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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Uniaun Esportadór CPLP nian buka oportunidade negósiu iha Kabuverde/União de Exportadores da CPLP procura oportunidades de negócios em Cabo Verde

11 de Novembro de 2015, SAPO Noticias http://noticias.sapo.tl (Timor-Leste)

Emprezáriu dezena ho balun hosi União de Exportadores da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (UE-CPLP) iha Kabuverde hodi buka oportunidade negósiu no parseria ho empreza lokál sira. 

Hala’o misaun UE-CPLP nian ba Kabuverde ho parseria Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Sotavento (CCISS) kabuverdiana nian, ne’ebé ohin promove sesaun aprezentasaun hodi liga negósiu ba emprezáriu kabuverdianu sira iha Cidade da Praia.

"Hosi parte emprezáriu sira CPLP nian iha tebes kuriozidade hodi simu potensialidade hosi merkadu kabuverdianu, la’ós hodi fa’an no dezenvolve negósiu iha nasaun, maibé ba mós zona ekonómika ne’ebé Kabuverde halo ligasaun, mak CEDEAO

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

GUINÉ-BISSAU ULTRAPASSA CRISE*

26 setembro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


A Guiné-Bissau vivia desde Agosto uma crise política e institucional, situação que está longe de ser inédita naquele país. Contrariando um historial de violência política e militar, nesta crise na Guiné-Bissau parece ter sido encontrada uma solução pacífica, sem intervenção das Forças Armadas e no respeito pelas decisões dos tribunais, neste caso o Supremo Tribunal de Justiça.

No momento em que passa o 42.º aniversário da proclamação do Estado da Guiné-Bissau, os dirigentes guineenses procuram ultrapassar mais uma crise no país.

Carlos Correia, 1.º vice-presidente do PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde), indigitado por este partido, foi escolhido para primeiro-ministro e encarregado de formar um novo governo. O experiente político – tem 81 anos, é engenheiro agrónomo, chefiou o governo em três outras ocasiões, é um veterano da luta de libertação nacional

sábado, 6 de junho de 2015

O COMBATE À FOME

5 junho 2015, Jornal de Angola Editorial http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Em África não há apenas más notícias relativas a conflitos armados, terrorismo  ou a crises políticas . Há também boas. E a boa neste caso é que , de acordo com um recente relatório do Fundo d ONU para  Agricultura e Alimentação(FAO), a África Ocidental fez “progressos notáveis”  no combate à fome.

O documento salienta que 11 milhões  de pessoas da África Ocidental que  desde 1990  passavam fome estão livres  dela. Angola e  São Tomé e Príncipe  tinham sido recentemente mencionadas pela FAO  como tendo baixado para metade a percentagem da população subnutrida e o número absoluto de pessoas  que passavam qualitativa. Os dois países  estão incluídos no grupo de Estados africanos que atingiu  as metas estabelecidas pelos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) e pela Cimeira Mundial da Alimentação.

Os progressos  no combate à fome na África Subsaariana devem-se à prossecução de

domingo, 8 de junho de 2014

TRÁFICO DE DROGA NA GUINÉ-BISSAU: Ramos-Horta discorda com a Interpol

7 junho 2014, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O reprsentante das Nações Unidas na Guiné-Bissau, José Ramos-Horta, rejeitou terça-feira em comunicado, a ideia de que o tráfico de droga seja a principal preocupação na Guiné-Bissau, tal como referido na segunda-feira pela Interpol e por outro representante da ONU.

“Em mais de um ano de presença activa no país, José Ramos-Horta nunca observou que este seja o principal problema”, escreve-se num comunicado do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS).

sexta-feira, 11 de abril de 2014

ELEIÇÕES E INCERTEZAS NA GUINÉ-BISSAU*

11 abril 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)

Carlos Lopes Pereira

Desde há dois anos que a Guiné-Bissau vive de facto sob ditadura militar, com um presidente da república «de transição», guardado por tropas da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (Cedeao), e um governo de fachada, inoperante. Neste cenário, não é de estranhar que as eleições tenham sido impostas pelas Nações Unidas e sejam acompanhadas também por outras organizações internacionais. Sejam quais forem os resultados saídos das urnas, os novos governantes não terão tarefa fácil.

Um dos mais pobres e conflituosos países da África, a Guiné-Bissau, vai às urnas no domingo, 13 de Abril, mas as eleições por si só não resolverão a profunda crise em que o país mergulhou.

Num processo financiado, organizado e vigiado de perto pela «comunidade internacional»,