Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
quinta-feira, 27 de junho de 2019
Brasil/Abramovay: apreensão de avião com cocaína é alerta sobre participação de militares em tráfico de drogas
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Moçambique e Swazilândia mais atentos às ameaças transnacionais
quarta-feira, 20 de julho de 2016
BRICS, БРИКС/Brics assinam protocolo para combate ao narcotráfico
terça-feira, 29 de setembro de 2015
"OPERACIÓN REY DESNUDO" DE LA DEA EN BOLIVIA CONFIRMA TEMORES DE EVO MORALES SOBRE INTROMISIÓN DE EE.UU.
TRANSCRIPCIÓN
AMY GOODMAN: Pasamos a un explosivo nuevo informe que afirma que el gobierno de Estados Unidos ha seleccionado secretamente como objetivo al presidente boliviano Evo Morales por medio de una operación antidrogas, llamada Operación Naked King, (Operación Rey Desnudo). El informe, publicado hoy en The Huffington Post, se basa en documentos presentados ante un tribunal por un informante confidencial de larga trayectoria de la DEA, llamado
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Angola/BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS
Vários Estados de África e de outros continentes consideram que em relação ao terrorismo tem de haver tolerância zero, implementando mecanismos de luta, os quais privilegiam a concertação entre os órgãos judiciais, policiais e de inteligência de diferentes países.
O número de crimes cometidos pelo terrorismo justifica uma acção permanente dos governos no sentido de disponibilizarem meios materiais e humanos que estejam centrados num fenómeno que põe em perigo a estabilidade de muitos Estados. Sabe-se da dimensão dos problemas causados pelo terrorismo, particularmente em África, onde
sexta-feira, 11 de abril de 2014
ELEIÇÕES E INCERTEZAS NA GUINÉ-BISSAU*
Num processo financiado, organizado e vigiado de perto pela «comunidade internacional»,
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Comunicado de la Cancillería de Venezuela
El documento señala que la lucha antidrogas en Venezuela ha registrado progresos significativos durante los últimos años, en particular desde que el Gobierno Bolivariano puso fin a los programas de cooperación oficial con la Agencia estadounidense DEA, entidad que operaba de forma criminal en territorio venezolano.
TeleSUR/ http://www.telesurtv.net
Comunicado del Ministerio del Poder Popular para Relaciones Exteriores de la República Bolivariana de Venezuela
El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela, ante la recurrencia de declaraciones hostiles de funcionarios del Gobierno de los Estados Unidos a propósito de la lucha antidrogas en nuestro país, reitera ante la opinión pública las siguientes informaciones:
La lucha antidrogas en Venezuela ha registrado progresos significativos durante los últimos años, en particular desde que el Gobierno Bolivariano puso fin a los programas de cooperación oficial con la agencia estadounidense DEA.
Venezuela no podía actuar de otra manera ante una entidad que operaba de forma criminal en territorio venezolano, tanto cuando delinquía junto a capos de la droga en operaciones llamadas de entrega controlada como cuando conspiraba abiertamente contra el orden democrático y constitucional de nuestro país.
Despojada del nefasto accionar de esa agencia criminal, Venezuela se ha convertido hoy en un país libre de cultivos, que no produce ni procesa drogas ilícitas, que ha batido año tras año récords de incautación de sustancias provenientes de países vecinos y que ha registrado progresos notables en la destrucción de pistas otrora clandestinas.
Ante la realidad, que revela las fallas estructurales de la política antidrogas del Gobierno de los Estados Unidos, han optado por una agresiva campaña de desprestigio contra las exitosas instituciones venezolanas, que solo se explica por la obsesión política de la actual administración en contra de la Revolución Bolivariana y del liderazgo legítimo y democrático del presidente Hugo Chávez.
Los pueblos y gobiernos del mundo se preguntan cómo el Gobierno estadounidense, capaz de enviar cientos de miles de soldados a ocupar y destruir sistemáticamente a Irak, de levantar un muro para impedir el tránsito de seres humanos en sus fronteras, de perseguir, apresar y expulsar a cientos de miles de trabajadores latinoamericanos al año, es incapaz de detener el creciente flujo de sustancias psicotrópicas que su población está condenada a consumir como resultado de la cultura de consumo masivo que la elite estadounidense ha impuesto y exportado al mundo entero.
Es particularmente desolador el panorama cuando se analiza el balance del director de la Oficina Nacional de Políticas para el Control de Drogas de los Estados Unidos, John P. Walters, quien pretende atribuir su fracaso a la supuesta falta de cooperación de algunos países de la región.
Este funcionario estadounidense, que ha dado muestras públicas de animadversión y odio hacia el liderazgo político venezolano y hacia nuestro pueblo, pretendió en fecha reciente imponer como obligatoria una visita a Venezuela.
El Gobierno Bolivariano, por las razones antes expuestas, consideró inútil e inoportuna una visita de esta naturaleza, siendo de la opinión que este funcionario haría un mejor uso de su tiempo controlando el floreciente tráfico y consumo de drogas en su propio país.
El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela reitera el compromiso de profundizar su exitosa lucha contra la producción y el tráfico de drogas, y el de colaborar de manera soberana, sobre la base del respeto, con los gobiernos que en el continente y en el mundo sinceramente combatan el fenómeno capitalista del tráfico y consumo de drogas.
AsImismo, invita a los gobiernos de los países de mayor consumo de estas sustancias en el mundo a tomar medidas verdaderamente efectivas en la lucha contra este fenómeno, que es consecuencia del salvaje modelo capitalista, las grandes desigualdades sociales y la explotación de las cuales son víctimas los pueblos del mundo.
Domingo 31/08/2008
http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/32161-NN/comunicado-de-la-cancilleria-de-venezuela/
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Portugal quer reforço da cooperação penal entre membros da CPLP
Lisboa, 22 outubro 2007 - O secretário de Estado adjunto e da Justiça de Portugal afirmou hoje que o combate eficaz do tráfico de estupefacientes necessita de uma "actuação concertada e uma cooperação reforçada no domínio penal" entre os países da comunidade de língua portuguesa.
O secretário de Estado adjunto e da Justiça de Portugal afirmou hoje que o combate eficaz do tráfico de estupefacientes necessita de uma "actuação concertada e uma cooperação reforçada no domínio penal" entre os países da comunidade de língua portuguesa.
O ministério da Justiça, o Gabinete sobre Drogas e Crime das Nações Unidas (UNDOC) e vários representantes dos Estados-membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) encontram-se desde hoje reunidos em Lisboa para debater a prevenção e o combate ao tráfico de estupefacientes e substancias psicotrópicas.
Falando na iniciativa, que decorre na capital até quinta-feira, José Conde Rodrigues lembrou que Portugal, como muitos outros países, "não escapa" aos efeitos deste tráfico e da criminalidade conexa, pelo que é "fundamental continuar, de forma concertada, os esforços de prevenção e de luta contra esta realidade".
"É imperativo construir de forma coerente, contínua e planificada a política criminal", afirmou, lembrando, no entanto, que além da agilizaçao do procedimento criminal e da existência de poderes de investigação alargados - entre outras medidas recentemente consagradas a nível nacional - "uma estreita e eficaz cooperação internacional é fundamental".
"Os desafios com que somos confrontados exigem uma ampla partilha de conhecimentos e de experiência, tal como uma constante troca de informações e um reforço da cooperação jurídica e judiciaria em matéria penal entre os Estados-membros da CPLP", disse Conde Rodrigues.
Nesse sentido, o secretário de Estado adjunto e da Justiça disse esperar que esta "visita de estudo" possa contribuir para atingir "resultados concretos num futuro imediato e dar o impulso necessário para criar ou aperfeiçoar, em cada um dos países presentes, sistemas eficazes de prevenção e de combate ao tráfico de estupefacientes".
José Conde Rodrigues lembrou que a criação de mecanismos "modernos e ágeis", já existentes noutros contextos, permitirá ultrapassar "alguns obstáculos ainda existentes para que os criminosos encontrem, para além de fronteiras dos seus países, em lugar da impunidade, o devido julgamento das suas acções criminosas".
"Alcançar este objectivo dependerá, em grande medida, de um esforço colectivo baseado na confiança recíproca entre os membros da CPLP", disse o responsável, sublinhando que Portugal, através do ministério da Justiça, "está preparado para dar uma colaboração sem reservas à prossecução destes objectivos".
Conde Rodrigues lembrou ainda que a ratificação e a aplicação dos instrumentos jurídicos das Nações Unidas, tais como a Convenção Contra o tráfico ilícito de estupefacientes e de substâncias psicotrópicas (Convenção de Viena), assumem particular importância para todos os países, uma vez que são "fundamentais para que os estados consolidem um sólido sistema nas vertentes jurídico, policial e também financeira". (Noticias Lusófonas)