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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Mercosul, Brasil/Lula solto se prepara para a maior luta de sua vida



Por Pepe Escobar
Jornalista e correspondente de várias publicações internacionais
Publicado no Asia Times

Tradução de Patricia Zimbres



Melhor não se meter com o ex-presidente do Brasil. Putin e Xi são seus reais aliados na Esquerda Global

Ele voltou. De forma explosiva.

Apenas dois dias depois de ser solto da carceragem da Polícia Federal de Curitiba, no sul do Brasil, após uma apertada votação de 6 x 5 no Supremo Tribunal Federal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva proferiu um inflamado discurso de 45 minutos em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo, na periferia de São Paulo e, usando seu inigualável capital político, conclamou os brasileiros a se lançarem a nada menos que uma revolução social.

Quando meus colegas Mauro Lopes, Paulo Moreira Leite e eu entrevistamos Lula na cadeia, ele somava 502 dias prisioneiro em sua cela. Em agosto, era impossível prever que sua soltura aconteceria no 580º dia, em inícios de novembro.

Sua primeira fala à nação após sua saga na prisão -- que está longe de ter terminado -- não poderia ser solene. Ele, na verdade, prometeu um pronunciamento detalhado para um futuro próximo. O que ele fez, em seu inconfundível estilo de conversa informal, foi partir imediatamente para a ofensiva,

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

BRICS, Russia/The Russian Masterpiece in Syria: Everyone Wins



Federico PIERACCINI*

“Moscow and Damascus have always maintained they are against any form of partition or illegal foreign presence in Syria.”

Moscow has managed to maintain contacts with all parties in the conflict, even in spite of its stance against partition and illegal foreign presence. Trilateral talks between Iran, Turkey and Russia occurred in Astana at Moscow’s urging. Putin managed to bring together in Sochi the Syrian government and opposition groups to discuss the future of Syria. In Geneva, Moscow mediated between Damascus and the international community, shielding Syria from the diplomatic skulduggery of the US and other enemies of Syria.

Turkey, solely as a result of its defeat in Syria, now finds itself in active dialogue with Moscow and Tehran. As Ankara experiences worsening relations with Washington and other European capitals, Moscow saw a great opportunity to bring Turkey closer to Damascus.

Russia’s operation was complicated and required a lot of patience; but thanks to negotiations supervised by Russia, together with the bravery and courage of Syrian soldiers, almost all

terça-feira, 24 de setembro de 2019

BRICS, Russia/Military-Industrial Commission meeting



Vladimir Putin held a meeting of the Military-Industrial Commission of the Russian Federation at the Kalashnikov Academy Youth Technology Park.

After the meeting, in the presence of the President, the Defence Ministry signed a long-term contract with the Izhevsk Electromechanical Plant Kupol for the delivery of Tor-M2 and Tor-M2DT air defence missiles for the Russian Army; the Government of Udmurtuia signed a cooperation agreement with Roscosmos State Corporation on establishing the Kosmoquantum Laboratory at the Kalashnikov Academy Youth Technology Park.

Beginning of the Military-Industrial Commission meeting

President of Russia Vladimir Putin: Good afternoon, colleagues.

At this regular Military-Industrial Commission meeting in Izhevsk, one of Russia’s arms capitals, we will discuss key issues of developing the industry’s facilities and enhancing their economic stability and competitiveness.

First, I suggest we focus on implementing the import substitution programme in the

terça-feira, 20 de agosto de 2019

BRICS, China e Rússia/Muralha sino-russa contra a intromissão dos EUA


19 agosto 2019, Resistir.info (Portugal)  https://www.resistir.info/china/bhadrakumar_11ago19.html

por M.K. Bhadrakumar
Analista político, indiano

A China acusou explicitamente os Estados Unidos e a Grã-Bretanha de fomentarem os protestos "pró-democracia" em Hong Kong. Pequim assumiu o assunto por meio do canal diplomático exigindo que a inteligência dos EUA pare de incitar e encorajar os manifestantes de Hong Kong. Na semana passada, evidências fotográficas apareceram nos media mostrando a conselheira política do consulado dos EUA em Hong Kong, Julie Eadeh, a confabular no átrio de um hotel de luxo local com os líderes estudantis envolvidos neste movimento "pró-democracia" de Hong Kong.

Washington ficou ressentida pelo facto de a cobertura de Julie ter sido explodida. Ela é aparentemente uma especialista que organizou "revoluções coloridas" em outros países e foi revelado que estava envolvida na trama de "atos subversivos" na região do Médio Oriente. O Global Times escreveu um editorial furioso . Dizia:

"O governo dos EUA desempenhou um papel vergonhoso nos distúrbios de Hong Kong. Washington apoia publicamente os protestos e nunca condena a violência que atinge a polícia. O consulado geral dos EUA em Hong Kong está a aumentar a sua interferência directa na situação de Hong Kong. A administração dos EUA está a instigar

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

BRICS/Ataque ao Irão seria ataque à Rússia


14 de agosto de 2019, Página Global (Portugal) https://paginaglobal.blogspot.com/2019/08/ataque-ao-irao-seria-ataque-russia-pepe.html

Pepe Escobar, Asia Times

A Rússia está avançando meticulosamente nos movimentos sobre o tabuleiro de xadrez eurasiano, movimentos que têm de ser observados em conjunto, com Moscovo propondo ao Sul Global abordagem diametralmente oposta às sanções, ameaças e guerra económica que lhes faz o ocidente. Aqui vão três exemplos recentes.


Moscovo destaca que “o trabalho prático de lançar o processo para criar um sistema de segurança no Golfo Persa” deve começar com “consultas bilaterais e multilaterais entre partes interessadas, incluindo países da região e também de fora dela,” além de

terça-feira, 23 de julho de 2019

BRICS, Rússia/Entrevista do ministro das Relações Exteriores Sergey Lavrov publicada no jornal Argumenty i Fakty, Moscou


18/7/2019, http://oempastelador.blogspot.com/2019/07/min-sergey-lavrov-das-relacoes.html

Na página do Ministério de Relações Exteriores da Rússia (Doc. 1486-17-07-2019)

Pergunta: Pode-se esperar no futuro próximo alguma melhora nas relações com os EUA?

Sergey Lavrov: Dificilmente haverá qualquer melhora em breve, já que se pode dizer qualquer coisa da confusão em que estão nossas relações, menos que seja fácil. Não por nossa culpa. Afinal, relações bilaterais demandam esforços recíprocos. Temos de nos encontrar no meio do caminho.

A Rússia está pronta para andar nessa direção, como já dissemos em diversas ocasiões. Partimos da premissa de que Rússia e EUA têm uma responsabilidade especial. Somos as duas maiores potências nucleares, membros fundadores das Nações Unidas e membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. A cooperação entre nossos dois países é fundamental para garantir estabilidade e previsibilidade nos assuntos internacionais. No entanto, nem tudo depende de nós. Como diz o ditado, só se dança um tango, se os dois quiserem.

A situação é bastante complicada no setor norte-americano. Por um lado, o presidente Donald Trump fala de buscar boas relações com a Rússia, mas essa atitude está longe de ser prevalente em Washington. Vemos isso em movimentos hostis, como várias acusações sem fundamento, que a Rússia enfrenta, imposição de sanções econômicas e financeiras, confisco de propriedades diplomáticas, sequestro de cidadãos russos em terceiros países, oposição aos interesses da política externa da Rússia, e tentativas de

BRICS/Foreign Minister Sergey Lavrov’s interview with the newspaper Argumenty i Fakty


published on July 17, 2019, The Ministry of Foreign Affairs of the Russian Federation http://www.mid.ru/en http://www.mid.ru/en_GB/foreign_policy/news/-/asset_publisher/cKNonkJE02Bw/content/id/3728033?p_p_id=101_INSTANCE_cKNonkJE02Bw&_101_INSTANCE_cKNonkJE02Bw_languageId=en_GB

Question: Can an improvement in the relations with the United States be expected in the near future?

Sergey Lavrov: An improvement will hardly materialise any time soon, since it is anything but easy to sort out the mess that our relations are in, which is not our fault. After all, bilateral relations require reciprocal efforts. We have to meet each other half way.

Russia is ready to move in this direction, as we have said on a number of occasions. We proceed from the premise that Russia and the United States bear special responsibility. We are the two largest nuclear powers, the founding members of the United Nations and permanent members of its Security Council. Cooperation between our two countries is key to ensuring stability and predictability in international affairs. However, not everything depends on us. It takes two to tango, as the saying goes.

The situation is quite complicated on the American side. On the one hand, President Donald Trump talks about seeking to be on good terms with Russia, but this attitude is far from prevalent in Washington. We see this in unfriendly steps, such as various groundless accusations Russia faces, imposing financial and economic sanctions, seizing diplomatic property, kidnapping Russian nationals in third countries, opposing Russia’s foreign policy interests, as well as attempts to

terça-feira, 9 de julho de 2019

BRICS, Russia/Vladimir Putin Slams ‘Obsolete Liberalism.’ What Prevents Western Leaders From Doing the Same?


July 4, 2019, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/07/04/vladimir-putin-slams-obsolete-liberalism-what-prevents-western-leaders-from-doing-same/


The Russian leader had some very candid comments about the state of Western democracies, bound as they are by the liberal idea, which Putin says has “outlived its purpose.”

Last week, on the eve of the G20 summit in Japan, Vladimir Putin sat down for a lengthy interview in the Kremlin with the Financial Times. Of the many issues touched upon, it was the frank discussion on liberalism that struck the loudest chord in the Western capitals.

In the course of making his case that the purpose of government is to build a “stable, normal, safe and predictable life for the people and to work towards a better future,” Putin compared that goal with liberalism in the West, which he argued “has outlived its purpose.”

Putin pointed to the disastrous

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Abya Yala, Patria Grande/VenezuelaLa serenidad de Putin, los susurros de Xi Jinping, los efectos especiales de Hasán Rouhaní y el poder armado del pueblo venezolano

04 07 2019, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico) http://www.rebelion.org/noticia.php?id=257948


La serenidad de Putin
Los acuerdos unilaterales, bilaterales, trilaterales, cuadrilaterales, multilaterales, que ha establecido Venezuela con cada uno de sus aliados y estos entre sí, han cerrado una cadena de eslabones entrecruzados –o mejor dicho-, una tupida red tanto comercial, como política, diplomática y, sobre todo, económica y militar; que hace inútil la palabrería de Donald Trump, su gesticulación feroz, su aparente falta de coherencia, la explosión final de una política de amenazas dispersa; muy americana, de jugador de casino, alquimista de bolsa de valores, viejo lema precarcelario de “Tolerancia Cero”, permisos indiscriminados (menos a los ciudadanos con antecedentes: negros, hispanos y amerindios, principalmente) para compra y tráfico de armas, y pistola vaquera al cinto.

La idea de buscarle garantía represiva a la libertad de empresa en el marco de un sistema formalmente democrático, nació en los EE UU y fue codificada en la ciudad de Nueva York, la urbe más simbólica del fin del milenio. Siguiendo modelos clásicos de marketing, la idea-sistema policial y sus procedimientos operativos fueron etiquetados para el rápido consumo de masas. En el corazón del “reino de la libertad” un plan de operaciones para la represión fue bautizado con un lema, rotundo, escueto, de claridad impertinente: “Tolerancia cero”.ii

Donald Trump chilla

terça-feira, 30 de abril de 2019

BRICS/A histeria do Russiagate: Um caso de russofobia aguda



por Serge Lavrov

HISTERIA
"Se a democracia americana for destruída na próxima geração, não será destruída pelos russos ou pelos chineses, mas por nós próprios, pelos mesmos meios que usamos para a defender"
Senador J. William Fulbright
"American Militarism", 1970, Epilogue

"É uma tentativa de atirar as culpas para cima de outrem. O problema não é nosso. O problema está na política dos EUA… Quem perdeu foi a outra equipa. Não querem reconhecer o erro. É mais fácil dizer "A culpa não é nossa, a culpa é dos russos, eles interferiram nas nossas eleições". Faz-me lembrar o antissemitismo: a culpa é dos judeus, toda a culpa. Sabemos onde podemos chegar com estes sentimentos. Não chegamos a nada de bom. O que há a fazer é simplesmente trabalhar e pensar como endireitar as coisas"
Vladimir Putin
Presidente da Federação Russa,
(em resposta a uma pergunta da jornalista americana Megyn Kelly na reunião plenária do Fórum Económico Internacional em S. Petersburgo, a 2 de junho de 2017).


Em 18 de abril de 2019 a Embaixada da Federação Russa nos EUA divulgou o documento "A histeria do Russiagate: Um caso de russofobia aguda", com 121 páginas – o qual foi ignorado pela maior parte dos media corporativos.   Os interessados em ler a íntegra do documento poderão descarregá-lo AQUI .   O presente texto, agora publicado, é o prefácio de autoria do ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serge Lavrov.

"Acredito que este problema tem raízes nos desenvolvimentos internos nos Estados Unidos.

"Não estamos a gostar dos atuais desenvolvimentos, mas não fomos nós que os iniciámos. É distorcer a verdade dizer que isto é o castigo pela Ucrânia e pela Crimeia. Tudo começou com o Presidente Barack Obama, muito antes de Washington lançar o seu projeto da "revolução colorida" na Ucrânia. Começou com Edward Snowden, que ficou preso na Rússia porque não podia fugir para outro sítio qualquer – o passaporte dele foi cancelado. O Presidente dos EUA, o secretário de Estado e os diretores do FBI e da CIA pressionaram-nos para o entregar sem demora. Dissemos que não o podíamos fazer porque todas as informações disponíveis indicavam que ele enfrentava a pena de morte. Foi por isso que Obama proibiu contactos bilaterais e cancelou a sua visita antes da cimeira dos G20 em S. Petersburgo. A propósito, estávamos a preparar para essa reunião um acordo sobre mais uma redução de armas estratégicas ofensivas, que devia ser feita a seguir ao Tratado de Praga de 2010, assim como uma declaração que estabelecia uma agenda sobre estabilidade estratégica para muitos anos seguintes. A incapacidade de Obama de renunciar ao seu ressentimento pessoal enterrou um documento muito importante, que podia ser hoje de muita utilidade.

"A seguir, foram impostas sanções sobre o processo Magnitsky. Um olhar mais atento sobre o problema revelou que Bill Browder, que criou o alarido, teve problemas com a lei e não só com a lei russa. O gabinete do procurador-geral da Rússia fez acusações contra Browder nos Estados Unidos. Os tribunais americanos tiveram de reconhecer numerosos factos que apoiam as nossas suspeitas. Mas houve uma nítida interferência nos trabalhos do tribunal por aqueles não queriam aliviar a pressão sobre a Rússia, ou seja, pelo próprio Browder e pelos seus apoiantes. Por outras palavras, a Ucrânia não passou de mais um pretexto.

"A elite norte-americana não gostou das alterações verificadas na Rússia depois de Vladimir Putin se ter tornado nosso presidente, quando voltámos a pôr-nos de pé e reconquistámos a nossa independência. Mais importante ainda, começámos a pensar de forma independente e deixámos de dar ouvidos aos conselheiros que estavam infiltrados nos nossos ministérios principais nos anos 90.

"A derrota eleitoral do Partido Democrático forneceu o pretexto para impedir a normalização das relações com a Rússia. Três semanas antes de sair da Casa Branca, Barack Obama confiscou propriedade diplomática da Rússia. Isto aconteceu num país onde isso não pode acontecer por nenhuma razão, onde a propriedade privada é um direito sagrado e a propriedade de terceiros nunca pode ser tomada. Foi uma bomba relógio e esse relógio ainda está a trabalhar. Os Democratas fizeram o melhor que puderam para usar a carta russa a fim de criar o máximo prejuízo à atual administração. Quando uma grande nação gasta três anos a especular sobre a interferência estrangeira que, alegadamente, pré-determinou o resultado das eleições presidenciais, vemos isso como falta de respeito para com o grande povo americano.

"Por falar da turbulência eleitoral, gostava de me referir ao Partido Democrático. Contrariamente ao que a investigação chefiada pelo assessor especial Robert Mueller está a tentar provar, há factos sólidos que mostram que o Partido Democrático violou a lei quando usou de métodos ilegais para forçar Bernie Sanders a abandonar a corrida. Todos já se esqueceram disso, falando só sobre a Rússia em vez de falarem sobre o que está a acontecer nos Estados Unidos.

"Estamos abertos ao diálogo contanto que os Estados Unidos também estejam. O Presidente Vladimir Putin já disse isto mais de uma vez na sua reunião com o Presidente Donald Trump em Hamburgo, em 2017, em Helsínquia, no ano passado, assim como durante os seus contactos na cimeira dos G20 em Buenos Aires. Não queremos interferir, e não queremos dar razões para nos acusarem de interferências nas lutas e conflitos internos nos Estados Unidos. Temos uma agenda construtiva. Definimos uma série de áreas de cooperação, incluindo o establishment, com aprovação do nosso presidente, de um conselho comercial incluindo cinco, seis ou sete altos funcionários de cada uma das maiores empresas russas e norte-americanas. Tenho a certeza de que um conselho de alto nível como este seria um importante fator de estabilização, pelo menos para as nossas comunidades comerciais.

"Também propusemos a criação, se o nosso presidente o aprovar, de um conselho de importantes cientistas políticos russos e norte-americanos que podem ser encarregados de preparar uma agenda política. Apresentámos um extenso programa para um diálogo sobre estabilidade estratégica, incluindo o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (Tratado INF) e um futuro acordo sobre armas estratégicas ofensivas, assim como sobre a cooperação no espaço e sobre formas de impedir a sua militarização com consequências imprevisíveis. Puseram tudo isto em segundo plano. Não recebemos uma clara resposta a estas propostas. Quando os Estados Unidos iniciaram o processo de retirada do Tratado INF, o Presidente Putin disse, numa reunião com o ministro da Defesa, Sergey Shoigu e comigo, que havíamos falado, mais de uma vez, aos nossos parceiros americanos sobre todas estas nossas iniciativas, e que os nossos parceiros já as conheciam. Se optavam por ignorar essas iniciativas, não vamos continuar a bater a uma porta fechada e vamos deixar de falar aos nossos parceiros sobre as nossas iniciativas. Os nossos colegas americanos podem avisar-nos quando estiverem preparados. Estaremos dispostos a começar as conversações". 

Serge Lavrov
Ministro dos Estrangeiros da Rússia
(Notas sobre uma reunião com a Associação Europeia de Negócios, Moscovo, 2/fevereiro/2019)

O original encontra-se em 
resistir.info/russia/the_russiagate_hysteria.pdf .
Tradução de Margarida Ferreira. 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

DONBASS December 4, 5, 2016/News

DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- DPR Head about Donetsk music flash mob: "Good job, we should be proud of such youths!"
2- Donetsk Defense: Situation Report, 5.12.2016

3- When Truth-Telling Becomes Russian Propaganda - US analyst

4- Donetsk Defense: Situation Report, 4.12.2016
And more

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1- DPR Head about Donetsk music flash mob: "Good job, we should be proud of such youths!" (Video)
Monday, December 5, 2016 - 12:28, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)


A video from Donetsk music flash mob appeared in weekend to the official website and YouTube channel, gathering over 300,000 views in just two days. Channel belongs to the Head of the Donetsk People's Republic, Alexandander Zakharchenko.
  
Aleksandr Vladimirovich Zakharchenko, how did the flash mob video appear at your official website? Have you participated in the event preparations?

"Of course not. After the meeting with students the guys told me that they wanted to respond to that song flash mobs at the railway stations in Ukraine and Russia. I have to say that

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

DONBASS November 16, 17, 2016/News

DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- 9,000 volunteers join LPR People’s Militia in 2016
2- Ukrainian saboteur captured in DPR, tries to cut away tattoo from his hand
3- European media: Putin gains victory in Eastern Europe
4- LPR thwarts 79 Ukrainian secret service agents in 2016
5- Lugansk Defense: Situation Report, 16.11.16
6- Donetsk Defense: Situation Report, 16.11.2016
And more

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1- 9,000 volunteers join LPR People’s Militia in 2016
Thursday, November 17, 2016 - 11:49, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

About 9,000 joined LPR People’s Militia in 2016, the Republic’s chief enlistment officer Igor Marshuba said.

“This year,

terça-feira, 8 de novembro de 2016

DONBASS November 7, 8, 2016/News

DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- DONi News debunks fake France 24 reportage from Donetsk People's Republic
2- Swedish newspaper: Crimea not annexed, but escaped fascist and Russophobic terror
3- Two Ukrainian commanders charged in absentia with shelling Donbass residents
4- NATO trains Ukrainian soldiers for information wars in Estonia
5- SBU launches persecution of Genichesk residents for appeal to Putin
6- “ATO Hero": I don’t want to know where I fire
7- Donetsk Defense: Situation Report, 7.11.2016
------ And more

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1- DONi News debunks fake France 24 reportage from Donetsk People's Republic

Tuesday, November 8, 2016 - 11:21, EDITORIAL DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)


The France 24 has made a fake reportage from the Donetsk People's Republic, and we have the factual material in DONi Donbass News Agency to prove the harsh distortion of reality about the conflict situation. The fabricated news in the western mainstream media is revealed by DONi correspondent Christelle Neant.

"After the German TV channel ZDF, which was caught the two hands in the cookie jar for a fake reportage, we thought that this kind of method would be not used any more after the TV channel reputation was damaged by this serious violation of the basic ethical rules of journalism. But no. Always further, always higher, especially in stupidity," says Neant,

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

DONBASS October 15, 16, 17, 2016/News: 1- 'There will be no mercy…”, 2- DPR defenders' commander…, 3- Three-day mourning…, 4- Putin says hopes for soonest…, 5- Right Sector suggests to kidnap and…, 6- Debunked: British journalist denies BBC…, 7- Donetsk Defense: Situation…

DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- 'There will be no mercy towards murderers of Motorola' - A. Zakharchenko (Video)
2- DPR defenders' commander "Motorola" killed in Donetsk
3- Three-day mourning declared in DPR following DPR Hero Arseny Pavlov's death
4- Putin says hopes for soonest settlement of conflict in Donbass
5- Right Sector suggests to kidnap and torture Donbass civilians
6- Debunked: British journalist denies BBC report on inhuman treatment of LPR prisoners ( video)
7- Donetsk Defense: Situation Report, 16.10.16
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1- 'There will be no mercy towards murderers of Motorola' - A. Zakharchenko (Video)
Monday, October 17, 2016 - 11:39, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)


The Head of the Donetsk People's Republic, Alexander Zakharchenko, commented late Sunday evening the state terrorism attack, which caused a murder of famous Sparta battalion comander "Motorola". Video translation provided byStalkerzone.

"And who committed this murder? Well I want to address the military personnel of Ukraine, security service of Ukraine, military intelligence

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O ULTIMATO DE PUTIN AOS ESTADOS UNIDOS

7 outubro 2016, Resistir.info http://resistir.info (Brasil)

por Rostislav Ishchenko*

– Não só exigiu desculpas como uma mudança de toda a política estado-unidense 

– Mas os media corporativos silenciam isto


Depois de o presidente da Federação Russa decretar que a Rússia suspendia a implementação do acordo com os EUA sobre a eliminação de plutónio apto a fins militares, e após a apresentação ao parlamento de um projecto de lei nesse sentido, os media começaram a perguntar se isto estava relacionado com a ruptura de cooperação na Síria. A segunda pergunta era a razão porque a Rússia, sabendo que os Estados Unidos não estavam a cumprir a sua parte do acordo, respondeu só vários anos depois. 

Alguns peritos nucleares dizem que o acordo beneficiou a Rússia. É possível; não sou um perito e assim não posso dizer se eles estão a ser objectivos. Além disso, o que é lucrativo para a indústria nuclear pode ser não benéfico para a segurança. 

Embora pense que a Rússia não tem problemas especiais de segurança, ela tem suficiente poder nuclear para infligir um golpe mortal aos EUA, e

DONBASS October 11, 12, 13, 2016/News: 1- Operation “Boeing №2″…, 2- More than 15 foreign AFU mercenaries…, 3- Hospitals prepare for…, 4- DPR Security Ministry disclose…, 5- Donetsk Defense: Situation…

DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- Operation “Boeing №2″ - The Ukrainian passengers are to be ready
2- More than 15 foreign AFU mercenaries killed, 25 got wounded trying to break through frontline in DPR
3- Hospitals prepare for reception of wounded on Kiev-controlled territory
4- DPR Security Ministry disclose data on Aydar fighter recruiting minors
5- Donetsk Defense: Situation Report, 12.10.16 (Video)

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1- Operation “Boeing №2″ - The Ukrainian passengers are to be ready
Tuesday, October 11, 2016 - 18:19, EDITORIAL DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

The information that Kiev-Amman flight deviated from the route and was in the sky above Syria more than it was supposed is disturbing...

Reclamation of a lost status-quo by collective West in general and by the US in particular is possible only in case of Assad resignation. But the support provided by Russia to the leadership of Syria and the governmental troops reduce a coalition chances to minimum. Neither sanctions nor threats helped in making Putin to go back on his words and actions.

But also no one is ready to start waging a war against

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

BRICS, БРИКС/Quarenta milhões de russos tomam parte em ensaio de "desastre nuclear"

5 outubro 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Tyler Durden

 

OS MEDIA OCIDENTAIS PRATICAMENTE IGNORARAM ESTA NOTÍCIA


Quando as relações entre a Rússia e os EUA se desintegram em consequência da escalada na guerra proxy na Síria, a qual culminou hoje com uma paralisação por Putin do esforço de limpeza do Plutónio em conjunto com os EUA, pouco antes de o Departamento de Estado dos EUA ter anunciado que cessaria negociações com a Rússia sobre a Síria, amanhã (5/Out) um número sem precedentes de 40 milhões de cidadãos russos, bem como 200 mil especialistas de "divisões de resgate de emergência" e 50 mil unidades de equipamentos começarão a tomar parte num ensaio com quatro dias de duração de defesa civil, evacuação de emergência e preparação para desastres, informou o ministro russo da Defesa Civil no seu sítio web. 

De acordo com o ministro, amanhã (5) de manhã haverá um ensaio de defesa civil por toda a Rússia envolvendo autoridades executivas federais, regionais e governos locais denominado "Organização da defesa civil durante grandes desastres naturais e causados pelo homem na Federação Russa em todos os territórios da Federação e perdurará até 7 de Outubro. Apesar de o ministro não ter especificado que espécie de "desastre causado pelo homem" ele imagina, este teria de ser substancial para 40 milhões de russos tomarem parte no ensaio de preparação de

GUERRA CONTRA A SÍRIA: DOIS LADOS PARTEM PARA O "PLANO B"

4 outubro 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Considerado o fracasso total da política dos EUA para mudar o regime na Síria e derrubar o presidente Assad, os EUA têm agora de fazer uma escolha fundamental: negociar ou subir a aposta. Aparentemente, Kerry e outros até tentaram negociar, mas o Pentágono decidiu de outro modo, e traiçoeiramente quebrou o compromisso que o país assumira e (ilegalmente) bombardeou forças sírias. Nesse ponto, Kerry, Power e os outros sentiram que não tinham escolha além de "unir-se" ao Pentágono e subir a aposta. +

30/9/2016, The Saker, Unz Review

Agora, os EUA "avisam" a Rússia de que a ofensiva de Aleppo prossegue e os EUA não voltarão às negociações. É ameaça das mais bizarras, considerando que os EUA não cumprem acordo e que os russos já concluíram que os EUA "não são capazes para acordos". A reação russa era previsível: Lavrov admitiu que já nem leva a sério o que os norte-americanos digam.

Certo. Os dois lados cansaram-se um dos outro. E o que se faz agora?

Os EUA enviarão mais armas para o Daech, inclusive MANPADs, TOWs e

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Follow the money trail for source of 'Russian threat' paranoia/Sigam a pista do dinheiro para perceber a origem da “ameaça russa”

22 Aug, 2016, TV-Novosti https://www.rt.com (Russia)

You’d have to have been locked in a wardrobe if you live in the West not to have heard ominous phrases like ‘The Russian threat’, ‘Russian aggression in Europe’ and ‘Russia set to invade Poland/Estonia/ Ukraine/Finland’.

Certain people are trying to scare us witless about Russia and the ‘threat’ the country apparently poses. The hysteria reminds one to the build up to the Iraq war, when we were warned every day about the ‘threat’ of Saddam’s deadly WMDs, which - surprise, surprise - turned out not to exist.

Now, we can talk for hours about grand, highfalutin theories in the field of geopolitics and international relations in attempts to explain why this is happening.

But ‘follow the money’ trail is all we really have to do. Ask yourself who benefits financially from all this scaremongering and then

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

POR QUE HILLARY É BEM PIOR QUE TRUMP?



2 agosto 2016, Tlaxcla http://www.tlaxcala-int.org (Mexico)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity

Entrevista com Diana Johnstone, autora de "Hillary Clinton: Rainha do Caos"


Diana Johnstone é, talvez, uma das comentaristas da política europeia e estadunidense mais reputada na esquerda.  Colaboradora, entre outros, de Counterpunch, Johnstone, tornou-se conhecida na Europa por suas críticas à política ocidental durante as guerras nos Balcãs, acaba de publicar um livro sobre Hillary Clinton que tem como título “Hillary Clinton: Rainha do caos”. A entrevistou para lamarea.com Ángel Ferrero.

Os meios estadunidenses têm colocado sua atenção nestas primárias em Donald Trump. Porém, em sua opinião, Hillary Clinton também deveria ser motivo de preocupação. Tem-na descrito como “a rainha do caos”. Por quê?

Trump consegue manchete por que é uma novidade, um homem midiático que diz coisas polêmicas. É visto como um intruso em um espetáculo eleitoral desenhado para transformar Clinton na “primeira mulher presidenta dos Estados Unidos”. Por que a chamo de rainha do caos? Em primeiro lugar, por causa da Líbia. Hillary foi, em grande medida, responsável pela guerra que afundou a Líbia no caos, um caos que se estende até