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terça-feira, 25 de outubro de 2016

A VERDADEIRA CRISE HUMANITÁRIA NÃO É ALEPO

24 outubro 2016, Odiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Uma retrospectiva da intervenção dos EUA no Médio Oriente desde o 11 de Setembro mostra uma implacável marcha em direcção à trágica perspectiva hoje colocada: o confronto militar com a Rússia, a segunda maior potência nuclear. A previsível eleição de Hillary Clinton será um passo mais em direcção a essa catástrofe.

Porque será que apenas ouvimos falar da “crise humanitária em Alepo” e não da crise humanitária em todo o resto da Síria, onde a perversão que governa Washington desencadeou os seus mercenários do ISIS para trucidarem o povo sírio? Porque será que não ouvimos falar da crise humanitária no Iémen onde os EUA e o seu vassalo saudita estão a massacrar mulheres e crianças? Porque será que não ouvimos falar da crise humanitária na Líbia onde Washington destruiu um país deixando o caos em seu lugar? Porque será que não ouvimos falar na crise humanitária no Iraque, que já se arrasta há 13 anos, ou a crise humanitária no Afeganistão, que já vai em 15 anos?

A resposta é que a crise em Alepo é a crise de Washington estar a perder os seus mercenários do ISIS perante o exército sírio e a força aérea russa. Os jihadistas enviados por Obama e pela assassina criatura Hillary (“We came, we saw, he died”; “Viemos, vimos, ele morreu”) para destruir a Síria

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Venezuela/INTERVENCIÓN DEL PRESIDENTE NICOLÁS MADURO EN LA 69° ASAMBLEA GENERAL DE LA ONU

26 septiembre 2014, ADITAL, Agencia de Información Fray Tito para América Latina http://site.adital.com.br (Brasil)

Intervención del presidente Nicolás Maduro en la 69° Asamblea General de la ONU
Sede de la ONU, Nueva York. Estados Unidos de Norteamérica
Miércoles, 24 de septiembre de 2014

Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Nicolás Maduro 

Señora Presidenta, queridos hermanos y hermanas de los distintos gobiernos representados en nuestra Organización de Naciones Unidas.

En primer lugar, siendo la primera vez que asisto en mi calidad de Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, quiero agradecer a la Asamblea General de Naciones Unidas, a todos sus gobiernos, a los distintos organismos del sistema de Naciones Unidas por el homenaje sentido que de manera simultánea se rindió en la sede de la ONU de Nueva York, de Ginebra y de otros lugares del mundo, al comandante Hugo Chávez, extraordinario ser humano que siempre levantó las banderas de la causa de la paz, de la igualdad, del respeto a nuestros pueblos; es lo primero que quiero transmitir sentidamente a nombre del pueblo de Venezuela. Y, recordarlo, invocarlo en su espíritu libertario, antiimperialista, de justicia.

Queridos representantes de los gobiernos del mundo, se ha debatido durante varias décadas, la necesidad de refundar la Organización de Naciones Unidas, lo recordaban en sus discursos los presidentes que han precedido mi palabra y en la mañana lo recordaban de manera muy sentida la presidenta Dilma Rousseff, la presidenta Cristina Fernández, el presidente Evo Morales, entre otros presidentes de nuestra América; la necesidad de hacer un proceso de reorientación, de ajuste y reajuste de todo el sistema de Naciones Unidas.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

PAN-AFRICANISMO E RENASCIMENTO AFRICANO*



18 maio 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Há meio século, a OUA tinha como objectivos fundamentais libertar a África do colonialismo e do apartheid e garantir a unidade continental. Hoje há 54 países africanos independentes e subsiste por resolver a situação da República Árabe Saharauí Democrática, proclamada pela Frente Polisário na ex-colónia espanhola do Sahara Ocidental, entretanto anexada por Marrocos. Os benefícios económicos, sociais, culturais e em todos os domínios que as independências trouxeram aos povos africanos são imensos. Do ponto de vista histórico, a derrota do colonialismo e a libertação nacional de África significam um avanço enorme. Os sacrifícios dos patriotas nas lutas emancipadoras não foram em vão.