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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Brasil/MARCHA EN BRASIL ENCABEZADA POR LULA Y MUJICA



23 noviembre 2016, Página12 https://www.pagina12.com.ar (Argentina)

La destitución de Dilma abrió un debate entre el PT, los partidos populares y de izquierda y los movimientos sociales sobre cómo resistir al gobierno y sus políticas de ajuste. Lula se inclina por la formación de un Frente Amplio a la uruguaya.

Página12 En Brasil
Desde Brasilia

Lula Presidente-Mujica Vice. Aunque esa fórmula sea imposible, Luiz Inácio Lula da Silva y José Mujica estarán juntos el próximo domingo en San Pablo en una concentración cuyos organizadores estiman será la más concurrida desde que Michel Temer juró como presidente no votado el 31 de agosto pasado, cuando no recibió la banda presidencial de Dilma Rousseff, quien le imputó ser un “usurpador” del gobierno.

“Seguro que Lula va a pronunciar un discurso, está con muchas ganas de hablar con la militancia, últimamente estuvo en varios actos” adelantó uno de sus asesores consultados por Página12.

“Mujica aceptó la invitación por considerar que la lucha por la preservación de los derechos sociales es una lucha por la humanidad”, señaló el senador Lindbergh Farias,

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

CUBA GANÓ LA ÚLTIMA BATALLA CONTRA EL BLOQUEO


Por Gustavo Veiga

POR PRIMERA VEZ NI SIQUIERA EE.UU. VOTO EN CONTRA DEL EMBARGO EN LA ASAMBLEA DE LA ONU

En una decisión histórica, Estados Unidos se abstuvo de votar contra una resolución de Naciones Unidas que condena su embargo a la isla. Israel acompañó esta postura. La representante norteamericana fue aplaudida al votar.

En una decisión histórica, Estados Unidos se abstuvo ayer de votar contra una resolución de Naciones Unidas que condena su propio bloqueo a Cuba. Entrampado en el descrédito de esa medida unilateral que ya superó los 54 años, el gobierno de Obama cambió su postura. Por primera vez, la isla no recibió un solo voto negativo a la declaración que viene presentando hace un cuarto de siglo en la ONU. Israel, el único apoyo que tuvo EE.UU. en 2015, también se inclinó por la abstención. De esa forma, hubo 191 países que volvieron a rechazar el embargo comercial sin oposición alguna. Cuando

terça-feira, 25 de outubro de 2016

A VERDADEIRA CRISE HUMANITÁRIA NÃO É ALEPO

24 outubro 2016, Odiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Uma retrospectiva da intervenção dos EUA no Médio Oriente desde o 11 de Setembro mostra uma implacável marcha em direcção à trágica perspectiva hoje colocada: o confronto militar com a Rússia, a segunda maior potência nuclear. A previsível eleição de Hillary Clinton será um passo mais em direcção a essa catástrofe.

Porque será que apenas ouvimos falar da “crise humanitária em Alepo” e não da crise humanitária em todo o resto da Síria, onde a perversão que governa Washington desencadeou os seus mercenários do ISIS para trucidarem o povo sírio? Porque será que não ouvimos falar da crise humanitária no Iémen onde os EUA e o seu vassalo saudita estão a massacrar mulheres e crianças? Porque será que não ouvimos falar da crise humanitária na Líbia onde Washington destruiu um país deixando o caos em seu lugar? Porque será que não ouvimos falar na crise humanitária no Iraque, que já se arrasta há 13 anos, ou a crise humanitária no Afeganistão, que já vai em 15 anos?

A resposta é que a crise em Alepo é a crise de Washington estar a perder os seus mercenários do ISIS perante o exército sírio e a força aérea russa. Os jihadistas enviados por Obama e pela assassina criatura Hillary (“We came, we saw, he died”; “Viemos, vimos, ele morreu”) para destruir a Síria

Angola/CAPITAL DA DIPLOMACIA

25 outubro 2016, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Nas próximas horas, Luanda transforma-se na capital da diplomacia sub-regional com o início, hoje, da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros que integram o Mecanismo Regional de Supervisão do Quadro de Paz, Segurança e Cooperação para a República Democrática do Congo (RDC).

Trata-se de um encontro preparatório para a Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo, marcada para amanhã, que foi precedida de intensa actividade diplomática que contribuiu para que os actores políticos no Mecanismo Regional de Supervisão do Quadro de Paz, Segurança e Cooperação para a República Democrática do Congo convergissem numa plataforma de entendimento.

O acordo alcançado entre os representantes do Presidente Joseph Kabila e delegados da oposição foi

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O ULTIMATO DE PUTIN AOS ESTADOS UNIDOS

7 outubro 2016, Resistir.info http://resistir.info (Brasil)

por Rostislav Ishchenko*

– Não só exigiu desculpas como uma mudança de toda a política estado-unidense 

– Mas os media corporativos silenciam isto


Depois de o presidente da Federação Russa decretar que a Rússia suspendia a implementação do acordo com os EUA sobre a eliminação de plutónio apto a fins militares, e após a apresentação ao parlamento de um projecto de lei nesse sentido, os media começaram a perguntar se isto estava relacionado com a ruptura de cooperação na Síria. A segunda pergunta era a razão porque a Rússia, sabendo que os Estados Unidos não estavam a cumprir a sua parte do acordo, respondeu só vários anos depois. 

Alguns peritos nucleares dizem que o acordo beneficiou a Rússia. É possível; não sou um perito e assim não posso dizer se eles estão a ser objectivos. Além disso, o que é lucrativo para a indústria nuclear pode ser não benéfico para a segurança. 

Embora pense que a Rússia não tem problemas especiais de segurança, ela tem suficiente poder nuclear para infligir um golpe mortal aos EUA, e

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

BRICS, БРИКС/Quarenta milhões de russos tomam parte em ensaio de "desastre nuclear"

5 outubro 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Tyler Durden

 

OS MEDIA OCIDENTAIS PRATICAMENTE IGNORARAM ESTA NOTÍCIA


Quando as relações entre a Rússia e os EUA se desintegram em consequência da escalada na guerra proxy na Síria, a qual culminou hoje com uma paralisação por Putin do esforço de limpeza do Plutónio em conjunto com os EUA, pouco antes de o Departamento de Estado dos EUA ter anunciado que cessaria negociações com a Rússia sobre a Síria, amanhã (5/Out) um número sem precedentes de 40 milhões de cidadãos russos, bem como 200 mil especialistas de "divisões de resgate de emergência" e 50 mil unidades de equipamentos começarão a tomar parte num ensaio com quatro dias de duração de defesa civil, evacuação de emergência e preparação para desastres, informou o ministro russo da Defesa Civil no seu sítio web. 

De acordo com o ministro, amanhã (5) de manhã haverá um ensaio de defesa civil por toda a Rússia envolvendo autoridades executivas federais, regionais e governos locais denominado "Organização da defesa civil durante grandes desastres naturais e causados pelo homem na Federação Russa em todos os territórios da Federação e perdurará até 7 de Outubro. Apesar de o ministro não ter especificado que espécie de "desastre causado pelo homem" ele imagina, este teria de ser substancial para 40 milhões de russos tomarem parte no ensaio de preparação de

GUERRA CONTRA A SÍRIA: DOIS LADOS PARTEM PARA O "PLANO B"

4 outubro 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Considerado o fracasso total da política dos EUA para mudar o regime na Síria e derrubar o presidente Assad, os EUA têm agora de fazer uma escolha fundamental: negociar ou subir a aposta. Aparentemente, Kerry e outros até tentaram negociar, mas o Pentágono decidiu de outro modo, e traiçoeiramente quebrou o compromisso que o país assumira e (ilegalmente) bombardeou forças sírias. Nesse ponto, Kerry, Power e os outros sentiram que não tinham escolha além de "unir-se" ao Pentágono e subir a aposta. +

30/9/2016, The Saker, Unz Review

Agora, os EUA "avisam" a Rússia de que a ofensiva de Aleppo prossegue e os EUA não voltarão às negociações. É ameaça das mais bizarras, considerando que os EUA não cumprem acordo e que os russos já concluíram que os EUA "não são capazes para acordos". A reação russa era previsível: Lavrov admitiu que já nem leva a sério o que os norte-americanos digam.

Certo. Os dois lados cansaram-se um dos outro. E o que se faz agora?

Os EUA enviarão mais armas para o Daech, inclusive MANPADs, TOWs e

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

NUEVOS DOCUMENTOS DESCLASIFICADOS SOBRE LA BARBARIE EN ARGENTINA



11 agosto 2016, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)


Los primeros documentos desclasificados anunciados en marzo de este año por el presidente Obama en su última visita a Argentina, comienzan a ver la luz. Por supuesto que las primeras mil páginas se refieren al período que va de 1977 a 1980, es decir, aquellos documentos producidos mayormente durante la presidentica de Jimmy Carter, el presidente estadunidense más humanitario, menos agresivo y menos hipócrita del período de las dictaduras latinoamericanas. En Argentina se llamó “Guerra Sucia”, como si los 25.000 torturados y desaparecidos hubiesen integrado una facción armada. El nombre correcto es “Terrorismo de Estado”, que es la peor forma de terrorismo, si consideramos que su objetivo es la manipulación moral e ideológica de todo un país, y que

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Brasil/PORQUE TANTO ÓDIO DE MORO À ODEBRECHT?



9 agosto 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

por Francisco Costa, retirado de Google – 8-8-2016

Se observarmos a lista de empresas doadoras de campanhas eleitorais, veremos que a Odebrecht aparece em sétimo lugar e assim mesmo doando fração do que doaram as demais (OAS, UTC, ECOVIX, QUEIROZ GALVÂO, TOYO SETAL e ANDRADE GUTIERREZ, pela ordem, sendo que a OAS sozinha doou mais que todas as demais, juntas, a partir do sétimo lugar). O que justificaria então essa fome de destruir a Odebrecht, de Washington e Moro?

A Odebrecht é hoje uma das maiores e mais importantes empreiteiras do mundo, tocando obras em todos os continentes, em concorrência direta com as empreiteiras norte-americanas e européias.

Quando os Estados Unidos covardemente invadiu o Iraque, matando mais de 100 000 civis e destruindo o país, justificando-se nas calúnias de que Sadhan Houssein estava fabricando armas atômicas, químicas e biológicas (não encontraram sequer indícios disso) a Odebrecht era praticamente empreiteira única no Iraque, construindo gasodutos, refinarias de petróleo, estradas, conjuntos habitacionais… Dando emprego

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Guerra não convencional contra a Venezuela/Clefs de la guerre non conventionnelle contre le Venezuela



17 junho 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Gustavo Borges Revilla, Diego Sequera*

A Venezuela é um país neste momento sitiado. No país são aplicados novos métodos de guerra alternativos concebidos nos laboratórios dos serviços secretos dos EUA e outros países poderosos. No futuro imediato o objetivo é tirar o chavismo do poder. Posteriormente, eliminar todas as formas da participação maciça do povo na política, fazer desaparecer o chavismo como proposta civilizacional e enterrá-lo como um precedente na região e referência ética para outros movimentos globais.

Os diferentes métodos usados para destruir qualquer sinal de estabilidade e de força do chavismo para a Venezuela passam pelas agressões financeiras, culturais, económicas, políticas, militares e morais.

Ao terminar este documento, numa semana sucederam-se duas pequenas marchas da oposição caracterizadas por uma baixa taxa de participação e também pela colocação em cena de surtos premeditados de "confronto" perante um exército de câmaras e telefones em ligação direta com todos os grandes media mundiais (The New York Times, The Washington Post, Wall Street Journal, Bloomberg, The Economist, CNN, Fox News, NBC, etc,).

O última destas marchas, a 18 de maio, terminou com uma tentativa de linchamento pela técnica do "enxame" (swarming) contra um oficial feminino da polícia nacional Bolivariana por provocadores profissionais de guerrilha urbana, estudantes embrutecidos e

BRICS, БРИКС/LISTA DE MATAR: ESMAGAR O "B" DE BRICS



11 junho 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

8/6/2016, Pepe EscobarSputnikNews

As apostas não poderiam ser mais altas. Estão na balança não só o futuro dos BRICS, mas o futuro de um novo mundo multipolar. E tudo depende do que aconteça no Brasil nos próximos poucos meses.

Comecemos pelo kafkiano tumulto interno. O golpe de Estado contra a presidenta Dilma Rousseff continua a ser tragicomédia político-midiática que parece recomeçar todos os dias. Também é caso de guerra de informação convertida em ferramenta estratégica para maior controle político.

Uma sucessão impressionante de vazamentos de áudios revelou que setores chaves dos militares brasileiros e seletos juízes da Suprema Corte legitimaram o golpe contra uma presidentque sempre cuidou de proteger a investigação de corrupção chamada "Car Wash", que já dura dois anos. Até a mídia-empresa ocidental dominante teve de admitir que Dilma, que nada roubou, está sendo impedida e derrubada por uma gangue de ladrões. A agenda deles: fazer parar a investigação "Car Wash", que eventualmente pode vir a jogar muitos deles na cadeia.
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Os vazamentos também revelaram a carnificina que ruge entre as elites brasileiras 
comprador -- periférica e central. Essencialmente, as elites periféricas foram usadas como moleques de recados no Congresso, para fazer o trabalho sujo. Mas agora podem estar a ponto de se tornarem assaltantes de estrada -- junto com o 'governo' ilegítimo, impopular, interino de Michel Temer, liderado por uma gangue de políticos corruptos até

terça-feira, 14 de junho de 2016

The US Is Preparing to Oust President Evo Morales/США готовятся устранить президента Эво Моралеса



9.06.2016, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia)


US intelligence agencies have ramped up their operations intended to remove Bolivian President Evo Morales from office. All options are on the table, including assassination. Barack Obama, who sees the weakening of Latin America’s “hostile bloc of populist states” as one of his administration’s foreign-policy victories, intends to buoy this success before stepping down.

Washington also feels under the gun in Bolivia because of China’s successful expansion in the country. Morales is steadily strengthening his financial, economic, trade, and military relationship with Beijing. Chinese businesses in La Paz are thriving – making investments and loans and taking part in projects to secure a key position for Bolivia in the modernization of the continent’s transportation industry. In the next 10 years, thanks to Bolivia’s plentiful gas reserves, that country will become

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Brasil/TEMER, O HOMEM DA CIA



24 maio 2016, Pátria Latinahttp://www.patrialatina.com.br  (Brasil)

Por Héctor Bernardo*

Entreouvido na redação do Pátria Latina:
“Os tentáculos da CIA no Brasil não abrange somente
o golpista do Temer. A Mídia, os mídiatico, parlamentares,
ONGS e entidades secretas e outras não tão
secretas assim, estão a serviço da agencia”.
(Valter Xéu)

Buenos Aires (Prensa Latina) -- Uma comunicação revelada pelo Wikileaks mostra que o presidente interino do Brasil, Michel Temer, a quem Dilma Rousseff definiu como “o chefe dos conspiradores”, era informante da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA).

De acordo com a informação em seu momento confidencial, Temer reunia-se periodicamente com os representantes da Embaixada dos Estados Unidos e oferecia-lhes informação que ele mesmo qualificava como “sensível” e “somente para uso oficial”.

A mensagem difundida pelo Wikileaks, que teria sido emitida em 2005, foi enviada de São Paulo ao Comando Sul (com sede em Miami) e assinala:

“O deputado Federal Michel Temer, presidente nacional do Partido do Movimento Democrático Brasileiro

terça-feira, 24 de maio de 2016

EL COMANDO SUR DE EEUU, AL RESCATE DE LA OPOSICIÓN VENEZOLANA



18 maio 2016, Sputnik http://mundo.sputniknews.com (Rússia)             

VENEZUELA, EL PAÍS QUE SE ENCUENTRA EN UNA ENCRUCIJADA


"Ver lo que está delante de nuestros ojos requiere un
esfuerzo constante". (George Orwell, 1903-1950)


Desde que la oposición venezolana, representada por la Mesa de la Unidad Democrática (MUD), obtuvo el control de la Asamblea Nacional y sacó los retratos de Simón Bolívar y Hugo Chávez del recinto como su primer paso legislativo, los iluminados norteamericanos creían en un inminente derrumbe del chavismo. Confiaron en las promesas del líder de la MUD y el presidente de la Asamblea Nacional, Ramos Allup, quien aseguró la inminente desintegración del chavismo y la caída del presidente Nicolás Maduro, pero la cosa no era tan fácil.

La realidad resultó algo diferente a lo planeado en Washington como la última gestión exitosa en América Latina del presidente saliente de Norteamérica, Barack Obama. Pasaron cuatro meses y los opositores venezolanos tuvieron que pedir ayuda a Washington para que les diera la mano y poder tumbar a Nicolás Maduro. En todo este tiempo, ni siquiera los oligarcas venezolanos lograron una cohesión interna para crear una estrategia común y elaborar un plan coherente para obtener el poder absoluto en Venezuela. La Casa Blanca se sintió decepcionada con sus aliados incondicionales venezolanos y tuvo que designar a uno de sus 17 servicios de inteligencia para entregarles un plan bajo el nombre "Venezuela Freedom-2". El documento de marras lo elaboró el Servicio de Inteligencia Militar (DIA) y lo presentó oficialmente el Comando Sur (USSOUTHCOM) bajo el título

segunda-feira, 21 de março de 2016

Cuba/LA VISITA DEL PRESIDENTE BARACK OBAMA A CUBA: RECORDANDO UN POEMA DE ROBERT FROST



20 marzo 2016, Cuba Debate Contra el Terrorismo Mediático http://www.cubadebate.cu (Cuba)


Las historias de los Estados Unidos y Cuba están entrelazadas de muchas formas y maneras. Cubanos y norteamericanos han vivido y aprendido mucho unos de los otros. Y así ha sido no solo en la cultura, sino también en la política, la economía y la sociedad. Es una larga historia.

En 1953 los revolucionarios cubanos atacaban el cuartel Moncada en Santiago de Cuba. En esos días, una escuela en Tennessee iniciaba clases para organizar y entrenar a trabajadores por los derechos civiles, la mayoría negros. La movilización ciudadana en la Cuba de los años 50 constituía una expresión de una misma y paralela lucha por los derechos civiles en el sur y norte de los Estados Unidos. Al mismo tiempo, las luchas sociales y políticas a nivel de base en Cuba y los Estados Unidos –aunque separadas–, eran, a su vez, expresión de los procesos de descolonización de África y Asia después de la Segunda Guerra Mundial. Los argumentos que utilizara en su defensa Fidel Castro fueron muy similares a los conceptos de derechos ciudadanos que la Corte Suprema de los Estados Unidos reconoce en Brown vs. Board of Education, prohibiendo la segregación de las escuelas. Estas dos tradiciones hacían referencia a pensadores del siglo XVII y XIX, parte de una cultura netamente revolucionaria.

Los cubanos, como

sábado, 19 de março de 2016

Brasil/O IMPASSE BRASILEIRO E A GEOPOLÍTICA GLOBAL



18 março 2016, Resistência http://www.resistencia.cc (Brasil)

Por Igor Fuser*

A tentativa contra o governo Dilma e a campanha antipetista só podem ser plenamente entendidos no contexto da conjuntura internacional e, em especial, da ofensiva dos Estados Unidos para garantir, a qualquer custo, a posição de supremacia geopolítica obtida ao final da Guerra Fria.

A estratégia do imperialismo no período que se abriu com a dissolução da União Soviética foi apresentada, de uma forma crua e bruta, por Paul Wolfowitz, alto funcionário do Departamento de Estado que recebeu do presidente George Bush (pai) a tarefa de colocar no papel as linhas mestras da conduta da então única superpotência, a partir das ideias consensuais entre os formuladores de política externa de Washington.
 
Wolfowitz escreveu, com todas as letras, que o objetivo central da conduta dos EUA é impedir, por todos os meios, inclusive pelo uso da força militar, o surgimento de uma nova potência capaz de ameaçar sua posição de hegemonia global. Ele foi além e deixou claro que esse esforço inclui a adoção de medidas para bloquear, do mesmo modo, a ascensão de potências regionais que possam pôr em risco os interesses dos EUA em qualquer lugar do mundo.

O relatório, que deveria ser

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

DE POL POT AO ISIS: O SANGUE NUNCA SECOU

20 novembro 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

Por John Pilger

Em 1969, ao transmitir ordens do presidente Richard Nixon para um bombardeamento "maciço" do Cambodja, Henry Kissinger, disse: "Qualquer coisa que voe sobre tudo o que se mova". Quando Barack Obama trava a sua sétima guerra contra o mundo muçulmano desde que recebeu o Prémio Nobel da Paz e François Holland promete um ataque "impiedoso" sobre os escombros da Síria, a histeria e as mentiras orquestradas fazem-nos quase nostálgicos da honestidade assassina de Kissinger. 

Como testemunha das consequências humanas da selvajaria aérea – incluindo a decapitação de vítimas, com suas partes a engrinaldarem árvores e campos – não fico surpreso pela reiteração do desprezo para com a memória e a história. Um exemplo impressionante foi a subida ao poder de Pol Pot e do seu Khmer Rouge, o qual tinha muito em comum com o actual Islamic Statein Iraq and Syria (ISIS). Também eles foram implacáveis medievalistas que principiaram como uma pequena seita. Também eles foram o produto de um apocalipse de fabricação americana, desta vez na Ásia. 

Segundo Pol Pot, seu movimento consistia em "menos de 5000 guerrilheiros fracamente armados inconstantes quanto à sua estratégia, tácticas, lealdade e líderes". Uma vez lançados os bombardeiros B-52 de Nixon e Kissinger, no âmbito da "Operação Menu", o supremo demónio do ocidente mal podia acreditar na sua sorte. Os americanos despejaram o equivalente a cinco Hiroshimas no Cambodja rural durante

sábado, 7 de novembro de 2015

A DEBACLE DE KERRY EM VIENA

6 novembro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)
3 novembro 2015, Counterpunch

Mike Whitney

Pode alguém me explicar por que o presidente Obama decidiu anunciar que vai enviar soldados das Forças Especiais dos EUA para a Síria, no mesmo dia em que o secretário de Estado John tinha reunião com diplomatas russos e iranianos para discutir o fim de uma guerra que já dura quatro anos e meio?

Do que, afinal, se trata?

Será que Obama supõe que assustaria russos e iranianos com esse agitar cenográfico de sabres?

Será que pensa que os russos cancelariam a ofensiva militar e retirariam o apoio que dão a Assad?

O que Obama estaria pensando?

O próprio Kerry mostrou-se constrangido pelo anúncio presidencial, que nada obteve, exceto convencer os presentes de que a política externa dos EUA é conduzida por amadores, sem nem ideia do que fazem. Foi o que conseguiu.

Segundo o New York Times, "o secretário Kerry disse aos jornalistas que o timing do anúncio fora 'uma coincidência', e que ele não tinha conhecimento de que alguma decisão havia sido tomada, até a manhã daquela 6ª-feira."
(Obama Sends Special Operations Forces to Help Fight ISIS in Síria, New York Times)

"Coincidência"? Kerry acha que foi coincidência?

Por sorte, o Times tem melhor noção que Kerry do que se passava, e até admite qual o real objetivo do

MERCENARIOS COLOMBIANOS DESTAPAN LA TRAGEDIA EN YEMEN

5 noviembre 2015, http://mundo.sputniknews.com (Rusia)

Hasta octubre pasado, la opinión pública mundial sabía muy poco sobre la tragedia de guerra e invasión que vive Yemen desde hace siete meses.

 

La historia de otros países no existe hasta que
retumba en la confrontación de los
intereses de Estados Unidos
— Edward Said, 1935-2003

Todo salió a luz pública por una nota publicada por el periódico colombiano El Tiempo, anunciando la contratación por parte de Arabia Saudita de 800 ex militares colombianos para la participación en acciones militares en Yemen usando el uniforme saudita junto con soldados de los países miembros de del Consejo de Cooperación del Golfo. Eso despertó el asombro y atrajo la atención mundial de lo que estaba sucediendo en Yemen.

Todos se preguntaban qué es lo que estaba pasando en Yemen y para qué los países del Golfo necesitaban 800 mercenarios colombianos para combatir a 15.000 kilómetros de distancia de Bogotá. Resulta que Arabia Saudí y sus aliados del Consejo de Cooperación del Golfo: Emiratos Árabes Unidos, Baréin, Qatar y Omán, a excepción del último, han estado bombardeando a Yemen diariamente desde el 26 de marzo pasado, igualmente sus ejércitos han estado enfrentándose con los rebeldes hutíes del movimiento shiita Ansaralah (los defensores de Dios) en ese país sin ninguna intervención ni autorización de Naciones Unidas.

A pesar de que la prensa globalizada no informaba nada sobre el acontecer en Yemen, se supo que la operación militar "Tormenta Decisiva" saudita fue auspiciada por Estados Unidos, Israel y el Reino Unido. A la vez la estaban apoyando militarmente y con finanzas Egipto, Jordania, Sudán, Paquistán, Marruecos y Turquía. También, por segunda vez en la historia, Israel formó una alianza militar con el régimen saudita participando con sus aviones en el bombardeo de Yemen (la primera vez los israelíes ayudaron a los sauditas que apoyaban a los realistas en 1962 durante la Guerra Civil del Norte de Yemen cuando los republicanos del norte se sublevaron contra los realistas). Esta vez Washington,

domingo, 18 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС/¿Cómo ha podido la flota rusa eliminar el poder de la Armada de EE.UU. con un solo ataque?

9 octubre 2015, TV Novosti https://actualidad.rt.com (Rússia)

Igor Zarembo, RIA Novosti
                         

(FOTO El ataque de la flota rusa contra el Estado Islámico en Siria sorprendió a EE.UU., que por primera vez en años se topó con la realidad de que hay un país capaz de competir con su fuerza militar. "Por primera vez en la historia EE.UU. se siente inerme ante las armas convencionales", afirma el experto Rostislav Ischenko, agregando que el ataque ruso "eliminó" la flota de EE.UU. como fuerza todopoderosa.)

El 7 de octubre la flota tiró por tierra el supuesto aceptado hace tiempo en EE.UU. de que nadie es capaz de competir con las fuerzas militares estadounidenses "con armas convencionales", sin armas nucleares, explica el experto del Centro de Análisis y Pronóstico Sistemáticos de Rusia Rostislav Ischenko, citado por RIA Novosti. Según Ischenko, en esta noción "se basaba la impudencia de la política exterior de EE.UU.", convencido de que Rusia no iniciará una guerra nuclear ni siquiera por Ucrania y menos aún por Siria.

Antes de este ataque, EE.UU. consideraba las flotillas rusas en diferentes mares unas fuerzas capaces de "defender solo las costas correspondientes, captar a contrabandistas y cazadores furtivos, así como llevar a cabo operaciones anfibias en sus aguas". La "amenaza real", para EE.UU., eran solo las partes de las Flotas del Norte y del Pacífico rusas, "capaces en teoría de alcanzar los océanos Atlántico y Pacífico".

Una sola descarga de 26 misiles Kalibr contra las bases del Estado Islámico en Siria eliminó por mucho tiempo a la flota de EE.UU. del espacio marítimo