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sábado, 26 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС, China/QUEM TANTO QUER UMA 3ª GUERRA MUNDIAL?

Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Pepe Escobar, SputnikNews

O que Washington realmente mais deseja é encontrar alguma forma de coerção que obrigue Pequim a abrir o muito ambicionado mercado financeiro chinês, para o cassino financeiro megaespeculativo conhecido como sistema dos Big Banks dos EUA. Não está funcionando - porque a Casa Branca absolutamente não tem meios para pressionar nesse campo.
                                          
O presidente chinês Xi Jinping surfa os EUA em sua primeira visita de estado, quase ao mesmo tempo que o Papa Francisco. 
Será fascinante observar como os centros de decisão da hiperpotência reagirão a essa dupla exposição ao materialismo dialético -- com características chinesas -- e à Igreja Católica, em tese, "em reconstrução".

Em discurso histórico em Havana, o Papa Francisco -- que se intrometeu na reuniãozinha entre o presidente Barack Obama dos EUA e Raul Castro -- insistiu que quer o aprofundamento das relações entre Washington e Havana. Pediu a Obama e Raul que busquem plena reconciliação como exemplo para o mundo, "um mundo que necessita de reconciliação, nessa atmosfera de terceira guerra mundial por etapas que estamos vivendo".

"Terceira guerra mundial" não aparecia na redação oficial do discurso do Papa. Francisco acrescentou essa linha no avião, voando de Roma a Havana.

Algum cético pré-socrático logo dirá que Francisco parece estar

quinta-feira, 18 de junho de 2015

How the US Government Conquered Ukraine to Start WW3 With Russia

Frente Brasileira de Solidariedade com a Ucrânia
4 h · 
Como os EUA conquistaram a Ucrânia para começar a Terceira Guerra Mundial com a Rússia.
Published on Jun 17, 2015
How the US Government Conquered Ukraine to Start WW3 With Russia As fighting between the army and 

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Fights-in-donbass-18-06-2015
Facebook Reinhard Lenfant
4 h · 
Yesterday ‪#‎UAF had losses near Marinka - Between 3-6 KIA and at least 20-25 WIA. Yesterday in area of Bahmutke Militia had 1 KIA and 12 WIA ,#UAF had 7 KIA and 21 WIA. Today Ukrainian Army blocked all bus traffic to Kiev,Kharkiv,Mariupol and Dnipropetrovsk . The village Shyrokyne and the surrounding area are evacuated (Near Shyrokyne no civilians left). Heavy infantry fights are in progress in Avdiivka and Marinka. In Pesky heavy fights are in progress,Today #UAF used again MLRS near Shyrokyne. http://newrussia.press/milita…/fights-in-donbass-18-06-2015/ …
cauldrons to be considered in

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL?

22 dezembro 2014, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Boaventura de Sousa Santos

É uma guerra provocada unilateralmente pelos EUA com a cumplicidade da Europa. O alvo principal é a Rússia e, indiretamente, a China. O pretexto é a Ucrânia.

Tudo leva a crer que está em preparação a terceira guerra mundial, se entendermos por “mundial” uma guerra que tem o seu teatro principal de operações na Europa e se repercute em diferentes partes do mundo. É uma guerra provocada unilateralmente pelos EUA com a cumplicidade ativa da Europa. O seu alvo principal é a Rússia e, indiretamente, a China. O pretexto é a Ucrânia. Num raro momento de consenso entre os dois partidos, o Congresso dos EUA aprovou no passado dia 4 de dezembro a Resolução 758 que autoriza o Presidente a adotar medidas mais agressivas de sanções e de isolamento da Rússia, a fornecer armas e outras ajudas ao governo da Ucrânia e a fortalecer a presença militar dos EUA nos países vizinhos da Rússia. A escalada da provocação à Rússia tem vários componentes que, no conjunto, constituem a segunda guerra fria. Nesta, ao contrário da primeira, a Europa é um participante ativo, ainda que subordinado aos EUA, e assume-se agora a possibilidade de guerra total e, portanto, de guerra nuclear. Várias agências de segurança fazem planos já para o Day After de um confronto nuclear.

Os componentes da provocação ocidental são três: sanções para debilitar a Rússia; instalação de um governo satélite em Kiev; guerra de propaganda. As sanções são conhecidas, sendo a mais insidiosa a redução do preço do petróleo, que afeta de modo decisivo as exportações de petróleo da Rússia, uma das mais importantes fontes de

segunda-feira, 10 de março de 2014

CRISES, OS DESENLACES POSSÍVEIS

Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por Jorge Figueiredo

Ninguém a culpar pelas crises!
Sobre nós, imutáveis e inescrutáveis, dominam
As leis da teoria económica.
E catástrofes naturais repetem-se
Em ciclos terríveis. 

Bertold Brecht, Santa Joana dos Matadouros

No one's to blame for crises!
Over us, changeless and inscrutable, rule
The laws of economics.
And natural catastrophes recur
In dreadful cycles.

Bertolt Brecht, Saint Joan of the Stockyards

Na linguagem corrente, quando se fala em saída da crise a maioria das pessoas pensa na recuperação dos níveis de emprego e de crescimento. No entanto, na óptica da classe dominante, saída da crise significa outra coisa:   trata-se, sim, do restabelecimento da taxa de lucro para os níveis que consideram normais. Esta ambiguidade de linguagem tem sido útil para os comentaristas económicos que grassam na TV portuguesa: tais confusões facilitam o trabalho deles de desinformação.

Há numerosas saídas possíveis de uma crise económica mas isso raramente é mencionado. Uma boa tipologia para caracterizar as possíveis saídas de uma crise é examinar o que se segue à descida ao "fundo do poço". Grosso modo, os gráficos assemelham-se às seguintes letras:

A saída em V é a clássica dos ciclos de conjuntura normais do capitalismo. Depois de atingir o mínimo há uma vigorosa retomada das taxas de lucro (e consequentemente do produto e do emprego). Foi este tipo de saída que se verificou ao longo dos 30 anos gloriosos que se seguiram à II Guerra. Era o tempo em que os economistas do sistema tinham a pretensão de poder controlá-lo e