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quinta-feira, 4 de junho de 2015

FAO/Lula e José Graziano: POR UM MUNDO SEM FOME E COM PAZ

2 de junho de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Luiz Inácio Lula da Silva* e José Graziano da Silva*, publicado no Corriere della Sera
Reprodução
                           
Um mundo sem fome não é um sonho abstrato. Um mundo sem fome, onde todos tenham oportunidade de se alimentar e estudar é algo possível, ao nosso alcance. A pobreza e a miséria, dentro dos nossos países ou em outros países, não é um fato inevitável da vida. Podemos, sim, construir um mundo sem fome. E só um mundo sem fome pode nos permitir construir um mundo sem guerras, um mundo de paz.

Embora não seja a única razão dos conflitos, há uma relação circular entre a segurança alimentar e a paz: do mesmo modo que a fome leva a conflitos, os conflitos agravam a fome.

Nossa convicção de que esse mundo é possível não se baseia apenas na esperança de um planeta mais justo. Ela se baseia nos avanços que diversos países têm feito no combate à fome e na experiência de nossas vidas lutando para melhorar as condições sociais no Brasil.

Dentro de poucos dias, vamos

sexta-feira, 6 de março de 2015

AMÉRICA LATINA ALCANZA META MUNDIAL DE REDUCCIÓN DEL HAMBRE, PERO PROSIGUE CON DESIGUALDADES

4 marzo 2015, ADITAL Agencia de Información Fray Tito para América Latina (Brasil)

Marcela Belchior*

Informe publicado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO, por su sigla en inglés) señala a América Latina como la primera y única región del mundo que alcanzó, de manera anticipada, la meta de los Objetivos de Desarrollo del Milenio (ODM). Gran parte de los países de la región cumplió el fin de reducción del hambre, establecido por la Cumbre Mundial de la Alimentación (CMA). Según la organización, ninguna otra parte del globo está ni siquiera cerca de la conquista.

La meta estipulada por los ODM es de, en el período de 1990 a 2015, reducir a la mitad la prevalencia de personas que sufren hambre en el mundo. En 2014, sin embargo, América Latina ya consiguió reducir esta proporción del 14,4% al 5,1%, superando la meta. En ese mismo sentido, la

segunda-feira, 16 de junho de 2014

FAO e governo brasileiro unem-se para fortalecer pesca em países africanos

13 junho 2014, Expresso das Ilhas http://www.expressodasilhas.sapo.cv (Cabo Verde)
Escrito por  Expresso das Ilhas

O Director-Geral da FAO, José Graziano da Silva, e o Ministro da Pesca e Aquicultura do Brasil, Eduardo Bendito Lopes, assinaram em Roma, uma carta  de intenções que estabelece parceria com países africanos nos sectores da pesca e da aquacultura.

De acordo com o documento, a FAO e o Brasil planeiam desenvolver acções de cooperação técnica e ajudar as nações africanas a formularem políticas públicas que beneficiem essas áreas, que são consideradas fundamentais para a promoção da segurança alimentar e nutricional.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

FAO/Graziano: UMA PONTE ENTRE AMÉRICA LATINA E ÁFRICA


11 outubro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)
 
Saul Leblon 


Eleito em 2011 para dirigir a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO),  José Graziano da Silva levou ao plano internacional a experiência de quem no  Brasil liderou a agenda da luta contra a fome dentro do Partido dos Trabalhadores, desde a sua fundação. Nessa trajetória seria um dos principais responsáveis  pela criação e a implantação inicial  do Fome Zero, no primeiro governo Lula, em 2003.

Fome Zero, na verdade, era o nome fantasia de uma política de segurança alimentar que incluía um amplo leque de medidas e programas destinados a atacar as manifestações emergenciais e estruturais da fome e da miséria no país.

Apesar dos tropeços iniciais, sob forte cerco  de uma mídia inconsolável com a derrota de seu eterno candidato, José Serra, grande parte das ações foram e continuam sendo implantadas no país. Com indiscutível êxito.

O Brasil e Lula tornaram-se referências no combate à fome no mundo. Graziano venceu uma disputa dificílima  pela direção geral da FAO, com oposição engajada de Hillary Clinton e dos europeus, que tinham candidato próprio.

A votação maciça dos países em desenvolvimento e apoio pesado no continente africano deram-lhe a vitoriosa responsabilidade de concentrar esforços na montagem de uma ponte cooperativa entre países africanos e latino-americanos,

Objetivo: discutir e adaptar experiências bem sucedidas de políticas sociais e agrícolas de combate à fome.

Em seu último relatório sobre o estado da segurança alimentar no mundo,  divulgado no início deste mês, a FAO mostra

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Angola/Países africanos comprometem-se a combater fome até 2025



2 julho 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

Luanda - Os países africanos comprometeram-se a erradicar a fome no continente até 2025, segundo acordo assumido na Reunião de Alto Nível de Chefes de Estado e de Governo para adopção de uma nova parceria para o debate da questão do combate à fome em África, realizada na cidade de Addis Abeba (Etiópia), de 30 de Junho a um de Julho, na capital da Etiópia.

De acordo com o ministro da Agricultura, Afonso Pedro Canga, que participou no evento, “a reunião aprovou uma declaração em que os líderes africanos e seus parceiros internacionais assumiram

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Brasil/DEPOIS DA OMC, A COPA DO MUNDO



10 maio 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)   

O Brasil já colocou dois funcionários seus no comando da FAO, com José Graziano, e agora na OMC, com Roberto Carvalho de Azevedo. São duas entidades internacionais contra uma, a Santa Sé, encabeçada pelo argentino Jorge Bergoglio. O dois a um só pode ser empatado para um dois a dois com o compromisso de deixar a Copa do Mundo de 2014 para a Argentina. Desde que, claro, se alcance um compromisso e não se necessite de um milagre. Por Martín Granovsky, do Página/12.

Buenos Aires - O Brasil e os países emergentes conseguiram um triunfo histórico que também será benéfico para a Argentina. O triunfo é duplo devido à figura que ganhou e à figura que perdeu. Ganhou um diplomata brasileiro, Roberto Carvalho de Azevedo, 55 anos, que obteve a maioria para ocupar a partir de setembro deste ano a direção da Organização Mundial de Comércio (OMC). Perdeu o mexicano Herminio Blanco Mendoza, 63 anos, ministro de Indústria e Comércio entre 1994 e 2000, sobretudo, chefe dos negociadores de seu país entre 1990 e 1993 sob o mando do presidente ultraliberal Carlos Salinas de Gortari para a construção do Nafta, a área de livre comércio dos Estados Unidos, Canadá e México.

A Europa votou em bloco a favor de Blanco. Também os Estados Unidos, ainda que, como de hábito, os negociadores norteamericanos tenham reduzido sua exposição pública quando vislumbraram que seriam derrotados.