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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Brasil/Tarefa fundamental é isolar o fascismo


27 de Maio de 2019, Brasil 247 https://www.brasil247.com/pt/colunistas/marcelozero/394718/Tarefa-fundamental-%C3%A9-isolar-o-fascismo.htm

Marcelo Zero*
A tarefa fundamental e inadiável das forças que ainda têm um compromisso mínimo com a democracia é isolar politicamente o neofascismo tupiniquim.

A total ausência de real compromisso democrático das nossas forças políticas conservadoras tradicionais foi o que permitiu a ascensão de um mentecapto extremamente perigoso, que ameaça acabar com o que restou da nossa democracia, após o golpe de 2016 e a prisão política de Lula.

As últimas manifestações, apesar de seu volume apenas mediano, mesmo nos maiores redutos bolsonaristas, foram convocadas pelo capitão com o objetivo principal de emparedar as instituições democráticas, especialmente o Congresso Nacional, que demonstra alguma independência, face ao festival inacreditável de absoluta incompetência do governo.

Nisso, não há surpresa alguma. Bolsonaro fez toda a sua longa carreira política de deputado do baixo clero como opositor ferrenho da democracia. Sempre elogiou a ditadura e os torturadores. Sempre defendeu, sem pejo algum, o extermínio, físico ou político, dos

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Brasil/Nazistas brasileiros odeiam a esquerda e veneram Bolsonaro


7 de Abril de 2019, 14h44, The Intercept (Brasil) https://theintercept.com/2019/04/07/nazistas-bolsonaro-esquerda-israel/


JAIR BOLSONARO mais uma vez virou chacota internacional. Após visitar o Memorial do Holocausto em Israel, escreveu no livro de visitas do museu: “aquele que esquece seu passado está condenado a não ter futuro”. Minutos depois, em entrevista aos jornalistas brasileiros, Bolsonaro desrespeitou a memória das vítimas do holocausto ao dizer que o nazismo foi um movimento de esquerda. É uma versão fabricada por doentes que não encontra respaldo de nenhum historiador vivo ou morto, de esquerda ou de direita, mas que virou um hit da internet na Nova Era. Nunca houve dúvidas de que o nazismo abominava os ideais de esquerda, tanto que judeus dividiam os campos de concentração e as câmaras de gás com esquerdistas.

É inacreditável que tenhamos que entrar nesse falso debate para defender uma obviedade histórica: o nazismo foi um regime de extrema direita. E dessa vez não foi o youtuber Nando Moura babando em seu canal que colocou o assunto em pauta, mas o maior representante do Brasil ao sair de um museu israelense, criado para contar a história dos 6 milhões de judeus mortos pelo nazismo. O próprio memorial visitado pelo presidente define o regime nazista de Hitler como sendo de extrema direita. Até mesmo o ministério das relações exteriores israelense teve que confirmar publicamente que Bolsonaro está errado. É uma vergonha para os brasileiros.

Mas enquanto Bolsonaro joga o nazismo alemão no colo da esquerda, nazistas brasileiros combatem as esquerdas e veneram Bolsonaro. Os fatos falam por si.
Em 2011, quando Bolsonaro fez declarações homofóbicas no CQC e respondeu a Preta Gil que não correria o risco de ver seus filhos apaixonados por uma negra porque foram bem educados, grupos neonazistas organizaram um ato de apoio ao então deputado no Museu de Arte de São Paulo, o Masp. “Quando vi o que estão fazendo com ele, entrei na comunidade. Sou fã do dep. Jair Bolsonaro’ do Orkut e lancei a ideia de fazer um ato cívico na Paulista”, contou o extremista de direita Marcio Galante para o Diário de São Paulo. Segundo ele, participariam do ato organizações militares extra-quartel, separatistas, católicas radicais e grupos de extrema direita. O ato de apoio a Bolsonaro também foi convocado no fórum “Stormfront.org”, comandado pelo movimento neonazista internacional White Pride Worldwide. Um membro do fórum chamado “Erick White” escreveu: “Vamos dar o nosso apoio ao único Deputado que bate de frente com esses libertinos e Comunistas!!! Será um manifesto Cívico, portanto, levem a família, esposas, filhos e amigos”. O convite para o ato é finalizado com um “14/88″. O número 14 refere-se às 14 palavras da frase do supremacista branco americano David Lane: “Devemos assegurar a existência de nosso povo e um futuro para as Crianças Brancas”. Já o número 88 significa “Heil Hitler”, com o número 8 representando a letra H, a oitava do alfabeto.

Bolsonaro afirmou que não poderia estar presente, mas apoiou o ato: “Fico feliz se o movimento for voltado contra as propostas que estão aí, de invadir as escolas de primeiro grau simulando o homossexualismo e preparando nossos jovens para a pedofilia”.

Estiveram presentes ao ato vários grupos neonazistas como o Kombat RAC (Rock Against Communism) e o Ultra Defesa. Alguns se identificavam com roupas, bandeiras e tatuagens alusivas ao nazismo. Grupos de esquerda apareceram no Masp para protestar contra os nazistas, e o clima ficou tenso. A Polícia Militar precisou fazer um cordão de isolamento para evitar o confronto. No mundo inteiro, aliás, episódios de pancadaria entre esquerdistas e neonazistas nas ruas acontecem com frequência. Se eles conhecessem a História segundo Bolsonaro, estariam se beijando.

Eduardo Thomaz, líder do Ultra Defesa, afirmou “a gente está dando apoio ao deputado Jair Bolsonaro porque ele representa a família brasileira e nós temos o direito de apoiá-lo”. Em seu site, o Ultra Defesa afirma que seus princípios fundamentais são “Deus, Brasil e Família”. Os integrantes do grupo também são adeptos da “Saudação Romana”, que é o ato de estender o braço para a frente com a palma da mão para baixo. Sim, aquele mesmo gesto utilizado para saudar Adolph Hitler.

Policiais civis que investigam crimes de intolerância estiveram presentes no Masp e identificaram manifestantes pró-Bolsonaro que já foram presos por ações violentas contra minorias. Sete deles foram detidos. Entre eles, um dos neonazistas responsáveis pelo atentado à bomba na Parada Gay de 2009.

Durante as eleições, Bolsonaro entrou com uma ação por danos morais contra uma charge que o associava ao nazismo. A desembargadora Cristina Tereza Gaulia negou o pedido. Ela justificou afirmando que, se Bolsonaro não ficou constrangido em aparecer na foto com um correligionário fantasiado de Hitler, não haveria também dano moral na charge.

A foto (No original) é essa: O sósia de Hitler (refiro-me ao homem à direita na foto) é o Professor Marco Antonio, que foi candidato a vereador do Rio de Janeiro pelo PSC, o mesmo partido de Bolsonaro à época.

Carlos Bolsonaro chegou a convidá-lo para discursar numa sessão sobre o projeto Escola sem Partido na Câmara do Rio, mas Marco Antonio foi impedido pelo presidente da sessão por estar fantasiado de Hitler. O professor nega ter feito cosplay do ditador nazista. Afirmou que foi à Câmara com “cabelo cortado no estilo militar e estava com bigode estilo francês”.

A candidatura de Professor Marco Antonio chegou a receber doação financeira de Flávio Bolsonaro para a sua campanha.

Em 2015, Jair Bolsonaro começava a construir sua candidatura viajando pelo Brasil. Quando foi a Recife (PE), muita gente apareceu no aeroporto para recepcionar a família Bolsonaro, entre eles um skinhead dos Carecas do Brasil. O grupo é acusado pelo Ministério Público por ter espancado um jovem negro e gay em Recife. Também são suspeitos de espalhar cartazespela cidade com a frase “Hitler tinha razão”.

Em 2013, neonazistas mineiros foram presos por apologia ao nazismo, entre outros crimes. A investigação começou depois que um integrante postou foto no Facebook enforcando um morador de rua com uma corrente de aço numa avenida em Belo Horizonte. Na casa de um deles, a polícia apreendeu os seguintes objetos: “um livro sobre Hitler; uma touca ninja; uma camisa preta do Movimento Pátria Nossa; um envelope contendo uma carta enviada por Jair Bolsonaro”.

Sim, o então deputado escreveu para um nazista brasileiro. A carta foi encaminhada para a apuração do Ministério Público. O conteúdo dela não é conhecido, pois o processo corre sob segredo de Justiça. Pode não ser nada demais. Pode ser apenas uma carta com conteúdo de campanha eleitoral padrão, mas também pode não ser. Pelo fato de ter sido apreendida e enviada para averiguação do MP, suponho que o seu conteúdo não seja tão inocente. Aliás, a imprensa não deveria mais ficar perguntando para o Bolsonaro se o nazismo é de direita ou de esquerda, como fez em Israel. A gente já conhece a resposta. Tem que perguntar o que tinha naquela carta enviada para o seu simpatizante nazista de Minas Gerais. É um direito do brasileiro conhecer que tipo de relação seu presidente mantinha com um extremista criminoso.

É evidente a sintonia entre algumas das principais pautas de Bolsonaro e as dos nazistas: o ataque às minorias, a defesa da família, o nacionalismo e o combate ao comunismo. Isso não faz de Bolsonaro um nazista, mas não deixa dúvidas de que o bolsonarismo e o nazismo estão em espectros ideológicos muito próximos. Mas muito mesmo. Bolsonaro pode não ser nazista, mas tem amigos que são.

*João Filhojoao.filho@​theintercept.com@jornalismowan

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Brasil/O POWER-POINT E O DOMÍNIO DO FATO

18 de Setembro de 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)

Tereza Cruvinel*

O simplismo do diagrama em power-point  foi um dos  aspectos mais criticados da entrevista em que o procurador Deltan Dallagnol acusou Lula de ser o “comandante máximo” do petrolão, com uma estridência verbal sem correspondência com os fatos e provas constantes da denúncia formal (que ficou restrita à suposta ocultação de um apartamento). Mas a imagem, que correu o mundo  através da Internet, teve função importante no espetáculo. A inconsistência intrínseca da peça não decorre de despreparo técnico do Ministério Público, muito pelo contrário. Se quisessem, teriam produzido um power point muito mais dinâmico para dar sustentação ao libelo verbal.

A função do diagrama, com Lula no Centro de uma teia de relações, foi peça inaugural de um discurso que

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A LIÇÃO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

4 setembro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)



Cumprem-se 76 anos da invasão da Polónia pela Alemanha nazi, a 1 de Setembro de 1939 e 70 anos da rendição do Japão a 2 de Setembro de 1945. Com a publicação deste artigo de Laura Lopes, membro da presidência do CPPC, odiario.info presta também homenagem a esta grande figura de lutadora pela paz.

Na noite do dia 31 de Agosto de 1939, Alfred Helmut Naujocks, membro das SS nazis e do serviço de segurança SD, à frente de um grupo de criminosos de direito comum vestidos com uniformes polacos, simulava um ataque ao emissor de Gleiwitz na fronteira da Alemanha com a Polónia, às ordens do conde Heydrich, comandante da polícia de segurança SD.

No dia 1 de Setembro de 1939, o jornal “Volkischer Beobachter” comentava este episódio da seguinte forma: “Os Polacos irromperam na sala … O ataque contra a estação tinha todo o aspecto de sinal para um ataque geral dos franco-atiradores polacos contra o território alemão. Como se constatou entretanto, os rebeldes polacos romperam ao mesmo tempo a fronteira alemã em dois lugares. Em ambos os locais tratava-se de destacamentos armados até aos dentes, que segundo todas as aparências tinham o apoio do exército polaco regular. As secções da polícia de segurança estacionadas na fronteira ficaram à mercê dos assaltantes. Os combates de uma grande violência continuam.”

Esta operação detalhadamente montada por Hitler, como foi verificado no processo dos criminosos de guerra em Nuremberga, foi o sinal de desencadeamento da II Guerra Mundial, que vinha a ser preparada desde há muito. Após ter ordenado o golpe de mão de Gleiwitz, Hitler deu ordem para iniciar a guerra. Os exércitos hitlerianos invadiram a Polónia que se encontrava isolada e privada da ajuda prometida pelos aliados ocidentais, França e Grã-Bretanha, que há longos meses agiam em negociações de gabinete receosos de uma aliança com a U.R.SS, deixando complacentemente Hitler avançar com os seus planos de conquista de “espaço vital a Leste”. Foi a Polónia o primeiro país que opôs uma resistência armada às tropas da Wermacht. Durante cinco semanas lutou sozinha contra o exército nazi numa desproporção de forças que inevitavelmente levaria ao seu esmagamento imediato. As primeiras conquistas nazis, no seu expansionismo para Leste, tinham-se efectuado sem efusão de sangue: a Áustria, os Sudetas e Praga entregaram-se ao domínio hitleriano.

Hitler tinha dito 10 dias antes, em 22 de Agosto: “… a destruição da Polónia deve ser a nossa primeira tarefa … Não tenham piedade … Sejam brutais … é preciso

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/Putin defende que Rússia e China trabalhem em conjunto para preservar a realidade histórica da II Guerra Mundial

2 setembro 2015, Diário do Povo Online http://portuguese.people.com.cn (China)


Moscovo, 2 de setembro (Diário do Povo Online) -- O presidente russo, Vladimir Putin, expressou, na véspera da visita à China, que a Rússia e a China estão dedicados inabalavelmente a defender a verdade histórica e a salvaguardar a vitória comum. A celebração conjunta do 70º aniversário da vitória na Segunda Guerra Mundial demonstra diretamente esta determinação.

Em uma entrevista concedida à imprensa chinesa, Putin disse que a comemoração do dia da vitória tem um significado especial para ambos os países. A União Soviética despendeu de um enorme sacrifício para obter a vitória, enquanto o povo chinês também sofreu enormes perdas. Portanto, os dois países valorizam a memória dos seus mártires, e admiram os soldados veteranos.

"Os nossos dois países são aliados na luta contra o nazismo e o militarismo japonês", assinalou

terça-feira, 12 de maio de 2015

BRICS, БРИКC/Para Rússia, celebração do Dia da Vitória foi "a maior da história"

12 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em celebração ao "Dia da Vitória", que marca a rendição dos alemães na Grande Guerra Patriótica, foram realizadas paradas militares neste sábado (9) em Moscou e em várias outras cidades russas, como São Petersburgo e Vladivostok.



A parada realizada em Moscou foi considerada a “maior da história”, com quase 200 peças militares e 143 aviões e helicópteros. Cerca de 30 dirigentes internacionais assistiram às festividades.

Entre outros, assistiram à parada o líder chinês, Xi Jinping; o cubano, Raúl Castro, e o venezuelano, Nicolás Maduro, além dos chefes de Estado de Índia, Egito, África do Sul e Vietnã. Alguns líderes ocidentais recusaram o convite

ADVERTÊNCIA DE GENERAIS DA ANTIGA RDA: "AS GUERRAS RECENTES DOS EUA/NATO NÃO PROVOCARAM MALES SUFICIENTES?"

8 maio 2015,Resistir. info http://resistir.info (Portugal)

O original encontra-se em Junge Welt e a versão em inglês em fortruss.blogspot.pt/2015/05/a-warning-from-generals-of-former-gdr.html 


Como militares que tiveram posições responsáveis nas forças armadas da RDA, dirigimo-nos à opinião pública alemã com grande apreensão quanto à manutenção da paz e a sobrevivência da civilização na Europa. 

Nos anos da Guerra-fria, nos quais vivemos longos períodos de confrontação e militarização à beira de conflito aberto, utilizámos nossa perícia militar para a manutenção da paz e a protecção da nossa República Democrática Alemã socialista. No Exército Nacional Popular não esteve envolvido num único dia em conflito armado e, nos eventos de 1989-90, desempenhou um papel importante procurando não chegar ao uso de armas. A paz sempre foi a regra de conduta número um do nosso comportamento. E isto porque nos opomos com firmeza à utilização do factor militar como instrumento de política. A experiência torna claro que as questões candentes do nosso tempo não são resolvidas por meios militares.
 
É importante recordar que o Exército Soviético suportou a carga principal da demolição do fascismo na Segunda Guerra Mundial. Nada menos que 27 milhões de cidadãos soviéticas deram as suas vidas para

sexta-feira, 8 de maio de 2015

ADVERTÊNCIA DE GENERAIS DA ANTIGA RDA: "AS GUERRAS RECENTES DOS EUA/NATO NÃO PROVOCARAM MALES SUFICIENTES?"

8 maio 2015, Resistir. info http://resistir.info (Portugal)

O original encontra-se em Junge Welt e a versão em inglês em fortruss.blogspot.pt/2015/05/a-warning-from-generals-of-former-gdr.html 


Como militares que tiveram posições responsáveis nas forças armadas da RDA, dirigimo-nos à opinião pública alemã com grande apreensão quanto à manutenção da paz e a sobrevivência da civilização na Europa. 

Nos anos da Guerra-fria, nos quais vivemos longos períodos de confrontação e militarização à beira de conflito aberto, utilizámos nossa perícia militar para a manutenção da paz e a protecção da nossa República Democrática Alemã socialista. No Exército Nacional Popular não esteve envolvido num único dia em conflito armado e, nos eventos de 1989-90, desempenhou um papel importante procurando não chegar ao uso de armas. A paz sempre foi a regra de conduta número um do nosso comportamento. E isto porque nos opomos com firmeza à utilização do factor militar como instrumento de política. A experiência torna claro que

POEMAS A STALINGRADO

8 maio 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)



A Batalha de Stalingrado, que deu início à vitória do povo soviético durante a Grande Guerra Patriótica, já foi citada e homenageada em inúmeras obras literárias. Prosa, Poesia & Artetraz duas poesias sobre o tema: Novo Canto de Amor a Stalingrado, do poeta chileno Pablo Neruda e Stalingrado de Carlos Drummond de Andrade. 


Os dois poemas abordam a coragem e a convicção dos soldados do Exército Vermelho ao avançar contra a Alemanha Nazista. 

Leia na íntegra: 

NOVO CANTO DE AMOR A STALINGRADO

(Pablo Neruda)

Escrevi sobre a água e sobre o tempo,
descrevi o luto e seu metal acobreado,
escrevi sobre o céu e a maçã,
agora escrevo sobre Stalingrado.

GRAN GUERRA PATRIA: VICTORIA SOVIÉTICA PARA TODA LA HUMANIDAD

8 maio 2013, TeleSURnet http://www.telesurtv.net (Venezuela)

El mundo entero debería recordar agradecido, por estas horas, los 70 años de la derrota del nazismo, la peor amenaza conocida hasta entonces contra la humanidad toda. El 9 de mayo, marcó la caída del fascismo y –también -- el fin de una campaña militar respaldada por el pueblo soviético todo, que perdió a más de 27 millones de los suyos en los campos y las ciudades de toda la Europa oriental.

Sin embargo, los vencedores de aquella gesta heroica, fueron vencidos luego por la andanada cultural capitalista que les arrebató a los ojos de Occidente aquella victoria para reducirla, apenas, a los avatares historiográficos del “frente oriental” de la Segunda Guerra Mundial.

Setenta años después, se comprueba con facilidad que aquella gigantesca operación de tergiversación histórica y propaganda dio sus frutos. Una encuesta realizada en abril de este año por la agencia británica ICM Research, indica que

quinta-feira, 7 de maio de 2015

A 70 AÑOS DE LA VICTORIA SOVIÉTICA SOBRE EL FASCISMO

7 mayo 2015, La Jornada http://www.jornada.unam.mx (México)

Ángel Guerra Cabrera


El 30 de abril de 1945 los sargentos del ejército rojo Mijaíl Yegorov y Meliton Kantaria colocaron en lo más alto del Reichstag la bandera carmesí de la Unión Soviética con la hoz y el martillo. La imagen recorrió el mundo y permanece hasta hoy como el símbolo vivo de la victoria soviética sobre el nazi-fascismo pese a los esfuerzos de la mendaz dictadura mediática para presentar el tardío desembarco de Normandía como el causante de ese desenlace. También silencia el decisivo papel de los comunistas, que en la Europa ocupada llevaron el peso mayor de la resistencia y organizaron vigorosos movimientos guerrilleros en Yugoslavia, Grecia y Albania.


El 9 de mayo de aquel año, el jefe militar alemán Wilhelm Keitel, firmó la rendición incondicional de la Alemania nazi ante el legendario mariscal de la Unión Soviética Gueorgui Zhukov. Casi cuatro años después de que en la madrugada del 22 de junio de 1941 cuatro millones y medio de efectivos alemanes y de sus aliados encuadrados en 225 divisiones, apoyadas por 4 mil 400 tanques y 4 mil aviones arrollaran las unidades soviéticas de la frontera y

quarta-feira, 6 de maio de 2015

BRICS, БРИКС∕Putin considera ser inadmissível e cínica tergiversação da história

Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Moscou, (Prensa Latina) --- O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta terça-feira (05) de inadmissíveis e cínicas as tentativas de tergiversação da história em proveito de interesses políticos conjunturais e advertiu sobre os perigos de glorificar o nazismo na atualidade.

Numa mensagem aos participantes da conferência internacional consagrada ao papel da União Soviética e China na vitória sobre o fascismo e o militarismo, Putin advertiu que constitui um perigo a reabilitação dos nazistas e de seus colaboradores durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Para nós são francamente inaceitáveis as tentativas

sexta-feira, 1 de maio de 2015

A VITÓRIA DOS POVOS SOBRE O NAZIFASCISMO COMPLETA 70 ANOS

30 abril 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


No dia 30 de abril de 1945, diante da evidência da retumbante derrota, o líder nazista Adolf Hitler cometia suicídio. A 2 de maio, um soldado soviético içava a bandeira vermelha com a foice e o martelo na cúpula do Reichstag, marcando a rendição de Berlim ao Exército da União Soviética.


Na semana seguinte, a 9 de maio, selava-se o resultado da guerra, com a definitiva derrota do nazi-fascismo. São datas para a celebração eterna na trajetória da Humanidade na sua busca constante pela democracia, a paz, a civilização e a justiça.

Embora quase não se fale sobre isto no Brasil, transcorrem nos próximos dias em diversos países do mundo eventos comemorativos do 70º aniversário de um dos acontecimentos mais gloriosos da história da Humanidade - a vitória dos povos sobre o nazifascismo. O principal deles será sem dúvida o desfile militar na Praça Vermelha de Moscou, de que participará a presidenta Dilma Rousseff.

Lideranças de movimentos sociais também

sexta-feira, 3 de abril de 2015

BRICS, Rússia/OTAN IMITA A OPERAÇÃO "BARBAROSSA"

2 abril 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Francisco Rosa

As forças da OTAN realizaram perto das fronteiras da Rússia a operação militar “Determinação Atlântica”. Esta operação é muito semelhante ao plano “Barbarossa” executado por Hitler, em 1941. Os preparativos para a guerra  foram realizados ao longo da década de 30 com a participação do capital financeiro dos EUA e das elites britânicas.

Agora, ameaçam a Rússia com nova operação, que começou com o envio de forças militares norte-americanas a­dicionais  para a região do Mar Báltico. Sob o pretexto de proteger a Europa do Leste contra a “agressão russa”, mais de uma centena de tanques “A­brams” e veículos de transporte blindados “Bradley” passaram através da Letónia e de outros países europeus. No mês passado, uma unidade militar motorizada semelhante foi desdobrada na cidade de Narva, na Estónia, com bandeiras americanas, içadas por este regimento apenas a 300 metros da fronteira russa. Narva é uma cidade que fica a cerca de 100 quilómetros de São Petersburgo.
 
Durante o cerco de São Petersburgo pelas tropas nazis morreram mais de um milhão de habitantes. Sobre o recente desdobramento das forças na Letónia, o general norte-americano John O'Konnor disse que as tropas dos EUA vão deter a “agressão russa”. Washington aumentou significativamente a sua presença militar na região estrategicamente sensível, violando as obrigações assumidas perante Moscovo. No ano passado, o número dos voos da OTAN na região do Báltico e as visitas dos navios de guerra no Mar Negro, quadruplicaram.
 
Washington e os Governos da Lituânia, Letónia e Estónia, dirigidos pelos americanos, arrogaram-se o direito de desenvolver actividades proibidas pelos acordos obrigatórios como o Acto Básico Rússia-OTAN, assinado em 1990.
 
A operação “Determinação Atlântica” baseia-se nas alegações infundadas dos EUA

quarta-feira, 18 de março de 2015

Brasil/VIRE À ESQUERDA, PRESIDENTA

17 março 2015, Blog da Cidadania http://www.blogdacidadania.com.br  (Brasil)

Olhando as ondas humanas que engolfaram as ruas do Brasil no último domingo, a impressão que se tem é a de que o país é hoje todo de direita. Porém, não é bem assim. Essas manifestações não contaram com movimentos populares como de mulheres, homossexuais, negros etc., que, via de regra, costumam estar presentes em grandes atos públicos.

O site da BBC Brasil também contraria essa percepção de que o Brasil “endireitou”. O que constata a empresa jornalística de matriz britânica é, ipisis-litteris, o mesmo que foi dito nesta página no post anterior: tratou-se de um protesto da dita “elite branca”.

Para chegar a essa conclusão, a BBC Brasil fez um apanhado do que opinaram grandes veículos da imprensa internacional. Vejamos o que foi dito.

Centenas de milhares de brasileiros predominantemente brancos e de classe média tomaram as ruas ontem [15/3] para pedir o impeachment da presidente e, alguns, um golpe militar”, publicou o britânico The Guardian.

Já o espanhol El País noticiou, na capa do periódico, que

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

UCRÂNIA: POR QUE KIEV ESTÁ PERDENDO A GUERRA

30 janeiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)
29/1/2015,  Eric Zuesse*4th media

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Dia 27/1/2015, o ministro de Defesa da Ucrânia divulgou que “militantes continuam a sofrer perdas” e noticiou que quatro helicópteros e outras armas dos “militantes” teriam sido destruídos em combate, mas não ofereceu qualquer prova de que dizia.

Apenas dois dias antes, o jornal Kiev Post (que também milita a favor de Kiev) publicara notícia diferente:

Ucrânia está escondendo pesadas perdas, enquanto avançam os combatentes apoiados pela Rússia  e que o segredo mais mal guardado da Ucrânia: o exército ucraniano está divulgando números artificialmente reduzidos de baixas.

Depois de detalhar

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

AS FRONTEIRAS DA GLOBALIZAÇÃO

2 dezembro 2014, Jornal de Angola EDITORIAL http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Os países ricos estão a fechar as suas fronteiras ao arrepio de uma globalização por eles engendrada e imposta a todos os países do mundo, em nome da democracia planetária e da igualdade de oportunidades.

Os nacionalismos estão de volta e em alguns casos, com uma face mais violenta e intolerante. Na Europa cresce a ideologia nazi e partidos políticos ontem sem expressão, hoje ganham eleições “livres e democráticas”.
 
Nas últimas eleições para o Parlamento Europeu, dois partidos de extrema-direita, racistas e xenófobos, ganharam as eleições no Reino Unido e na França da Revolução Francesa e dos Direitos do Homem. Na Suiça foram colocados entraves à entrada de imigrantes. É uma política de Estado. O passo seguinte é permitir a entrada de apenas 16.000 estrangeiros por ano, por “razões ecológicas”.
 Em toda a União Europeia o caminho é restringir a imigração. Enquanto foi necessária mão-de-obra escrava para as grandes obras públicas, os imigrantes, sobretudo africanos, eram desejados. Agora são escorraçados.

Os governos dos países ricos estão

BRICS, БРИКС/DISCURSO DE PUTIN EN VALDAI

2 diciembre 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)
http://salsaru sa.blogspot.com.ar

Revisión técnica y corrección: Atilio A. Boron 

Se ha citado mucho el discurso de Putin en la reunión del grupo Valdai. Muy interesante, y por tanto evitado por la prensa hispana. Aquí está la traducción de la transcripción del mismo:

Estimados colegas, señoras y señores, queridos amigos: es un placer darles la bienvenida a esta XI conferencia del club de discusión “Valdai”.

Ya se ha dicho aquí que este año en el club hay nuevos coorganizadores, entre ellos organizaciones no gubernamentales rusas, grupos de expertos y grandes universidades. Además se ha expresado la idea de ampliar la discusión para incluir no sólo la problemática rusa sino también cuestiones de política y economía globales.

Espero que estos cambios organizativos y de contenido refuercen las posiciones del club como un importante foro de discusión y de reunión de expertos. Con ello espero que el así llamado espíritu de Valdai pueda mantenerse: su libertad, apertura, posibilidad de expresar las más distintas opiniones y con ello las opiniones sinceras.

En este sentido quiero decirles que no les voy a decepcionar, voy a hablar clara y sinceramente.
 Algunas cosas pueden parecer duras. Pero si no habláramos directa y sinceramente de lo que realmente pensamos no tendría sentido reunirnos en este formato. Sería mejor, en tal caso, mantener los encuentros diplomáticos donde nadie dice nada en un sentido claro y

Tuchola: Polish Death Camp for Russians/Тухоль: польский лагерь смерти для русских

30.11.201, Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия) Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia)


In early November a memorial to «the victims of Maidan» was suddenly erected on the Wilenski square, Warsaw, no matter the plans had envisioned the restoration of the Brotherhood in Arms Statue devoted to commemorate dozens of thousands of Red Army soldiers who lost their lives to liberate Poland from fascism in the days of WWII. The fact sparked a wave of indignation but it was not the desecration of the soldiers’ memory that caused it. Here is a message posted to Kresy.pl – «Maidan means a square in Ukrainian. Ukrainians made Poles come to maidan before they were slaughtered (in Volyn. – Author’s note). In some populated areas the swamps with remains of the victims are still called maidans».

Some time before that the plans to erect the memorial to Polish death camp victims (Red Army soldiers who died in 1922-23) in Kraków’s Rakowicki Cemetery had been cancelled…

To make clear what exactly happened to the victims in question I offer to have a look at what happened in the second largest concentration camp that was located in the vicinity of Tuchola. The camp was built during the First World War. In 1919 the place became a prison for the soldiers of Ukrainian and Belarusian formations, the civilians who had sympathy for the Soviet government and the interned officers of the White Army.

In December 1920 Polish Red Cross worker Natalia Kreiz Velezhinska said the prisoners lived dug-outs with stairs going down. The interned

sábado, 29 de novembro de 2014

POLISH COLONIALISM AND UKRAINE’S NEO-NAZISM/Польский колониализм и украинский неонацизм

29.11.2014, 28.11.2014, (Россия) Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia) Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru



Speaking in parliament recently Leszek Miller, former Poland’s Prime Minister and head of Democratic Left Alliance,said about the Russia-Ukraine relations «Poland has become rather a problem than a solution». The remark did not go unnoticed and he came under harsh criticism from media.

Some voiced concern over the possibility that such statements could provoke «radical changes» and prompt Europe to look at the east «through the eyes of Orban, Berlusconi and Miller». Nevertheless nobody denied the fact that the Poland’s stance on Ukraine is one of factors to spur the conflict. It’s obvious.

Since the very first days of Maidan protests Poland has applied a lot of effort to turn Ukraine into a European problem. And it has closely cooperated with the United States.

According to Alexander Yakimenko, the former head of Ukraine’s Security Service operative, «All the orders were given either by the US embassy or by Jan Tombinski, a Polish representative who worked in the EU mission in Kiev. Poland played an invaluable role in the coup. It has always