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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

BRICS, БРИКС/DISCURSO DE PUTIN EN VALDAI

2 diciembre 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)
http://salsaru sa.blogspot.com.ar

Revisión técnica y corrección: Atilio A. Boron 

Se ha citado mucho el discurso de Putin en la reunión del grupo Valdai. Muy interesante, y por tanto evitado por la prensa hispana. Aquí está la traducción de la transcripción del mismo:

Estimados colegas, señoras y señores, queridos amigos: es un placer darles la bienvenida a esta XI conferencia del club de discusión “Valdai”.

Ya se ha dicho aquí que este año en el club hay nuevos coorganizadores, entre ellos organizaciones no gubernamentales rusas, grupos de expertos y grandes universidades. Además se ha expresado la idea de ampliar la discusión para incluir no sólo la problemática rusa sino también cuestiones de política y economía globales.

Espero que estos cambios organizativos y de contenido refuercen las posiciones del club como un importante foro de discusión y de reunión de expertos. Con ello espero que el así llamado espíritu de Valdai pueda mantenerse: su libertad, apertura, posibilidad de expresar las más distintas opiniones y con ello las opiniones sinceras.

En este sentido quiero decirles que no les voy a decepcionar, voy a hablar clara y sinceramente.
 Algunas cosas pueden parecer duras. Pero si no habláramos directa y sinceramente de lo que realmente pensamos no tendría sentido reunirnos en este formato. Sería mejor, en tal caso, mantener los encuentros diplomáticos donde nadie dice nada en un sentido claro y

Tuchola: Polish Death Camp for Russians/Тухоль: польский лагерь смерти для русских

30.11.201, Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия) Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia)


In early November a memorial to «the victims of Maidan» was suddenly erected on the Wilenski square, Warsaw, no matter the plans had envisioned the restoration of the Brotherhood in Arms Statue devoted to commemorate dozens of thousands of Red Army soldiers who lost their lives to liberate Poland from fascism in the days of WWII. The fact sparked a wave of indignation but it was not the desecration of the soldiers’ memory that caused it. Here is a message posted to Kresy.pl – «Maidan means a square in Ukrainian. Ukrainians made Poles come to maidan before they were slaughtered (in Volyn. – Author’s note). In some populated areas the swamps with remains of the victims are still called maidans».

Some time before that the plans to erect the memorial to Polish death camp victims (Red Army soldiers who died in 1922-23) in Kraków’s Rakowicki Cemetery had been cancelled…

To make clear what exactly happened to the victims in question I offer to have a look at what happened in the second largest concentration camp that was located in the vicinity of Tuchola. The camp was built during the First World War. In 1919 the place became a prison for the soldiers of Ukrainian and Belarusian formations, the civilians who had sympathy for the Soviet government and the interned officers of the White Army.

In December 1920 Polish Red Cross worker Natalia Kreiz Velezhinska said the prisoners lived dug-outs with stairs going down. The interned

sábado, 29 de novembro de 2014

POLISH COLONIALISM AND UKRAINE’S NEO-NAZISM/Польский колониализм и украинский неонацизм

29.11.2014, 28.11.2014, (Россия) Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia) Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru



Speaking in parliament recently Leszek Miller, former Poland’s Prime Minister and head of Democratic Left Alliance,said about the Russia-Ukraine relations «Poland has become rather a problem than a solution». The remark did not go unnoticed and he came under harsh criticism from media.

Some voiced concern over the possibility that such statements could provoke «radical changes» and prompt Europe to look at the east «through the eyes of Orban, Berlusconi and Miller». Nevertheless nobody denied the fact that the Poland’s stance on Ukraine is one of factors to spur the conflict. It’s obvious.

Since the very first days of Maidan protests Poland has applied a lot of effort to turn Ukraine into a European problem. And it has closely cooperated with the United States.

According to Alexander Yakimenko, the former head of Ukraine’s Security Service operative, «All the orders were given either by the US embassy or by Jan Tombinski, a Polish representative who worked in the EU mission in Kiev. Poland played an invaluable role in the coup. It has always

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

UCRÂNIA LEVANTA-SE CONTRA A NATO, OS NEOLIBERAIS E OS OLIGARCAS

15 outubro 2014, Resistir http://www.resistir.info (Portugal)

por Boris Kagarlitsky*

Entrevistado por Feyzi Ismail


Quais são as origens da crise na Ucrânia e porque o conflito irrompeu nos últimos meses? 
As origens da crise na Ucrânia são triplas. A primeira coisa é que a Ucrânia foi concebida pelos estrategas de Moscovo como um elemento numa complexa economia planificada. Os territórios que formam a Ucrânia foram agrupados, não por quaisquer razões históricas, culturais ou étnicas, mas para organizar um planeamento complexo – queriam ligar as áreas industriais do leste com os portos do sul, como Odessa e a Crimeia, ao ocidente agrícola. Era essa a lógica. Quando essa lógica foi destruída com o fim da União Soviética, este território enquanto unidade integrada começou a desintegrar-se e perdeu a sua razão de ser.

O fim da União Soviética também permitiu que florescessem divisões culturais, o que é a segunda causa da crise. As diferenças na língua, por exemplo, tornaram-se muito mais importantes do que anteriormente.

Ucrânia, Украина/КАРТА БОЕВЫХ ДЕЙСТВИЙ 15 октября

Oct. 16th, 2014 at 8:11 AM, http://dragon-first-1.livejournal.com

(Кликабельно. Кликать в картинку, а не в эту строчку!)

По-русски: 




quinta-feira, 16 de outubro de 2014

“A UCRÂNIA QUE CONHECEMOS DESAPARECEU PARA SEMPRE” --- Mike Whitney entrevista The Saker

15 outubro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

14/10/2014,*Mike Whitney entrevista The Saker, Counterpunch

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Mapa regional atualizado (29/9/2014, WPost)

“The Saker” é analista militar, nascido na Europa, filho de refugiados russos. Hoje vive na Flórida, de onde escreve o blog The Vineyard of the Saker e é colaborador regular de Rússia Insider. A comunidade internacional dos blogs do Saker inclui, além do original, membros franceses, alemães, russos, da Oceania, sérvios, e latino-americanos; e passa agora a contar também com um membro norte-americano – Mike Whitney.

Mike Whitney: Os EUA são responsáveis pelos problemas na Ucrânia?

The Saker: Sim, são absolutamente responsáveis, não há dúvida alguma. Embora seja verdade que o povo ucraniano estava infeliz com o regime corrupto de Yanukovich, o golpe propriamente dito foi, com absoluta certeza, orquestrado pela CIA. A União Europeia também se envolveu, especialmente a Alemanha, mas não tiveram, nem de longe, papel tão importante quanto o dos EUA. As conversas telefônicas gravadas de Victoria Nuland  (subsecretária de Estado dos EUA) mostram quem realmente estava mandando, por baixo dos panos.

Mike Whitney: Que papel o governo Obama tem na decisão de Kiev, de desencadear uma guerra contra o próprio povo no leste da Ucrânia?

The Saker: Tem um papel central. Você tem de entender que não há poder “ucraniano” em Kiev.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

PORQUE OS EUA PRECISAM DE UMA GRANDE GUERRA NA EUROPA

7 outubro 2014, http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

Vídeo traduzido e legendado por Eduardo Lima de Medeiros
Pra saber mais visite o sítio: Guerra na Ucrânia
Vídeo que complementa uma série de postagens da redecastorphoto

Grande Guerra na Europa
Esse excelente vídeo traz um resumo da situação da guerra civil na Ucrânia e as possíveis consequências que podem levar à Terceira Guerra Mundial.

sábado, 4 de outubro de 2014

Украина, Донбасс/КАРТА БОЕВЫХ ДЕЙСТВИЙ 2 октября

http://dragon-first-1.livejournal.com/


(Кликабельно. Кликать в картинку, а не в эту строчку!)

Dear Readers,
English version of the maps of the military operations follows:

Если у кого-то не открывается в полном размере, при клике на картинку, то скопировать строчку ниже

http://ic.pics.livejournal.com/dragon_first_1/72271520/14116/14116_original.jpg

...
и вставить в поисковую строку браузера.


sábado, 27 de setembro de 2014

HORRIFIC CRIMES COMMITTED BY UKRAINIAN ARMY IN DONBASS: PROHIBITED ARMS USE AND ORGAN TRAFFICKING/О преступлениях украинских военных и карателей: от неконвенционного оружия до торговли органами

Sep 26, 2014, Oriental Review http://orientalreview.org (Russia)

By Alexander DONETSKY (Novorossia)

Numerous reports on systematic destruction of populated areas in the Donbass and Luhansk regions by Ukrainian military have been becoming public domain. The evidence has been plentiful: photos, videos, international observers and journalists’ reports. Neither the United States nor Europe have paid attention on the information as they considered it to be part of the «Kremlin’s propaganda». Western media outlets have painted the use of internationally banned arms and warfare tactics as legal means of waging war against terror. Now the OSCE has to recognize the fact that the crimes have been committed by Ukrainian military and soldiers of chasteners’ battalions, for instance the use of prohibited weapons, the elimination of civilians and torture of prisoners. According to the report by Amnesty International, the servicemen of Aidar battalion practiced kidnapping and tortures of civilians. Some time ago international observers discovered mass graves of tortured people.

Numerous mass graves discovered in Nizhnyaya Krynka village (Donetsk Republic) after the area was abandoned by the Ukrainian forces.

Those who live in Donbass have many times reported «mysterious graves» findings. Two movable crematoriums have been bought in Germany to

sábado, 20 de setembro de 2014

Euskal Herria/EH BILDU EXPRESA SU SOLIDARIDAD A LA CARAVANA CON DESTINO A DONBASS/EH Bilduk bere elkartasuna adierazten dio Donbassera abiatu den karabanari

2014ko irailaren 19a, Euskal Herria Donbass Komiteta http://euskalherriadonbas.wordpress.com (Euskal Herria, País Basco)


Desde EH BILDU reconocemos el compromiso que casi una decena de jóvenes han asumido con su participación en “la caravana Banda Bassotti” con destino a Donbass.

Reconocemos el valor de que sea la sociedad civil la que esté dando un ejemplo de compromiso y de lucha por la defensa de los derechos humanos en el contexto de grave crisis política y humanitaria que vive Ucrania tras el derrocamiento del presidente Viktor Yanukovich, el pasado mes de febrero.

La brigada internacional en la que participan ciudadanos de Euskal Herria debe ser una llamada de atención a todo el mundo y

Colombia/FARC-EP: SOLIDARIDAD CON LA RESISTENCIA ANTIFASCISTA DEL DONBÁSS

15 septiembre 2014, Centro de Documentación de los Movimientos Armados – CeDeMA http://www.cedema.org (España)

          
Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia -- Ejército del Pueblo (FARC-EP)

COMUNICADO

EL FASCISMO Y LA OTAN NO PASARÁN: SOLIDARIDAD CON LA RESISTENCIA ANTIFASCISTA DEL DONBÁSS

Fieles a su vocación antiimperialista y antifascista, las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia, Ejército del Pueblo, FARC-EP, condenan tajantemente la vil agresión desatada por el gobierno de Kiev en contra de los trabajadores y la población inconforme de Ucrania.

El pueblo ucraniano ha sido blanco del fuego cruzado disparado por los Estados Unidos y la Unión Europea,

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

¿QUÉ ES LA «NOVOROSSIA»?

15 septiembre 2014, Red Voltaire, Paris http://www.voltairenet.org (Francia) 

por Alain Benajam

La imagen que presenta la prensa atlantista sobre los acontecimientos en Lugansk y Donetsk no tiene en cuenta los reclamos de la población local. El problema fundamental es que lo que allí sucede no es un simple levantamiento contra el poder de Kiev sino la expresión y consolidación de un ideal bien definido. Conocedor de esa región por haberla recorrido desde hace 40 años, Alain Benajam explica aquí los símbolos del nuevo Estado que se define a sí mismo como «Novorossia».

La bandera de la Unión de Repúblicas Populares de Nueva Rusia (Novorossia)

La «Novorossia», cuya denominación exacta sería «Unión de Repúblicas Populares de Novorossia» o más bien «Unión de Repúblicas Populares de Nueva Rusia», acaba de hacer su entrada entre los Estados constituidos democráticamente y, aunque no ha recibido el reconocimiento de la comunidad internacional, existe y funciona. Y la existencia misma de esta «Unión de Repúblicas Populares de Nueva Rusia» ya constituye de por sí una pequeña revolución. Veamos por qué.

Cada uno de los términos y símbolos con los que se identifica esta Nueva Rusia han sido cuidadosamente seleccionados y