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terça-feira, 6 de agosto de 2019

OS APROVEITADORES DA GUERRA E O FIM DO COMPLEXO MILITAR-INDUSTRIAL DOS EUA


30 julho 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/eua/orlov_16jul19.html

por Dmitry Orlov


No interior da vasta burocracia do Pentágono existe um grupo encarregado de monitorar o estado geral do complexo militar-industrial e a sua capacidade contínua de cumprir os requisitos da estratégia de defesa nacional. O gabinete para a aquisição e manutenção e o gabinete para a política industrial gastam cerca de US$100 mil por ano para produzir um Relatório Anual ao Congresso. Ele está disponível para o público em geral . Está disponível até para o público em geral e especialistas russos divertiram-se muito a examiná-lo.

De facto, o relatório encheu-os de optimismo. Como se sabe, a Rússia quer a paz mas os EUA parecem desejar a guerra e continuam a fazer gestos ameaçadores contra uma longa lista de países que se recusam a cumprir suas ordens ou simplesmente não compartilham seus "valores universais". Mas agora verifica-se que aquelas ameaças (e sanções económicas cada vez mais sem garra) são quase tudo o que os EUA ainda são capazes de oferecer – isto apesar dos níveis absolutamente astronómicos dos gastos com defesa. Vamos ver com o que parece o complexo militar-industrial dos EUA através de lentes russas.

É importante observar que os autores do relatório não pretendiam forçar legisladores a financiar algum projecto específico. Isso o torna mais valioso do que inúmeras outras fontes, cujo principal

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

GUERRA CONTRA A SÍRIA: DOIS LADOS PARTEM PARA O "PLANO B"

4 outubro 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Considerado o fracasso total da política dos EUA para mudar o regime na Síria e derrubar o presidente Assad, os EUA têm agora de fazer uma escolha fundamental: negociar ou subir a aposta. Aparentemente, Kerry e outros até tentaram negociar, mas o Pentágono decidiu de outro modo, e traiçoeiramente quebrou o compromisso que o país assumira e (ilegalmente) bombardeou forças sírias. Nesse ponto, Kerry, Power e os outros sentiram que não tinham escolha além de "unir-se" ao Pentágono e subir a aposta. +

30/9/2016, The Saker, Unz Review

Agora, os EUA "avisam" a Rússia de que a ofensiva de Aleppo prossegue e os EUA não voltarão às negociações. É ameaça das mais bizarras, considerando que os EUA não cumprem acordo e que os russos já concluíram que os EUA "não são capazes para acordos". A reação russa era previsível: Lavrov admitiu que já nem leva a sério o que os norte-americanos digam.

Certo. Os dois lados cansaram-se um dos outro. E o que se faz agora?

Os EUA enviarão mais armas para o Daech, inclusive MANPADs, TOWs e

quinta-feira, 4 de junho de 2015

MOSCOU QUER MAIOR COOPERAÇÃO MILITAR ENTRE BRICS

28 maio 2015, Gazeta Russa http://gazetarussa.com.br/brics (Rússia)
Российская газета http://rg.ru (Россия)


Secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Nikolai Patruchev pede maior cooperação técnico-militar entre os países do grupo. Analistas militares admitem que potencial do Brics no setor está longe de se esgotar, apesar da notável cooperação indo-russa e sino-russa.

O secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Nikolai Patruchev, pediu um incrementona cooperação técnico-militar entre os membros dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) durante encontro anual dos representantes de segurança dos países-membros grupo na última terça-feira (26).

"Estou convencido da necessidade de se aumentar a cooperação entre nossos países em campos como a cooperação técnico-militar, a luta conjunta contra o terrorismo, o extremismo, o separatismo, a

sexta-feira, 1 de maio de 2015

BRICS, БРИКС/¿DEBUTÓ EN MOSCÚ UNA COALICIÓN CHINA-RUSA-IRANÍ CONTRA LA OTAN?

1 mayo 2015, Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Mahdi Darius Nazemroaya*, Global Research

Traducido del inglés para Rebelión por Germán Leyens

La Conferencia de Moscú sobre la Seguridad Internacional en abril fue utilizada como punto de reunión para advertir a EE.UU. y a la OTAN de que otras potencias mundiales no les permitirán actuar según su antojo.

La posición sobre esfuerzos conjuntos entre China, India, Rusia e Irán contra la expansión de la OTAN fue aumentada con planes para negociaciones militares tripartitas entre Pekín, Moscú, y Teherán.

Ministros de defensa y funcionarios militares de todo el mundo se reunieron el 16 de abril en el prestigioso Radisson Royal u Hotel Ukraina, una de las mejores piezas de arquitectura soviética en Moscú, conocido como una de las “Siete Hermanas” que fueron construidas durante la época de José Stalin. El evento, de dos días de duración, auspiciado por el Ministerio Ruso de Defensa fue la cuarta Conferencia anual de Moscú sobre Seguridad Internacional (MCIS, por sus siglas en inglés).

Asistieron funcionarios civiles y militares de más de setenta países, incluyendo