Latina, Caribe/MÁS TIERRA PARA LAS MUJERES, MAYOR SEGURIDAD ALIMENTARIA PARA TODOS

10 agosto 2015, FAO http://www.fao.org (Naciones Unidas)

Para erradicar el hambre en América Latina y el Caribe las mujeres rurales deben tener mayor acceso a la tierra.

Santiago de Chile -- Las mujeres rurales son responsables por más de la mitad de la producción de alimentos a nivel mundial, pero en América Latina y el Caribe continúan viviendo en una situación de desigualdad social y política, la cual se expresa fuertemente en su acceso y propiedad sobre la tierra, señaló hoy la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura, FAO.

Aunque las mujeres rurales de la región desempeñan un papel fundamental en la erradicación del hambre, preservando la biodiversidad, conservando semillas y recuperando prácticas agroecológicas para la producción de alimentos saludables, en promedio, sólo el 18% de las explotaciones agrícolas en América Latina y el Caribe

sábado, 6 de junho de 2015

Desenvolvimento do Milénio: Moçambique cumpre na redução da fome

5 Junho 2015, Jornal Notíciashttp://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Tambem nesta postagem: 
Editorial do jornal Noticias sobre a extinção da Equipa Militar de Observação da Cessação das Hostilidades Militares (EMOCHM)

O nosso país cumpriu o indicador do primeiro objectivo de Desenvolvimento do Milénio no que diz respeito à redução para a metade da proporção de pessoas que sofrem de fome. Neste contexto, o Governo vai receber próximo domingo, em Roma, Itália, o prémio de reconhecimento internacional como resultado deste feito.

Segundo dados que nos foram facultados pelo Secretariado Técnico para a Segurança Alimentar e Nutricional (SETSAN), o reconhecimento será feito num evento co-organizado pela FAO e PMA à margem da 39.ª Sessão da Conferência da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação que decorre de amanhã até ao próximo dia 13 de Junho.

Este ano marca o fim do ciclo de monitoria sobre as metas de Desenvolvimento do Milénio e

O COMBATE À FOME

5 junho 2015, Jornal de Angola Editorial http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Em África não há apenas más notícias relativas a conflitos armados, terrorismo  ou a crises políticas . Há também boas. E a boa neste caso é que , de acordo com um recente relatório do Fundo d ONU para  Agricultura e Alimentação(FAO), a África Ocidental fez “progressos notáveis”  no combate à fome.

O documento salienta que 11 milhões  de pessoas da África Ocidental que  desde 1990  passavam fome estão livres  dela. Angola e  São Tomé e Príncipe  tinham sido recentemente mencionadas pela FAO  como tendo baixado para metade a percentagem da população subnutrida e o número absoluto de pessoas  que passavam qualitativa. Os dois países  estão incluídos no grupo de Estados africanos que atingiu  as metas estabelecidas pelos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) e pela Cimeira Mundial da Alimentação.

Os progressos  no combate à fome na África Subsaariana devem-se à prossecução de

quinta-feira, 4 de junho de 2015

FAO/Lula e José Graziano: POR UM MUNDO SEM FOME E COM PAZ

2 de junho de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Luiz Inácio Lula da Silva* e José Graziano da Silva*, publicado no Corriere della Sera
Reprodução
                           
Um mundo sem fome não é um sonho abstrato. Um mundo sem fome, onde todos tenham oportunidade de se alimentar e estudar é algo possível, ao nosso alcance. A pobreza e a miséria, dentro dos nossos países ou em outros países, não é um fato inevitável da vida. Podemos, sim, construir um mundo sem fome. E só um mundo sem fome pode nos permitir construir um mundo sem guerras, um mundo de paz.

Embora não seja a única razão dos conflitos, há uma relação circular entre a segurança alimentar e a paz: do mesmo modo que a fome leva a conflitos, os conflitos agravam a fome.

Nossa convicção de que esse mundo é possível não se baseia apenas na esperança de um planeta mais justo. Ela se baseia nos avanços que diversos países têm feito no combate à fome e na experiência de nossas vidas lutando para melhorar as condições sociais no Brasil.

Dentro de poucos dias, vamos

sexta-feira, 6 de março de 2015

AMÉRICA LATINA ALCANZA META MUNDIAL DE REDUCCIÓN DEL HAMBRE, PERO PROSIGUE CON DESIGUALDADES

4 marzo 2015, ADITAL Agencia de Información Fray Tito para América Latina (Brasil)

Marcela Belchior*

Informe publicado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO, por su sigla en inglés) señala a América Latina como la primera y única región del mundo que alcanzó, de manera anticipada, la meta de los Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM). Gran parte de los países de la región cumplió el fin de reducción del hambre, establecido por la Cumbre Mundial de la Alimentación (CMA). Según la organización, ninguna otra parte del globo está ni siquiera cerca de la conquista.

La meta estipulada por los ODM es de, en el período de 1990 a 2015, reducir a la mitad la prevalencia de personas que sufren hambre en el mundo. En 2014, sin embargo, América Latina ya consiguió reducir esta proporción del 14,4% al 5,1%, superando la meta. En ese mismo sentido, la

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Brasil e Moçambique buscam combater a fome com agricultura familiar

6 fevereiro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A agricultura familiar como estratégia para combater a fome e a pobreza foi tema de reunião do ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Patrus Ananias, com o presidente da Câmara de Comércio Indústria Brasil/Moçambique, Sinfrônio Júnior, e o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Helder Muteia, nesta quinta-feira (05), em Brasília.

O encontro reforçou a importância do intercâmbio de conhecimentos e tecnologias para produção de alimentos saudáveis nos países africanos e de língua portuguesa. O Brasil tem acordos de cooperação técnica que ajudam a desenvolver a agricultura familiar de outros países. Uma destas ações é o acordo com Moçambique por meio do Programa Mais Alimentos Internacional.

As primeiras máquinas brasileiras, comercializadas pelo programa, chegarão ao país

sábado, 6 de dezembro de 2014

Moçambique/Vaticano: Guebuza recebido pelo Papa Francisco


O presidente da República, Armando Emílio Guebuza, no prosseguimento da sua visita à República Italiana, foi recebido ontem em audiência privada pelo Papa Francisco, Chefe do Estado do Vaticano, no seu gabinete de trabalho, na Santa Sé, a quem transmitiu a gratidão do nosso país à Igreja Católica, ao mais alto nível, pelo contributo que tem dado na promoção e preservação da paz através das suas instituições de carácter educativo.

Guebuza teve um tetê-a-tetê com o Sumo Pontífice, no qual se debruçaram sobre as relações de amizade e cooperação existentes entre a Santa Sé e Moçambique, com maior destaque para

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Angola ultrapassa meta de redução da fome

2 outubro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

A população desnutrida de Angola diminuiu em 70 por cento com a queda, desde 1990, do número absoluto da fome no país, revela o mais recente relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar no Mundo.

De acordo com o documento, Angola viu o número absoluto da fome cair em cerca de 43 por cento desde 1990, o que significa, em termos relativos, uma diminuição de 70 por cento da população desnutrida, o que faz

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Brasil/ONU ELOGIA REDUÇÃO DA FOME. MÍDIA OMITE!

18 setembro 2014, http://www.patrialatina.com.br Pátria Latina (Brasil)

Por Altamiro Borges

Nesta terça-feira (16), a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou o relatório “O estado da insegurança alimentar no mundo” e deu uma notícia alvissareira para os brasileiros. Nos últimos dez anos, o país reduziu em 50% o número de pessoas que passam fome no país. A mídia, porém, não deu manchete para esta relevante informação. Na sua “posição oposicionista” – como já orientou Judith Brito, ex-presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e executiva do Grupo Folha – ela preferiu dar apenas algumas notinhas escondidas. As manchetes e os comentários na rádio e televisão poderiam ajudar a campanha da presidenta Dilma. E isto é que os barões da mídia menos desejam nesta reta final das eleições.

Segundo o relatório, os governos Lula e Dilma foram fundamentais para o cumprimento dos “Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)”, fixados para 2015. O ODM apontou oito metas principais para reduzir a miséria no mundo. O Brasil se destacou em todas elas, segundo as três instâncias da ONU: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e Programa Mundial de Alimentos (PMA). Ainda segundo a ONU, o programa “Bolsa Família”, tão combatido pelas mentes neoliberais da oposição midiática, foi determinante para o Brasil alcançar

sábado, 20 de setembro de 2014

Brasil/Dilma comemora "o ano do crescimento da renda média”

18 setembro 2014, http://www.vermelho.org.br Vermelho (Brasil) 

A presidenta Dilma Rousseff comemorou nesta quinta-feira (18) os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2013, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “É um retrato do Brasil naquele momento, em 2013, que mostra que foi o ano da qualidade do trabalho e do crescimento da renda média”, disse a presidenta.


 Foto: Ichiro Guerra/Dilma 13


“Todos os brasileiros tiveram aumento de renda real (acima da inflação) no período. Ninguém perdeu. Mas, na classe média o crescimento foi maior”, exaltou Dilma. Segundo a presidenta, a pesquisa aponta melhoria na qualidade do emprego, com aumento da formalização dos trabalhadores com carteira assinada, inclusive entre os trabalhadores domésticos, por efeito da Lei.

“Diminuiu o trabalho entre os jovens de 15 a 29 anos. Isso quer dizer que mais jovens passaram a estudar”, explicou a presidenta. Por outro lado, houve aumento no índice de empregados em todas as faixas da população acima de 30 anos. A tendência

quinta-feira, 3 de julho de 2014

ÁFRICA DECIDE CRIAR FUNDO MONETÁRIO



29 junho 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

João Dias,Malabo

A 23ª Cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA), que terminou os trabalhos na sexta-feira em Malabo, aprovou o projecto de protocolo sobre a criação do Fundo Monetário Africano.
Outros instrumentos jurídicos adoptados incluem os projectos de Convenção da União Africana sobre a Cibersegurança e o de Convenção sobre a Cooperação Transfronteiriça (Convenção de Niamey). Os chefes de Estado e de Governo da União Africana adoptaram também o projecto da Carta  Africana sobre os Valores e Princípios de Descentralização, Governação Local e Desenvolvimento Local, o projecto de protocolo sobre o Estatuto do Tribunal Africano de Justiça e dos Direitos Humanos e o de protocolo ao Acto Constitutivo da União Africana relativo ao Parlamento Pan-africano. 

Os líderes africanos debateram os relatórios da Comissão sobre Fontes Alternativas de Financiamento da UA e da Comissão sobre a Aplicação da Estratégia Africana Integrada para os Mares e Oceanos 2050 (EAI 2050). 

A Cimeira de Malabo pediu aos Estados membros para assinarem e ratificarem os documentos o mais depressa possível, para permitir a sua rápida entrada em vigor.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

FAO e governo brasileiro unem-se para fortalecer pesca em países africanos

13 junho 2014, Expresso das Ilhas http://www.expressodasilhas.sapo.cv (Cabo Verde)
Escrito por  Expresso das Ilhas

O Director-Geral da FAO, José Graziano da Silva, e o Ministro da Pesca e Aquicultura do Brasil, Eduardo Bendito Lopes, assinaram em Roma, uma carta  de intenções que estabelece parceria com países africanos nos sectores da pesca e da aquacultura.

De acordo com o documento, a FAO e o Brasil planeiam desenvolver acções de cooperação técnica e ajudar as nações africanas a formularem políticas públicas que beneficiem essas áreas, que são consideradas fundamentais para a promoção da segurança alimentar e nutricional.

terça-feira, 11 de março de 2014

Patria Grande/PERGUNTAS QUE PÕEM EM DÚVIDA A VIOLÊNCIA NA VENEZUELA

9 março 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Panamá (Prensa Latina) -- O sacerdote jesuíta panamenho Jorge F. Sarsaneda Del Cid formula na rede 15 perguntas ignoradas pela grande imprensa que colocam em evidência diversos aspectos e permitem analisar as motivações da violência desatada pela direita fascista na Venezuela:

1. Por que dizem que na Venezuela se sofre com uma grave falta de alimentos, justificando assim destruição e incêndios, se foi um dos quatro países da América Latina com menos fome em 2012 (de acordo com a FAO e a OMS), inferior a 5%, e um dos países com maior índice de crianças e jovens obesos?
Seguindo a lógica dominante, por que não há protestos piores em um país vizinho como a Colômbia, no qual a fome foi sentida por 12.6% da população, isto é, quase o triplo da Venezuela?

2. Se as causas dos ataques, incêndios e manifestações é a escassez de produtos básicos, por que se observam ações de tipo político e não roubo de lojas e armazéns, o que seria de se esperar quando se trata de carência generalizada? Por que um dos dirigentes opositores, Henrique Capriles, afirma que se deve a "falta de remédios" se os avanços em saúde na Venezuela estão entre os mais destacados da região?

3. Por que tanta violência pela suposta "ausência" ou falta de acesso a comida se a revista 'The Economist' publicava esta semana que a escassez só afetou cerca de 28% dos produtos? Por que os mesmos analistas não preveem algo parecido na República Dominicana, país no qual o 'Latinobarómetro' detectou que ao redor de 70% da população não tem dinheiro suficiente para comprar a comida do mês?

4. Por que o epicentro dos protestos pela "escassez" é a Praça Altamira, no meio de bairros de classe alta e habitantes com pele tão branca? Não seria mais lógico em bairros pobres e população mestiça, já que a Venezuela é o segundo país com maior proporção de afrodescendentes da América do Sul, depois do Brasil?

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Moçambique/CPLP acelera luta contra fome

21 Fevereiro 2014,  Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

A comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) procedeu, ontem, em Maputo, ao lançamento oficial da Campanha “Juntos Contra a Fome!”, que visa desenvolver acções para promover o investimento na agricultura familiar sustentável com a finalidade de aliviar o sofrimento de 28 milhões de cidadãos do espaço lusófono afectados pela fome.

Falando na cerimónia de lançamento oficial da Campanha da CPLP, o Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, defendeu que já não faz sentido que ainda existam cidadãos nos países da comunidade a sofrer de fome crónica, pelo que as nações devem arregaçar as mangas e encontrarem formas de combater o flagelo.
“Um dos desafios mais prementes que se coloca à nossa frente prende-se com a erradicação de uma das formas mais cruéis da pobreza: a fome!”, disse Vaquina que acrescentou que “não se justifica, porque não faz sentido, que ainda tenhamos cidadãos nos nossos países e no mundo que não sabem onde e quando ter a próxima refeição e com que qualidade nutritiva”.
“Este é o momento de agir! Não podemos ficar indiferentes a uma realidade que a todos nos diz respeito!”, desafiou Vaquina no arranque da campanha “Juntos Contra a Fome!”, que atingirá o seu auge a 16 de Outubro próximo, quando se celebrar o Dia Mundial da Alimentação.

Angariação de fundos
Esta campanha tem como objectivo central a angariação de fundos que, a par com outras fontes de financiamento, vão permitir a viabilização dos compromissos da comunidade com a erradicação da fome.
A “Juntos contra a Fome!” será para a criação de fundo para financiar projectos com o objectivo de melhorar a segurança alimentar e nutricional e as condições de vida das famílias e comunidades rurais.

O Fundo da Campanha vai ser constituído por contribuições voluntárias por parte do público em geral e das demais entidades, através de doações, chamadas telefónicas de valor acrescentado e outros meios.
Segundo Hélder Muteia, representante da FAO junto a CPLP, os recursos a serem angariados nesta campanha servirão para complementar os esforços dos governos e outros parceiros no apoio aos camponeses a cultivarem as suas terras, dotando-os de tecnologias, crédito agrícola e mercado favoráveis, gerando não só mais disponibilidade de alimento, mas também melhores oportunidades de emprego e geração de renda.
Paradoxalmente, 80 por cento das pessoas que passam fome em África são agricultores, que pratica um agricultura rudimentar que não permite sequer alimentar condignamente as suas famílias.

“Apoiando essas pessoas, estaremos a resolver dois problemas ao mesmo tempo, nomeadamente o da disponibilidade dos alimentos e o da pobreza dos próprios agricultores”, frisou Muteia.

A campanha “Juntos Contra a Fome!” e os objectivos nos quais se encontra alicerçada são desígnios centrais da comunidade, num momento em que se debate o futuro da CPLP e em que se quer uma CPLP de futuro e com futuro. (Manuel Mucári)


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

LA VÍA CAMPESINA EN LAS INSTITUCIONES DE SEGURIDAD ALIMENTARIA DE LA ONU



15 noviembre 2013, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)

Garantizando los derechos de los campesinos

“Las reformas en las instituciones internacionales como el Comité de Seguridad Alimentaria Mundial (CSA) deben aprovecharse para hacer avanzar la causa de los campesinos y pequeños agricultores. Lo cierto es que ninguna política, ya sea a nivel nacional o internacional tiene realmente en cuenta los intereses de este colectivo, así que somos nosotros los que tenemos que decir lo que necesitamos” - Ibrahim Coulibaly, presidente de la Confederación Nacional de Organizaciones Campesinas (CNOP por sus siglas en francés) de Malí.

Hay una cierta emoción en La Via Campesina acerca de las evoluciones recientes en la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO). El 4 de octubre de 2013, el Director General de la FAO, Jose Graziano da Silva, formalizó la relación entre ambas organizaciones a través de un acuerdo de colaboración, reconociendo a La Via Campesina como la más importante representante de los pequeños productores de alimentos de todo el mundo.

Este es un paso más del que alegrarse de una serie de reformas en curso en la FAO, que han creado un espacio único y sin precedentes para colaborar con la sociedad civil y democratizar el escenario de las políticas alimentarias mundiales. La Via Campesina se ha involucrado diligentemente en estas reformas para promover la soberanía alimentaria.

Estas reformas tienen por fin darle a la FAO no solo una mayor legitimidad política, haciéndola más inclusiva, sino también devolverla a su calidad de piedra angular de la cooperación internacional en el área de la seguridad alimentaria, empezando a tomar de las manos del Banco Mundial (BM) o la Organización Mundial del Comercio (OMC) este tipo de decisiones acerca de políticas. Si bien esta evolución es bienvenida, el movimiento campesino mundial no deja de ser realista en cuanto a la cantidad de esfuerzo que debería dedicar a la ONU, manteniendo al mismo tiempo su punto fuerte sobre el terreno, movilizando agricultores y construyendo alternativas.

Una institución importante que también fue reformado dentro del proceso de reforma de la FAO es el Comité de Seguridad Alimentaria Mundial (CSA). Es un órgano intergubernamental aparte, y a día de hoy constituye el espacio clave para la alimentación y la agricultura en el sistema de la ONU. Sus decisiones las pone en práctica la FAO, así como otras instituciones de la ONU relacionadas con la alimentación, tales como el Fondo Internacional para el Desarrollo Agrícola (FIDA), el Programa Mundial de Alimentos (PMA) y el Grupo Consultivo sobre Investigaciones Agrícolas Internacionales

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Director de la FAO asistirá a simposio sobre quinua en Bolivia



2 noviembre 2013, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

La Paz (PL) El director general de la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), José Graziando da Silva, visitará Bolivia en diciembre próximo para participar en un simposio internacional sobre la quinua.

La ministra de Desarrollo Rural, Nemesia Achacollo, anunció la presencia de Graziando da Silva en el evento, previsto para la ciudad de Oruro el próximo 14 de diciembre.

Además del director de la FAO, asistirán expertos de otros países para disertar sobre la ciencia del cereal y sus beneficios nutricionales, y para generar y obtener un buen resultado sobre la concientización del consumo en la población boliviana, destacó Achacollo.

Esas actividades, recalcó la ministra, se realizan en el marco del Año Internacional de la Quinua que,