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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Башкан Гагаузии провела аналогии между референдумами в Великобритании и Гагаузии/La gobernadora de Gagauzia ha hecho analogía entre referendos en el Reino Unido y Gagauzia



24-06-2016, Ирина Влах http://vlah.md (Гагаузия)


23 июня граждане Великобритании сделали свой исторический выбор, высказавшись на общенациональном референдуме по вопросу сохранения членства в Европейском союзе.

Тем самым, мировому сообществу был продемонстрирован яркий пример, каким образом в развитых демократических государствах следует принимать решения по ключевым вопросам развития государства.

В этом контексте важно

terça-feira, 13 de maio de 2014

O golpe de Kiev: TRABALHADORES REBELDES TOMAM O PODER NO LESTE

13 maio 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por James Petras


Nunca, desde que os EUA e a UE capturaram a Europa do Leste, incluindo os países bálticos, a Alemanha oriental, a Polónia e os Balcãs, e a converteram em postos avançados militares da NATO e em vassalos económicos, nunca os poderes ocidentais se movimentaram tão agressivamente para se apoderarem dum país estratégico, como a Ucrânia, ameaçando a existência da Rússia.

Até 2013, a Ucrânia era um 'estado almofada', basicamente um país não-alinhado, com laços económicos à UE e à Rússia. Governado por um regime estreitamente ligado à oligarquia local, ligada à Europa, Israel e Rússia, a elite política foi um produto duma sublevação política em 2004 (a chamada "Revolução Laranja"), financiada pelos EUA. Subsequentemente, durante a maior parte de uma década, a Ucrânia sofreu a experiência fracassada de uma política económica 'neoliberal'

segunda-feira, 12 de maio de 2014

UCRANIA, LA GUERRA O LA PAZ

10 mayo 2014, HispanTV http://hispantv.net (Irán)

Por Pablo Jofré Leal

El llamado a elecciones para el 25 de mayo en Ucrania corre serio peligro de convertirse en un montaje electoral, que instaure, bajo un marco legal programado desde Washington y Berlín, un gobierno con clara orientación ultraderechista y profundamente antirruso, generando con ello la posibilidad de un conflicto de escala regional.

Las elecciones presidenciales, con 23 candidatos claramente opositores a cualquier acercamiento con Moscú - a excepción del decaído partido de las regiones - han sido convocadas y catalizadas por el gobierno interino de Kiev, que se ha visto enfrentado a severas críticas internacionales por la matanza de 46 personas vinculados a grupos de civiles que se manifestaban por mayores grados de autonomía de Kiev. Matanza llevada a cabo por partidarios del gobierno provisional de Kiev identificados como miembros del ultraderechista partido Svoboda y Sector Derecho que incendiaron, el pasado 2 de mayo, una Sede Sindical donde los manifestantes autonómicos se habían refugiado, generando esta, calificada como parte de una estrategia genocida por parte del gobierno de facto ucraniano.

Para Rusia, la muerte de estos manifestantes, junto a otra veintena que fueron asesinadas por bandas paramilitares ultraderechistas en Odesa y otras zonas del sudeste en la última semana, representa el resurgimiento del fascismo. El canciller ruso Serguei Lavrov afirmó que "lo sucedido en Odesa el 2 de mayo es puro fascismo. No permitiremos

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A CONEXÃO CLINTON-PINCHUK: UMA OLIGARQUIA UCRANIANO-NORTE-AMERICANA

28 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Na mesa em Kiev, onde estava sendo negociado o acordo formal entre o governo, a oposição, a União Europeia e a Rússia [acordo que, logo no dia seguinte foi rompido pelos doidos neofascistas em Kiev], oficialmente não havia representante da poderosa oligarquia internacional que - com laços mais íntimos com Washington e a OTAN, que com Bruxelas e a União Europeia - está empurrando a Ucrânia na direção do Ocidente.

Caso exemplar é Viktor Pinchuk, magnata do aço, 54 anos, classificado pela revista Forbes como um dos homens mais ricos do mundo.

Pinchuk começou a acumular sua fortuna em

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Los Estados Unidos están interesados en que la guerra entre la Federación Rusa, Ucrania y la UE transcurra bajo su supervisión/США заинтересованы, чтобы война РФ, Украины и ЕС проходила под их присмотром

24 abril 2014, Rebelión Rebelión http://www.rebelion.org (México)

ENTREVISTA AL POLITÓLOGO RUSO GEIDAR DZHEMAL

Alexandra Pávlova, kontrudar.com

Traducido del ruso para Rebelión por Arturo Marián Llanos

De nuevo fueron agredidos dos candidatos al cargo de presidente de Ucrania, Mijaíl Dobkin y Oleg Tsariov; los representantes de la ONU presentaron un informe en el que hicieron un llamamiento a las autoridades de Ucrania para que garantizaran a todos los ciudadanos los mismos derechos para participar en la política. ¿Qué les espera no solo a los ucranianos, sino al mundo entero? Se lo ha contado a Sobesednik.ru el hombre público ruso musulmán y politólogo Geidar Dzhemal.

- Geidar, ¿por qué cree que las provocaciones siempre se dirigen contra estos dos candidatos al puesto del presidente de Ucrania, Oleg Tsariov y Mijaíl Dobkin? ¿Qué tienen de especial?

- No lo sé, simplemente son los candidatos prorrusos. Creo que tan inequívocamente prorrusos que desde el punto de vista de la idea nacional ucraniana representan a la “quinta columna”. Creo que Tsariov y Dobkin representan la colocación del resto de Ucrania, como ocurrió con Crimea, bajo el control federal, el poder federal de Rusia. Al menos, Tsariov es lo que representa exactamente.

- ¿Entonces todas las provocaciones se dirigen contra la posibilidad de que el resto de Ucrania pase bajo el control federal de Rusia?

- Se trata de un proceso que para las regiones tan desestabilizadas como Ucrania es sencillamente inevitable. 

- ¿Qué papel van a desempeñar las elecciones presidenciales en esta situación?

- No jugarán ningún papel, porque la situación actual ya se ha salido fuera del marco de un proceso político corriente. Considero que como resultado vamos a tener una guerra en toda regla. Entre los candidatos no hay ninguno que dé la talla cara a la dimensión histórica del momento.

A ALEMANHA MAIS DIVIDIDA DO QUE NUNCA SOBRE O CONFLITO RUSSO-UCRANIANO

24 abril 2014, ODiário.info http://www.resistir.info (Portugal)


Um texto noticioso com interessante leitura nas entrelinhas. A convergência de interesses entre a grande industria alemã e a Rússia - e também a China - é bem conhecida e muito importante no desenrolar da situação presente. Se “a guerra é a continuação da política por outros meios”, devemos igualmente recordar a afirmação de Lénine de que “a política é economia concentrada”.
Description: http://www.odiario.info/wp-content/themes/default/images/raya_pret.gif

Os grandes patrões alemães estão à beira da crise de nervos. A crise que opões a União europeia e os Estados Unidos à Rússia ameaça os negócios pacientemente desenvolvidos num país onde a lógica política perturba muito frequentemente as regras do “business”. Em 2013 a Alemanha vendeu produtos e serviços à Rússia no valor e 67 milhares de milhões de euros, ou seja, mais 10% do que em 2012. Para além disso, as 30 empresas do DAX – o índice bolsista alemão – empregam aí 46 000 pessoas. “Perante a deterioração da situação, as empresas alemãs receiam muito que a UE venha a curto prazo impor sanções económicas ainda mais duras à Rússia”, lamenta-se o secretário-geral das Câmaras do comércio e da indústria alemãs, Martin Wansleben.

Putin reabilitado
O receio é tal que, desde há um mês, os grandes patrões alemães se lançaram numa operação de comunicação e de diplomacia “paralela” destinada tanto a restabelecer o diálogo com Moscovo como a descredibilizar a política de sanções de Bruxelas e Washington.

sábado, 19 de abril de 2014

BRICS, БРИКС/DECLARAÇÃO DE VITALY CHURKIN, EMBAIXADOR DA RÚSSIA NO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU

14 abril 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)
12/4/2014 , The Saker - The Vineyard of the Saker
Traduzido da transcrição em inglês pelo pessoal da Vila Vudu


Obrigado, Senhora Presidenta.

Hoje se ouviram muitas palavras, muitas declarações, mas a primeira impressão que gostaria de partilhar com meus colegas é que não estão prestando atenção ao relógio. Nesse momento são 21h30, o que significa que são 3h30 da madrugada na Ucrânia. Dentro de duas horas e pouco será dia, 14 de abril, na Ucrânia. Na verdade, é a hora em que, segundo ordens criminosas distribuídas pelo Sr. Turchinov, o Exército Ucraniano deverá entrar em ação para reprimir as manifestações de protesto.

Ouviram-se aqui muitas palavras injustas, mas com certeza a fala que supera todas as demais e supera até o que ele próprio já disse aqui, foi de meu colega ucraniano. Quer processar a Rússia por terrorismo. Por que nunca pensaram em processar os que aterrorizaram o seu próprio governo durante vários meses, até o dia 21 de fevereiro? Quem fez guerra contra a Polícia, quem queimou vivos oficiais de Polícia da Ucrânia, quem matou a tiros, policiais e pessoas que protestavam contra o governo e que parecem ser aliados do hoje governo de Kiev? O senhor jamais antes os chamou de terroristas e, isso, por alguma razão. E até os eximiu de qualquer responsabilidade por suas ações criminosas, que se repetiram por vários meses.

Outra vez, infelizmente, se ouviram aqui várias acusações ridículas contra a Rússia. Disseram que a Rússia quer desestabilizar a Ucrânia, até que tenta sufocá-la. Tão preocupados estão com a Ucrânia! Mas por que não responderam nosso pedido para que se iniciasse um diálogo sobre como ajudar a Ucrânia a enfrentar e combater uma crise quando ela estava começando? Por que só fizeram incitar o confronto, para que continuasse? Por que aconteceu tão tarde a manifestação dos ministros de Relações Exteriores da França, da Alemanha e da Polônia, dizendo que a União Europeia, sim, realmente precisava conversar com a Rússia sobre

quarta-feira, 16 de abril de 2014

UCRÂNIA: RELATÓRIO DE SITUAÇÃO

16 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

A situação na Ucrânia mudou rapidamente, para pior.

Dois candidatos à presidência, do leste do país, foram atacados ontem pelos fascistas de Kiev ('camisas marrons'). Mikhail Dobkin escapou só com tinta e farinha jogados contra ele, mas há notícias de que um guarda-costas foi ferido. E Oleg Tsarev, severamente espancado, salvou-se por um triz de ser linchado por gente do Setor Direita. Mas nada disso impedirá o "ocidente democrático" de concluir que as eleições sempre serão "livres e democráticas". Um grupo de ativistas do Setor Direita cercou o prédio do Parlamento em Kiev, acusaram o regime atualmente no poder de indecisão e incompetência por ainda não terem atacado o leste da Ucrânia. O Setor Direita quer armas para "fechar a fronteira com a Rússia e dar cabo da insurreição no leste".

Depois de algumas negociações, deram ao suposto "presidente" o prazo de 24 horas para aceitar todas as suas exigências. Iulia Tymoshenko parecia apavorada; parece que declarou que o Setor Direita deve assumir imediatamente o poder.

Agora já não há dúvidas de que começou a operação "antiterroristas". Várias cidades e pelo menos um aeroporto no leste foram atacadas por forças pró-regime de Kiev. Há notícias de combates em vários pontos da região. Enquanto isso, EUA e União Europeia preparam nova rodada de sanções contra... Já adivinharam: contra a Rússia. Lavrov, ministro de Relações Exteriores da Rússia, disse que, se o regime de Kiev usar de violência, as conversações marcadas para 5ª-feira, em Genebra, serão inúteis. Putin telefonou a Obama e eles tiveram o que os diplomatas descrevem como "franca e animada troca de ideias". Está confirmado: o vídeo do suposto "Tenente-coronel russo" é falso. Foi feito por membro do Partido UDAR de Klitchko.[1]Parece que depois de alguns dias de confusão e caos, o regime de Kiev e seus patrocinadores ocidentais resolveram tentar resolver o problema pela força bruta.

A estratégia maximalista de "sem conversas; só violência" faz pleno sentido com a prática usual dos EUA e o currículo dos neonazistas de Kiev. Por alguns dias, houve indícios de que

quarta-feira, 26 de março de 2014

A CRIMEIA VISTA DE PEQUIM

26 março 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia, Россия)
"Estamos acompanhando com máxima atenção a situação na Ucrânia. Esperamos que todas as partes mantenham a compostura, para impedir que a situação escale e piore. A única saída é coragem política e diálogo."

Esse é o comentário contido, pelo vice-ministro de Relações Exteriores da China Li Baodong, da interpretação oficial, em Pequim, do que está acontecendo na Ucrânia: é a versão para consumo global.

Mas nesse editorial de
 People's Daily,[1] pode-se ler o que a liderança chinesa está realmente pensando. O foco, claramente, são os perigos da mudança de regime, a "incapacidade do Ocidente para compreender as lições da história" e o "campo de batalha final na 'guerra fria'".

Mais uma vez, o ocidente interpretou erradamente a abstenção da China na votação no Conselho de Segurança Nacional que examinava uma resolução apoiada pelos EUA para condenar o referendo da Crimeia. Os 'especialistas' puseram-se a repetir que a Rússia estaria "isolada". O modo como Pequim faz geopolítica mostra que não está.

Oh, Samantha...
A manada de elefantes na sala (Ucrânia), em termos de opinião global, é agora a questão de que a verdadeira "comunidade internacional" - do G-20 ao Movimento dos Não Alinhados (MNA) -- que já está farta do Show de Hipocrisia Excepcionalista, compreendeu plenamente, e até aplaudiu que, afinal, já haja no planeta pelo menos um país com colhões para dizer claramente "Fodam-se os EUA".
 

A Rússia sob o presidente Vladimir Putin pode até ainda manter algumas distorções, como qualquer outro país no mundo. Mas agora não é piquenique; érealpolitik. Para jogar na lona o Leviatã-EUA é indispensável um casca-grossa como Putin.

terça-feira, 25 de março de 2014

BRICS at Hague slam attempts to isolate Putin

March 24, 2014, The BRICS Post http://thebricspost.com (England and Wales)

BRICS will push for a new equitable global order, the five ministers vowed. BRICS held a foreign ministers meet on 24 March 2014 at the Hague in Netherlands [MFA, Russia]

BRICS have slammed recent reports ahead of the G20 meet to isolate Russian President Vladimir Putin or to place any restrictions on his participation at the G-20 summit in Australia later this year.

“The Ministers noted with concern, the recent media statement on the forthcoming G20 Summit to be held in Brisbane in November 2014.  The custodianship of the G20 belongs to all Member States equally and no one Member State can unilaterally determine its nature and character,” said a joint BRICS statement on Monday. Australian Foreign Minister Julie Bishop had said earlier that Putin could be barred from attending the G20 Summit in November.

BRICS Foreign Ministers met on the sidelines of the Nuclear Security Summit in the Hague on Monday to review cooperation among the bloc of five after the adoption of the eThekwini Action Plan of 2013.
The Ministers noted that the role of global governments should focus on “finance, security, information and production”.
“The BRICS agenda is not centered around any specific country or related issue and shares a common vision which drives it to also increasingly identify common areas for cooperation to assist with finding global solutions to global challenges,”

Ucrânia∕Kiev entrega aos nazis 23 campos de férias para facilitar treino paramilitar

25 março 2014, Pravda.ru, Правда.Ру (Rússia, Россия)

O novo ministro ucraniano da Defesa, Igor Tenyuk, pronunciou-se contra a incorporação da organização juvenil do Setor de Direita (Pravy Sektor, neonazis) na nova Guarda Nacional ucraniana.

No entanto, o ministro da Educação, Serguei Kvit (Svoboda), pôs em mãos da organização juvenil do Setor de Direita 23 instalações de férias, existentes ao longo do país, para que as utilize como campos de treinamento de elementos paramilitares.

Tradução
Alva

O NOVO GLÁDIO NA UCRÂNIA

24 março 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Olhando para trás, para o golpe em Kiev e as informações fornecidas durante o curso dos acontecimentos, Manlio Dinucci descreve um dispositivo de décadas de idade, usado pelos Estados Unidos e pela Otan, como aparece hoje: um novo "Gládio", quer dizer, uma estrutura militar secreta capaz de manipular fatos políticos.

Por Manlio Dinucci, no Il Manifesto


"Delta", um antigo oficial do exército israelita, comandando uma milícia liderada por judeus durante a "revolução Ucrainiana". Seu nome de guerra é Delta. Ele é um dos líderes militares da "revolução ucraniana", mesmo que, como ele mesmo diz, ele não se considere ucraniano. Sob o capacete, ele usa um kippa [NT: pequeno gorro usado pelos homens judeus ortodoxos].

A história foi lançada pela agência de imprensa judaica JTA (sediada em Nova York), depois de fazer uma entrevista anônima e fotografá-lo camuflado com um colete à prova de balas, o rosto escondido atrás de óculos escuros e um lenço preto [1].

"Delta" é um antigo veterano do exército israelense, que se especializou na guerra urbana como um membro da brigada de infantaria Givati, que esteve envolvida na Operação Chumbo Fundido e outros ataques em Gaza, incluindo o massacre de civis no bairro de Tel el-Hawa. Na Ucrânia há alguns anos, sob o disfarce de empresário, ele montou e treinou, juntamente com outros antigos soldados israelenses, os "Capacetes Azuis de Maidan", uma unidade de combate aplicando, em Kiev, as mesmas técnicas urbanas que foram experimentadas na faixa de Gaza.

Conforme ele disse à JTA, seu pelotão recebe ordens do Svoboda, isto é, de um partido que, por trás da sua nova fachada, mantém sua matriz neonazista.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Resultado de referendo en Crimea era predecible, según analista

Published on Mar 21, 2014, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

El sociólogo e investigador Leonid Savin, director del Movimiento Euroasiático Internacional ofrece su valoración sobre este momento histórico de la reintegración de Crimea y Sebastopol a la Federación de Rusia.


sexta-feira, 21 de março de 2014

Rusia reemplaza a OTAN por BRICS en sector alimentario

21 marzo 2014, HispanTV http://hispantv.net (Irán)

Ante las posibles consecuencias que podrían conllevar las sanciones impuestas contra Rusia por parte de Estados Unidos y la Unión Europea (UE), Moscú ha decidido reemplazar a los países de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) por las naciones del grupo de economías emergentes BRICS (Brasil, Rusia, La India, China y Sudáfrica). 


Tras reconocer el aspecto irreversible de la dependencia de Rusia de los suministros del extranjero, el director del Departamento de Comercio y Servicios moscovita ha enfatizado la búsqueda de unos proveedores y suministradores alternativos.

En este sentido, el sector alimenticio de Moscú tiene previsto reorientar y aprovechar, aún más, las ofertas de los productores de América del Sur, en especial Brasil.

Asimismo, considera a los países de la Comunidad de Estados Independientes, China y Asia Central como capaces de ampliar sus ofertas alimentarias a Rusia.

quinta-feira, 20 de março de 2014

BRICS/VLADIMIR PUTIN, PRESIDENTE DA RÚSSIA: DISCURSO SOBRE A INTEGRAÇÃO DA CRIMEIA

18/3/2014, Kremlin, Moscou, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia) -http://eng.kremlin.ru/news/6889
http://port.pravda.ru/russa/20-03-2014/36453-discurso_putin-0/

"Membros do Conselho da Federação, deputados à Duma, boa tarde. Representantes da República da Crimeia e Sevastopol estão hoje conosco. Cidadãos da Rússia que estão conosco hoje, moradores da Crimeia e de Sevastopol.

Caros amigos, nos reunimos hoje em conexão com uma questão que tem significação vital, histórica, para todos nós. Dia 16 de março realizou-se um referendo na Crimeia, que seguiu todos os procedimentos democráticos e normas internacionais.

Mais de 82% do eleitorado compareceu para votar. Mais de 96% deles manifestaram-se a favor da união com a Rússia. Esses números falam por eles mesmos.

Para compreender a razão por trás dessa escolha, basta conhecer a história da Crimeia e o que Rússia e Crimeia sempre significara uma para a outra.

Tudo na Crimeia fala por nossa história e nosso orgulho partilhado. Ali está a antiga Khersones,[1] onde o príncipe Vladimir foi batizado. Uma destinação espiritual para adotar a Ortodoxia predeterminou a base geral da cultura, da civilização e dos valores humanos que unem os povos de Rússia, Ucrânia e Bielorrússia. Os túmulos dos soldados russos que com bravura trouxeram a Crimeia para o Império Russo também estão na Crimeia. E há também Sevastopol -- cidade legendária, com longa história, uma fortaleza que serviu como local de nascimento da Frota Russa do Mar Negro. A Crimeia é Balaklava e Kerch, Malakhov Kurgan e Sapun Ridge. Cada um desses lugares é caro aos nossos corações e simboliza a glória militar e destacada coragem dos russos.

Crimeia é mistura única de diferentes povos, culturas e tradições. O que torna a Crimeia semelhante à Rússia como um todo, onde jamais se perdeu um único grupo étnico ao longo dos séculos. Russos e ucranianos, tártaros crimeanos e povos de outras etnias sempre viveram lado a lado na Crimeia, sem perder a própria identidade, suas tradições, seu idioma e sua fé.

Vale lembrar que a população total da península da Crimeia é hoje de 2,2 milhões de pessoas, das quais quase 1,5 milhão são russos; 350 mil são ucranianos que predominantemente considera o russo como seu idioma nativo; e cerca cie 290-300 mil tártaros crimeanos, os quais, como o referendo mostrou, também votaram pela união à Rússia.

É verdade que houve tempo em que os tártaros crimeanos foram tratados com terrível injustiça, como vários outros povos na URSS. Só posso dizer uma coisa, nesse caso: milhões de pessoas de várias etnias sofreram naquelas repressões, primariamente os próprios russos.

Os tártaros crimeanos retornaram à região natal. Entendo que temos de empreender todas as decisões necessárias, políticas e legislativas, para finalizar a reabilitação dos tártaros crimeanos, restaurar todos os seus direitos e devolver-lhes o nome limpo que sempre tiveram.

Temos grande respeito pelos povos de todos os grupos étnicos que vivem na Crimeia. Essa é a casa comum deles todos, terra mãe deles todos, e é pleno direito de todos - e sei que a população local apoia essa ideia - que a Crimeia tenha três idiomas nacionais com direitos iguais: o russo, o ucraniano e o tártaro.

quarta-feira, 19 de março de 2014

UCRÂNIA x BRASIL: Guerra e depressão

11 março 2014, Blog do Adriano Benayon http://www.desenvolvimentistas.com.br (Brasil)


Por Adriano Benayon*

O móvel da oligarquia financeira para desencadear guerras em grande escala, bem como  conflitos localizados, é ganhar mais poder, subordinando países e regiões ao império e enfraquecendo os que poderiam conter essa expansão.

2. Na 1ª e 2ª Guerras Mundiais, respectivamente França versus Alemanha e  Alemanha versus Rússia (União Soviética), as potências angloamericanas só se engajaram com intensidade,  no final,  para ocupar espaços, estando aqueles contendores desgastados.

3. As duas grandes conflagrações eclodiram após longos períodos de depressão econômica e serviram como manobra de diversão em face das consequências sociais e políticas da depressão.
4. No Século XXI, os conflitos armados grandemente destrutivos estão tornando-se mais frequentes após o golpe preparatório: a implosão das Torres Gêmeas, em setembro de 2001.

5. Os principais alvos têm sido países islâmicos, envolvendo a geopolítica da energia. Desde 2001 o Afeganistão está sob agressão. Em 2003, destruição e ocupação do Iraque. Ataques a Sudão, Somália e Iêmen.  Em 2011 a brutal agressão e intervenção da OTAN na Líbia. Durante todo o tempo, pressão e hostilização a Síria e Irã.

6. Em 2013, a agressão à Síria foi intensificada com a  invasão por mercenários e extremistas, grandemente armados, com  participação das monarquias petroleiras do Golfo Pérsico, lideradas pela Arábia Saudita, e colaboração da Turquia e de outros membros da OTAN.

7. Mas, na Síria, o governo conseguiu resistir, com

CRIMEIA - MAIS UMA CRISE PRODUZIDA ARTIFICIALMENTE

18 março 2014, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)
O ministro russo de Relações Exteriores Sergey Lavrov disse que a crise Ucrânia/Crimeia foi "produzida artificialmente, por motivos puramente geoestratégicos". Acertou.

É importante entender que não se trata de caso único, mas apenas de mais uma numa longa sequência de 'crises' ou deliberadamente infladas ou artificialmente criadas pelas potências ocidentais, para promover seus próprios interesses geoestratégicos.

O secretário de Relações Exteriores da Grã-Bretanha William Hague disse que a Crimeia é (seria) a "maior crise na Europa no século 21". Mas não é a primeira vez que políticos ocidentais falaram em tons tão alarmistas em anos recentes.

Há exatamente 15 anos, em março de 1999, foi a 'crise' do Kosovo -- com líderes ocidentais a 'declarar' que, a menos que a OTAN empreendesse ação militar urgente, milhares de albaneses kosovares seriam mortos por forças sérvias, as quais, como estávamos sendo 'informados', estavam engajadas em brutal guerra de genocídio.

Dia 23/3/1999, o primeiro-ministro britânico Tony Blair disse, na Câmara dos Comuns: "Temos de agir para salvar de uma catástrofe humanitária milhares de homens, mulheres e crianças inocentes, da morte, da barbárie e da limpeza étnica, praticadas por uma ditadura brutal."[1]

Também foi 'crise' artificialmente criada, porque o que acontecia no Kosovo era conflito de baixa intensidade entre forças iugoslavas e combatentes do Exército de Libertação do Kosovo [Kosovo Liberation Army, KLA] apoiados pelo ocidente.

O serviço do KLA era atacar forças iugoslavas, provocar resposta violenta de Belgrado, que pudesse ser usada como pretexto para a intervenção pela OTAN que destruísse um país socialista independente que resistira contra a globalização. Era indispensável criar uma 'crise', para justificar a ação militar da OTAN