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quarta-feira, 31 de julho de 2019

BRICS/Keiser Report: El golpe de China que está dando "muchos quebraderos de cabeza" a EE.UU. y que cambiará la arena geopolítica del Oriente Medio


30 jul 2019 16:39 GMT, RT TV-Novosti (Russia) https://actualidad.rt.com/programas/keiser_report/322628-fin-privilegio-desorbitado-dolar-eeuu
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En este episodio de 'Keiser Report', Max y Stacy comentan un informe de JP Morgan dirigido a sus clientes más ricos en el que señalan el posible fin del 'privilegio desorbitado' del dólar y, tras demostrar que China está recuperando el papel que tuvo en la economía mundial durante miles de años, recomiendan una mayor exposición al renminbi y al oro. En la segunda parte Max entrevista al experto en China Dan Collins sobre qué cabe esperar de la visita de la delegación comercial de EE.UU. a Pekín.


Stacy inicia el programa citando un informe publicado por el banco estadounidense de inversión JP Morgan Chase dirigido a sus clientes internacionales de banca privada en el que se advierte que "el dólar puede

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

China/Fórum Macau projecta influência da China na economia mundial

17 outubro 2016, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China,中国)

O elevado nível dos participantes na conferência ministerial do Fórum Macau de 2016 é interpretado por analistas como sinal da crescente importância do bloco de língua portuguesa na projecção internacional em que a China está empenhada.

O analista David Dodwell disse que a presença do primeiro-ministro da China, Li Keqiang e do ministro do Comércio, Gao Hucheng, durante 3 dias em Macau, para participar na conferência ministerial, é “reveladora” do esforço de diplomacia “branda” que a China está a desenvolver, tentando

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

RUMO AO DOMÍNIO CORPORATIVO GLOBAL

30 novembro 2015, Resistir.info resistir.info (Portugal)

Por Prabhat Patnaik*

Os Estados Unidos estão a implementar uma nova arquitetura de domínio empresarial global através duma série de tratados de investimento que, neste momento, estão a negociar com vários países. Quando todos esses tratados entrarem em vigor, a extensão da sua jurisdição cobrirá 80% do PIB global, ou seja, praticamente toda a economia mundial. Estes tratados incluem um conjunto de Tratados Bilaterais de Investimento (TBIs), a Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP) e a Parceria Trans-Pacífico (TPP). Como a Índia está a ser pressionada para aderir a estes tratados, é importante que estudemos cuidadosamente a sua arquitetura.

Três características significativas
Há, pelo menos, três características significativas nestes tratados.Dessas três, a mais significativa é o mecanismo 
ISDS , o mecanismo de resolução de conflitos investidor-estado.Segundo ele, os investidores privados poderão processar um estado soberano num tribunal arbitral privado. Por outras palavras, o estado soberano prescinde do seu direito de agir livremente no interesse público para restringir as operações dum investidor estrangeiro. Caso o faça, não será levado a um tribunal que esteja situado no seu país e que funcione de acordo com a sua Constituição; será levado a um tribunal que funcione de acordo com o tratado em questão e esteja mandatado para “proteger” o investidor privado de ser prejudicado pelo estado.

Vejamos o que isto significa. Na Índia, no início dos anos 70, foi aprovada a Lei Regulamentadora do Mercado Cambial (LRMC), que estipulava uma série de restrições às empresas estrangeiras. Se a Índia tivesse assinado nessa altura este tratado de investimento, as empresas estrangeiras poderiam ter levado o governo a um tribunal privado, com poderes de jurisdição sobre o e Estado, e acima da Constituição, para contestar qualquer redução dos seus direitos e,

terça-feira, 14 de abril de 2015

Brasil/AS HIENAS E OS VIRA-LATAS

9 abril 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Em dramático artigo na Carta Maior, o ex-chanceler Celso Amorim, exorta os intelectuais a irem às ruas para defender a política externa independente, ameaçada, segundo ele, pela nova ofensiva neoliberal para ressuscitar a ALCA. Fugindo a seu estilo normalmente moderado e cauteloso, Amorim, o chanceler de Lula e ministro da Defesa de Dilma, cuja permanência à frente do Itamraty superou até mesmo o emblemático Barão do Rio Branco, alerta: “Intelectuais progressistas, preparai-vos para o debate”. Ele vai ser duro e não se dará somente nos salões acadêmicos ou nos corredores palacianos. Terá que ir às ruas, às praças e às portas de fábrica”.

Vejam abaixo a íntegra do artigo:

AS HIENAS E OS VIRA-LATAS

Por Celso Amorim

Aproveitando o momento de vulnerabilidade política e econômica do nosso país, os defensores de uma integração dependente do Brasil na economia internacional estão lançando

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

“O MUNDO DEVE MANTER O FOCO SOBRE OS BRICS” --- Marcos Troyjo



Diretor do BricLab da Universidade Columbia comenta o injustificado descrédito que se criou sobre o grupo dos emergentes

16 agosto 2013, Diário da Rússia http://www.diariodarussia.com.br (Rússia)

Em entrevista ao jornalista Arnaldo Risemberg, para o programa Voz da Rússia, o Professor Marcos Troyjo, diretor do BricLab da Universidade Columbia, de Nova York, professor do Ibmec e membro do Conselho Consultivo do Fórum Econômico Mundial, de Davos, na Suíça, fala sobre a onda de descrédito levantada contra os BRICS e afirma que o mundo deve continuar a focar seu interesse nesses países emergentes.

A seguir, os pontos de maior destaque da entrevista.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Cepal vê América Latina pronta para enfrentar crises

O aumento dos gastos públicos e o baixo nível dos investimentos nos países da América Latina são preocupantes, mas a região, especialmente o Brasil, nunca esteve tão bem preparada para enfrentar uma crise como a que vem abalando os mercados financeiros. A avaliação foi transmitida nesta terça-feira (21) pelo diretor da Divisão de Desenvolvimento da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), Osvaldo Kacef, em palestra para investidores de paises asiáticos e da América Latina, promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).


Kacef informou que nos cenários da Cepal não se imagina maior desdobramento da crise iniciada no mercado imobiliário dos Estados Unidos, e que, acredita o economista, deverá ficar confinada aos mercados financeiros. As fortes quedas nas bolsas de valores não deverão afetar sensivelmente o crescimento na região porque as empresas latino-americanas ainda usam pouco esses mercados como fonte de financiamento, em comparação aos empréstimos e emissão de outros papéis financeiros.


A queda nas cotações das commodities (mercadorias padronizadas, com cotações em bolsas internacionais) pode afetar alguns países e criar, em prazo mais longo, problemas para financiar os orçamentos dos governos, que, em lugares como Venezuela e Bolívia, vêm aumentando gastos baseados, principalmente no crescimento da arrecadação provocado pelo bom desempenho das exportações de suas estatais.


Em países como a Argentina, embora as exportações sejam principalmente do setor privado, a arrecadação também tem crescido devido as exportações, e se ressentiria se houvesse um arrefecimento do comércio internacional.


"O crescimento da América Latina vai apenas se reduzir um pouco no próximo ano", previu Kacef, para quem os exportadores de metais, petróleo e gás "se beneficiaram muito nos últimos anos" . Segundo a Cepal, a melhoria dos termos de intercâmbio (a comparação entre os preços dos produtos exportados e os dos importados) chegou a 85% para exportadores de metais como o Peru e Chile, e a 112,9% para os exportadores de petróleo e gás (Colômbia, Bolívia, Equador e Venezuela), em comparação com a média dos preços nos anos 90. Para os países do Mercosul, essa melhoria foi de apenas 9,8%, em média.


Proteção maior

A diversificação dos mercados de exportação na América do Sul também protege mais essas economias de uma desaceleração econômica nos Estados Unidos, que representa, em média, 20% do mercado para as exportações desses países. Situação contrária à do México e países da América Central, muito dependentes do mercado americano. A redução dos ganhos com as exportações não chega a ser um problema de curto prazo, mas "é um sinal de alarme" , por indicar dificuldades orçamentárias adiante, avisa o economista.


Nunca na história da região houve coincidência, como hoje, entre taxas razoáveis de crescimento sustentado e superávits em conta corrente (transações com o exterior) nos países da América latina, notou Osvaldo Kacef. Desde 2002 há crescimento e superávits nas contas correntes - estes últimos devidos principalmente às exportações e a remessas de imigrantes aos países natais.


"Não esperamos crise na região. Se ocorrer, nossa região está mais bem preparada que nunca para enfrentar uma crise desse tipo" , comentou o economista, listando as razões para otimismo: redução da dívida, superávit nas contas externas, aumento de reservas internacionais, e diversificação de mercados de exportação. "A economia mundial tem vários motores, hoje, além dos Estados Unidos" , afirmou.


Alguns fatores, porém, causam preocupação, na avaliação da Cepal. Além do aumento de gastos sustentados por receitas conjunturais e do baixo nível de investimentos (cerca de 20% do Produto Interno Bruto, ou quase quatro pontos percentuais abaixo do desejável, segundo a Cepal), as pressões inflacionárias em alguns países, a maior volatilidade dos mercados e a valorização das moedas locais em relação ao dólar são fatores que podem comprometer a trajetória de crescimento, segundo apontou o chefe da divisão de Desenvolvimento da Cepal. (
Fonte: Valor Econômico)