Mostrando postagens com marcador OMC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador OMC. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de junho de 2015

50 PAÍSES COSTURAM TRATADO AINDA MAIS ANTIDEMOCRÁTICO E NEOLIBERAL QUE O TTIP

5 junho 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

O TiSA obrigará os governos que o assinem a promover e ampliar a desregulação e liberalização especulativa.

Carlos Henrique Bayo, diretor de Publico.es

O Wikileaks vazou o conteúdo das negociações clandestinas de meia centena de governos que buscam estabelecer um acordo mundial secreto de comércio internacional de serviços, que passará por cima de todas as regulações e normativas estatais e parlamentárias, em benefício das corporações.

O sigiloso tratado de libre comércio TTIP, entre os Estados Unidos e a União Europeia parecia imbatível, uma espécie de Cavalo de Troia das multinacionais, mas a verdade é que serve apenas de cortina de fumaça para ocultar a verdadeira aliança neoliberal planetária: o Trade in Services Agreement (TiSA), um acordo ainda mais antidemocrático de intercâmbio de serviços entre cinquenta países, incluindo a Espanha, que não só está sendo negociado sob o mais absoluto segredo senão que deverá continuar escondido da opinião pública durante mais cinco anos, quando já

terça-feira, 14 de abril de 2015

Brasil/AS HIENAS E OS VIRA-LATAS

9 abril 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Em dramático artigo na Carta Maior, o ex-chanceler Celso Amorim, exorta os intelectuais a irem às ruas para defender a política externa independente, ameaçada, segundo ele, pela nova ofensiva neoliberal para ressuscitar a ALCA. Fugindo a seu estilo normalmente moderado e cauteloso, Amorim, o chanceler de Lula e ministro da Defesa de Dilma, cuja permanência à frente do Itamraty superou até mesmo o emblemático Barão do Rio Branco, alerta: “Intelectuais progressistas, preparai-vos para o debate”. Ele vai ser duro e não se dará somente nos salões acadêmicos ou nos corredores palacianos. Terá que ir às ruas, às praças e às portas de fábrica”.

Vejam abaixo a íntegra do artigo:

AS HIENAS E OS VIRA-LATAS

Por Celso Amorim

Aproveitando o momento de vulnerabilidade política e econômica do nosso país, os defensores de uma integração dependente do Brasil na economia internacional estão lançando

terça-feira, 1 de julho de 2014

ONU aprobó creación de Tratado contra violaciones de DDHH por parte de multinacionales

28 junio 2014, PIA-Pediodismo Internacional Alternativo http://www.noticiaspia.org (Argentina)

PIA -- Pese a la oposición de Estados Unidos y la Unión Europea, el Consejo de Derechos Humanos de Naciones Unidas logró aprobar en Suiza la creación de un grupo intergubernamental para elaborar un Tratado de carácter vinculante para las empresas multinacionales en materia de Derechos Humanos. La propuesta impulsada por Ecuador y decenas de organizaciones sociales y políticas, tuvo el respaldo de la Declaración del Tribunal Permanente de los Pueblos que condenó por “crímenes contra la humanidad y el ambiente” a corporaciones como Chevron, Shell, Mekorot y Glencore.

El objetivo del Tratado que comenzará a diseñarse tras la aprobación de la resolución de la ONU es que obligue a las Corporaciones Transnacionales (ETNs) a respetar las normas internacionales en materia de derechos humanos e instaure responsabilidades civiles y penales en el caso de que incurran en violaciones, y señale las obligaciones de los Estados con relación a la regulación y control de las ETNs.  De ese modo, complementará los mecanismos universales, regionales y nacionales.

“La propuesta conjunta ecuatoriana – sudafricana logró ser aprobada, a pesar de la fuerte oposición y presión política que ejercieron Estados Unidos, Japón, Corea del Sur y la Unión Europea sobre los demás países miembros del Consejo”, destacó la cancillería de Ecuador, luego de

sexta-feira, 21 de março de 2014

Rusia reemplaza a OTAN por BRICS en sector alimentario

21 marzo 2014, HispanTV http://hispantv.net (Irán)

Ante las posibles consecuencias que podrían conllevar las sanciones impuestas contra Rusia por parte de Estados Unidos y la Unión Europea (UE), Moscú ha decidido reemplazar a los países de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) por las naciones del grupo de economías emergentes BRICS (Brasil, Rusia, La India, China y Sudáfrica). 


Tras reconocer el aspecto irreversible de la dependencia de Rusia de los suministros del extranjero, el director del Departamento de Comercio y Servicios moscovita ha enfatizado la búsqueda de unos proveedores y suministradores alternativos.

En este sentido, el sector alimenticio de Moscú tiene previsto reorientar y aprovechar, aún más, las ofertas de los productores de América del Sur, en especial Brasil.

Asimismo, considera a los países de la Comunidad de Estados Independientes, China y Asia Central como capaces de ampliar sus ofertas alimentarias a Rusia.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A NOVA ORDEM MUNDIAL



5 novembro 2013, ODiário.infohttp://www.odiario.info (Portugal)


Com a publicação deste estudo, acrescentamos um muito importante documento ao acervo de análises sobre um tema central: a evolução e alteração da correlação de forças económicas e financeiras no plano global. Alteração que terá necessariamente repercussões em todos os aspectos das relações internacionais e nas organizações internacionais, as que integram o “Sistema das Nações Unidas” e outras. E que porá à prova a sua capacidade de acolher contradições que se agudizam.

O velho Mundo Ocidental é o retrato do capitalismo decrépito que oprime e agride os povos em todo o mundo. Mas esses povos não se resignam, levantam a sua voz e as suas forças e, da Ásia à América, resistem para se libertarem e unirem em novas solidariedades, senhores dos seus destinos. Este rearranjo, em consonância com projetos de desenvolvimento e progresso social em cada um deles, é um passo de um demorado caminho para uma nova ordem mundial.

O diplomata brasileiro Roberto Azevedo assumiu o mandato de Diretor-Geral da Organização Mundial do Comércio em 1 de Setembro passado. Ao contrário do Diretor-Geral cessante, antigo Comissário Europeu do Comércio Pascal Lamy de má memória e oponente convicto ao ingresso da Rússia e da China na OMC, o novo Diretor-Geral não enjeita alinhar-se com os colegas dos BRICS. A diplomacia brasileira logrou angariar apoios bastantes entre os estados membros, comprometendo-se em particular a dar à China e ao continente africano voz e posições relevantes no seio da OMC, e logrou neutralizar a oposição dos EUA e da UE. Este facto singular é sintomático das profundas transformações que abalam a economia e a finança no mundo, mais um sinal da desagregação da velha ordem mundial.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS: DE ONDE E PARA ONDE
A Organização das Nações Unidas (ONU) foi estabelecida em 26 de Junho de 1945, tendo como estatutos a Carta das Nações Unidas, inicialmente subscrita por 51 países, compreende atualmente 193 estados membros, a quase totalidade dos existentes. Ficou sedeada em Nova Iorque.

Sob a sua alçada foi sendo constituído um agora vasto “Sistema das Nações Unidas” - conjunto de programas, agencias, institutos, convenções, etc. - coordenado por um Conselho Económico e Social. Aí se integram as de vocação mais diretamente económica e financeira: o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial (FMI/BM), criados em 1945 e com suas sedes em Washington; a Organização Mundial do Comércio (OMC), estabelecida em 1947 (ainda enquanto GATT) com sede em Genebra; umas e outra no cumprimento e sequência das conferências de Bretton Woods (1944).

O poder económico e militar dos EUA, associado ao privilégio internacional do dólar, preservado como moeda de referência quase universal para fins de reserva e pagamento, têm conferido a esta potência a capacidade de influenciar os acontecimentos e as políticas internacionais muito para além do que legitimamente caberia a um só país no concerto das nações.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Brasil/Lula: "Introduzimos o combate à fome na política internacional"



18 julho 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez a sessão de encerramento da Conferência Nacional “2003-2013: Uma Nova Política Externa”, organizada pelo Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais e pela Universidade Federal do ABC, nesta quinta-feira (18). A proposta da conferência foi o balanço dos 10 anos e os desafios da consolidação de uma política externa soberana mais voltada para a América Latina e a África, sem "complexo de vira-lata”.

De São Bernardo, Moara Crivelente para o Vermelho

Lula fala do combate à fome e à miséria e da política externa soberana do Brasil na Conferência Nacional "2003-2013: Uma Nova Política Externa".

O ex-presidente trouxe à sessão uma série de documentos que relatavam as suas promessas de campanha, iniciando com a declaração de que “uma das nossas propostas em 2002 era fazer com que a Alca [Área de Livre-Comércio das Américas] não acontecesse nesse continente”.

Lula falou de temas diversos, inclusive sobre o ex-agente da Agência Central de Inteligência dos EUA, Edward Snowden, classificando as suas denúncias sobre o programa de espionagem norte-americano como “um grande serviço à humanidade” e à autodeterminação.

Além disso, mencionou o maior empenho nas relações com o Oriente Médio e a

sexta-feira, 19 de julho de 2013

MERCOSUL, A NOVA ALCA E A CHINA



18 julho 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Samuel Pinheiro Guimarães*

1. Todo o noticiário sobre Mercosul, Aliança do Pacífico, Parceria Transpacífica e China tem a ver com um embate ideológico entre duas concepções de política de desenvolvimento econômico e social.

2. A primeira dessas concepções afirma que o principal obstáculo ao crescimento e ao desenvolvimento é a ação do Estado na economia.

3. A ação direta do Estado na economia, através de empresas estatais, como a Petrobrás, ou indireta, através de políticas tributárias e creditícias para estimular empresas consideradas estratégicas, como a ação de financiamento do BNDES, distorceria as forças de mercado e prejudicaria a alocação eficiente de recursos.

4. Nesta visão privatista e individualista, uma política de eliminação dos obstáculos ao comércio e à circulação de capitais; de não discriminação entre empresas nacionais e estrangeiras; de eliminação de reservas de mercado; de mínima regulamentação da atividade empresarial, inclusive financeira; e de privatização de empresas estatais conduziria a uma eficiente divisão internacional do trabalho em que todas as sociedades participariam de forma equânime e atingiriam os mais elevados níveis de crescimento e desenvolvimento.

5. Esta visão da economia se fundamenta em premissas equivocadas. Primeiro, de que todos os Estados partem de um mesmo nível de desenvolvimento, de que não há Estados mais e menos desenvolvidos. Segundo, de que as empresas são todas iguais ou pelo menos muito semelhantes em dimensão de produção, de capacidade financeira e tecnológica e de que não são capazes de influir sobre os preços. Terceiro, de que há plena liberdade de movimento da mão-de-obra entre os Estados. Quarto, de que há pleno acesso à tecnologia que pode ser adquirida livremente no mercado. Quinto, de que todos os Estados, inclusive aqueles mais desenvolvidos, seguem hoje e teriam seguido no passado esse tipo de políticas.

6. Como é óbvio, estas premissas não correspondem nem à realidade da economia mundial, que é muito, muito mais complexa, nem ao desenvolvimento histórico do capitalismo.

terça-feira, 11 de junho de 2013

O CHILE DE PINOCHET A BACHELET



6 junho 2013, Blog do Emir, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Emir Sader


Santiago do Chile – O Chile foi para nós, na América Latina, o que a França foi para a Europa, país que Engels chamou de “laboratório de experiências políticas”. O Chile foi, guardadas as devidas distâncias, um país de experiências avanças na América Latina.

País mineiro, teve classe operária mais cedo que outros, no lugar do campesinato, produtos de economias agrícolas. O Chile teve, assim, movimento operário – mesmo que sob formas elementares, sob hegemonia anarquista – ainda no final do século XIX.

Como produto da capacidade de organização e de luta dos mineiros chilenos, o país protagonizou um primeiro grande massacre, em 1907, em Santa Maria de Iquique – imortalizada na Canta de Santa Maria de Iquique, gravação dos Inti-Ilimani.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

BRASIL, MERCOSUL E A MORAL SELETIVA NOS NEGÓCIOS COM ISRAEL



3 junho 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)
 
A relação comercial atual do Mercosul com Israel viola o direito comercial, os direitos humanos, os estatutos e as práticas do bloco sul-americano, compromissos políticos do Brasil com o povo palestino e tem prejudicado as relações com outros parceiros comerciais. Além de tudo isso, Israel viola as disposições do próprio Tratado de Livre Comércio, exportando ilegalmente os produtos dos assentamentos. O que é preciso para simplesmente tratar Israel como se trataria qualquer outro país? Por Maren Mantovani.

Uma qualidade essencial aos ativistas Palestinos é o agudo senso de ironia. Para se ter uma ideia, as políticas recomendadas pela cartilha da Organização Mundial do Comércio (OMC) são denunciadas por movimentos sociais de todo o mundo por conta dos ataques às soberanias política, econômica, cultural, e até mesmo alimentar dos povos. A Palestina é, possivelmente, o único lugar onde a situação é tão calamitosa que a implementação das normas da OMC seria um progresso. No entanto, na Palestina ocupada, até mesmo essas regras são desrespeitadas.

terça-feira, 14 de maio de 2013

BRICS/UMA VITÓRIA DO SUL



8 maio 2013, Mauro Santayana  http://www.maurosantayana.com (Brasil)  

(HD)-A eleição do Embaixador Roberto Azevedo para a direção geral da Organização Mundial do Comércio é uma vitória dos paises emergentes, com o Brics à frente, e da habilidade diplomática do Itamaraty.

Como se noticiou ontem, o Brasil teve, contra o seu candidato, os Estados Unidos, parte da América Latina e a União Européia, com exceção de Portugal. Segundo se soube, Portugal se somou aos países africanos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (que nos apoiaram firmemente ao empenho dos diretores dessa organização), de que é membro, dissociando-se da unanimidade européia.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Brasil/DEPOIS DA OMC, A COPA DO MUNDO



10 maio 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)   

O Brasil já colocou dois funcionários seus no comando da FAO, com José Graziano, e agora na OMC, com Roberto Carvalho de Azevedo. São duas entidades internacionais contra uma, a Santa Sé, encabeçada pelo argentino Jorge Bergoglio. O dois a um só pode ser empatado para um dois a dois com o compromisso de deixar a Copa do Mundo de 2014 para a Argentina. Desde que, claro, se alcance um compromisso e não se necessite de um milagre. Por Martín Granovsky, do Página/12.

Buenos Aires - O Brasil e os países emergentes conseguiram um triunfo histórico que também será benéfico para a Argentina. O triunfo é duplo devido à figura que ganhou e à figura que perdeu. Ganhou um diplomata brasileiro, Roberto Carvalho de Azevedo, 55 anos, que obteve a maioria para ocupar a partir de setembro deste ano a direção da Organização Mundial de Comércio (OMC). Perdeu o mexicano Herminio Blanco Mendoza, 63 anos, ministro de Indústria e Comércio entre 1994 e 2000, sobretudo, chefe dos negociadores de seu país entre 1990 e 1993 sob o mando do presidente ultraliberal Carlos Salinas de Gortari para a construção do Nafta, a área de livre comércio dos Estados Unidos, Canadá e México.

A Europa votou em bloco a favor de Blanco. Também os Estados Unidos, ainda que, como de hábito, os negociadores norteamericanos tenham reduzido sua exposição pública quando vislumbraram que seriam derrotados.

sábado, 11 de maio de 2013

Brasil/OMC: A diplomacia do PT não isolou o Brasil



8 maio 2013,  Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Saul Leblon, Blog das Frases

Com a oposição dos países ricos e a má vontade da mídia conservadora brasileira, mas o apoio coeso das nações em desenvolvimento, o Brasil conquistou o mais importante posto internacional de sua história: a direção da Organização Mundial do Comércio.

Não foi um ponto fora da curva.

A política externa independente do Itamaraty

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Brasil/Declaração à imprensa da Presidenta da República, Dilma Rousseff, após cerimônia de assinatura de atos com o Presidente do Egito, Mohamed Morsi




8 maio 2013, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)  

Palácio do Planalto, 08 de maio de 2013

Excelentíssimo senhor Mohamed Morsi, presidente da República Árabe do Egito.
Senhoras e senhores ministros de Estado e integrantes das delegações do Egito e do Brasil.

Senhoras e senhores jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas.

Senhoras e senhores,

Tenho muita satisfação em receber o presidente Morsi na sua histórica visita de Estado ao Brasil, a primeira de um mandatário desse grande país amigo que é o Egito. 

Escolhido pela voz majoritária das urnas, o governo do presidente Morsi busca dar expressão às legítimas aspirações do povo egípcio por liberdade, justiça social e desenvolvimento. Todos nós acompanhamos com emoção e sentimento de solidariedade o desenrolar do processo transformador desencadeado pelas manifestações da Praça Tahrir. Vivemos no Brasil processo similar de redemocratização a partir dos anos 80

Moçambique/Novo diretor-geral da OMC "articulará melhor" interesses dos países em desenvolvimento



9 maio 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

O ministro da Indústria e Comércio moçambicano disse hoje ver "com bons olhos" a eleição do brasileiro Roberto Azevêdo para o cargo de director-geral da OMC, porque os países em desenvolvimento terão "uma melhor articulação".

Roberto Azevêdo, 55 anos, ganhou esta semana a corrida à direcção-geral da OMC

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Brasil/Em nota, Dilma agradece apoio em eleição de Roberto Azevêdo para a direção-geral da OMC



7 maio 2013, Blog do Planalto http://blog.planalto.gov.br (Brasil)

Em nota divulgada nesta terça-feira (7), a presidenta Dilma Rousseff afirmou ter recebido com satisfação a escolha do embaixador Roberto Azevêdo para diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). Dilma destacou a experiência e o compromisso do embaixador, que, segundo ela, foi escolhido com o objetivo de criar as condições para um ordenamento econômico mundial mais dinâmico e justo.

Confira a íntegra da nota

terça-feira, 7 de maio de 2013

OMC define hoje novo diretor-geral; brasileiro tem apoio do Brics



7 maio 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A Organização Mundial do Comércio (OMC) deve definir nesta terça-feira (7), até o fim da tarde, quem será o novo diretor-geral da entidade. Na disputa estão o embaixador brasileiro Roberto Carvalho de Azevêdo, de 55 anos, e o mexicano Herminio Blanco, de 62. O novo diretor-geral assume o cargo em 31 de agosto, substituindo o francês Pascal Lamy.

Até esta segunda-feira (6), a eleição estava bem disputada,

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Angola tem 27 mil processos de pedidos de registo de marcas e patentes

Luanda, Angola, 14 julho 2010 - O director-geral do Instituto Angolano da Propriedade Industrial, Barros Licença, afirmou segunda-feira, em Luanda, que Angola tem, neste momento, 27 mil processos de pedidos de registo de marcas e patentes.

Barros Licença adiantou que 40 por cento ou 10 800 dos pedidos foram concluídos com a emissão dos respectivos títulos e outros foram rejeitados por não reunirem condições para o registo.

De acordo com Barros Licença, daquele número 80 por cento ou 21 600 eram pedidos de registo de marcas estrangeiras, como uma forma de se evitar o uso abusivo das mesmas.

"Angola é um mercado onde entram produtos e bens provenientes de vários países e, sendo as empresas estrangeiras as principais detentoras de marcas de produtos, têm todo o interesse em protegê-las", afirmou Barros Licença em declarações à agência noticiosa angolana Angop.

Barros Licença referiu que em Angola a consciência sobre o registo de propriedade é ainda muito baixa o que concorre para a fraca adesão destes serviços.

Segundo Barros Licença, o registo é facultativo, porém tem a vantagem de permitir que o detentor se oponha ao uso indevido da mesma e, caso aconteça, pode accionar os mecanismos instituídos pelo Estado para a defesa dos seus direitos.

Barros Licença falava a propósito da abertura, hoje em Luanda, de uma conferência nacional sobre propriedade intelectual.

Promovido pelas instituições executoras e fiscalizadoras da política do Estado (tuteladas por vários ministérios), o encontro tem a duração de dois dias e conta com a participação, entre outros, de representantes da Organização Mundial do Comércio (OMC) e da Propriedade Intelectual, (OMPI). (macauhub)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Brasil/Lula sugere integração da Síria à OMC

30 junho 2010/Agncia Brasil http://agenciabrasil.ebc.com.br

Renata Giraldi e Priscilla Mazenotti, Repórteres da Agência Brasil

Brasília – Na presença do presidente da Síria, , o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje (30) a entrada do país na Organização Mundial do Comércio (OMC). Para Lula, a tendência no mundo atual é de crescimento multilateral e, por isso, é o momento de avançar no processo de inclusão dos sírios na OMC.

“A tendência é de crescimento com um sistema multilateral de comércio mais representativo dos anseios do mundo em desenvolvimento. Por isso, defendemos o fim dos entraves que impedem o avanço do processo de acesso da Síria à OMC”, afirmou Lula, durante almoço oferecido a Assad, no Itamaraty.

O presidente brasileiro disse que as negociações econômicas devem buscar o fim da suspensão de barreiras e a tentativa de conciliação. “A capacidade de transpor barreiras e compartilhar experiências é o impulso maior de nosso relacionamento”, afirmou Lula. “Temos uma aliança assentada em números sólidos. O comércio quadruplicou e hoje alcança US$ 300 milhões.”

Assad, que visita o Brasil pela primeira vez, passa o dia hoje em Brasília e, em seguida, viaja para São Paulo. A vinda do presidente sírio coincide com a comemoração dos 130 anos da imigração árabe no Brasil.

Nos últimos sete anos, o Brasil e a Síria ampliaram as relações econômicas. A corrente bilateral de comércio passou de US$ 78 milhões, em 2003, para cerca de US$ 307 milhões, em 2009.



------------------- LEER TAMBIEN



Venezuela/BASHAR AL ASSAD, PRESIDENTE DE SIRIA: NO SE ALCANZARÁ LA PAZ EN MEDIO ORIENTE HASTA QUE ISRAEL CAMBIE SUS POLÍTICAS

28 junio 2010/TeleSUR http://www.telesurtv.ne

El mandatario sirio afirmó que el proceso de integración latinoamericano es un ejemplo para los países del Medio Oriente, además afirmó que buscará la máxima cooperación de las naciones del continente americano, en el marco de su primera gira por la región.

El presidente de Siria, Bashar al Assad, sostuvo que a menos que Israel cambie su política represiva contra el pueblo palestino no se alcanzará la paz en el Medio Oriente a corto plazo, pues el Gobierno israelí busca crear un Estado judío excluyente sin reparar en los intereses de otros países.

A corto plazo no, porque Israel no la quiere. Israel está hablando de crear un Estado judío, eso quiere decir: expulsar a todos los palestinos y judíos cristianos de Palestina, si cambia la política israelí quizás la respuesta es sí", dijo en entrevista exclusiva a teleSUR.

De igual forma, el mandatario sirio aseguró, con respecto a su gira por Latinoamérica, que buscará unir los lazos de amistad y cooperación con las naciones de esta región.

Para Assad, un ejemplo de esta cooperación es Cuba que "está del lado de nuestra trinchera desde hace 50 años, Cuba es un país que dice no a las presiones externas y a la hegemonía, también existe una relación estrecha entre Siria y Cuba, además existe colaboración política entre Siria y Cuba y el presidente Fidel Castro ha visitado a Siria y todavía no había respondido esta visita".

A continuación, teleSUR transcribe íntegra la entrevista al presidente de Siria, Bashar al Assad:

Es la primera vez que un presidente de Siria decide venir a esta región del mundo, ¿Por qué usted viene y por qué ahora?.

En realidad nos hemos atrasado en visitarlos, tuvimos que haber hecho esta visita hace más tiempo, pero si hablo del objetivo principal de esta visita creo que hay tres aspectos: el primero es el político. América Latina generalmente se siente de parte de nuestras causas justas históricamente, pero esta dinámica que está en Oriente Medio es muy rápida y tenemos que ponerlos al tanto de lo que está ocurriendo de forma directa y dialogar con ellos, especialmente que hay intentos para deformar la realidad de los hechos que ocurren en nuestra región. También existen algunos intentos para alejar a América Latina y el Oriente Medio, especialmente la causa Palestina, los territorios ocupados en Palestina, y las causas que tienen que ver con América Latina.

El otro aspecto es el económico. Sin lugar a dudas América Latina es un continente que está surgiendo en el escenario internacional con todo el sentido de la palabra y hoy todos los países están buscando más relaciones y mercados e intereses comunes, especialmente después de la reciente crisis económica mundial. Nosotros, el eje Sur-Sur, Asia, África y América necesitamos de esta fuerte relación para reducir los efectos de la crisis económica mundial.

El tercer aspecto es la comunidad siria y árabe en general que se encuentra aquí en América Latina. La comunidad siria cuenta con al menos 10 millones de personas en países de este continente, que viven aquí desde alrededor de cien años, más de un siglo, estas comunidades pueden jugar un papel importante en el aspecto político mediante el contacto con su Madre Patria y su país donde viven actualmente y activar el proceso de inversión e intercambio económico, también puede jugar un papel en el aspecto cultural, su papel puede ser más importante en las cumbres que se celebran, pero las cumbres tienen resultados lentos. Existen aspectos que tienen que ver con nuestras relaciones, nosotros estamos tratando de unirnos a los movimientos y organizaciones de América Latina por ejemplo, como el ALBA (Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América), también a los países del Mercosur (Mercado Común del Sur) y creo que Venezuela va a participar próximamente al Mercosur, será un participante efectivo. Es muy importante que nosotros podamos cooperar con estos movimientos, con estas organizaciones mediante acuerdos diferentes, esto es lo que vamos a debatir.

También para América Latina es importante tratar de contactar con cualquier mercado árabe libre.

¿Por qué arrancó esta visita en Venezuela?. Le voy a proponer conversar brevemente, conversar sobre los cuatro países que visitará en esta primer gira por la región.

Sin lugar a dudas, la relación que existe entre mi persona y el presidente Chávez es una relación personal. El ha visitado Siria dos veces, el presidente Chávez y yo nos encontramos en nuestras visitas de forma intensiva.

Otro aspecto es que la imagen del presidente Chávez en el mundo árabe es una imagen respetada por sus posturas. En los últimos años hemos enfrentado presiones de los países grandes para desestabilizar la región. Personas que aman a Siria y respaldan a Siria no tienen la capacidad de contactar con este país pero el presidente Chávez no temía en contactar con Siria y no temía a declarar su postura, justa, política, hacia la causa palestina y hacia Siria.

¿En el caso de Cuba Presidente, cuál es su objetivo en visitar La Habana?.

Igual. Cuba está del lado de nuestra trinchera desde hace 50 años, Cuba es un país que dice no a las presiones externas y a la hegemonía, también existe una relación estrecha entre Siria y Cuba, además existe colaboración política entre Siria y Cuba y el presidente Fidel Castro ha visitado a Siria y todavía no había respondido esta visita.

¿Y en el caso de Brasil, cobra hoy importancia esta visita por el rol que está jugando en el Medio Oriente, también con el acuerdo que logró con Irán y Turquía que luego de alguna manera se dice que fue sepultada la decisión del Consejo de Seguridad de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), esa perspectiva geopolítica y la relación con Irán también juega en su visita en su país?.

No, nosotros definimos la visita antes de la fecha del acuerdo, pero también existe una postura del pueblo de Brasil hacia las causas árabes antes del acuerdo. Nuestra visita al Brasil no tiene relación con el acuerdo, tiene que ver con la posición importante de Brasil en el escenario de América Latina, es un país muy importante económicamente, también es un candidato para tener un papel dentro del Consejo de Seguridad Mundial además de tener unas posturas justas.

¿Esta visita pretende demostrar que Siria no es un país aislado?. Hay quienes afirman, y a esto me refiero, a analistas que hablan a cerca de la geopolítica en Medio Oriente, que Estados Unidos e Israel intentaron aislar a su país, ¿Usted está diciendo que, en ese sentido, con esa última parada que va a hacer en Argentina?.

Han fracasado en todas sus tentativas de aislamiento, por una simple razón, porque las causas son nuestras causas y no deben jugar un papel en nuestras causas en la región donde está Siria, en el Oriente Medio y sus alrededores sin tratar con Siria.

Primero fracasaron en aislarnos, y uno de los responsables dijo en sus declaraciones que intentaron aislar a Siria pero fracasamos, sucedió todo lo contrario. No existen bases de estas palabras. Nosotros tenemos fuertes relaciones con el resto de los países del mundo.

Le preguntaba el tema de Irán y la relación de Brasil y si tenía que ver con visita a la región porque hace poco usted dio unas declaraciones a BBC, el 17 de junio del año 2010 y he copiado textual una frase que me ha impactado y que yo quisiera que hablara con teleSUR acerca de este tema: "ha aumentado el peligro de una nueva guerra de forma inequívoca vemos esta situación".

Eso no tiene que ver con el expediente iraní, tiene que ver con el ambiente general del Oriente Medio. Existe el proceso de paz, el Gobierno israelí rechaza toda iniciativa de paz, de Europa, de Turquía, de la región y las iniciativas que tuvimos nosotros desde el año 2001 hasta ahora, hace ocho años hasta el momento.

El otro aspecto, quizás el expediente nuclear iraní afecta en este ambiente no positivo mediante la provocación constante israelí contra Irán para demostrar que el expediente nuclear iraní no es un expediente de arma nuclear. Es un Gobierno que no hace aspectos positivos y por consiguiente las posibilidades de la guerra se incrementan en nosotros. Cuando trabajamos y declaramos crean problemas en lugar de tener soluciones.

Hace algunos días el ex presidente de Cuba, Fidel Castro, hablaba del interés que hoy la humanidad está poniendo con el tema del Mundial de Fútbol en Sudáfrica pero que a la par de que esto está sucediendo y que concentra la atención mediática en el planeta están sucediendo cosas muy delicadas en el Oriente Medio, particularmente habla de esta flota de los Estados Unidos que va por el canal de Suez hacia Irán, yo quisiera que entráramos en materia en ese sentido. ¿Atacar a Irán puede significar atacar a Siria, ese es el grado de relacionamiento que hay entre su país e Irán?.

No existe un acuerdo de defensa conjunta entre Siria e Irán, nosotros vivimos en una sola zona, tenemos intereses comunes. La guerra comienza en un sitio pero no se sabe donde termina ni cuándo termina.

Nosotros suponemos que cuando comience la guerra es una guerra integral eso es una posibilidad, eso no quiere decir que queremos agrandar esa guerra lanzar esta guerra, pero eso es una realidad, no puedes separar Palestina de Irán, a Afganistán de Irák.

¿Usted vislumbra que hay una situación que puede desatarse como una guerra?.

No tenemos hechos sino las amenazas israelíes, pero esas amenazas pueden ser a veces para aterrorizar, no pueden ser verdaderas a veces o desatar la guerra, no, eso es sólo una posibilidad. Si quieren rechazar la paz, la situación actual comparada con años anteriores es más difícil, más peligrosa de la que enfrentamos hace años, exceptuando la guerra que enfrentamos, pero no debemos asegurar que va a ocurrir una guerra.

¿Usted cree posible que exista una alianza entre países que antes eran enemigos como Turquía, Irán, Siria, Irák?.

Turquía es un país que juega un papel importante en el Oriente Medio y ha movido las negociaciones de paz entre Siria e Israel y está tratando de cooperar con Brasil y ha cooperado con Brasil para firmar el acuerdo de intercambio de combustible y uranio entre Irán y los países occidentales.

Turquía es muy importante, nosotros estamos tratando de construir una infraestructura conjunta en el gas, el petróleo y los ferrocarriles, Turquía juega un papel importante en el Oriente Medio pues une el Oriente Medio en la zona del Cáucaso.

¿Está cambiando esto la geopolítica, la postura de Turquía?. ¿Cómo lo interpreta usted y por qué está pasando esto y si beneficia esto a la paz del Medio Oriente?.

El mapa ha cambiado, especialmente porque los pueblos ya no quieren esperar una solución que viene de afuera, cuando comenzaron a depender de sí mismos vieron que era muy importante aliarse y olvidar las discordias y emprender acuerdos, eso es lo que ha ocurrido en esta mezcla. El papel turco ha cambiado esta mezcla, también el papel sirio ha cambiado esta mezcla, el fracaso contra Irák ha cambiado el mapa, también el fracaso en Afganistán ha cambiado el mapa y nosotros también hemos aprendido lecciones de otros países.

¿Lecciones como de qué países han aprendido ustedes al hablar de alianzas?.

Habían compromisos que le daban a países no tan sólo a Siria. Siria no creía en promesas internacionales, pero siempre creía que cada problema tiene una solución, pero estos países descubrieron que las guerras causan más desastres, por eso, cuando el Parlamento turco rechazó la guerra contra Irán ha sido una sorpresa, porque ha aprendido de la primera guerra del Golfo en el año de 1970, pues todavía continúan pagando el precio de esta guerra, hubo muchas consecuencias negativas. Estamos hablando de la forma de la administración norteamericana de intervenir en la región, la participación norteamericana se transformaba en una participación negativa y nosotros actualmente no podemos solucionar nuestros problemas sino mediante la creación de buenas relaciones entre nosotros.

Hay otras alianzas de las que se hablan y ese eje entre Teherán, Damasco y Hamas. ¿Es cierto que existe esta alianza?. ¿Qué significa esta alianza?.

Yo no creo en los ejes, estamos tratando de trabajar en las causas palestinas, Irán también la respalda, Turquía la respalda y Venezuela la respalda, cualquier otro país lo respalda, cualquiera que quiera cooperar con nosotros, y no tan sólo hablando con los protagonistas de esta causa, pareciera que fuera un eje pero porque pensamos de la misma forma.

También todos los países quieren tratar de encontrar solución en Irán, es una parte de este eje, Irán es un vecino de Irak y va a ser una parte de este eje en base de la versión externa, nosotros tenemos causas y no ejes.

¿Hay una causa de hace poco, el ataque a la flotilla humanitaria que iba con ayuda a Gaza, sin embargo no hubo una reacción unánime de la Liga Árabe, es decir, siguen divididos en las causas de las que usted habla en esta entrevista con teleSUR?.

Exactamente, tiene razón, la situación tal vez es mejor que antes, estamos viendo los problemas de la misma forma, pero no estamos viendo las soluciones de la misma forma, las reacciones árabes son diferentes, no tienen el mismo nivel, eso va en las relaciones de la debilidad general.

¿La propuesta de la Liga Árabe para la paz para el pueblo palestino sigue teniendo vigencia o es un asunto que ya se puede dar por enterrado, se puede guardar bajo de una alfombra?.

No ha terminado la iniciativa de paz, no es una reacción a las actuaciones de Israel, las iniciativas son principios que nosotros creíamos la resolución de la legalidad internacional de devolverle el territorio y luego garantizar la paz, nosotros creímos en estos principios pero hay diferencia entre la iniciativa árabe y aceptar la paz bajo las condiciones israelíes. Israel quiere una paz teórica, ellos lo llaman es una rendición, nosotros rechazamos la rendición, rechazamos firmar un acuerdo de paz para recobrar todos los territorios por eso yo digo que el cambio de los gobiernos israelíes y creo que todos los gobiernos israelíes no quieren la paz. Nosotros decíamos la paz pero no a cualquier precio.

¿Realmente le ha costado a Israel el ataque a la Flotilla de la Libertad?. ¿Usted cree que esa condena que hubo acerca de ese hecho que no fue unánime ni por los países árabes, Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas, ha marcado un precedente entre lo que puede hacer o no Israel en esa parte del planeta?.

Israel se ha afectado mucho por este acto más que antes, por una razón simple: Cuando mataban a los palestinos siempre se decía que era un terrorista, él podía vender a algunos países europeos y algunos americanos a una mayor parte de la población americana que cualquier palestino es terrorista, que él se está defendiendo. Eso que pasó con los turcos eso no es posible porque los turcos eran amigos de Israel desde hace más de 60 años, había relación de amistad entre estos países y no han hecho ningún acto contra Israel, ni en el pasado ni actualmente y lo que es conocido que llevaba esta flotilla eran herramientas médicas y herramientas de construcción pero a pesar de ello los mataron, mataron a nueve personas y es muy difícil convencer a Israel que ha matado a uno de sus aliados.

Una pregunta de sí o no y con la mano en el corazón. ¿Va a haber paz para el pueblo palestino?. ¿Van a tener efectivamente un Estado?.

A corto plazo no porque Israel no lo quiere, tiene que ser esta solución, pero Israel está hablando de crear un Estado judío, eso quiere decir: expulsar a todos los palestinos y judíos cristianos de Palestina, si cambia la política israelí quizás la respuesta es sí.

Ha estado muy activo el enviado especial de Estados Unidos hacia el Medio Oriente, ¿Qué opinión le merece esto?.

Este enviado no puede hacer nada si Estados Unidos no define su papel de forma abierta y clara con el proceso de paz, el diálogo no es suficiente, no hemos escuchado de una versión norteamericana, por eso no podemos decir que hay algo en la práctica, son giras y diálogos pero nada en la práctica.

Estados Unidos sigue incluyendo en la lista de países que apoyan el terrorismo pero al mismo tiempo la administración Obama nombró un embajador en Siria luego de cinco años de no tenerlo. ¿Cómo calificaría usted la relación de su país con Estados Unidos en este momento?.

Es una manera norteamericana para extorsionar a los países, una forma de tratar antigua, desde hace siglos, pero a nosotros eso no nos incumbe, eso no nos importa, si ellos nos miran como un país terrorista y un país de mal, lo más importante es cómo nosotros nos miramos a nosotros mismos. En cuanto al embajador cuando viene a Siria, él lo que quiere es velar por los intereses norteamericanos y no por los intereses sirios, es una parte esencial de la política norteamericana, siempre estuvimos en la lista de terrorismo desde los años 70 y siempre tuvimos embajador americano en Siria desde los 70 y eso no ha cambiado.

Esta visita a América Latina es vista por analistas estadounidenses como un reto directo a Washington. ¿Usted está retando a Washington, está retando al presidente Obama al venir a esta región, al arrancar esta gira por Venezuela?.

Cuando yo pensé en visitar América Latina, pensé en los intereses con estos países, cuando yo tengo interés los voy a visitar, no espero permiso de ningún país y no pienso cómo va a afectar mi visita a estos países, nosotros tenemos intereses y los demás son libres de pensar lo que quieren, no sé si van a aceptar o rechazar esta visita, estos son nuestros intereses y nosotros somos responsables de ellos completamente y no parcialmente.

Usted habló del ALBA. ¿Cómo ven desde Siria este mecanismo de cooperación e integración, qué se sabe de lo que está pasando en esta región desde que está pasando desde los últimos 10 años?.

Existen dos aspectos, el primero es el desarrollo de América Latina es la independencia política de la decisión nacional, es algo muy importante que en los últimos años, en las últimas décadas ha ocurrido, después la independencia de los territorios y la salida de los ocupantes, es un cambio muy importante para nosotros mediante la posibilidad de que estos países puedan respaldar nuestra causa.

El otro aspecto son las organizaciones, estos movimientos como principio son muy importantes para ver si son buenas. Hay que ver cuáles son las versiones que estos países de cooperación para América Latina y con las demás regiones.

Hace algunos años se ha empezado a hablar de unidad y alianza a través de la Unasur y ALBA, pero hay un país que se llama Colombia que tiene ahora un nuevo presidente electo, a ese país algunos de los líderes del continente le han dicho que hoy le ven como el Israel de América Latina, queremos saber su impresión de lo que puede significar esa frase y cuál sería su reflexión en torno de tener una Israel en otra región del mundo que no es Oriente Medio.

No puedo definir cuál es la situación de Colombia, yo escucho estas palabras pero eso me da una mala impresión pues Israel para nosotros en la región árabe es la más mala, es lo que representa el terrorismo y la maldad y la injusticia y las guerras, esa es Israel. Cuando califican a cualquier otro país como el Israel eso me da esa impresión, deseo que no tengan en América Latina o en el cono sur una experiencia como semejante, dura y amarga.

A corto plazo no porque Israel no lo quiere, tiene que ser esta solución, pero Israel está hablando de crear un Estado judío, eso quiere decir: expulsar a todos los palestinos y judíos cristianos de Palestina, si cambia la política israelí quizás la respuesta es sí.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Brasil/O BRIC E O DESAFIO DE CONSTRUIR UMA NOVA ORDEM MUNDIAL

15 de Abril de 2010/Vermelho http://www.vermelho.org.br

Reunidos em Brasília nesta quinta-feira (15), os dirigentes dos países que compõem o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) se defrontam com o desafio de debater, propor e começar a construir uma nova ordem econômica e política mundial num cenário ainda marcado pela mais grave crise do capitalismo desde o pós-guerra, o declínio dos EUA e a mudança da correlação de forças da geopolítica internacional, com a emergência de novos protagonistas de peso.

Por Umberto Martins

BRIC é um acrônimo criado em novembro de 2001 pelo economista Jim O´Neill, do banco Goldman Sachs, que reuniu os quatro países por características comuns como a dimensão territorial, a demografia e o potencial de crescimento. O´Neill estimou, na época, que até o final de 2050 o grupo vai se transformar na principal força da economia mundial.

Interesses convergentes
Inicialmente, o conceito não teve grande repercussão, mas o caminho percorrido pela história desde então parece justificar as previsões de O´Neill, enquanto a necessidade de fortalecer os laços econômicos e políticos entre os países do BRIC levou à formação de um bloco político informal, que realiza agora no Brasil a sua segunda reunião.

Brasil, Rússia, Índia e China detêm 26% do território, 42% da população e 14,5% do PIB mundial. Nos últimos cinco anos, contribuíram com mais de 50% da expansão do PIB mundial, de acordo com estatísticas exibidas por acadêmicos no seminário realizado em Brasília 4ª feira (14) pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA).
Os laços econômicos e políticos no interior do BRIC também foram fortalecidos. Um sinal disto, entre outros, é o fato da China ter se transformado, em 2009, na principal parceira comercial do Brasil, desbancando os EUA. As dessemelhanças e assimetrias, assim como a proeminência chinesa, também são notáveis, embora aparentemente não constituam um obstáculo intransponível à unidade política.

Proeminência chinesa
De acordo com informações do pesquisador Zhang Yuyan, da Academia de Ciências chinesa, apresentados no seminário do IPEA, a China, sozinha, responde por 7,1% do PIB mundial e se os países do BRIC realizam 14,5% das exportações mundiais, nada menos que 9,1% são responsabilidade daquela nação asiática, que lidera o ranking das vendas internacionais e vem também ocupando fatia crescente do comércio com Brasil, Rússia e Índia.

Todavia, os interesses comuns são consideráveis e cresceram no rastro da crise mundial. O BRIC sofreu menos os impactos da recessão americana e se recuperou mais rapidamente, puxando a economia internacional para o leito do desenvolvimento. Isto fortaleceu politicamente o “bloco”.

Conforme afirmou o diretor do Instituto de Estudos da Ásia e Pacífico, Li Xiangyang, durante o seminário, enquanto as potências europeias, o Japão e os EUA continuam atolados na crise, com pálidos sinais de recuperação e lidando com assombrosos déficits fiscais, os problemas dos países do BRIC decorrem do crescimento, que alguns consideram excessivo, pressões inflacionárias e fluxo de capitais estrangeiros especulativos.

Ordem mundial caducou
A crise evidenciou o esgotamento da ordem capitalista mundial, herdada do pós-guerra e ancorada na supremacia do dólar, e acentuou a necessidade de uma nova ordem, em harmonia com o desenvolvimento desigual, especialmente da China, e a mudança consequente da correlação de forças no plano econômico.

O que está em foco, de acordo com o ministro de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães, é “saber se algumas nações continuarão a se achar superiores e, portanto, com mais direito ou não”. Na mesma linha, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ponderou que a intenção não é formar uma “aristocracia dos emergentes”, mas dar voz e poder aos mais pobres.

“Essa perspectiva”, observa o presidente do IPEA, Marcio Polchmann, “nos coloca numa posição estratégica para fazer proposições que estejam em sintonia com os desafios mundiais. São problemas comuns, como é o caso do meio ambiente, a mudança do perfil de consumo nos países, a questão monetária e a governança global".

Questão nuclear
“Estamos num processo de rearticulação do sistema político e econômico internacional e, nesse processo ou as regras continuarão a privilegiar alguns países ou teremos uma situação de acordo com a dimensão das nossas sociedades”, salientou Pinheiro Guimarães. Entre os problemas candentes destaca-se os da chamada questão nuclear.

“Precisamos saber quem controlará o processo nuclear”, disse o ministro de Assuntos Estratégicos. “No fundo há uma disputa tecnológica e científica entre países”. A tentativa das potências ocidentais de impedir o desenvolvimento da tecnologia nuclear no Irã, Coreia do Norte e outros países reflete isto.

O Brasil adotou uma posição firme a este respeito, apesar da pressão dos EUA, rejeitando sanções contra o país persa e pregando o diálogo e, a julgar pelo ministro Celso Amorim, a posição do Brasil se aproxima da que é defendida hoje pela China, apesar da mídia americana ter divulgado a falsa versão de que os dirigentes chineses estão afinados com a tática do imperialismo americano, de impor novas sanções aos iranianos.

Substituição do dólar
Outro dilema avaliado pelo BRIC é de um novo Sistema Monetário Internacional (SMI), que passa pela substituição do padrão dólar como moeda internacional. Isto não vai ser resolvido a curto prazo, mas iniciativas embrionárias neste sentido como a diversificação das reservas (ainda atreladas ao dólar) e experiências de trocas comerciais com moedas locais na América Latina e na Ásia.

“O atual sistema monetário internacional é desfavorável aos países em desenvolvimento”, comentou Li Yang, que também defendeu mudanças no FMI e, segundo o jornal Valor (15-4), foi apoiado por Marcio Polchmann, que preconizou uma aliança entre os países do BRIC para “um novo padrão de consumo e produção”. O Brasil e a Rússia também estão defendendo transações comerciais entre os países do grupo com base nas moedas próprias, descartando o dólar.

Ao lado da reunião do BRIC, Brasília também foi palco de uma outra importante reunião, a 4ª Cúpula dos Chefes de Estado e de Governo do IBAS (grupo composto por Índia, Brasil e África do Sul), cujo documento final (Declaração de Brasília) defende uma reforma urgente da ONU e a conclusão da Rodada Doha no âmbito da Organização Mundial do Comércio.

As duas reuniões (do BRIC e do IBAS) apontam a mesma necessidade de uma reformulação urgente e ampla da ordem econômica e política internacional, que ficou ainda mais caduca após o estouro da crise mundial do capitalismo nos EUA.

Leia também:
"Ibas quer concluir Doha e reformar Conselho de Segurança"

sexta-feira, 12 de março de 2010

Brasil/RETALIAÇÕES COMERCIAIS CONTRA OS EUA: A LEI É PARA TODOS

10 março 2010/Vermelho EDITORIAL http://www.vermelho.org.br

A questão das retaliações comerciais do Brasil contra os EUA, autorizadas em novembro pela Organização Mundial do Comércio (OMC) poderão resultar em uma guerra comercial entre os dois países, prevê o jornal inglês Financial Times.

Aparentemente ninguém ganha com isso. Daí a prudência com que o governo brasileiro vem tratando o assunto, emitindo sinais do desejo de uma saída negociada para o impasse. O que está em jogo vai além das aparências e diz respeito a uma disputa política que se acentua com as reiteradas tentativas estadunidenses de manter velhas práticas diplomáticas que foram ultrapassadas com o novo protagonismo mundial da diplomacia brasileira e a ênfase na soberania nacional e na rejeição da subordinação do país a potências externas.

Março foi o mês da visita da secretária de Estado Hillary Clinton, que voltou para Washington sem conseguir dobrar o governo brasileiro a acatar as sanções que os EUA querem impor contra o Irã. E agora é a vez do secretário do Comércio Gary Locke desembarcar em Brasília a pretexto de negociar uma saída para o impasse comercial. Ele veio, contudo, de mãos vazias, sem nenhuma proposta além da declaração, que inclui uma ameaça implícita, de que os EUA não querem uma guerra comercial com o Brasil.

É preciso saber se os EUA estão em condições de fazer ameaças. Do ponto de vista legal, o Brasil agiu dentro das normas da OMC e tem o direito internacional a seu lado. Do ponto de vista comercial, os EUA deixaram de ser o principal parceiro comercial do Brasil (posição que a China passou a ocupar) e sua margem de manobra e autonomia é grande o suficiente para enfrentar arrogâncias desse porte. Do ponto de vista político – e é o que importa aqui – ao consolidar sua autonomia o Brasil confronta os interesses dos EUA cujos limites aparentemente estão sendo alcançados sem que o governo de Washington (e o Congresso dos EUA) indique ter se apercebido disso.

O impasse é inédito e diz respeito à contradição entre os interesses da maior potência imperialista e a vigência das normas do comércio internacional que devem ser acatadas por todos os seus signatários.

O descumprimento das normas da OMC significaria a desmoralização dos acordos duramente alcançados nos últimos anos. E seu cumprimento contra os EUA, que se colocaram à margem dessas normas ao adotar subsídios ilegais para os produtores locais de algodão, significa que nenhuma nação está à margem da lei internacional, nem mesmo a mais poderosa delas.

Sem propostas concretas dos EUA, a intenção do governo brasileiro de chegar a uma saída negociada não pode prosperar. Mas não há outro caminho: a época das imposições imperialistas dos EUA acabou e a única maneira de “salvaguardar a credibilidade e legitimidade do sistema de soluções de controvérsias” (como diz a nota divulgada pelo Itamaraty) é o respeito aos acordos internacionais e ao multilateralismo.