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terça-feira, 9 de julho de 2019

BRICS, Russia/Vladimir Putin Slams ‘Obsolete Liberalism.’ What Prevents Western Leaders From Doing the Same?


July 4, 2019, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/07/04/vladimir-putin-slams-obsolete-liberalism-what-prevents-western-leaders-from-doing-same/


The Russian leader had some very candid comments about the state of Western democracies, bound as they are by the liberal idea, which Putin says has “outlived its purpose.”

Last week, on the eve of the G20 summit in Japan, Vladimir Putin sat down for a lengthy interview in the Kremlin with the Financial Times. Of the many issues touched upon, it was the frank discussion on liberalism that struck the loudest chord in the Western capitals.

In the course of making his case that the purpose of government is to build a “stable, normal, safe and predictable life for the people and to work towards a better future,” Putin compared that goal with liberalism in the West, which he argued “has outlived its purpose.”

Putin pointed to the disastrous

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

DONBASS December 4, 5, 2016/News

DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- DPR Head about Donetsk music flash mob: "Good job, we should be proud of such youths!"
2- Donetsk Defense: Situation Report, 5.12.2016

3- When Truth-Telling Becomes Russian Propaganda - US analyst

4- Donetsk Defense: Situation Report, 4.12.2016
And more

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1- DPR Head about Donetsk music flash mob: "Good job, we should be proud of such youths!" (Video)
Monday, December 5, 2016 - 12:28, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)


A video from Donetsk music flash mob appeared in weekend to the official website and YouTube channel, gathering over 300,000 views in just two days. Channel belongs to the Head of the Donetsk People's Republic, Alexandander Zakharchenko.
  
Aleksandr Vladimirovich Zakharchenko, how did the flash mob video appear at your official website? Have you participated in the event preparations?

"Of course not. After the meeting with students the guys told me that they wanted to respond to that song flash mobs at the railway stations in Ukraine and Russia. I have to say that

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

GUERRA CONTRA A SÍRIA: DOIS LADOS PARTEM PARA O "PLANO B"

4 outubro 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Considerado o fracasso total da política dos EUA para mudar o regime na Síria e derrubar o presidente Assad, os EUA têm agora de fazer uma escolha fundamental: negociar ou subir a aposta. Aparentemente, Kerry e outros até tentaram negociar, mas o Pentágono decidiu de outro modo, e traiçoeiramente quebrou o compromisso que o país assumira e (ilegalmente) bombardeou forças sírias. Nesse ponto, Kerry, Power e os outros sentiram que não tinham escolha além de "unir-se" ao Pentágono e subir a aposta. +

30/9/2016, The Saker, Unz Review

Agora, os EUA "avisam" a Rússia de que a ofensiva de Aleppo prossegue e os EUA não voltarão às negociações. É ameaça das mais bizarras, considerando que os EUA não cumprem acordo e que os russos já concluíram que os EUA "não são capazes para acordos". A reação russa era previsível: Lavrov admitiu que já nem leva a sério o que os norte-americanos digam.

Certo. Os dois lados cansaram-se um dos outro. E o que se faz agora?

Os EUA enviarão mais armas para o Daech, inclusive MANPADs, TOWs e

sábado, 2 de julho de 2016

CHILE Y RUSIA: GOOD BYE TIO SAM, DOBRO POZHALOVAT TOVARISHCH



29 junio 2016, ADITAL Agência de Informação Frei Tito para América Latina http://site.adital.com.br (Brasil)

Pablo Jofré Leal

Corresponsal de Adital en Chile

En una ofensiva política, económica y militar, destinada a presentar a Chile como un socio fiable y comercialmente atractivo en Latinoamérica, el gobierno del país austral, a través de diversas iniciativas se ha acercado a la Federación Rusa, restándole vigor a las tradicionales relaciones que la nación andina ha tenido con Estados Unidos y que parece repetirse con países vecinos.

La decisión chilena va en el camino de consolidar una estrategia, que trata de contener la política exterior del gobierno boliviano, que con una activa diplomacia, combinada con una política comunicacional efectiva, ha tenido por las cuerdas a la cancillería chilena, ya sea por la demanda ante la Corte Internacional de Justicia de La Haya por el tema marítimo o el diferendo por

terça-feira, 5 de abril de 2016

BRICS, БРИКС/Kremlin prepara-se para ataques 'jornalísticos' contra Putin



31 março 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

O porta-voz do presidente russo Vladimir Putin, Dmítri Péskov, em conversa com repórteres, comentou o pedido recebido pelo chefe de Estado da Federação Russa, para que respondesse a uma lista de perguntas provocativas, encaminhada por um "Request Thread - Consórcio Internacional de Jornalismo Investigativo" (sic). O Kremlin respondeu que não tomaria conhecimento das perguntas,  propostas em estilo de Inquisição.

"Do nosso ponto de vista, algumas ONGs e serviços de inteligência estrangeiros, bem como alguns meios de comunicação já se intrometeram na campanha eleitoral em nosso país - que ainda nem começou!", disse

sábado, 6 de dezembro de 2014

BRICS, БРИКС/DESGOSTOSA E DECEPCIONADA, RÚSSIA DESISTE OFICIALMENTE DE TODOS OS ESFORÇOS DE “DIÁLOGO” COM O IMPÉRIO ANGLO-SIONISTA

5 dezembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

The SakerThe Vineyard of the Saker
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

 
A Alemanha não conseguiu colonizar a Russia na IIa Guerra Patriótica

Amigos,

A íntegra do discurso do presidente Putin à Assembleia Federal da Rússia já está disponível online [aqui, em espanhol e outras línguas] e, como é texto muito longo, não o reproduzirei. Proponho-me aqui a chamar a atenção de todos para quatro trechos, reproduzidos verbatim daquele discurso, com algumas passagens chaves assinaladas em negrito.

A maior parte do discurso tratou de questões econômicas e internas, mas me parece que esses quatro pontos, especialmente as expressões que Putin escolheu, realmente “contam a história” da posição do Kremlin, hoje, vis-à-vis o ocidente. Vejam com os próprios olhos:

1) Crimeia é russa para sempre:

Foi evento de especial significação para o país e o povo, porque a Crimeia é onde vive nosso povo e a península tem importância estratégica para a Rússia como fonte espiritual do desenvolvimento de uma nação russa multifacetada mas sólida e de um estado russo centralizado. Na Crimeia, na cidade ancestral de Chersonesus ou Korsun, como se lê nos antigos cronistas russos, que o Grande Príncipe Vladimir foi batizado, antes de trazer o cristianismo para a Rus.

Além da similaridade étnica, língua comum, elementos comuns da cultura material, território comum, embora antes não houvesse fronteiras demarcadas, e nascentes economia e governo comuns, o cristrianismo foi poderosa força espiritual de unificação que ajudou a envolver várias tribos e uniões tribais do vasto mundo eslavo oriental na criação de uma nação russa e de um estado russo. Foi graças a essa unidade espiritual que nossos antepassados, pela primeira vez, e dali para sempre, viram-se, eles mesmos, como nação unida. Tudo isso nos autoriza a dizer que a Crimeia, antiga Korsun ou Chersonesus, e Sevastopol têm inestimável valor civilizacional, mesmo, sagrado, para a Rússia, como o Monte do Templo em Jerusalém para os seguidores do Islã e do Judaísmo. E assim será a Crimeia, para sempre, para nós.



Brigadas antinazistas femininas da Crimeia (Sinferopol) na IIa. Guerra Patriótica


2) Rússia jamais será colônia da União Europeia:

Quanto a isso, a Rússia já fez importante contribuição para ajudar a Ucrânia. Permitam-me reiterar que bancos russos já investiram cerca de US$ 25 bilhões na Ucrânia. Ano passado, o Ministro de Finanças da Rússia prorrogou empréstimo de mais US$ 3 bilhões. A Gazprom garantiu mais

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A AMÉRICA LATINA COMO ALVO DE DISPUTA

20 agosto 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)
Ruslan Kostiuk*, historiador

Os últimos acontecimentos na Ucrânia refletiram uma diversificação na política externa russa. O destaque está em suas relações com a América Latina.

Durante a década de 2000, o Kremlin passou a expandir sua política externa na América Latina. Com a crescente presença dos EUA e da Otan no Leste Europeu, não é de se estranhar que a Rússia busque expandir sua presença em áreas sob tradicional influência de Washington. 

Na virada do século, a região experimentou uma guinada para a esquerda que tirou muitos países latino-americanos da esfera de influência dos EUA e incentivou a elaboração de políticas econômicas e de assuntos externos próprios e independentes. 

Foram sobretudo os países do eixo bolivariano que

sexta-feira, 30 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/PODER GLOBAL: A RÚSSIA SOBE

28 maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Há dois propósitos principais na propaganda ocidental sobre os acontecimentos atuais na Ucrânia. Primeiro, encobrir, ou pelo menos disfarçar, o papel fundamental que Washington teve na derrubada do governo democraticamente eleito da Ucrânia. Segundo, demonizar ao máximo a Rússia.

Sabe-se a verdade, mas a verdade não faz parte nem importa para a TV-empresa ocidental, ou para a imprensa-empresa impressa. Um telefonema interceptado de uma conversa entre a Secretária Assistente de Estado dos EUA Victoria Nuland e o embaixador dos Estados Unidos para a Ucrânia, Geoffrey Pyatt, revela o teor da discussão entre os dois golpistas, sobre quem seria instalado como "pessoa de confiança", a marionete de Washington, no novo governo fantoche. Outra interceptação telefônica, desta vez entre o Ministro do Exterior da Estônia, Urmas Paet, e a funcionária de política externa da União Europeia, Catherine Ashton, põe a nu as suspeitas, posteriormente confirmadas, de que os atiradores que alvejaram e mataram pessoas no conflito em Kiev vieram do lado apoiado pelos EUA no conflito. 

A "revolução" laranja 
Resumindo: depois de 2004, quando Washington orquestrou a "Revolução Laranja", que deveria entregar a Ucrânia nas mãos do ocidente, mas falhou, Washington, de acordo com Victoria Nuland, gastou nos dez anos seguintes, na Ucrânia, cerca de 5 bilhões de dólares. O numerário foi entregue a políticos que os EUA prepararam com cuidado e a Organizações Não Governamentais (ONGs) que operavam 'de fachada', fantasiadas de instituições educacionais, pró-democracia ou pró-Direitos Humanos, mas que, na realidade, Quinta Coluna de Washington na Ucrânia.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/FORÇA AÉREA RUSSA DESMORALIZA A US NAVY

8 maio 2014, Resistir.infohttp://resistir.info (Portugal)

OS MEDIA CORPORATIVOS OMITIRAM ESTA NOTÍCIA

Por Pavel Zolotarev*


O Sukhoi Su-24, dotado do mais recente complexo de interferência electrónica (jamming) paralisou o "Aegis", o mais moderno sistema de gestão de combate americano instalado no destróier "USS Donald Cook" a navegar no Mar Negro.

O destróier estado-unidense "Donald Cook", com mísseis de cruzeiro "Tomahawk", 
entrou nas águas neutras do Mar Negro no dia 10 de Abril. O objectivo era uma demonstração de força e intimidação em conexão com a posição da Rússia na Ucrânia e na Crimeia. O aparecimento de navios de guerra americanos nestas águas é uma infracção à Convenção de Montreux acerca da natureza e duração da permanência no Mar Negro por parte de embarcações militares de países não banhados por este mar.

Como resposta, a Rússia enviou um bombardeiro desarmado Su-24 para voar em torno do destróier estado-unidense. Entretanto, peritos disseram que este avião estava equipado com o mais recente complexo electrónico russo de guerra. Segundo esta versão, o "Aegis" localizou de longe a aproximação do avião e accionou o alarme. Tudo ia normal, radares americanos calcularam a velocidade de aproximação do alvo. E subitamente todos os écrans ficaram em branco. O "Aegis" já não funcionava mais e os foguetes não podiam obter informação acerca do alvo. Enquanto isso, o Su-24 voou sobre o tombadilho do destróier, tomou posição de batalha e simulou um ataque de míssil sobre o alvo. A seguir voltou e repetiu a manobra. E repetiu isso 12 vezes.

UCRANIA, LA GUERRA O LA PAZ

10 mayo 2014, HispanTV http://hispantv.net (Irán)

Por Pablo Jofré Leal

El llamado a elecciones para el 25 de mayo en Ucrania corre serio peligro de convertirse en un montaje electoral, que instaure, bajo un marco legal programado desde Washington y Berlín, un gobierno con clara orientación ultraderechista y profundamente antirruso, generando con ello la posibilidad de un conflicto de escala regional.

Las elecciones presidenciales, con 23 candidatos claramente opositores a cualquier acercamiento con Moscú - a excepción del decaído partido de las regiones - han sido convocadas y catalizadas por el gobierno interino de Kiev, que se ha visto enfrentado a severas críticas internacionales por la matanza de 46 personas vinculados a grupos de civiles que se manifestaban por mayores grados de autonomía de Kiev. Matanza llevada a cabo por partidarios del gobierno provisional de Kiev identificados como miembros del ultraderechista partido Svoboda y Sector Derecho que incendiaron, el pasado 2 de mayo, una Sede Sindical donde los manifestantes autonómicos se habían refugiado, generando esta, calificada como parte de una estrategia genocida por parte del gobierno de facto ucraniano.

Para Rusia, la muerte de estos manifestantes, junto a otra veintena que fueron asesinadas por bandas paramilitares ultraderechistas en Odesa y otras zonas del sudeste en la última semana, representa el resurgimiento del fascismo. El canciller ruso Serguei Lavrov afirmó que "lo sucedido en Odesa el 2 de mayo es puro fascismo. No permitiremos

quarta-feira, 30 de abril de 2014

BRICS, БРИКС/VLADIMIR PUTIN: PERGUNTAS E RESPOSTAS (TV, com jornalistas)

29 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)
17/4/2014, Presidência da Rússia, Kremlin (vídeo em http://eng.kremlin.ru/news/7034 )
[Introdução, falam a apresentadora, no estúdio, KIRILL KLEYMENOV e outros jornalistas, em outros pontos do país, nos estúdios, na rede online e no centro de mídias sociais.] 
KIRILL KLEYMENOV: Sr. Putin, a primeira pergunta é perfeitamente óbvia: O que o senhor pensa sobre os eventos em curso nas regiões de Lugansk e Donetsk?
PRESIDENTE DA RÚSSIA VLADIMIR PUTIN: Antes de responder sua pergunta, gostaria de voltar um pouco sobre os eventos recentes na Ucrânia.
Como vocês sabem, o presidente Yanukovych recusou-se a assinar o Acordo de Associação com a União Europeia. Não, não se recusou a assinar. Disse que não podia aceitar as condições da UE, porque piorariam dramaticamente a condição socioeconômica na Ucrânia e afetariam os ucranianos.
Yanukovych disse que precisava de mais tempo para analisar o documento e discuti-lo com os europeus. Isso provocou agitação nas ruas que culminou num golpe, não constitucional, com tomada do poder por força armada. Uns gostaram, outros não gostaram. O povo das regiões leste e sul da Ucrânia temiam pelo próprio futuro e o futuro dos filhos, porque viram um rápido crescimento de sentimento nacionalista, ameaças graves e viram que [as novas autoridades] queriam invalidar direitos de algumas minorias étnicas, inclusive direitos da minoria russa. Por outro lado, essa descrição tem de ser relativizada, porque os falantes de russo são cidadãos da Ucrânia. Mas houve uma tentativa para proibir o uso da língua russa, primeira língua de muitos cidadãos da Ucrânia. O povo ficou alarmado, é claro. Em seguida, o que aconteceu?
Em vez de começar a conversar com essas pessoas, Kiev imediatamente nomeou novos governadores - todos eles oligarcas e bilionários - para aquelas regiões. O povo desconfia muito dos oligarcas. Entendem que enriqueceram enganando o povo e saqueando propriedade pública [bens comprados durante a 'privatização' dos anos 1990s, como tb aconteceu no Brasil, nos governos de Fernando Henrique Cardoso]. E esses oligarcas lá estavam, nomeados governadores daquelas regiões. O descontentamento popular aumentou. O povo havia votado, mas o que o novo governo estava fazendo? Houve muitas prisões, mas os grupos nacionalistas armados não foram desarmados. Ao contrário, ameaçaram usar a força contra as populações do leste. Como resposta, a população no leste também começou a se armar. 
Recusando-se a ver que algo havia de profundamente errado no estado ucraniano e sem tentar