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segunda-feira, 28 de abril de 2014

A CONEXÃO CLINTON-PINCHUK: UMA OLIGARQUIA UCRANIANO-NORTE-AMERICANA

28 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Na mesa em Kiev, onde estava sendo negociado o acordo formal entre o governo, a oposição, a União Europeia e a Rússia [acordo que, logo no dia seguinte foi rompido pelos doidos neofascistas em Kiev], oficialmente não havia representante da poderosa oligarquia internacional que - com laços mais íntimos com Washington e a OTAN, que com Bruxelas e a União Europeia - está empurrando a Ucrânia na direção do Ocidente.

Caso exemplar é Viktor Pinchuk, magnata do aço, 54 anos, classificado pela revista Forbes como um dos homens mais ricos do mundo.

Pinchuk começou a acumular sua fortuna em

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Los Estados Unidos están interesados en que la guerra entre la Federación Rusa, Ucrania y la UE transcurra bajo su supervisión/США заинтересованы, чтобы война РФ, Украины и ЕС проходила под их присмотром

24 abril 2014, Rebelión Rebelión http://www.rebelion.org (México)

ENTREVISTA AL POLITÓLOGO RUSO GEIDAR DZHEMAL

Alexandra Pávlova, kontrudar.com

Traducido del ruso para Rebelión por Arturo Marián Llanos

De nuevo fueron agredidos dos candidatos al cargo de presidente de Ucrania, Mijaíl Dobkin y Oleg Tsariov; los representantes de la ONU presentaron un informe en el que hicieron un llamamiento a las autoridades de Ucrania para que garantizaran a todos los ciudadanos los mismos derechos para participar en la política. ¿Qué les espera no solo a los ucranianos, sino al mundo entero? Se lo ha contado a Sobesednik.ru el hombre público ruso musulmán y politólogo Geidar Dzhemal.

- Geidar, ¿por qué cree que las provocaciones siempre se dirigen contra estos dos candidatos al puesto del presidente de Ucrania, Oleg Tsariov y Mijaíl Dobkin? ¿Qué tienen de especial?

- No lo sé, simplemente son los candidatos prorrusos. Creo que tan inequívocamente prorrusos que desde el punto de vista de la idea nacional ucraniana representan a la “quinta columna”. Creo que Tsariov y Dobkin representan la colocación del resto de Ucrania, como ocurrió con Crimea, bajo el control federal, el poder federal de Rusia. Al menos, Tsariov es lo que representa exactamente.

- ¿Entonces todas las provocaciones se dirigen contra la posibilidad de que el resto de Ucrania pase bajo el control federal de Rusia?

- Se trata de un proceso que para las regiones tan desestabilizadas como Ucrania es sencillamente inevitable. 

- ¿Qué papel van a desempeñar las elecciones presidenciales en esta situación?

- No jugarán ningún papel, porque la situación actual ya se ha salido fuera del marco de un proceso político corriente. Considero que como resultado vamos a tener una guerra en toda regla. Entre los candidatos no hay ninguno que dé la talla cara a la dimensión histórica del momento.

A ALEMANHA MAIS DIVIDIDA DO QUE NUNCA SOBRE O CONFLITO RUSSO-UCRANIANO

24 abril 2014, ODiário.info http://www.resistir.info (Portugal)


Um texto noticioso com interessante leitura nas entrelinhas. A convergência de interesses entre a grande industria alemã e a Rússia - e também a China - é bem conhecida e muito importante no desenrolar da situação presente. Se “a guerra é a continuação da política por outros meios”, devemos igualmente recordar a afirmação de Lénine de que “a política é economia concentrada”.
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Os grandes patrões alemães estão à beira da crise de nervos. A crise que opões a União europeia e os Estados Unidos à Rússia ameaça os negócios pacientemente desenvolvidos num país onde a lógica política perturba muito frequentemente as regras do “business”. Em 2013 a Alemanha vendeu produtos e serviços à Rússia no valor e 67 milhares de milhões de euros, ou seja, mais 10% do que em 2012. Para além disso, as 30 empresas do DAX – o índice bolsista alemão – empregam aí 46 000 pessoas. “Perante a deterioração da situação, as empresas alemãs receiam muito que a UE venha a curto prazo impor sanções económicas ainda mais duras à Rússia”, lamenta-se o secretário-geral das Câmaras do comércio e da indústria alemãs, Martin Wansleben.

Putin reabilitado
O receio é tal que, desde há um mês, os grandes patrões alemães se lançaram numa operação de comunicação e de diplomacia “paralela” destinada tanto a restabelecer o diálogo com Moscovo como a descredibilizar a política de sanções de Bruxelas e Washington.

terça-feira, 22 de abril de 2014

WASHINGTON DIRIGE AL MUNDO HACIA LA GUERRA

22 abril 2014, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)

Por Paul Craig Roberts 

El director de la CIA fue enviado a Kiev para lanzar una represión militar contra los separatistas rusos en las regiones del este y sur de Ucrania, la mayoría de ellas antiguos territorios rusos que fueron tontamente anexados a Ucrania en los primeros años del régimen soviético.

El plan de Washington para tomar el país europeo pasa por alto que las partes rusas y de habla rusa de Ucrania probablemente no accedieran a insertarse en la UE y la OTAN, mientras se persiguiera a los pueblos de habla rusa. Washington ha perdido Crimea, de la cual pretendía expulsar a Rusia de su base naval del Mar Negro. En vez de admitir que su plan para el acaparamiento de Ucrania ha ido mal, la Casa Blanca es incapaz de admitir un error y, por lo tanto, está avivando la crisis a niveles más peligrosos.

Si Ucrania se disuelve por la secesión de los antiguos territorios rusos que se revierten a Rusia, Washington se avergonzará de que el resultado de su golpe de Estado en Kiev devolviera las provincias rusas de Ucrania a Moscú. Para evitar esta vergüenza, Washington está acelerando la crisis hacia una guerra.

El director de la CIA instruyó al gobierno títere escogido por Washington en Kiev para que solicitara a Naciones Unidas ayuda para rechazar a los "terroristas" que con la supuesta ayuda de Rusia están supuestamente atacando Ucrania.

NA UCRÂNIA, POTÊNCIAS IMPERIALISTAS RECORREM AO FASCISMO

20 abril 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Nas últimas semanas, a atenção internacional volta-se à Ucrânia, não apenas para a análise de um governo golpista, respaldado pelo Ocidente, e de suas consequências na fragmentação do país. O Leste europeu revive situações de confronto, que a grande mídia internacional, pautada pelos discursos oficiais dos Estados Unidos e da União Europeia (UE), chama de nova Guerra Fria, para retratar mais este episódio de ingerência e manipulação ocidental de uma nova crise política. 

As potências encontram espaço amplo para justificar a mobilização da sua máquina de guerra, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), às portas da Rússia. Quem não superou, ideológica e oportunistamente, a lógica da Guerra Fria, foi a aliança imperialista. Afinal, é esta a imagem simbólica e politizada que a mantém viva, em um período em que as justificativas para a sua sobrevivência esgotam-se.

O presidente russo Vladmir Putin e o chanceler Serguei Lavrov não hesitam em desmascarar o discurso retrógrado e anacrônico dos EUA e da UE, evidenciando – para aqueles que se dispõem a ouvi-los fora do quadrado ideológico ocidental – a intenção política e a manipulação da história para justificar, da parte da Otan, o aumento da sua presença militar na vizinhança da Rússia.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

BRICS, БРИКС/OS 10 AMIGOS ACREDITAM NA RÚSSIA/ДЕСЯТЬ ДРУЗЕЙ ВЕРЯТ В РОССИЮ

20 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)


Dos 193 países que votaram a proposta de resolução da Assembleia Geral da ONU condenando as ações da Rússia na Crimeia, 100 delegações votaram a favor da resolução, 93 abstiveram-se ou não votaram. Com uma pressão sem precedentes através dos seus recursos administrativos o Ocidente aprovou a resolução com uma margem de apenas de oito votos. A votação mostra claramente a posição do mundo em relação à Rússia, o grau de soberania dos países e divide- os em dois campos. O campo dos opositores o Pravda. Ru já tinha analisado. Agora falemos dos amigos.

Referêndum da Criméa no documento referido caracteriza-se de " não vinculativo " e insiste para os países não reconhecerem a "anexação" da Crimeia pela Rússia. Mas a essência principal da resolução é rejeitar para o povo da Crimeia o direito de auto-determinação garantida pelo artigo 1 º da Carta das Nações Unidas. No entanto, o documento é puramente consultivo. Votaram contra a resolução, além da Rússia, a Bielorrússia, Bolívia, Zimbábue, Sudão, Síria, Venezuela, Cuba, Coreia do Norte, Nicarágua, Armênia. Cinquenta e oito delegações se abstiveram. Mais de 20 se recusaram a votar. Por exemplo, Irã, Israel, Sérvia, Quirguistão, Tajiquistão, Emirados Árabes Unidos. São principalmente aqueles que têm planos de especular sobre a conjuntura dos acontecimentos.

Havia exemplos de mudanças de posição a favor da Rússia.

quarta-feira, 26 de março de 2014

A CRIMEIA VISTA DE PEQUIM

26 março 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia, Россия)
"Estamos acompanhando com máxima atenção a situação na Ucrânia. Esperamos que todas as partes mantenham a compostura, para impedir que a situação escale e piore. A única saída é coragem política e diálogo."

Esse é o comentário contido, pelo vice-ministro de Relações Exteriores da China Li Baodong, da interpretação oficial, em Pequim, do que está acontecendo na Ucrânia: é a versão para consumo global.

Mas nesse editorial de
 People's Daily,[1] pode-se ler o que a liderança chinesa está realmente pensando. O foco, claramente, são os perigos da mudança de regime, a "incapacidade do Ocidente para compreender as lições da história" e o "campo de batalha final na 'guerra fria'".

Mais uma vez, o ocidente interpretou erradamente a abstenção da China na votação no Conselho de Segurança Nacional que examinava uma resolução apoiada pelos EUA para condenar o referendo da Crimeia. Os 'especialistas' puseram-se a repetir que a Rússia estaria "isolada". O modo como Pequim faz geopolítica mostra que não está.

Oh, Samantha...
A manada de elefantes na sala (Ucrânia), em termos de opinião global, é agora a questão de que a verdadeira "comunidade internacional" - do G-20 ao Movimento dos Não Alinhados (MNA) -- que já está farta do Show de Hipocrisia Excepcionalista, compreendeu plenamente, e até aplaudiu que, afinal, já haja no planeta pelo menos um país com colhões para dizer claramente "Fodam-se os EUA".
 

A Rússia sob o presidente Vladimir Putin pode até ainda manter algumas distorções, como qualquer outro país no mundo. Mas agora não é piquenique; érealpolitik. Para jogar na lona o Leviatã-EUA é indispensável um casca-grossa como Putin.