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terça-feira, 25 de outubro de 2016

A VERDADEIRA CRISE HUMANITÁRIA NÃO É ALEPO

24 outubro 2016, Odiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


Uma retrospectiva da intervenção dos EUA no Médio Oriente desde o 11 de Setembro mostra uma implacável marcha em direcção à trágica perspectiva hoje colocada: o confronto militar com a Rússia, a segunda maior potência nuclear. A previsível eleição de Hillary Clinton será um passo mais em direcção a essa catástrofe.

Porque será que apenas ouvimos falar da “crise humanitária em Alepo” e não da crise humanitária em todo o resto da Síria, onde a perversão que governa Washington desencadeou os seus mercenários do ISIS para trucidarem o povo sírio? Porque será que não ouvimos falar da crise humanitária no Iémen onde os EUA e o seu vassalo saudita estão a massacrar mulheres e crianças? Porque será que não ouvimos falar da crise humanitária na Líbia onde Washington destruiu um país deixando o caos em seu lugar? Porque será que não ouvimos falar na crise humanitária no Iraque, que já se arrasta há 13 anos, ou a crise humanitária no Afeganistão, que já vai em 15 anos?

A resposta é que a crise em Alepo é a crise de Washington estar a perder os seus mercenários do ISIS perante o exército sírio e a força aérea russa. Os jihadistas enviados por Obama e pela assassina criatura Hillary (“We came, we saw, he died”; “Viemos, vimos, ele morreu”) para destruir a Síria

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

BRICS, БРИКС/Quarenta milhões de russos tomam parte em ensaio de "desastre nuclear"

5 outubro 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Tyler Durden

 

OS MEDIA OCIDENTAIS PRATICAMENTE IGNORARAM ESTA NOTÍCIA


Quando as relações entre a Rússia e os EUA se desintegram em consequência da escalada na guerra proxy na Síria, a qual culminou hoje com uma paralisação por Putin do esforço de limpeza do Plutónio em conjunto com os EUA, pouco antes de o Departamento de Estado dos EUA ter anunciado que cessaria negociações com a Rússia sobre a Síria, amanhã (5/Out) um número sem precedentes de 40 milhões de cidadãos russos, bem como 200 mil especialistas de "divisões de resgate de emergência" e 50 mil unidades de equipamentos começarão a tomar parte num ensaio com quatro dias de duração de defesa civil, evacuação de emergência e preparação para desastres, informou o ministro russo da Defesa Civil no seu sítio web. 

De acordo com o ministro, amanhã (5) de manhã haverá um ensaio de defesa civil por toda a Rússia envolvendo autoridades executivas federais, regionais e governos locais denominado "Organização da defesa civil durante grandes desastres naturais e causados pelo homem na Federação Russa em todos os territórios da Federação e perdurará até 7 de Outubro. Apesar de o ministro não ter especificado que espécie de "desastre causado pelo homem" ele imagina, este teria de ser substancial para 40 milhões de russos tomarem parte no ensaio de preparação de

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Síria/NÃO TEMOS OUTRA ESCOLHA SENÃO A VITÓRIA! -- Presidente Bachar al-Assad



7 junho 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)
                                                                                                                      
por Presidente Bachar al-Assad*



Senhoras e Senhores,


Estas eleições não foram as eleições normais. Aconteceram num momento de grandes tensões territoriais e políticas, regionais e internacionais. Realizaram-se em condições internas extremamente difíceis que levaram alguns a predizer o seu fracasso e que na melhor das hipóteses seriam desconsideradas pelos cidadãos.

Mas o que aconteceu foi exatamente o oposto. Uma vez mais, o povo sírio surpreendeu o mundo por sua ampla participação num importante acontecimento nacional e constitucional. A taxa de participação sem precedentes é uma mensagem clara dizendo ao mundo que quanto mais aumentam as pressões, mais o povo mantém a sua independência; quanto mais as tentativas de ingerência se intensificam, mais o povo mantém o respeito pelas obrigações ditadas pela Constituição, garante da sua independência e

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

SIETE PREGUNTAS INCÓMODAS SOBRE ISIS Y LAS GUERRAS CONTRA EL TERRORISMO

16 noviembre 2015, Cubadebate -- Contra el Terrorismo Mediático http://www.cubadebate.cu (Cuba)

Por Iñigo Sáenz de Ugarte

¿Es el terrorismo yihadista el más peligroso?
Sí, para los musulmanes. Hace unos días, ISIS asesinó a 37 civiles en Beirut en una zona habitada en su mayoría por chiíes. En nuestros países, nadie puso en circulación hashtagso campañas de homenaje. Incluso muchos medios titularon que el atentado se había producido en una “zona controlada por Hizbolá”. No se hacen hashtags por Hizbolá.

En las guerras de Irak y Siria decenas o centenares de miles de musulmanes han muerto en esas guerras civiles cuyo punto de arranque fue la invasión norteamericana de Irak. No lo olvidemos. El derrocamiento de Sadam Hussein tenía como objetivo no ya acabar con una dictadura, sino rediseñar las fronteras políticas de Oriente Medio e iniciar una nueva era. “Seremos recibidos como libertadores”, dijo Cheney en marzo de 2003.

Fue uno de los grandes errores históricos de siempre, a la altura de la invasión soviética de Afganistán o la decisión de Hitler de lanzarse sobre la URSS. Reforzó a Irán al llevar a sus aliados al poder en Bagdad y alentó una paranoia creciente en los regímenes suníes sobre el creciente poder de los chiíes. La campaña de bombardeos saudíes en Yemen debe