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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Golden Prague was Liberated by Soviet Tanks/Свобода для Златой Праги пришла на броне советских танков

12.05.2015, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia), Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)


The act of unconditional capitulation signed on May 9, 1945 did not put an end to hostilities in Europe. The German High Command’s ordered the forces in the north-west of Germany, Denmark and the Netherlands to lay down arms. There was no reason to continue resistance there. The fight was to go on in the east. Army Group Centre (1st and 4th Tank and 17thArmy) led by Field Marshall Ferdinand Schörner and elements of Army Group Ostmark (operational in Austria and Czechoslovakia) led by Generaloberst (Senior General) Lothar Rendulic were concentrated in Czechoslovakia to offer stiff resistance to the Red Army. The 900 thousand strong German force possessed 9, 7 thousand artillery pieces and mortars, 1, 9 thousand tanks and self-propelled guns, as well as around one thousand combat planes.

The new government of Gross Admiral (Grand Admiral) Karl Dönitz resisted the Soviet troops in the western and central parts of Czechoslovakia to ensure German troops would surrender to the British or Americans and not the Soviet troops. The Russia’s Western allies never did anything to change it hoping to diminish the success of Red Army and, subsequently, the extent of Soviet influence in

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

EL ENCUBIERTO "FACTOR HITLER" EN UCRANIA/THE HUSHED-UP HITLER FACTOR IN UKRAINE

29 agosto 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Znet/Consortium News

Traducido del inglés para Rebelión por Germán Leyens

¿Apoyaría EE.UU. cualquier tipo de "hitlerismo" en el esfuerzo del Departamento de Estado para convertir las clases políticas antirrusas de Europa Oriental en modelos de perfección de relaciones públicas que no puedan ser criticados, ni siquiera suavemente?

Fue francamente desconcertante ver al senador John McCain, republicano por Arizona, abrazando al líder del partido Svoboda, de extrema derecha, antisemita, pro fascista, en diciembre pasado. Fue inquietante saber de los elementos neonazis que suministraron la “fuerza” para la verdadera toma del poder de Maidan el pasado mes de febrero (Newsnight de BBC fue uno de los pocos importantes medios occidentales que se atrevieron a cubrir abiertamente ese hecho).

Lo más inquietante de todo ha sido el muro de un grado casi soviético erigido de alguna manera por los medios occidentales dominantes contra cualquier mención crítica del componente de extrema derecha de la historia de Ucrania en 2014, haciendo que cualquier pensamiento semejante fuera digno de ridículo en las páginas de opinión del New York Times durante la primavera pasada.

Lo más cómico fue la publicación en mayo de 2014 en el Times de un artículo de opinión editorial (obviamente escrito por encargo), programado por el Departamento de Estado, de la candidata presidencial ucrania Yulia V. Timoshenko que cita a Churchill escribiendo a Roosevelt “Dadnos los instrumentos, nosotros terminaremos la tarea”, explayándose sobre “la justa y abierta democracia que es el mayor legado de EE.UU. al mundo”.

Esto, de la política de extrema derecha que poco antes había expresado pensamientos genocidas hacia los millones de ciudadanos rusohablantes de su país, y quien fue, durante su período como primera ministra, una devota de primera clase del líder fascista durante la guerra, Stepan Bandera, cuya

quinta-feira, 31 de julho de 2014

«FASCISMO NA UCRÂNIA»: UMA INVENÇÃO RUSSA?

29 julho 2014,  ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)



Este texto data de Março deste ano. Não só não perdeu actualidade, como ganhou acrescida importância face à evolução dos graves acontecimentos na Ucrânia, para cuja análise é indispensável a compreensão da natureza do poder que o imperialismo instalou em Kiev. Que figuras de proa do imperialismo (Merkel, Kerry) se façam fotografar lado a lado com os fascistas ucranianos já é de registar. Mas é igualmente de registar que figuras da “esquerda” francesa (nomeadamente Mélenchon) tudo façam para ignorar o carácter fascista desses fascistas.

Regresso à insurreição de Maidan e seus resultados
A questão do “fascismo ucraniano”, com ou sem aspas, não é primordial, e não faço disso uma obsessão.

O que é essencial é principalmente o risco de guerra entre a Rússia e a Ucrânia, uma possibilidade terrível, impensável há poucos meses. É depois o desastre social que se seguirá, para o povo ucraniano, à eventual adopção, pelo poder resultante da insurreição de «Maidan», dos planos europeus de comércio livre e de «reformas» sob a égide do FMI. Mas acontece que, para lá chegar, a UE e os EUA, numa manobra deliberadamente aventureira e provocadora, puseram no poder em Kiev os partidos da oposição minoritários no país (não representativos do leste e do sul da Ucrânia) e encorajaram as suas facções extremas, os partidos e grupos neonazis e ultranacionalistas. Acontece também que este aspecto da realidade ucraniana é ocultado nos média, desde longa data.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

ANÁLISIS DE CLASE DE LA CRISIS UCRANIANA/КЛАССОВЫЙ АНАЛИЗ УКРАИНСКОГО КРИЗИСА

16 junio 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=186096
ЛІВА інтернет-журнал http://liva.com.ua/class-analysis-ukraine.html

Viktor Shapinov, Liva, ЛІВА

Traducido del ruso por Carlos Valmaseda

Las causas sociales y de clase de la crisis ucraniana se han estudiado mal. En general se ha prestado atención al aspecto político de los acontecimientos perdiendo de vista la base socioeconómica. ¿Qué fuerzas de clase participaron en el derrocamiento de Yanukovich, forman parte del nuevo poder en Kiev, originaron el AntiMaidán y el movimiento en el Sur-Este? 

La crisis del capitalismo ucraniano 

La crisis ucraniana no se debe solo a fenómenos nacionales. Ucrania por diversos motivos ha resultado ser el "eslabón débil" y ha sido la primera víctima del hundimiento del modelo económico basado en el dominio del dólar como moneda de reserva mundial y la estimulación de la demanda del consumidor mediante el crédito como mecanismo de crecimiento económico.1 

Ucrania era una de las economías más vulnerables en el marco de la crisis global, lo que provocó la fractura de la clase dirigente y la aguda lucha política que hemos observado desde hace algunos meses. 

La economía del capitalismo ucraniano se desarrolló como resultado de la descomposición del complejo económico nacional de la URSS, la privatización de la propiedad pública y la integración en el mercado mundial. Estos procesos llevaron a la degradación de la estructura económica de la República Socialista Soviética Ucraniana, que ocupaba el décimo lugar en el mundo por desarrollo económico, con un desarollo integral de la economía nacional, un rol líder en el que se incluía la construcción de maquinaria y la fabricación de productos con un alto grado de procesamiento. 

La integración en el mercado mundial destruyó los sectores de alta tecnología. "Si la economía de la URSS estaba orientada a la satisfacción de la producción y el consumo propio dentro del país y

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Nazismo, Нацизм/COMEÇOU A REPRESSSÃO ABERTA CONTRA A ESQUERDA UCRANIANA/ТЕРРОР НА УКРАИНЕ СТАЛ РЕАЛЬНОСТЬЮ

31 maio 2014, Resistir.infohttp://www.resistir.info (Portugal)
12 мая 2014 года, Свободная Пресса http://svpressa.ru (Rússia, Россия,)

–- Mas os media corporativos silenciam os crimes do regime de Kiev
por Sergueï Kiritchouk*

Pouco se fala, mas entre os ucranianos que se opõem a Kiev e ao movimento do Maidan há, ao lado das populações pró russas do Leste do país, muitos militantes de esquerda originários de todas as regiões. Os socialistas ucranianos denunciam os todo-poderosos oligarcas que Kiev recentemente nomeou governadores e testemunham as perseguições organizadas contra eles. Em Odessa, os activistas de esquerda estavam igualmente presentes nos movimentos de protesto anti-Maidan, cujos membros foram vítimas do incêndio assassino de 2 de Maio. A revista on line Svobodnaïa Pressa entrevistou Serguei Kiritchouk, líder do movimento socialista ucraniano Borotba , sobre a situação na Ucrânia de hoje.



Svobodnaïa Pressa: Neste Inverno, as cadeias de TV do mundo inteiro mostraram os milhares de participantes nas manifestações de Kiev. Era muito inspirador. Por que Borotba não aderiu ao movimento de protesto naquele momento?
Sergueï Kiritchouk: Desde o princípio não tivemos qualquer ilusão sobre o carácter político deste movimento. Ainda que milhares de pessoas tenham descido à rua, Borotba nunca esqueceu que as manifestações massa também podem reunir-se sob bandeiras reaccionárias. Já explicámos amplamente naquela altura, nomeadamente aos camaradas europeus, que os neonazis constituíam uma parte importante deste movimento. Muitas pessoas diziam que não se tratava de um problema muito grave, porque os nazis não eram tão numerosos, que constituíam apenas uma minoria. Mas era uma minoria activa e organizada. Uma minoria que impôs sua ordem do dia ao conjunto do movimento.

E aqueles militantes de esquerda que tentaram participar neste movimento sofreram imediatamente, desde o primeiro dia, ataques e agressões no Maidan. Quando os membros da organização trotsquista Oposição de esquerda desceram à rua com exigências sociais (não socialistas, sociais), eles foram imediatamente atacados. Foram insultados, acusados de serem pelo Gulag, pelo totalitarismo, etc.

O Maidan, enquanto movimento, nunca formulou exigências sociais. Ele jamais reclamou a redistribuição das riquezas nacionais em proveito da classe média e das camadas mais pobres.

Alguns dos nossos camaradas tentaram

sexta-feira, 30 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/PODER GLOBAL: A RÚSSIA SOBE

28 maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Há dois propósitos principais na propaganda ocidental sobre os acontecimentos atuais na Ucrânia. Primeiro, encobrir, ou pelo menos disfarçar, o papel fundamental que Washington teve na derrubada do governo democraticamente eleito da Ucrânia. Segundo, demonizar ao máximo a Rússia.

Sabe-se a verdade, mas a verdade não faz parte nem importa para a TV-empresa ocidental, ou para a imprensa-empresa impressa. Um telefonema interceptado de uma conversa entre a Secretária Assistente de Estado dos EUA Victoria Nuland e o embaixador dos Estados Unidos para a Ucrânia, Geoffrey Pyatt, revela o teor da discussão entre os dois golpistas, sobre quem seria instalado como "pessoa de confiança", a marionete de Washington, no novo governo fantoche. Outra interceptação telefônica, desta vez entre o Ministro do Exterior da Estônia, Urmas Paet, e a funcionária de política externa da União Europeia, Catherine Ashton, põe a nu as suspeitas, posteriormente confirmadas, de que os atiradores que alvejaram e mataram pessoas no conflito em Kiev vieram do lado apoiado pelos EUA no conflito. 

A "revolução" laranja 
Resumindo: depois de 2004, quando Washington orquestrou a "Revolução Laranja", que deveria entregar a Ucrânia nas mãos do ocidente, mas falhou, Washington, de acordo com Victoria Nuland, gastou nos dez anos seguintes, na Ucrânia, cerca de 5 bilhões de dólares. O numerário foi entregue a políticos que os EUA prepararam com cuidado e a Organizações Não Governamentais (ONGs) que operavam 'de fachada', fantasiadas de instituições educacionais, pró-democracia ou pró-Direitos Humanos, mas que, na realidade, Quinta Coluna de Washington na Ucrânia.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

UMA GUERRA MUNDIAL SE APROXIMA: POR QUE TOLERAMOS ISSO?

22 maio 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

 

John Pilger, CounterPunch


Porque toleramos a ameaça de uma nova Guerra Mundial? Porque permitimos mentiras que justificam esse risco? A escala da nossa doutrinação, escreveu Harold Pinter, é um “brilhante, até espirituoso e altamente bem sucedido ato de hipnose,” como se a verdade “nunca tivesse acontecido mesmo quando está acontecendo.”

Todo ano o historiador americano William Blum publica seu “sumário atualizado do relatório da polícia externa dos EUA” o qual mostra que, desde 1945, os EUA tentaram derrubar mais de 50 governos, muitos democraticamente eleitos; interferiu grossamente nas eleições de 30 países; bombardeou a civilização de 30 países; usou armas químicas e biológicas; e tentou assassinar líderes internacionais.

Em vários casos a Inglaterra colaborou. O nível do sofrimento humano, não só criminalmente falando, não é muito conhecido no Oeste, mesmo com a presença da comunicação mais avançada do mundo e do jornalismo mais ‘livre.’ Que as maiores vítimas do terrorismo – nosso terrorismo – são

segunda-feira, 12 de maio de 2014

UCRANIA, LA GUERRA O LA PAZ

10 mayo 2014, HispanTV http://hispantv.net (Irán)

Por Pablo Jofré Leal

El llamado a elecciones para el 25 de mayo en Ucrania corre serio peligro de convertirse en un montaje electoral, que instaure, bajo un marco legal programado desde Washington y Berlín, un gobierno con clara orientación ultraderechista y profundamente antirruso, generando con ello la posibilidad de un conflicto de escala regional.

Las elecciones presidenciales, con 23 candidatos claramente opositores a cualquier acercamiento con Moscú - a excepción del decaído partido de las regiones - han sido convocadas y catalizadas por el gobierno interino de Kiev, que se ha visto enfrentado a severas críticas internacionales por la matanza de 46 personas vinculados a grupos de civiles que se manifestaban por mayores grados de autonomía de Kiev. Matanza llevada a cabo por partidarios del gobierno provisional de Kiev identificados como miembros del ultraderechista partido Svoboda y Sector Derecho que incendiaron, el pasado 2 de mayo, una Sede Sindical donde los manifestantes autonómicos se habían refugiado, generando esta, calificada como parte de una estrategia genocida por parte del gobierno de facto ucraniano.

Para Rusia, la muerte de estos manifestantes, junto a otra veintena que fueron asesinadas por bandas paramilitares ultraderechistas en Odesa y otras zonas del sudeste en la última semana, representa el resurgimiento del fascismo. El canciller ruso Serguei Lavrov afirmó que "lo sucedido en Odesa el 2 de mayo es puro fascismo. No permitiremos

sábado, 10 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/RECORDAR LIÇÕES IMPORTANTES DA GUERRA FRIA

10 maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

"Segundo, Obama, Merkel & Co. estão tentando aplicar a Putin uma jogada temerária,[1] na esperança de que Putin esteja blefando e que a Rússia aceite um Banderastão governado por neonazistas, que será histericamente russofóbico, membro da OTAN e, sem dúvida possível, será convertido em estado fantoche anglo-sionista, feito Polônia ou Latvia. Mas isso, meus amigos, nunca acontecerá."

Se as últimas 24 horas provaram alguma coisa, foi, mais uma vez, que EUA e OTAN opõem-se a todas e quaisquer modalidades de negociações, de medidas para construir confiança ou qualquer outro tipo de negociação com o Donbass e com a Rússia.  

Por mais que Putin tenha realmente se esforçado para falar em tom de acomodação, e mostrar-se aberto a uma solução negociada, a política de EUA/OTAN é visivelmente política de provocação e confrontação contra a Rússia e seus aliados, em todos os pontos e

quarta-feira, 7 de maio de 2014

LA OTAN BUSCA DESESPERADAMENTE UN NUEVO ENEMIGO

25 abril 2014, RIA Novosti РИА Новости http://sp.ria.ru (Rússia, Россия)

“No juegues con el fuego”-decía mi padre/”No tires piedras al agua”-decía mi madre (Rasul Gamzatov, 1923-2003)

Columna semanal de Vicky Peláez

Los últimos acontecimientos en Ucrania, siguiendo al pie de la letra el guión escrito por Washington con la cooperación de Bruselas, dieron nueva esperanza a la vieja Organización del Tratado de Atlántico Norte (OTAN) la que después de la desintegración de la Unión Soviética en 1991 estaba buscando desesperadamente un enemigo para justificar su existencia. Por eso, no es de extrañar la belicosidad del Secretario General de la OTAN, Anders Fogh Rasmussen amenazando a Rusia por supuestamente ser responsable de lo que se está pasando en Ucrania y, en especial por su “anexión” de Crimea. Hace poco Rasmussen declaró que “tendremos más aviones en el aire, más buques de guerra en el mar y estaremos mejor preparados en tierra”, refiriéndose a una posible intervención militar de Rusia en Ucrania. También exigió las sanciones económicas más severas contra el país de Vladimir Putin.

Para entender la política de los líderes de esta organización y su actitud hay que seguir la ruta del dinero. Resulta que para este año Washington aportará a la OTAN algo de 280 mil millones de dólares que constituyen el 70 por ciento de su presupuesto que asciende a unos 400 mil millones de dólares anuales. Si tomamos en cuenta que el presupuesto del Pentágono para el 2014 es de 680 mil millones de dólares, sin contar gastos para las armas nucleares, las operaciones clandestinas de la CIA utilizando drones y  fuerzas especiales y los gastos de la NASA para el programa especial vinculado a los sistemas de misiles, llegaremos a la conclusión que los gastos militares de los EE.UU. junto con los de la OTAN superan un millón de millones de dólares al año.

En realidad la OTAN es un brazo militar y político de Washington en Europa igual como la OEA en América Latina cumple el rol del instrumento político de los Estados Unidos. Fue precisamente EE.UU. que decidió edificar un “Muro de la OTAN” alrededor de Rusia al comienzo de 1990, a pesar de la promesa dada en febrero de 1990 por el secretario de Estado James Baker al presidente de la URSS, Mikhail Gorbachov. Este dijo que “no habrá ninguna extensión de la jurisdicción de la OTAN para sus tropas ni una pulgada hacia el este”. Ahora resulta que ya en aquel entonces se planificaba la expansión de la OTAN y la única cuestión era  “si expandirse o no, sino cuando”, según el libro de James Goldgeier, “Not Whether but When: the US Expansion to Enlarge NATO”.

terça-feira, 6 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/POR QUE PUTIN ESTÁ NA ALÇA DE MIRA DE WASHINGTON?

6 maio2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

"Washington quer enfraquecer Moscou economicamente, cortando suas receitas do gás, erodindo assim sua capacidade de defender-se ou defender seus interesses. Uma integração econômica entre Ásia e Europa não interessa aos EUA.  Uma possível aliança de fato entre Rússia e União Europeia seria uma ameaça direta à hegemonia global dos Estados Unidos."

As provocações dos Estados Unidos na Ucrânia não podem ser entendidas sem se entender antes o "Pivoteamento para a Ásia" de Washington, que faz parte de um plano estratégico mais amplo que transfira a atenção do Oriente Médio para a Ásia. Atualmente, o assim chamado "reequilíbrio" é um projeto para controlar, de maneira compatível com as ambições hegemônicas dos Estados Unidos, o crescimento da China. Há várias correntes de pensamento sobre como se poderia conseguir isso, mas falando bem simplesmente, elas acabam caindo em uma de duas categorias: "matadores de dragões" e "amigos do panda".

Matadores de dragões são a favor de uma estratégia de contenção, enquanto os amigos do panda são a favor de uma espécie de noivado. Qual política será adotada ainda não foi objeto de escolha definitiva, mas já ficou claro, pelas hostilidades no Mar do Sul da China e Ilhas Senkaku, que o plano dependerá muito de força militar. 

Então, o que é que controlar a China tem a ver com a poeira levantada na Ucrânia?

sábado, 3 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/A GUERRA SOFT DA OTAN CONTRA A RÚSSIA

3 maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Pepe Escobar, Asia Times

Pobre OTAN. Malditos soviéticos. A generosa Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) gastou duas décadas "tentando construir uma parceria" com a Rússia. Mas agora, "claramente os russos declararam a OTAN adversária deles. Assim sendo, temos de começar a ver a Rússia, não mais como parceira, como adversária" - nas palavras do vice-secretário-geral da OTAN, Alexander Vershbow, ex-diplomata norte-americano/empregado do Pentágono. 

A lava ardente que pinga da boca de um abutre do Pentágono, a gemer que "a Rússia claramente está tentando reimpor a hegemonia", é de dar vergonha no Vesúvio. Mas é só uma virada menor de roteiro, em Os Descartáveis (filme), [1] da OTAN.

A OTAN -- ainda no processo de ser diariamente humilhada, humilhação épica, por um bando de pashtuns armados com Kalashnikovs no Afeganistão -- começa agora a considerar "novas medidas defensivas" para deter a "Rússia-do-mal" e

quarta-feira, 30 de abril de 2014

BRICS, БРИКС/VLADIMIR PUTIN: PERGUNTAS E RESPOSTAS (TV, com jornalistas)

29 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)
17/4/2014, Presidência da Rússia, Kremlin (vídeo em http://eng.kremlin.ru/news/7034 )
[Introdução, falam a apresentadora, no estúdio, KIRILL KLEYMENOV e outros jornalistas, em outros pontos do país, nos estúdios, na rede online e no centro de mídias sociais.] 
KIRILL KLEYMENOV: Sr. Putin, a primeira pergunta é perfeitamente óbvia: O que o senhor pensa sobre os eventos em curso nas regiões de Lugansk e Donetsk?
PRESIDENTE DA RÚSSIA VLADIMIR PUTIN: Antes de responder sua pergunta, gostaria de voltar um pouco sobre os eventos recentes na Ucrânia.
Como vocês sabem, o presidente Yanukovych recusou-se a assinar o Acordo de Associação com a União Europeia. Não, não se recusou a assinar. Disse que não podia aceitar as condições da UE, porque piorariam dramaticamente a condição socioeconômica na Ucrânia e afetariam os ucranianos.
Yanukovych disse que precisava de mais tempo para analisar o documento e discuti-lo com os europeus. Isso provocou agitação nas ruas que culminou num golpe, não constitucional, com tomada do poder por força armada. Uns gostaram, outros não gostaram. O povo das regiões leste e sul da Ucrânia temiam pelo próprio futuro e o futuro dos filhos, porque viram um rápido crescimento de sentimento nacionalista, ameaças graves e viram que [as novas autoridades] queriam invalidar direitos de algumas minorias étnicas, inclusive direitos da minoria russa. Por outro lado, essa descrição tem de ser relativizada, porque os falantes de russo são cidadãos da Ucrânia. Mas houve uma tentativa para proibir o uso da língua russa, primeira língua de muitos cidadãos da Ucrânia. O povo ficou alarmado, é claro. Em seguida, o que aconteceu?
Em vez de começar a conversar com essas pessoas, Kiev imediatamente nomeou novos governadores - todos eles oligarcas e bilionários - para aquelas regiões. O povo desconfia muito dos oligarcas. Entendem que enriqueceram enganando o povo e saqueando propriedade pública [bens comprados durante a 'privatização' dos anos 1990s, como tb aconteceu no Brasil, nos governos de Fernando Henrique Cardoso]. E esses oligarcas lá estavam, nomeados governadores daquelas regiões. O descontentamento popular aumentou. O povo havia votado, mas o que o novo governo estava fazendo? Houve muitas prisões, mas os grupos nacionalistas armados não foram desarmados. Ao contrário, ameaçaram usar a força contra as populações do leste. Como resposta, a população no leste também começou a se armar. 
Recusando-se a ver que algo havia de profundamente errado no estado ucraniano e sem tentar

terça-feira, 11 de março de 2014

DESSA VEZ, A CRIMEIA

11 março 2014, Pravda http://port.pravda.ru  (Rússia)
George Washington alertou os EUA contra "envolvimentos estrangeiros". Teria tido uma premonição da falta de visão, da inépcia de seus sucessores, nos anos Bush e na Era Obama?

Se aconteceu assim, a Guerra ao Terror de Bush-Cheney - agora, de Obama - comprova o quão certo estava. Pode ter sido concebida também deliberadamente, para estimular islamistas a atacar alvos ocidentais. A má vontade que engendrou será fator ativo na política mundial ainda por muitas e muitas gerações.

Também reduziu as proteções liberais que George Washington e seus contemporâneos tanto prezavam. Os que mais sofreram foram os direitos relacionados à privacidade.

Teria sido esse o plano, desde o começo? É possível.

Bush e Cheney com certeza cuidaram para que seu sucessor encontrasse extremas dificuldades para mudar de curso. Mas Obama, algum dia, quis mudar algum curso? Não se veem sinais de qualquer empenho dele nessa direção. Obama e equipe seguiram a velha trilha com desembestada fúria.

Quem teria suposto que o candidato da paz desenvolveria tal gosto por assassinato e massacres, ou que o professor de Direito Constitucional encilharia e montaria e com tanto prazer a Carta dos Direitos Civis?

Mas a Guerra ao Terror já vai ficando velha, e Obama já está perdendo a paixão por ela. Até os neoconservadores já andaram adiante; hoje, estão muito mais ocupados detonando o movimento BDS (Boicote, Desinvestimento, Sanções contra Israel).

quarta-feira, 5 de março de 2014

A CRISE NA UCRÂNIA: O QUE SIGNIFICA SER SAQUEADO PELO OCIDENTE

4 março 2014, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Paul Craig Roberts*

Em 2004 a Hungria aderiu à UE, na expectativa de ruas cobertas de ouro. Ao invés disso, quatro anos depois, em 2008, o país ficou endividado ao FMI. O vídeo do grupo de rock húngaro Mouksa Underground resume o que é a Hungria de hoje, depois de cair nas garras da UE e do FMI. Verwww.youtube.com/watch?
v=Jg8h526sB7w&feature=youtu.be

A canção é acerca dos resultados desanimadores do abandono do socialismo em favor do capitalismo – e na Hungria os resultados certamente não são encorajadores. O título é "Desalento com a mudança de sistema". Aqui está a letra:

Os que têm agora mais de vinte anos
Estiveram à espera de vida boa
Para o cidadão médio
Ao invés de riqueza temos pobreza
Exploração irrestrita
Assim, esta é a grande mudança de sistema
Assim, é isto que espera por si
Nada de habitação Nada de alimentação Nada de trabalho
Mas isto foi garantido que não aconteceria
Aqueles no topo
Devoraram-nos
O pobre sofre todos os dias
Assim, isto é a grande mudança de sistema
Assim, isto é o que espera por si
(Repete)
Quando ocorrerá mudança real?
Quando haverá uma mundo vivível
A solução definitiva aparecerá
Quando este sistema económico for abandonado para sempre
Assim, esta é a grande mudança de sistema
Assim, isto é o que espera por si
(Repete)
Não há solução fora da revolução

Se os estudantes de Kiev houvessem escutado o grupo de rock húngaro ao invés das ONGs de Washington, ele entenderiam o que significa ser saqueado pelo Ocidente e a Ucrânia não estaria na tormenta e rumo à destruição. 

Como a secretária de Estado Assistente Victoria Nuland deixou claro no seu discurso de Dezembro último e na fuga da gravação da sua conversação telefónica com o embaixador dos EUA em Kiev, Washington gastou US$5 mil milhões do contribuinte estado-unidense para engendrar um golpe na Ucrânia que derrubou o governo democrático eleito. 



Que aquilo foi um golpe é também sublinhado pelas óbvias mentiras públicas de Obama acerca da situação, culpando, naturalmente, o governo derrubado, e pela total deturpação dos acontecimentos ucranianos pelos media presstitutos dos EUA e Europa. A única razão para deturpar os acontecimentos é apoiar o golpe e encobrir a mão de Washington.

Não há dúvida de que o golpe é um movimento estratégico de Washington para enfraquecer a Rússia. Washington tentou capturar a Ucrânia em 2004 com a "Revolução Laranja" por ela financiada, mas fracassou. A Ucrânia fez parte da Rússia durante 200 anos antes

terça-feira, 4 de março de 2014

США и ЕС с украинскими террористами устанавливают нацистский режим. Заявление Председателя ПСПУ Наталии Витренко/USA and EU Are Erecting a Nazi Regime on Ukrainian Territory

24/02/2014, Прогресивна соціалістична партія України http://www.vitrenko.org (Украина) http://www.vitrenko.org/start.php?lang=1&article_id=19019

от 23 февраля 2014 года


Происходящее на Украине волнует весь мир. Необходимо разобраться в сути. Прогрессивная социалистическая партия Украины, как партия левой оппозиции, которая боролась и борется с курсом внутренней и внешней политики, проводимой и оранжевыми под руководством Ющенко, и альянсом Партии регионов и КПУ под руководством Януковича, считает необходимым дать свои оценки.

22 февраля под дулами автоматов боевиков и террористов Евромайдана парламент осуществил неонацистский государственный переворот.

Попирая все нормы Конституции Украины, международного права, растаптывая европейские ценности, парламент превысил свои полномочия и совершил уголовно наказуемые деяния. Вашингтон и Брюссель, которые всему человечеству рассказывали , что Евромайдан - это мирная акция народа Украины, сделавшего европейский выбор и защищающего демократию и европейские ценности, должны честно признать - ничего этого нет. Они подержали нацистский путч, осуществлённый боевиками, террористами и политиками Евромайдана в геополитических интересах Запада.

Бесспорными доказательствами тому есть:

1) смена государственного устройства в неконституционный способ. Этим нарушен европейский принцип верховенства права. В нарушение норм XIII-го раздела Конституции Украины (которым детально расписана процедура изменения Конституции), без участия Конституционного суда, государственное устройство нашей страны было изменено Постановлением Верховной Рады Украины;

2) выходя за пределы полномочий парламента Украины, попирая статью 19 Конституции, парламент назначил надсмотрщиков над
- министерством внутренних дел,
- службой безопасности Украины,
- Генеральной прокуратурой.

Эти надсмотрщики поставлены с целью политического насилия Евромайдана над конституционными институтами государства для