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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Brasil/Abramovay: apreensão de avião com cocaína é alerta sobre participação de militares em tráfico de drogas


27 de junho de 2019, 06:31 h Atualizado em 27 de junho de 2019, 06:41, Brasil 247 https://www.brasil247.com (Brasil) https://www.brasil247.com/brasil/abromovay-apreensao-de-aviao-com-cocaina-e-alerta-sobre-participacao-de-militares-em-trafico-de-drogas

O advogado Pedro Abramovay alerta que "em todos os países nos quais as Forças Armadas foram recrutadas para exercer um papel na guerra às drogas ocorreu uma corrupção do seu papel e setores militares passaram a ser cooptados pelas organizações criminosas"

Diário do Centro do Mundo - "A apreensão de 39kg de cocaína com um militar brasileiro na Espanha não é algo banal".
  
"Não estou nem falando sobre o fato de ser no avião presidencial. Acho precipitado, claro, associar o caso ao presidente. Mas isso não faz do caso algo corriqueiro".
  
"O tema de preocupação é a participação das forças armadas no tráfico de drogas. Em todos os países nos quais as Forças Armadas foram recrutadas para exercer um papel na Guerra às Drogas – principalmente na América Latina -, ocorreu uma corrupção do seu papel e

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Moçambique e Swazilândia mais atentos às ameaças transnacionais



27 julho 2017, Portal do Governo http://www.portaldogoverno.gov.mz (Moçambique)

As ameaças transnacionais traduzidas no crime organizado, violações fronteiriças, tráfico de drogas, de seres e órgãos humanos, imigração ilegal, roubo de viaturas e de gado, assim como o contrabando de mercadorias, figuram na lista de ameaças iminentes à estabilidade tanto de Moçambique quanto da Swazilândia.

Para contrariar a tendência, a Comissão Conjunta Permanente de Defesa e Segurança, entre os dois países, aponta como solução

quarta-feira, 20 de julho de 2016

BRICS, БРИКС/Brics assinam protocolo para combate ao narcotráfico



18 de julho de 2016, Gazeta Russa http://br.rbth.com/brics (Rússia)


Grupo de trabalho reuniu representantes dos cinco países em Nova Déli. Objetivo é trocar informações para coibir tráfico internacional e lavagem do dinheiro obtido.

Reunidos em Nova Déli, na Índia, representantes dos cinco países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) assinaram um protocolo para aumentar a cooperação no combate ao narcotráfico, e a lavagem de dinheiro a ele conectada, e adotar as melhores práticas já desenvolvidas pelos membros.

As recomendações do Grupo de Trabalho Antidrogas do Brics serão incorporadas

terça-feira, 29 de setembro de 2015

"OPERACIÓN REY DESNUDO" DE LA DEA EN BOLIVIA CONFIRMA TEMORES DE EVO MORALES SOBRE INTROMISIÓN DE EE.UU.

28 septiembre 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Amy Goodman, Democracy Now!

Ahora analizamos un explosivo nuevo informe que afirma que el gobierno de EE.UU. ha perseguido secretamente al presidente boliviano Evo Morales con una operación relacionada a la droga, que llevaba el nombre codificado de “Operación rey desnudo”. El informe, recientemente publicado por el periódico Huffington Post esta mañana (15 de septiembre), se basa en documentos de la justicia presentados por Carlos Toro, informante confidencial de la DEA desde hace mucho tiempo. Esto parece confirmar las sospechas de siempre de Morales acerca de que la DEA ha tratado de debilitar su gobierno. En el año 2008, Morales expulsó a la DEA de su país, al acusar a dicha agencia de soborno a agentes de policía, violación a los derechos humanos, encubrimiento de asesinos y destrucción de infraestructura. Morales luego se embarcó en su propia estrategia destinada a combatir el tráfico de drogas: el trabajo conjunto con los productores de coca para que diversifiquen sus cultivos y promuevan un desarrollo alternativo. Los esfuerzos de su gobierno fueron en gran medida efectivos: la ONU anunció el mes pasado que el cultivo de coca en Bolivia era el más bajo en trece años. A pesar de la victoria, la DEA anunció esta semana sus planes para “descertificar” oficialmente a Bolivia, medida burocrática que le costaría a Bolivia la interrupción de la asistencia financiera; además equivale a una acusación de la DEA de que Bolivia no coopera lo suficiente en la lucha contra el tráfico de drogas. Hablamos con Nick Wing de The Huffington Post y Kathryn Ledebur, directora de la Red de Información Andina.

TRANSCRIPCIÓN 

AMY GOODMAN: Pasamos a un explosivo nuevo informe que afirma que el gobierno de Estados Unidos ha seleccionado secretamente como objetivo al presidente boliviano Evo Morales por medio de una operación antidrogas, llamada Operación Naked King, (Operación Rey Desnudo). El informe, publicado hoy en The Huffington Post, se basa en documentos presentados ante un tribunal por un informante confidencial de larga trayectoria de la DEA, llamado

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Angola/BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS

2 setembro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

O combate ao branqueamento de capitais tem constituído uma prioridade de muitos Estados, que estão preocupados com o fenómeno do terrorismo, que é financiado por dinheiro obtido por via de actividades ilegais, como, por exemplo, o tráfico de drogas.

O terrorismo é actualmente um dos grandes problemas no mundo e faz sentido que os Estados se empenhem em anular as fontes de financiamento de grupos que praticam a violência e cometem crimes hediondos em várias partes do globo, matando um elevado número de civis.

Vários Estados de África e de outros continentes consideram que em relação ao terrorismo tem de haver tolerância zero, implementando mecanismos de luta, os quais privilegiam a concertação entre os órgãos judiciais, policiais e de inteligência de diferentes países.
  
O número de crimes cometidos pelo terrorismo justifica uma acção permanente dos governos no sentido de disponibilizarem meios materiais e humanos que estejam centrados num fenómeno que põe em perigo a estabilidade de muitos Estados. Sabe-se da dimensão dos problemas causados pelo terrorismo, particularmente em África, onde

sexta-feira, 11 de abril de 2014

ELEIÇÕES E INCERTEZAS NA GUINÉ-BISSAU*

11 abril 2014, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)

Carlos Lopes Pereira

Desde há dois anos que a Guiné-Bissau vive de facto sob ditadura militar, com um presidente da república «de transição», guardado por tropas da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (Cedeao), e um governo de fachada, inoperante. Neste cenário, não é de estranhar que as eleições tenham sido impostas pelas Nações Unidas e sejam acompanhadas também por outras organizações internacionais. Sejam quais forem os resultados saídos das urnas, os novos governantes não terão tarefa fácil.

Um dos mais pobres e conflituosos países da África, a Guiné-Bissau, vai às urnas no domingo, 13 de Abril, mas as eleições por si só não resolverão a profunda crise em que o país mergulhou.

Num processo financiado, organizado e vigiado de perto pela «comunidade internacional»,

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Comunicado de la Cancillería de Venezuela

El documento señala que la lucha antidrogas en Venezuela ha registrado progresos significativos durante los últimos años, en particular desde que el Gobierno Bolivariano puso fin a los programas de cooperación oficial con la Agencia estadounidense DEA, entidad que operaba de forma criminal en territorio venezolano.

TeleSUR/ http://www.telesurtv.net

Comunicado del Ministerio del Poder Popular para Relaciones Exteriores de la República Bolivariana de Venezuela

El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela, ante la recurrencia de declaraciones hostiles de funcionarios del Gobierno de los Estados Unidos a propósito de la lucha antidrogas en nuestro país, reitera ante la opinión pública las siguientes informaciones:

La lucha antidrogas en Venezuela ha registrado progresos significativos durante los últimos años, en particular desde que el Gobierno Bolivariano puso fin a los programas de cooperación oficial con la agencia estadounidense DEA.

Venezuela no podía actuar de otra manera ante una entidad que operaba de forma criminal en territorio venezolano, tanto cuando delinquía junto a capos de la droga en operaciones llamadas de entrega controlada como cuando conspiraba abiertamente contra el orden democrático y constitucional de nuestro país.

Despojada del nefasto accionar de esa agencia criminal, Venezuela se ha convertido hoy en un país libre de cultivos, que no produce ni procesa drogas ilícitas, que ha batido año tras año récords de incautación de sustancias provenientes de países vecinos y que ha registrado progresos notables en la destrucción de pistas otrora clandestinas.

Ante la realidad, que revela las fallas estructurales de la política antidrogas del Gobierno de los Estados Unidos, han optado por una agresiva campaña de desprestigio contra las exitosas instituciones venezolanas, que solo se explica por la obsesión política de la actual administración en contra de la Revolución Bolivariana y del liderazgo legítimo y democrático del presidente Hugo Chávez.

Los pueblos y gobiernos del mundo se preguntan cómo el Gobierno estadounidense, capaz de enviar cientos de miles de soldados a ocupar y destruir sistemáticamente a Irak, de levantar un muro para impedir el tránsito de seres humanos en sus fronteras, de perseguir, apresar y expulsar a cientos de miles de trabajadores latinoamericanos al año, es incapaz de detener el creciente flujo de sustancias psicotrópicas que su población está condenada a consumir como resultado de la cultura de consumo masivo que la elite estadounidense ha impuesto y exportado al mundo entero.

Es particularmente desolador el panorama cuando se analiza el balance del director de la Oficina Nacional de Políticas para el Control de Drogas de los Estados Unidos, John P. Walters, quien pretende atribuir su fracaso a la supuesta falta de cooperación de algunos países de la región.

Este funcionario estadounidense, que ha dado muestras públicas de animadversión y odio hacia el liderazgo político venezolano y hacia nuestro pueblo, pretendió en fecha reciente imponer como obligatoria una visita a Venezuela.

El Gobierno Bolivariano, por las razones antes expuestas, consideró inútil e inoportuna una visita de esta naturaleza, siendo de la opinión que este funcionario haría un mejor uso de su tiempo controlando el floreciente tráfico y consumo de drogas en su propio país.

El Gobierno de la República Bolivariana de Venezuela reitera el compromiso de profundizar su exitosa lucha contra la producción y el tráfico de drogas, y el de colaborar de manera soberana, sobre la base del respeto, con los gobiernos que en el continente y en el mundo sinceramente combatan el fenómeno capitalista del tráfico y consumo de drogas.

AsImismo, invita a los gobiernos de los países de mayor consumo de estas sustancias en el mundo a tomar medidas verdaderamente efectivas en la lucha contra este fenómeno, que es consecuencia del salvaje modelo capitalista, las grandes desigualdades sociales y la explotación de las cuales son víctimas los pueblos del mundo.

Domingo 31/08/2008

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/32161-NN/comunicado-de-la-cancilleria-de-venezuela/





terça-feira, 23 de outubro de 2007

Portugal quer reforço da cooperação penal entre membros da CPLP

Lisboa, 22 outubro 2007 - O secretário de Estado adjunto e da Justiça de Portugal afirmou hoje que o combate eficaz do tráfico de estupefacientes necessita de uma "actuação concertada e uma cooperação reforçada no domínio penal" entre os países da comunidade de língua portuguesa.
O secretário de Estado adjunto e da Justiça de Portugal afirmou hoje que o combate eficaz do tráfico de estupefacientes necessita de uma "actuação concertada e uma cooperação reforçada no domínio penal" entre os países da comunidade de língua portuguesa.
O ministério da Justiça, o Gabinete sobre Drogas e Crime das Nações Unidas (UNDOC) e vários representantes dos Estados-membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) encontram-se desde hoje reunidos em Lisboa para debater a prevenção e o combate ao tráfico de estupefacientes e substancias psicotrópicas.
Falando na iniciativa, que decorre na capital até quinta-feira, José Conde Rodrigues lembrou que Portugal, como muitos outros países, "não escapa" aos efeitos deste tráfico e da criminalidade conexa, pelo que é "fundamental continuar, de forma concertada, os esforços de prevenção e de luta contra esta realidade".
"É imperativo construir de forma coerente, contínua e planificada a política criminal", afirmou, lembrando, no entanto, que além da agilizaçao do procedimento criminal e da existência de poderes de investigação alargados - entre outras medidas recentemente consagradas a nível nacional - "uma estreita e eficaz cooperação internacional é fundamental".
"Os desafios com que somos confrontados exigem uma ampla partilha de conhecimentos e de experiência, tal como uma constante troca de informações e um reforço da cooperação jurídica e judiciaria em matéria penal entre os Estados-membros da CPLP", disse Conde Rodrigues.
Nesse sentido, o secretário de Estado adjunto e da Justiça disse esperar que esta "visita de estudo" possa contribuir para atingir "resultados concretos num futuro imediato e dar o impulso necessário para criar ou aperfeiçoar, em cada um dos países presentes, sistemas eficazes de prevenção e de combate ao tráfico de estupefacientes".
José Conde Rodrigues lembrou que a criação de mecanismos "modernos e ágeis", já existentes noutros contextos, permitirá ultrapassar "alguns obstáculos ainda existentes para que os criminosos encontrem, para além de fronteiras dos seus países, em lugar da impunidade, o devido julgamento das suas acções criminosas".
"Alcançar este objectivo dependerá, em grande medida, de um esforço colectivo baseado na confiança recíproca entre os membros da CPLP", disse o responsável, sublinhando que Portugal, através do ministério da Justiça, "está preparado para dar uma colaboração sem reservas à prossecução destes objectivos".
Conde Rodrigues lembrou ainda que a ratificação e a aplicação dos instrumentos jurídicos das Nações Unidas, tais como a Convenção Contra o tráfico ilícito de estupefacientes e de substâncias psicotrópicas (Convenção de Viena), assumem particular importância para todos os países, uma vez que são "fundamentais para que os estados consolidem um sólido sistema nas vertentes jurídico, policial e também financeira". (Noticias Lusófonas)