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quarta-feira, 29 de maio de 2019

BRICS, China/Caçar Huawei não levará a vitória alguma na guerra tech


Tlaxcala, a rede internacional de tradutores pela diversidade linguística



A Huawei chinesa é a Rainha, no tabuleiro do xadrez tech. Pequim limitar-se-á a mandar seus garotos-tech escalar para o nível seguinte.

Trata-se de guerra geopolítica e geoeconômica. Guerra fria, até aqui, mas agora a um passo de mergulhar em congelamento profundo. A Estratégia de Segurança Nacional dos EUA declara precisamente isso, com todas as letras. China é opositor estratégico que tem de ser contido a qualquer preço, em todas as frentes: econômica, militar e, sobretudo, tecnológica.

Entra em cena a ofensiva concertada atual, em todo o espectro, da tecnologia 5G e da Inteligência Artificial até os movimentos para tentar impedir o avanço da globalização 2.0. Acrescente-se a isso pressão máxima em todo o mundo para impedir que outras nações se unam às Novas Rotas da Seda, ou Iniciativa Cinturão e Estrada, ICE – o conceito organizador de política estrangeira para a China em futuro próximo, e mapa estratégico do caminho para a integração da Eurásia até 2049.

Tudo está interconectado: a guerra comercial do governo Trump; o bloqueio da Huawei (pela empresa Google), impedida de usar o sistema operacional Android; a demonização da Iniciativa Cinturão e Estrada. Tudo tem a ver com controlar as cadeias de suprimento global; e com a infraestrutura ideológica.

Huawei não é reles peão: é a Rainha no tabuleiro do xadrez tech. Num ambiente no qual as empresas chinesas de TI estão escalando rapidamente várias etapas em termos de

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

China/Fórum Macau projecta influência da China na economia mundial

17 outubro 2016, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China,中国)

O elevado nível dos participantes na conferência ministerial do Fórum Macau de 2016 é interpretado por analistas como sinal da crescente importância do bloco de língua portuguesa na projecção internacional em que a China está empenhada.

O analista David Dodwell disse que a presença do primeiro-ministro da China, Li Keqiang e do ministro do Comércio, Gao Hucheng, durante 3 dias em Macau, para participar na conferência ministerial, é “reveladora” do esforço de diplomacia “branda” que a China está a desenvolver, tentando

domingo, 25 de setembro de 2016

CUBA Y EL FLOTADOR CHINO

24 septiembre 2016, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


El primer ministro chino Li Keqiang visita Cuba. Ambos países han exhibido en los últimos lustros una clara cercanía política pasando página de los diferendos ideológicos que les distanciaron durante la guerra fría. En China siempre ha existido cierta admiración por la Revolución Cubana y sus líderes, manifestada desde el primer momento del triunfo con el reconocimiento diplomático de la República Popular, el primero de un país de América Latina, y la histórica visita del Che a Beijing. Hoy, con ambos países gobernados por partidos comunistas, el respeto a las especificidades mutuas y a la libre elección del camino de desarrollo representa el núcleo de una relación basada en el derecho al ejercicio de una heterodoxia con desiguales signos de pragmatismo.

Li Keqiang llega a Cuba al frente de una numerosa delegación, más de cien personas. Es la primera vez que un primer ministro chino pisa Cuba, un país con un 1 por ciento de población con ascendencia en el gigante asiático, descendientes de los culíes llegados a la isla en

quarta-feira, 13 de abril de 2016

BRICS, БРИКС/A CHINA TEM UM PLANO PARA 2020



4 abril 2016, Outras Palavras http://outraspalavras.net (Brasil)

Por Pepe Escobar

Em meio a cenário global turbulento, Pequim prepara-se mergulhar na economia da inovação, unir a Ásia por rede de ferrovias e infra-estrutura e enfrentar hegemonia financeira de Washington

Consumido por incontáveis manifestações da própria crise existencial, mais uma vez o ‘ocidente’ não viu ou subestimou o mais importante show na política chinesa – as famosas “duas sessões”, a Conferência Política Popular Consultiva e o Congresso Nacional do Povo, o mais alto corpo legiferante do país – que concluiu com a aprovação do 13º Plano Quinquenal da China.

Evento chave foi o comunicado, pelo premiê Li Keqiang, de que Pequim trabalha para alcançar crescimento médio, de 2016 a 2020, superior a 6,5% ao ano – baseado em “inovação”. Se forem bem-sucedidos, à altura de 2020 nada menos que

sábado, 26 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС, China/QUEM TANTO QUER UMA 3ª GUERRA MUNDIAL?

Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Pepe EscobarSputnikNews

O que Washington realmente mais deseja é encontrar alguma forma de coerção que obrigue Pequim a abrir o muito ambicionado mercado financeiro chinês, para o cassino financeiro megaespeculativo conhecido como sistema dos Big Banks dos EUA. Não está funcionando - porque a Casa Branca absolutamente não tem meios para pressionar nesse campo.
                                          
O presidente chinês Xi Jinping surfa os EUA em sua primeira visita de estado, quase ao mesmo tempo que o Papa Francisco. 
Será fascinante observar como os centros de decisão da hiperpotência reagirão a essa dupla exposição ao materialismo dialético -- com características chinesas -- e à Igreja Católica, em tese, "em reconstrução".

Em discurso histórico em Havana, o Papa Francisco -- que se intrometeu na reuniãozinha entre o presidente Barack Obama dos EUA e Raul Castro -- insistiu que quer o aprofundamento das relações entre Washington e Havana. Pediu a Obama e Raul que busquem plena reconciliação como exemplo para o mundo, "um mundo que necessita de reconciliação, nessa atmosfera de terceira guerra mundial por etapas que estamos vivendo".

"Terceira guerra mundial" não aparecia na redação oficial do discurso do Papa. Francisco acrescentou essa linha no avião, voando de Roma a Havana.

Algum cético pré-socrático logo dirá que Francisco parece estar

segunda-feira, 25 de maio de 2015

BRICS SAPATEIAM SOBRE OS EUA NA AMÉRICA DO SUL

24 maio 2015, RedeCastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

22/5/2015, Pepe Escobar*Russia Today – RT
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu


Começou em abril/2015, com uma leva de acordos entre Argentina e Rússia, assinados durante a visita da presidenta Cristina Kirchner a Moscou.

E continuou com um investimento de US$ 53 bilhões, acertado enquanto o premiê chinês Li Keqiang visitava o Brasil, na primeira parada de mais uma ofensiva comercial pela América do Sul – e completado com uma doce metáfora: Li viajou num vagão fabricado na China, que trafegará por uma nova linha de metrô no Rio de Janeiro que estará operante para os Jogos Olímpicos de 2016.

Onde estão os EUA em tudo isso? Em lugar algum. Não estão. Aos poucos, passo a passo, mas inexoravelmente, países membros do grupo BRICS, a China e em menor medida também a Rússia – trabalharam para, nada menos que, reestruturar o comércio e a infraestrutura por toda a América Latina.

Incontáveis missões comerciais chinesas abordaram essas praias, sem descanso, mais ou menos como os EUA fizeram entre a Iª e a IIª Guerra Mundial. Numa reunião crucialmente importante em janeiro, com empresários latino-americanos, o presidente Xi Jinping prometeu encaminhar US$ 250 bilhões para

sábado, 23 de maio de 2015

AMÉRICA LATINA Y EL DIFERENCIAL CHINO

22 mayo 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


Es innegable el papel de China en el crecimiento de América Latina en lo que llevamos de siglo. Como tampoco es ajeno a ello el papel de determinados gobiernos en la región, comprometidos no solo con nuevas políticas que han favorecido la inclusión social sino alejadas de los viejos esquemas de dependencia que los convertían en meras correas de transmisión de los dictados neoliberales. Dicho esto, cabe señalar que las contraindicaciones manifestadas no son menores, en especial, cierta reprimarización que amenaza con reproducir modelos de cooperación económica que, transcurrida la bonanza, pueden dejar las cosas poco menos que como estaban. Según la CEPAL, los productos primarios representaron en 2013 un 73 por ciento de las exportaciones de la región a China.

Lo que China aporta y puede aportar transcurrida esa primera etapa de acercamiento no es solo comercio e inversiones centrados en los recursos primarios, sino una forma de pensar y actuar diferente que abre el horizonte de ruptura del círculo vicioso del subdesarrollo. En este sentido, una apuesta sincera por la diversificación y la superación de las asimetrías del presente es realizable si se da forma a esa nueva complementariedad: la conjugación de la demanda de infraestructuras de la región con las posibilidades de financiación china y su

quinta-feira, 21 de maio de 2015

BRICS, БРИКС∕A ALIANÇA ESTRATÉGICA ENTRE BRASIL E CHINA E SEU IMPACTO NO MUNDO

20 maio 2015, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Os 35 acordos bilaterais entre Brasil e China, assinados nesta terça-feira (19) pela presidenta Dilma Rousseff e pelo primeiro-ministro Li Keqiang, têm um significado que vai muito além de uma parceria comercial e econômica, embora este seja, sem dúvida, um aspecto fundamental.

Apenas o acordo firmado entre os bancos de Desenvolvimento e de Comércio da China com a Petrobras vai garantir um aporte de US$ 10 bilhões.

Destaca-se o compromisso chinês de investir na Ferrovia Transcontinental, que irá cruzar o nosso país no sentido Leste-Oeste, cortando o continente sul-americano, ligando o Oceano Atlântico ao Pacífico.

Esta obra não só abrirá caminho para um imenso incremento das importações brasileiras para a Ásia, como contribuirá decisivamente para a integração da América Latina.

O primeiro-ministro chinês também estará na Colômbia, no Peru e no Chile onde tratará com estes países sobre a cooperação em setores de mineração, energia, agricultura, finanças, ciência, tecnologia, aeronáutica e infraestrutura.

Recentemente, quando a Argentina estava sendo atacada pelos chamados fundos “abutres” (rentistas que pagam um valor irrisório por títulos da dívida de um país e depois exigem

Brasil/Primeiro-ministro chinês anuncia intenção de abrir fábricas no Brasil

20 maio 2015, Agência Brasil http://agenciabrasil.ebc.com.br (Brasil)

Isabela Vieira, Repórter da Agência Brasil 

Rio de Janeiro -- O primeiro-ministro da China, Li Keqiang, comentou hoje (20) o plano de cooperação de US$ 53 bilhões assinado com o Brasil ontem (19), incluindo 35 acordos em áreas como infraestrutura, transporte e agropecuária. De acordo com o premiê, Pequim quer elevar o grau de relacionamento entre os países e ir além das trocas comerciais. A intenção, anunciou, é instalar fábricas no país e promover troca de tecnologia na área de infraestrutura e mobilidade.

“Manifestei [ao governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão] que gostaríamos de instalar fábricas ou bases para produção e manutenção dos futuros metrôs e vagões [de trens] no Rio. Assim podemos promover o emprego local e treinar os trabalhadores brasileiros”, afirmou, na exposição de equipamentos manufaturados da China, na zona portuária.

Li Keqiang acabava de chegar de passeio em um dos vagões chineses comprados para o metrô. O estado comprou 100 trens, 34 composições para o metrô e sete barcas nos últimos anos, do país asiático. “São equipamentos modernos, adquiridos a um preço extremamente competitivo e

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Brasil/Declaração à imprensa da Presidenta da República, Dilma Rousseff, após cerimônia de assinatura de atos entre Brasil e China - Brasília/DF

19 maio 2015, Portal Planalto http://www2.planalto.gov.br (Brasil)



Palácio do Planalto - DF, 19 de maio de 2015

Li Keqiang, primeiro-ministro da República Popular da China;
Senhoras e senhores ministros de Estado, membros do Conselho de Estado e integrantes das delegações da China e do Brasil;
Senhores governadores: Flávio Dino, do Maranhão; José Melo, do Amazonas; Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul;
Senhoras e senhores jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas.

Senhoras e Senhores,

Com satisfação, recebo hoje o primeiro-ministro da República Popular da China, Li Keqiang, em sua primeira visita ao Brasil e à América Latina como chefe de Governo, acompanhado de expressiva delegação governamental e empresarial.

Este encontro reafirma a característica estratégica e a intensidade de nossas relações. Dá seguimento aos contatos de alto nível que nossos governos tornaram frequentes nos últimos anos, dentre os quais gostaria de destacar a visita de Estado do presidente Xi Jinping ao Brasil, em julho de 2014.

Construímos, por meio dos princípios da igualdade e da confiança mútua, as bases para uma Parceria Estratégica Global entre a China e o Brasil.

Em 2016, viajarei, uma vez mais, à República Popular da China,

segunda-feira, 18 de maio de 2015

BRICS, БРИКС/China vai atualizar cooperação com América Latina

18 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Andes Info

Durante o Fórum China-Celac, realizado em janeiro na capital chinesa, os dois lados disseram esperar aumentar o valor do comércio bilateral para 500 bilhões de dólares em 10 anos

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, começa nesta segunda-feira (18) uma visita na América Latina, que inclui Brasil, Colômbia, Peru e Chile. É a primeira viagem de Li Keqiang à América Latina desde que tomou posse como premiê chinês. 

Diante da normalidade econômica da China e num quadro de dificuldades econômicas na América Latina, as atenções se voltam para as possibilidades de desenvolvimento das relações entre a China e os países latino-americanos e as oportunidades de

domingo, 17 de maio de 2015

BRICS, БРИКС/Primeiro-ministro chinês começa pelo Brasil visita à América Latina

17 maio 2015, http://www.noticiasaominuto.com (Portugal)


O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, partiu hoje de Pequim para uma viagem à América Latina, que inclui o Brasil, Colômbia, Peru e Chile, durante a qual deverá assinar vários acordos de cooperação em vários setores.

Acompanhado pela mulher, Cheng Hong, e por uma delegação empresarial com 120 participantes, o primeiro-ministro chinês vai reunir com os presidentes dos quatros países: Dilma Rousseff (Brasil), Juan Manuel Santos (Colômbia), Ollanta Humala (México) e Michelle Bachelet (Chile), informou hoje a agência Xinhua.

No Brasil, país onde chega na segunda-feira, Li Keqiang deverá assinar cerca de 30 acordos em vários sectores.

Segundo o Ministério do Comércio chinês, Li Keqiang vai abordar o aprofundamento da cooperação industrial e tecnológica, desenvolvimento de infraestruturas, formação de recursos humanos e

terça-feira, 27 de maio de 2014

ANGOLA É PRIORIDADE NA CHINA

27 maio 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Angola é um dos países prioritários para a China em África, continente onde, nos próximos anos, vai continuar a aprofundar o seu envolvimento, de acordo com um centro de estudos dos Estados Unidos.

No artigo “África na Política Externa da China”, publicado pelo centro de estudos Brookings, o analista Yun Sun identifica como sinais de evolução, na relação entre a China e os países africanos, o aumento do investimento na formação de recursos humanos e o fomento de programas de responsabilidade social no continente.

“Nos próximos anos, o envolvimento da China em África deve crescer”, diz o analista, prevendo que o sistema actual se “actualize, adoptando soluções rápidas para alguns problemas sociais”.

Actualmente, “as actividades económicas da China estão a um nível sem precedentes”,

sábado, 10 de maio de 2014

Angola e China em sintonia

10 maio 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Kumuênho da Rosa e Bernardino Manje 


Os governos de Angola e China deram ontem um passo importante no aprofundamento da cooperação bilateral, ao assinarem seis acordos de parceria em vários domínios que vão impulsionar as relações político-diplomáticas, técnico-económica e comercial.

A assinatura dos instrumentos jurídicos, com realce para o acordo de isenção de vistos de entrada em passaportes diplomáticos e de serviço e o de cooperação económica e técnica, aconteceu no Palácio da Cidade Alta, após conversações oficiais entre delegações governamentais, no âmbito da visita oficial do Primeiro-Ministro do Conselho de Estado da China, Li Keqiang.