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terça-feira, 9 de agosto de 2016

August 9, 2016/News: 1-1- Ukrainian population agree on…,2- Лавров: Россию серьезно…, 3- Ukrainian drones…, 4- Donetsk Defense…



DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- Ukrainian population agree on Donbass special status, but Poroshenko needs war

2- Лавров: Россию серьезно беспокоит происходящее в Донбассе

3- Ukrainian drones examine front-line zone under Donetsk

4- Donetsk Defense: Situation Report, 09.08.16

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1- Ukrainian population agree on Donbass special status, but Poroshenko needs war

Tuesday, August 9, 2016 - 13:06, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

The Minsk Agreements conditions are allowable to the Ukrainian population that starve for ceasing the war. However, official Kiev is, opposite, interested in continuing the war in Donbass, it is possible to put its disasters on.

It was stated by Georgy Kryuchkov, the ex-secretary of

domingo, 15 de maio de 2016

BRICS, БРИКС BRICS/Pentágono: "Rusia y China son los primeros en la lista de retos globales de EE.UU."

14 mayo 2016, ТВ-Новости TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Россия, Rusia)

Entre los otros retos, el jefe del Pentágono ha mencionado "acciones agresivas de Corea del Norte, la política de Irán y la amenaza del grupo terrorista Estado Islámico". 

El ministro de Relaciones Exteriores de Rusia, Serguéi Lavrov, 
con su homólogo chino, Wang Yi.Maxim ShemetovReuters

Rusia y China ocupan la primera posición en la lista de los "retos globales" para EE.UU., ha declarado el secretario de Defensa estadounidense, Ashton Carter, citado por la agencia TASS, durante la ceremonia de toma de posesión del nuevo comandante del Comando Conjunto de la Defensa Aeroespacial de Norteamérica (NORAD) en Colorado Springs.

"En el escenario mundial están desafiando a

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

BRICS, БРИКС/Sergey Lavrov: Intervenção na 51ª Conferência de Segurança, Munique/Выступление и ответы на вопросы Министра иностранных дел России С.В.Лаврова

9 fevereiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)
7/2/2015, Sergey Lavrov, MRE da Rússia

Vídeo, em russo, com tradução simultânea ao inglês, 43’48
Traduzido da transcrição em inglês pelo pessoal da Vila Vudu

Sergey Lavrov, Ministro de Relações Exteriores da Rússia em 7/2/2015


Comentário de The Saker, The Vineyard of the Saker, 7/2/2015:

“Devo dizer que, pessoalmente, não me lembro de ter assistido a qualquer coisa semelhante ao que aconteceu hoje em Munique. Nunca antes, das incontáveis vezes que ouvi discursos de Lavrov, senti na voz do ministro russo o que senti hoje. Claro que Lavrov manteve-se calmo, perfeitamente composto e irrepreensivelmente polido. Mas, dessa vez, senti na voz dele um tal sentimento de desgosto e de repugnância pela plateia à qual falava como nunca senti antes. Repugnância pelos atores, os ditos “líderes” e “parceiros”, e pelo que fizeram ao longo de toda uma década. De fato, o que Lavrov disse a eles foi: “Putin já explicou tudo, em detalhes, em 2007. Vocês não ouviram uma palavra do que ele lhes disse. E agora? Estão contentes com o resultado?
Na sequência, quando vieram as perguntas e respostas dos jornalistas, a coisa só piorou”


Senhoras e senhores,

O sr. Wolfgang Ischinger incluiu na agenda a questão do colapso do desenvolvimento global. Tem-se de concordar que os eventos tomaram rumo que, hoje, está longe de ser otimista. Mas é impossível aceitar os argumentos de alguns de nossos colegas, para os quais teria havido colapso repentino e rápido da ordem mundial que existe há décadas.

Ao contrário, os desenvolvimentos do ano passado confirmaram o quanto estavam corretos os avisos que distribuímos quanto à persistência de graves,

sábado, 29 de novembro de 2014

БРИКС, BRICS/Sergey Lavrov – MRE da Rússia na 22ª Assembleia do Conselho de Política Externa e Defesa, Moscou

27 novembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)
22/11/2014, Sergey Lavrov na 22ª. Assembleia do Conselho de Política Externa e Defesa, Moscou

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Sergey Lavrov, MRE da Federação da Rússia

COMENTÁRIO do Saker em: The Vineyard of the Saker, 26/11/2014:

(...) No discurso [adiante] de Lavrov, negritei as partes que considero mais importantes. Quero acrescentar ainda, o seguinte:

1) Lavrov é considerado muito “moderado” e a linguagem dele sempre é estritamente diplomática. Portanto, ao lerem essas declarações, imaginem o que “a rua” russa e outros ministros estão pensando.

2) Lavrov não faz segredo do que pensa dos EUA e dos planos dos EUA para o futuro do planeta. Ao lerem as palavras de Lavrov, tentem relembrar o que sente e pensa um neoconservador norte-americano, e vocês imediatamente verão por que as elites norte-americanas simultaneamente odeiam e temem a Rússia.

3) Finalmente Lavrov admite abertamente que Rússia e China firmaram aliança estratégica de longo prazo (provando que erraram todos os que previam que a China apunhalaria a Rússia pelas costas). Essa aliança estratégica, diria eu, é o desenvolvimento estratégico mais importante dos últimos dez anos.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

BRICS, БРИКС/Atenção BRICS: SERGUEI LAVROV ESTÁ DESISTINDO DOS “EUA−OCIDENTE”

15 setembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)
14/9/2014, The Saker, Vineyard of the Saker, “Listening to Lavrov giving up on the West”

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Ontem assisti a um interessante programa da TV russa, “O direito de saber”, que mostrou uma entrevista ao vivo, de uma hora, com Sergei Lavrov (abaixo,  sem legendas e em russo), Ministro de Relações Exteriores da Rússia, em conversa com cinco jornalistas russos. Nada tão importante que justifique o trabalho de traduzir, mas quero partilhar com vocês algumas coisas que já observei no passado e que reapareceram poderosamente expressas durante aquela conversa.


Como se poderia prever, os tópicos incluíram a guerra civil na Ucrânia; a situação da investigação sobre o ataque e derrubada do avião malaio MH17, sanções contra a Rússia, a expansão da OTAN, as negociações em Minsk e o engajamento da Rússia com os países BRICS.

Em todos esses tópicos o programa

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

BRICS, БРИКС, Rusia/Lavrov: América Latina será uno de los pilares del nuevo orden mundial (+ Video)

27 agosto 2014, Cubadebate. Contra el Terrorismo Mediático  http://www.cubadebate.cu (Cuba)

El canciller ruso Serguéi Lavrov aseguró que  América Latina será uno de los pilares del nuevo orden mundial; subrayando que su país coopera con todos los países latinoamericanos, especialmente con Brasil, Argentina, Cuba, Chile, Perú y Venezuela.

El ministro de Exteriores ruso ha destacado en el foro juvenil Seliguer que la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC) está marcando una tendencia para crear un mundo multipolar. “América Latina es una región pujante, que se está desarrollando, y que tiene muy buenas perspectivas, así que pronto será, y ya lo está siendo, uno de los pilares del nuevo orden mundial”, sostuvo.

En ese sentido, Lavrov ha destacado que en los países de esa región se forman asociaciones y organizaciones políticas y económicas con las que, en su opinión, “están desarrollando activamente un proceso de integración”. “No hay ningún país que no pertenezca, de una u otra forma, al menos a una organización para la integración, y nosotros tenemos relaciones con cada una de estas alianzas y con todos los países, sin excepción, de América Latina”, sostuvo el titular de Exteriores ruso.

Asimismo, Lavrov ha adelantado que tanto Rusia como los países latinoamericanos se cursarán a partir de ahora visitas oficiales con mayor frecuencia y ha recordado que Rusia ya ha formado comisiones interestatales de comercio y cooperación con muchos de ellos.

En referencia a la condonación del 90% de la deuda que Cuba había contraído con la Unión Soviética, el canciller señaló que esa medida ayudará a incrementar el crecimiento de la economía cubana. “No todo se puede medir con dinero […] Esperamos mucho tiempo para condonar gran parte de la deuda cubana y, a fin de cuentas, decidimos ayudar”, subrayó el ministro, resaltando que la deuda actual representa unos 3.500 millones de dólares que serán invertidos en la isla con el apoyo de empresas rusas.

El canciller ruso recordó la gira histórica por América Latina hace un mes del presidente Vladímir Putin, durante la que recorrió países como Cuba, Argentina y Brasil, participó en la cumbre de los BRICS y en un foro adicional con 12 líderes de América del Sur. En el amplio programa de Putin se abordaron materias como energía, transporte, defensa, espacio y maquinaria pesada, áreas del máximo interés para todas las partes.

Por otro lado, Lavrov ha subrayado que las acciones de EE.UU. y la Unión Europea obstaculizan los esfuerzos de Rusia para eliminar amenazas globales. “Nuestros pasos colectivos en la escena internacional para eliminar todos estos desafíos y amenazas los obstaculizan las intenciones de EE.UU., y de Occidente en general, de conservar su dominio en el mundo, una postura a la que se han acostumbrado durante varios cientos de años, y de retrasar artificialmente la realización de un mundo multipolar y policentral, que reflejan las tendencias objetivas del desarrollo mundial”, puntualizó.

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BRICS, БРИКС: Brasil, Rússia, Índia, China, South Africa, Бразилия, Россия, Индия, Китай, Южная Африка

sexta-feira, 30 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/PODER GLOBAL: A RÚSSIA SOBE

28 maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Há dois propósitos principais na propaganda ocidental sobre os acontecimentos atuais na Ucrânia. Primeiro, encobrir, ou pelo menos disfarçar, o papel fundamental que Washington teve na derrubada do governo democraticamente eleito da Ucrânia. Segundo, demonizar ao máximo a Rússia.

Sabe-se a verdade, mas a verdade não faz parte nem importa para a TV-empresa ocidental, ou para a imprensa-empresa impressa. Um telefonema interceptado de uma conversa entre a Secretária Assistente de Estado dos EUA Victoria Nuland e o embaixador dos Estados Unidos para a Ucrânia, Geoffrey Pyatt, revela o teor da discussão entre os dois golpistas, sobre quem seria instalado como "pessoa de confiança", a marionete de Washington, no novo governo fantoche. Outra interceptação telefônica, desta vez entre o Ministro do Exterior da Estônia, Urmas Paet, e a funcionária de política externa da União Europeia, Catherine Ashton, põe a nu as suspeitas, posteriormente confirmadas, de que os atiradores que alvejaram e mataram pessoas no conflito em Kiev vieram do lado apoiado pelos EUA no conflito. 

A "revolução" laranja 
Resumindo: depois de 2004, quando Washington orquestrou a "Revolução Laranja", que deveria entregar a Ucrânia nas mãos do ocidente, mas falhou, Washington, de acordo com Victoria Nuland, gastou nos dez anos seguintes, na Ucrânia, cerca de 5 bilhões de dólares. O numerário foi entregue a políticos que os EUA prepararam com cuidado e a Organizações Não Governamentais (ONGs) que operavam 'de fachada', fantasiadas de instituições educacionais, pró-democracia ou pró-Direitos Humanos, mas que, na realidade, Quinta Coluna de Washington na Ucrânia.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/Argentina atribuye gran importancia a la invitación para asistir a la cumbre BRICS

29 mayo 2014, RIA Novosti, РИА Новости http://ria.ru (Russia, Россия)
Nóvosti
La presidenta argentina, Cristina Kirchner, calificó de “muy importante” para su país la invitación a la próxima cumbre BRICS.

“Un día muy importante para la Argentina, con el acuerdo por la deuda del Club de París y la invitación a la cumbre BRICS en Brasil”, escribió en su

terça-feira, 27 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/THE RUSSIA-CHINA COUNTER-ALLIANCE TO US-NATO AGGRESSION

May 26, 2014, Global Research http://www.globalresearch.ca (Canada)
http://www.globalresearch.ca/the-russia-china-counter-alliance-to-us-nato-aggression/5383873


Russian President Vladimir Putin has said recently that his meeting with Chinese President Xi Jinping earlier this week in Shanghai marked a new stage in Russia-China relations, and that the two countries will roll out all-around cooperation. China and Russia signed a $400 billion (237.1 billion pounds) gas supply deal on Wednesday, securing the world’s top energy user a major source of cleaner fuel and opening up a new market for Moscow as it risks losing European customers over the Ukraine crisis. Furthermore, the two countries began joint military exercises in the East China Sea in a clear show of strength against Japan, a western ally.

The Chinese President has also openly demonstrated his desire to create a counter-alliance to the U.S. Speaking on May 20 President Xi Jinping called for the creation of a new Asian structure for security cooperation based on a regional group that includes Russia and Iran and excludes the United States. Clearly pointing a finger at the United States he called NATO an outdated thinking of the Cold War. According to him, “We cannot just have security for one or a few countries while leaving the rest insecure”. In his speech Mr. Xi Jinping offered an alternative vision for the region based on an all-inclusive regional security framework rather than individual alliances with external actors like the United States. China’s proposal to push forward with the ambitious Free Trade Area of the Asia Pacific

segunda-feira, 12 de maio de 2014

UCRANIA, LA GUERRA O LA PAZ

10 mayo 2014, HispanTV http://hispantv.net (Irán)

Por Pablo Jofré Leal

El llamado a elecciones para el 25 de mayo en Ucrania corre serio peligro de convertirse en un montaje electoral, que instaure, bajo un marco legal programado desde Washington y Berlín, un gobierno con clara orientación ultraderechista y profundamente antirruso, generando con ello la posibilidad de un conflicto de escala regional.

Las elecciones presidenciales, con 23 candidatos claramente opositores a cualquier acercamiento con Moscú - a excepción del decaído partido de las regiones - han sido convocadas y catalizadas por el gobierno interino de Kiev, que se ha visto enfrentado a severas críticas internacionales por la matanza de 46 personas vinculados a grupos de civiles que se manifestaban por mayores grados de autonomía de Kiev. Matanza llevada a cabo por partidarios del gobierno provisional de Kiev identificados como miembros del ultraderechista partido Svoboda y Sector Derecho que incendiaron, el pasado 2 de mayo, una Sede Sindical donde los manifestantes autonómicos se habían refugiado, generando esta, calificada como parte de una estrategia genocida por parte del gobierno de facto ucraniano.

Para Rusia, la muerte de estos manifestantes, junto a otra veintena que fueron asesinadas por bandas paramilitares ultraderechistas en Odesa y otras zonas del sudeste en la última semana, representa el resurgimiento del fascismo. El canciller ruso Serguei Lavrov afirmó que "lo sucedido en Odesa el 2 de mayo es puro fascismo. No permitiremos

quarta-feira, 7 de maio de 2014

LA OTAN BUSCA DESESPERADAMENTE UN NUEVO ENEMIGO

25 abril 2014, RIA Novosti РИА Новости http://sp.ria.ru (Rússia, Россия)

“No juegues con el fuego”-decía mi padre/”No tires piedras al agua”-decía mi madre (Rasul Gamzatov, 1923-2003)

Columna semanal de Vicky Peláez

Los últimos acontecimientos en Ucrania, siguiendo al pie de la letra el guión escrito por Washington con la cooperación de Bruselas, dieron nueva esperanza a la vieja Organización del Tratado de Atlántico Norte (OTAN) la que después de la desintegración de la Unión Soviética en 1991 estaba buscando desesperadamente un enemigo para justificar su existencia. Por eso, no es de extrañar la belicosidad del Secretario General de la OTAN, Anders Fogh Rasmussen amenazando a Rusia por supuestamente ser responsable de lo que se está pasando en Ucrania y, en especial por su “anexión” de Crimea. Hace poco Rasmussen declaró que “tendremos más aviones en el aire, más buques de guerra en el mar y estaremos mejor preparados en tierra”, refiriéndose a una posible intervención militar de Rusia en Ucrania. También exigió las sanciones económicas más severas contra el país de Vladimir Putin.

Para entender la política de los líderes de esta organización y su actitud hay que seguir la ruta del dinero. Resulta que para este año Washington aportará a la OTAN algo de 280 mil millones de dólares que constituyen el 70 por ciento de su presupuesto que asciende a unos 400 mil millones de dólares anuales. Si tomamos en cuenta que el presupuesto del Pentágono para el 2014 es de 680 mil millones de dólares, sin contar gastos para las armas nucleares, las operaciones clandestinas de la CIA utilizando drones y  fuerzas especiales y los gastos de la NASA para el programa especial vinculado a los sistemas de misiles, llegaremos a la conclusión que los gastos militares de los EE.UU. junto con los de la OTAN superan un millón de millones de dólares al año.

En realidad la OTAN es un brazo militar y político de Washington en Europa igual como la OEA en América Latina cumple el rol del instrumento político de los Estados Unidos. Fue precisamente EE.UU. que decidió edificar un “Muro de la OTAN” alrededor de Rusia al comienzo de 1990, a pesar de la promesa dada en febrero de 1990 por el secretario de Estado James Baker al presidente de la URSS, Mikhail Gorbachov. Este dijo que “no habrá ninguna extensión de la jurisdicción de la OTAN para sus tropas ni una pulgada hacia el este”. Ahora resulta que ya en aquel entonces se planificaba la expansión de la OTAN y la única cuestión era  “si expandirse o no, sino cuando”, según el libro de James Goldgeier, “Not Whether but When: the US Expansion to Enlarge NATO”.

terça-feira, 6 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/POR QUE PUTIN ESTÁ NA ALÇA DE MIRA DE WASHINGTON?

6 maio2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

"Washington quer enfraquecer Moscou economicamente, cortando suas receitas do gás, erodindo assim sua capacidade de defender-se ou defender seus interesses. Uma integração econômica entre Ásia e Europa não interessa aos EUA.  Uma possível aliança de fato entre Rússia e União Europeia seria uma ameaça direta à hegemonia global dos Estados Unidos."

As provocações dos Estados Unidos na Ucrânia não podem ser entendidas sem se entender antes o "Pivoteamento para a Ásia" de Washington, que faz parte de um plano estratégico mais amplo que transfira a atenção do Oriente Médio para a Ásia. Atualmente, o assim chamado "reequilíbrio" é um projeto para controlar, de maneira compatível com as ambições hegemônicas dos Estados Unidos, o crescimento da China. Há várias correntes de pensamento sobre como se poderia conseguir isso, mas falando bem simplesmente, elas acabam caindo em uma de duas categorias: "matadores de dragões" e "amigos do panda".

Matadores de dragões são a favor de uma estratégia de contenção, enquanto os amigos do panda são a favor de uma espécie de noivado. Qual política será adotada ainda não foi objeto de escolha definitiva, mas já ficou claro, pelas hostilidades no Mar do Sul da China e Ilhas Senkaku, que o plano dependerá muito de força militar. 

Então, o que é que controlar a China tem a ver com a poeira levantada na Ucrânia?

BRICS, БРИКС/"BOMBA GEOESTRATÉGICA PARA EE.UU.": RUSIA Y CHINA PREPARAN EL CANAL DE NICARAGUA/КАНАЛ ГЕОПОЛИТИЧЕСКОЙ СВЯЗИ

2 mayo 2014, RT Actualidad http://actualidad.rt.com (Nicaragua)

La colaboración entre Rusia, China y Nicaragua, que están a punto de empezar a construir el canal de Nicaragua es "una potente bomba geoestratégica que explotará cerca de EE.UU.", dice el escritor ruso, Alexánder Projánov.

"Como se mantiene la amenaza de la invasión de Nicaragua por EE.UU. en el norte, Nicaragua firmó un acuerdo con Rusia de que los buques de guerra rusos patrullen las aguas del mar Caribe. Y también que los bombarderos rusos de largo alcance pueden aterrizar en la capital de Nicaragua, Managua", explica el experto citado por 'Izvestia'.

Recientemente, tras la reunión con el ministro de Exteriores ruso, Serguéi Lavrov, el presidente de Nicaragua, Daniel Ortega 
destacó la posición continua de su país que apoya a Rusia en la resolución pacífica de los conflictos en el Oriente Medio, Siria y Ucrania, rechaza categóricamente la política de sanciones y la "doble moral".

sábado, 3 de maio de 2014

BRICS, БРИКС/A GUERRA SOFT DA OTAN CONTRA A RÚSSIA

3 maio 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

Pepe Escobar, Asia Times

Pobre OTAN. Malditos soviéticos. A generosa Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) gastou duas décadas "tentando construir uma parceria" com a Rússia. Mas agora, "claramente os russos declararam a OTAN adversária deles. Assim sendo, temos de começar a ver a Rússia, não mais como parceira, como adversária" - nas palavras do vice-secretário-geral da OTAN, Alexander Vershbow, ex-diplomata norte-americano/empregado do Pentágono. 

A lava ardente que pinga da boca de um abutre do Pentágono, a gemer que "a Rússia claramente está tentando reimpor a hegemonia", é de dar vergonha no Vesúvio. Mas é só uma virada menor de roteiro, em Os Descartáveis (filme), [1] da OTAN.

A OTAN -- ainda no processo de ser diariamente humilhada, humilhação épica, por um bando de pashtuns armados com Kalashnikovs no Afeganistão -- começa agora a considerar "novas medidas defensivas" para deter a "Rússia-do-mal" e

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Los Estados Unidos están interesados en que la guerra entre la Federación Rusa, Ucrania y la UE transcurra bajo su supervisión/США заинтересованы, чтобы война РФ, Украины и ЕС проходила под их присмотром

24 abril 2014, Rebelión Rebelión http://www.rebelion.org (México)

ENTREVISTA AL POLITÓLOGO RUSO GEIDAR DZHEMAL

Alexandra Pávlova, kontrudar.com

Traducido del ruso para Rebelión por Arturo Marián Llanos

De nuevo fueron agredidos dos candidatos al cargo de presidente de Ucrania, Mijaíl Dobkin y Oleg Tsariov; los representantes de la ONU presentaron un informe en el que hicieron un llamamiento a las autoridades de Ucrania para que garantizaran a todos los ciudadanos los mismos derechos para participar en la política. ¿Qué les espera no solo a los ucranianos, sino al mundo entero? Se lo ha contado a Sobesednik.ru el hombre público ruso musulmán y politólogo Geidar Dzhemal.

- Geidar, ¿por qué cree que las provocaciones siempre se dirigen contra estos dos candidatos al puesto del presidente de Ucrania, Oleg Tsariov y Mijaíl Dobkin? ¿Qué tienen de especial?

- No lo sé, simplemente son los candidatos prorrusos. Creo que tan inequívocamente prorrusos que desde el punto de vista de la idea nacional ucraniana representan a la “quinta columna”. Creo que Tsariov y Dobkin representan la colocación del resto de Ucrania, como ocurrió con Crimea, bajo el control federal, el poder federal de Rusia. Al menos, Tsariov es lo que representa exactamente.

- ¿Entonces todas las provocaciones se dirigen contra la posibilidad de que el resto de Ucrania pase bajo el control federal de Rusia?

- Se trata de un proceso que para las regiones tan desestabilizadas como Ucrania es sencillamente inevitable. 

- ¿Qué papel van a desempeñar las elecciones presidenciales en esta situación?

- No jugarán ningún papel, porque la situación actual ya se ha salido fuera del marco de un proceso político corriente. Considero que como resultado vamos a tener una guerra en toda regla. Entre los candidatos no hay ninguno que dé la talla cara a la dimensión histórica del momento.

A ALEMANHA MAIS DIVIDIDA DO QUE NUNCA SOBRE O CONFLITO RUSSO-UCRANIANO

24 abril 2014, ODiário.info http://www.resistir.info (Portugal)


Um texto noticioso com interessante leitura nas entrelinhas. A convergência de interesses entre a grande industria alemã e a Rússia - e também a China - é bem conhecida e muito importante no desenrolar da situação presente. Se “a guerra é a continuação da política por outros meios”, devemos igualmente recordar a afirmação de Lénine de que “a política é economia concentrada”.
Description: http://www.odiario.info/wp-content/themes/default/images/raya_pret.gif

Os grandes patrões alemães estão à beira da crise de nervos. A crise que opões a União europeia e os Estados Unidos à Rússia ameaça os negócios pacientemente desenvolvidos num país onde a lógica política perturba muito frequentemente as regras do “business”. Em 2013 a Alemanha vendeu produtos e serviços à Rússia no valor e 67 milhares de milhões de euros, ou seja, mais 10% do que em 2012. Para além disso, as 30 empresas do DAX – o índice bolsista alemão – empregam aí 46 000 pessoas. “Perante a deterioração da situação, as empresas alemãs receiam muito que a UE venha a curto prazo impor sanções económicas ainda mais duras à Rússia”, lamenta-se o secretário-geral das Câmaras do comércio e da indústria alemãs, Martin Wansleben.

Putin reabilitado
O receio é tal que, desde há um mês, os grandes patrões alemães se lançaram numa operação de comunicação e de diplomacia “paralela” destinada tanto a restabelecer o diálogo com Moscovo como a descredibilizar a política de sanções de Bruxelas e Washington.

terça-feira, 22 de abril de 2014

WASHINGTON DIRIGE AL MUNDO HACIA LA GUERRA

22 abril 2014, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)

Por Paul Craig Roberts 

El director de la CIA fue enviado a Kiev para lanzar una represión militar contra los separatistas rusos en las regiones del este y sur de Ucrania, la mayoría de ellas antiguos territorios rusos que fueron tontamente anexados a Ucrania en los primeros años del régimen soviético.

El plan de Washington para tomar el país europeo pasa por alto que las partes rusas y de habla rusa de Ucrania probablemente no accedieran a insertarse en la UE y la OTAN, mientras se persiguiera a los pueblos de habla rusa. Washington ha perdido Crimea, de la cual pretendía expulsar a Rusia de su base naval del Mar Negro. En vez de admitir que su plan para el acaparamiento de Ucrania ha ido mal, la Casa Blanca es incapaz de admitir un error y, por lo tanto, está avivando la crisis a niveles más peligrosos.

Si Ucrania se disuelve por la secesión de los antiguos territorios rusos que se revierten a Rusia, Washington se avergonzará de que el resultado de su golpe de Estado en Kiev devolviera las provincias rusas de Ucrania a Moscú. Para evitar esta vergüenza, Washington está acelerando la crisis hacia una guerra.

El director de la CIA instruyó al gobierno títere escogido por Washington en Kiev para que solicitara a Naciones Unidas ayuda para rechazar a los "terroristas" que con la supuesta ayuda de Rusia están supuestamente atacando Ucrania.

NA UCRÂNIA, POTÊNCIAS IMPERIALISTAS RECORREM AO FASCISMO

20 abril 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Nas últimas semanas, a atenção internacional volta-se à Ucrânia, não apenas para a análise de um governo golpista, respaldado pelo Ocidente, e de suas consequências na fragmentação do país. O Leste europeu revive situações de confronto, que a grande mídia internacional, pautada pelos discursos oficiais dos Estados Unidos e da União Europeia (UE), chama de nova Guerra Fria, para retratar mais este episódio de ingerência e manipulação ocidental de uma nova crise política. 

As potências encontram espaço amplo para justificar a mobilização da sua máquina de guerra, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), às portas da Rússia. Quem não superou, ideológica e oportunistamente, a lógica da Guerra Fria, foi a aliança imperialista. Afinal, é esta a imagem simbólica e politizada que a mantém viva, em um período em que as justificativas para a sua sobrevivência esgotam-se.

O presidente russo Vladmir Putin e o chanceler Serguei Lavrov não hesitam em desmascarar o discurso retrógrado e anacrônico dos EUA e da UE, evidenciando – para aqueles que se dispõem a ouvi-los fora do quadrado ideológico ocidental – a intenção política e a manipulação da história para justificar, da parte da Otan, o aumento da sua presença militar na vizinhança da Rússia.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

BRICS, БРИКС/OS 10 AMIGOS ACREDITAM NA RÚSSIA/ДЕСЯТЬ ДРУЗЕЙ ВЕРЯТ В РОССИЮ

20 abril 2014, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)


Dos 193 países que votaram a proposta de resolução da Assembleia Geral da ONU condenando as ações da Rússia na Crimeia, 100 delegações votaram a favor da resolução, 93 abstiveram-se ou não votaram. Com uma pressão sem precedentes através dos seus recursos administrativos o Ocidente aprovou a resolução com uma margem de apenas de oito votos. A votação mostra claramente a posição do mundo em relação à Rússia, o grau de soberania dos países e divide- os em dois campos. O campo dos opositores o Pravda. Ru já tinha analisado. Agora falemos dos amigos.

Referêndum da Criméa no documento referido caracteriza-se de " não vinculativo " e insiste para os países não reconhecerem a "anexação" da Crimeia pela Rússia. Mas a essência principal da resolução é rejeitar para o povo da Crimeia o direito de auto-determinação garantida pelo artigo 1 º da Carta das Nações Unidas. No entanto, o documento é puramente consultivo. Votaram contra a resolução, além da Rússia, a Bielorrússia, Bolívia, Zimbábue, Sudão, Síria, Venezuela, Cuba, Coreia do Norte, Nicarágua, Armênia. Cinquenta e oito delegações se abstiveram. Mais de 20 se recusaram a votar. Por exemplo, Irã, Israel, Sérvia, Quirguistão, Tajiquistão, Emirados Árabes Unidos. São principalmente aqueles que têm planos de especular sobre a conjuntura dos acontecimentos.

Havia exemplos de mudanças de posição a favor da Rússia.

sábado, 19 de abril de 2014

BRICS, БРИКС/DECLARAÇÃO DE VITALY CHURKIN, EMBAIXADOR DA RÚSSIA NO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU

14 abril 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)
12/4/2014 , The Saker - The Vineyard of the Saker
Traduzido da transcrição em inglês pelo pessoal da Vila Vudu


Obrigado, Senhora Presidenta.

Hoje se ouviram muitas palavras, muitas declarações, mas a primeira impressão que gostaria de partilhar com meus colegas é que não estão prestando atenção ao relógio. Nesse momento são 21h30, o que significa que são 3h30 da madrugada na Ucrânia. Dentro de duas horas e pouco será dia, 14 de abril, na Ucrânia. Na verdade, é a hora em que, segundo ordens criminosas distribuídas pelo Sr. Turchinov, o Exército Ucraniano deverá entrar em ação para reprimir as manifestações de protesto.

Ouviram-se aqui muitas palavras injustas, mas com certeza a fala que supera todas as demais e supera até o que ele próprio já disse aqui, foi de meu colega ucraniano. Quer processar a Rússia por terrorismo. Por que nunca pensaram em processar os que aterrorizaram o seu próprio governo durante vários meses, até o dia 21 de fevereiro? Quem fez guerra contra a Polícia, quem queimou vivos oficiais de Polícia da Ucrânia, quem matou a tiros, policiais e pessoas que protestavam contra o governo e que parecem ser aliados do hoje governo de Kiev? O senhor jamais antes os chamou de terroristas e, isso, por alguma razão. E até os eximiu de qualquer responsabilidade por suas ações criminosas, que se repetiram por vários meses.

Outra vez, infelizmente, se ouviram aqui várias acusações ridículas contra a Rússia. Disseram que a Rússia quer desestabilizar a Ucrânia, até que tenta sufocá-la. Tão preocupados estão com a Ucrânia! Mas por que não responderam nosso pedido para que se iniciasse um diálogo sobre como ajudar a Ucrânia a enfrentar e combater uma crise quando ela estava começando? Por que só fizeram incitar o confronto, para que continuasse? Por que aconteceu tão tarde a manifestação dos ministros de Relações Exteriores da França, da Alemanha e da Polônia, dizendo que a União Europeia, sim, realmente precisava conversar com a Rússia sobre