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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Direitos Humanos/Porque Julian Assange está a ser torturado até à morte


18 setembro 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/varios/assange_torturado_16set19.html

por Karen Kwiatkowski*

– Com o silêncio conivente dos media corporativos
– E diante do mutismo de muitas organizações de jornalista
 

 


Penso que já sabemos a resposta. No entanto, precisamos ir mais além e tentar entender o que significa para todos nós esta destruição de um jornalista moderno, nos Estados Unidos e no Reino Unido, parcialmente velada, mas totalmente séria.

Assange é um advogado de denunciantes, um promotor do acesso à informação e da segurança de informação para todos – não apenas para governos e grandes corporações conectadas ao governo. Com a ajuda de especialistas em segurança da informação, codificadores, contadores de verdade e testemunhas em todo o mundo, recebeu e publicou material que embaraçou e expôs um certo número de organizações poderosas, incluindo o governo dos EUA e seus muitos companheiros e beneficiários.

Por que ele está a ser torturado até à morte? Por que ele ainda está a ser submetido a novas variantes experimentais de BZ recém-extraídas de Porton Down e privado, não apenas de amigos, parentes e acesso não supervisionado à sua equipe jurídica, como também de alimentos e cuidados básicos?

A resposta sumária é que ele está detido por conta dos Estados Unidos e está a ser interrogado química e fisicamente em Belmarsh (a Guantanamo britânica), a fim de

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

BRICS, China/Nenhuma cláusula da Declaração Conjunta Sino-Britânica permite interferência de forças externas nos assuntos de Hong Kong, diz porta-voz da chancelaria chinesa


20 08 2019 10:31:53, Xinhua (China) https://www.portuguese.xinhuanet.com

Beijing, 20 ago (Xinhua) -- A Declaração Conjunta Sino-Britânica não contém nenhuma cláusula que outorgue às forças externas algum direito de interferir nos assuntos de Hong Kong após seu regresso à pátria, declarou na segunda-feira Geng Shuang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

A Declaração Conjunta Sino-Britânica resolveu

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

BRICS, БРИКС/COMO PAÍSES ESTRANGEIROS TENTAM DESESTABILIZAR SITUAÇÃO EM HONG KONG

9 novembro 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

 

Após os recentes comentários dos EUA sobre as tensões entre a China e a região administrativa de Hong Kong, alguns países estrangeiros, principalmente os EUA e o Reino Unido, estão tentando desestabilizar a situação na China, consideram analistas políticos russos.

Em entrevista à Sputnik, eles apontam que tais tentativas representam instigação e interferência nas questões internas da China.

Na segunda-feira, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

ESTARÁ A EUROPA CONDENADA À VASSALAGEM A WASHINGTON?



1 agosto 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Paul Craig Roberts

A Segunda Guerra Mundial resultou na conquista da Europa, não por Berlim e sim por Washington.

A conquista era certa mas não toda de uma vez. A conquista da Europa por Washington resultou do Plano Marshall; de temores do Exército Vermelho de Staline que levaram a Europa a confiar na protecção de Washington e a subordinar os militares europeus à NATO; da substituição da libra britânica como divisa de reserva mundial pelo US dólar e do longo processo de subordinação da soberania de países europeus individuais à União Europeia, uma iniciativa da CIA implementada por Washington a fim de controlar toda a Europa através do controle de apenas um governo irresponsável.

Com poucas excepções, sobretudo o Reino Unido, a condição de membro da UE também significou perda de

sexta-feira, 22 de julho de 2016

O CREPÚSCULO DA OTAN



12 de Julho de 2016, Rede Voltaire http://www.voltairenet.org  (França)

Thierry Meyssan*, Damasco (Síria)

A história da Otan e as suas acções actuais permitem compreender como o Ocidente construiu as suas mentiras e porquê está agora refém delas. Os elementos contidos neste artigo são chocantes, mas é impossível desmentir os factos. Quando muito podem-se agarrar às mentiras e persistir em manter-se nelas.


Aquando da reunião de Istambul, a 13 de Maio de 2015, os dirigentes da Otan terminam uma refeição bem regada. Eles troçam dos cretinos que acreditam no seu discurso de paz ao cantar «We are the world». Reconhece-se neste indecente vídeo o General Philip Breedlove, Jens Stoltenberg, Federica Mogherini e numerosos ministros da Defesa.

A cimeira dos chefes de Estado e de governo da Otan acaba de se realizar em Varsóvia (7 e 8 de Julho de 2016). O que devia marcar o triunfo dos Estados Unidos sobre o resto do mundo, foi, na realidade

quinta-feira, 7 de julho de 2016

GLOBALIZACIÓN, GLOBOCOLONIZACIÓN, DESGLOBALIZACIÓN



2 julio 2016, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Por Luis Manuel Arce Isaac

La Habana (PL) -- A la exprimera ministra de Reino Unido Margaret Thatcher y al expresidente de Estados Unidos Ronald Reagan se les atribuye un proyecto de internacionalización de la economía al que se le denominó globalización.

En esencia de lo que se trataba era de ampliarles el horizonte a las grandes corporaciones transnacionales para hacer más abarcador su dominio de los mercados comerciales y financieros, y garantizar con ello el poder político de Washington y Londres.

El trato consistió en coordinar políticas para alejar obstáculos a la expansión económica y financiera aunque hubiera que pasar por encima de los derechos de todo tipo, e incluso usar la fuerza militar, como hicieron de forma conjunta en Iraq años después George Bush y Anthony Blair.

Un hijo directo de ese pensamiento neocolonial fue la creación de

quarta-feira, 6 de julho de 2016

NATO-EXIT OBJECTIVO VITAL



3 julho 2016, Odiario.infohttp://www.odiario.info (Portugal)


Se em Itália há preocupação com a submissão e as declarações Matteo Renzi nas provocações da NATO à Rússia, em Portugal os media encantam-se quando Marcelo Rebelo de Sousa, se põe em bicos de pés para responder que a sua participação na encenação está prevista com uma visita aos 90 militares portugueses que acompanham os 4 aviões F-16: «Em princípio está pensado, veremos quando»!

Marcelo Rebelo de Sousa terminou o curso de Direito em 1971, três anos antes de 25 de Abril. Ao contrário da quase totalidade dos jovens do seu tempo e na sua situação escolar continuou civil até ao dia, já em 2016, em que assentou praça como Comandante Supremo das Forças Armadas Portuguesas…

A viagem à Lituânia deve servir para ganhar a experiência militar que lhe falta e devia ter adquirido há mais de 40 anos.

Enquanto a atenção político-mediática se concentra no Brexit e na possibilidade de outros países prepararem a saída da União Europeia, a NATO continua a reforçar a sua

sábado, 2 de julho de 2016

EUROPA, BREXIT E BRASIL



30 junho 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)
Pedro Augusto Pinho*
Passado o primeiro impacto do resultado do plebiscito de 23 de junho, no Reino Unido (UK), que aprovou a saída daquele país da União Europeia, precisamos analisar com cautela e consistência o que ele representou e quais as possíveis consequências daquela manifestação popular.
O aspecto mais midiaticamente exposto foi da xenofobia e do racismo que teria motivado a maioria absoluta dos eleitores britânicos. Não há como negar a presença estrangeira no país que dominou grande parte do mundo – “onde o sol nunca se punha” – por quase um século e, por cálculo econômico, concedeu a asiáticos, africanos, islâmicos o passaporte britânico. E, observe também, como a imprensa em geral vem criminalizando, desde o 11 de setembro de 2001, os muçulmanos, ora como terroristas, ora como aproveitadores dos benefícios sociais existentes nos

quinta-feira, 30 de junho de 2016

A União Europeia está morta/L’Union européenne est morte



26 junho 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Pierre Lévy*

Brexit! Acontecimento literalmente histórico.

Para as elites mundializadas, ele ultrapassa os piores pesadelos e era, na realidade, inconcebível.

Para aqueles que seguem atentamente a actualidade europeia, e estão conscientes da crescente rejeição popular que a UE inspira com muita razão, ele ao contrário era previsível.

Em primeiro lugar, uma constatação salta aos olhos. É verdade que uma parte da burguesia inglesa apoiou a opção de retirar o Reino Unido da União Europeia. Mesmo assim a clivagem é gritante: de um lado, as elites institucionais e políticas (e sindicais, com algumas louváveis excepções), a City,
os bancos , os patrões das grandes empresas (1300 deles haviam lançado um apelo final dois antes do escrutínio) – e os meios urbanos abastados; do outro, os bairros populares, as cidades operários e os arrabaldes abandonados, as regiões desindustrializadas e no abandono.

É este fosso que acima de tudo

quinta-feira, 24 de março de 2016

Brasil/Trabalhadores de quatro países manifestam solidariedade a Lula e Dilma



23 março 2016, Rede Brasil Atual http://www.redebrasilatual.com.br (Brasil)

Sindicato que representa 2 milhões de trabalhadores do Canadá, Irlanda, Reino Unido e Estados Unidos divulga carta em que condena os ataques à democracia no país

São Paulo – O sindicato global Workers Uniting, que representa 2 milhões de trabalhadores no Canadá, Irlanda, Reino Unido e Estados Unidos, divulgou ontem (22) carta aberta em que manifesta solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à presidenta Dilma Rousseff, que estão “sob maciço ataque das forças conservadoras”.

A carta afirma que Lula e Dilma “representam o triunfo da democracia e da inclusão social contra a política antidemocrática e neoliberal da direita”. O texto também destaca que nos oito anos do governo de Lula os salários tiveram ganho real de 53% e que 15 milhões de novos empregos

sábado, 7 de novembro de 2015

MERCENARIOS COLOMBIANOS DESTAPAN LA TRAGEDIA EN YEMEN

5 noviembre 2015, http://mundo.sputniknews.com (Rusia)

Hasta octubre pasado, la opinión pública mundial sabía muy poco sobre la tragedia de guerra e invasión que vive Yemen desde hace siete meses.

 

La historia de otros países no existe hasta que
retumba en la confrontación de los
intereses de Estados Unidos
— Edward Said, 1935-2003

Todo salió a luz pública por una nota publicada por el periódico colombiano El Tiempo, anunciando la contratación por parte de Arabia Saudita de 800 ex militares colombianos para la participación en acciones militares en Yemen usando el uniforme saudita junto con soldados de los países miembros de del Consejo de Cooperación del Golfo. Eso despertó el asombro y atrajo la atención mundial de lo que estaba sucediendo en Yemen.

Todos se preguntaban qué es lo que estaba pasando en Yemen y para qué los países del Golfo necesitaban 800 mercenarios colombianos para combatir a 15.000 kilómetros de distancia de Bogotá. Resulta que Arabia Saudí y sus aliados del Consejo de Cooperación del Golfo: Emiratos Árabes Unidos, Baréin, Qatar y Omán, a excepción del último, han estado bombardeando a Yemen diariamente desde el 26 de marzo pasado, igualmente sus ejércitos han estado enfrentándose con los rebeldes hutíes del movimiento shiita Ansaralah (los defensores de Dios) en ese país sin ninguna intervención ni autorización de Naciones Unidas.

A pesar de que la prensa globalizada no informaba nada sobre el acontecer en Yemen, se supo que la operación militar "Tormenta Decisiva" saudita fue auspiciada por Estados Unidos, Israel y el Reino Unido. A la vez la estaban apoyando militarmente y con finanzas Egipto, Jordania, Sudán, Paquistán, Marruecos y Turquía. También, por segunda vez en la historia, Israel formó una alianza militar con el régimen saudita participando con sus aviones en el bombardeo de Yemen (la primera vez los israelíes ayudaron a los sauditas que apoyaban a los realistas en 1962 durante la Guerra Civil del Norte de Yemen cuando los republicanos del norte se sublevaron contra los realistas). Esta vez Washington,

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

BRICS, БРИКС/"Alianza Irán-Siria-Rusia combate a terroristas y sus patrocinadores"

25 octubre 2015,  HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)

El embajador sirio en China, Imad Mustafa, destacó la fuerte alianza antiterrorista entre Siria, Rusia e Irán y aseguró que esa coalición lucha contra los patrocinadores del terrorismo desde EE.UU. hasta Arabia Saudí.

“La alianza entre Irán, Rusia y Siria no solo lucha contra el terrorismo, sino contra un conjunto de satanes, incluidos EE.UU., Francia, el Reino Unido, así como algunos países corruptos y wahabíes como Arabia Saudí y Catar que brindan amplios apoyos a los extremistas de Daesh (nombre árabe de EIIL), el Frente Al-Nusra (filial de Al-Qaeda en Siria) y Al-Qaeda”, agregó el diplomático sirio.

Entrevistado el sábado por la agencia iraní de noticias IRNA, Mustafa aseguró que estos patrocinadores del terrorismo persiguen una ideología y un objetivo común, es decir “derrocar a gobiernos independientes como Siria”.

Destacó el respaldo de Teherán a la nación y al Gobierno sirios a la hora de combatir el terrorismo, y

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Argentina/Papa adere à campanha por solução negociada sobre soberania das Malvinas

20 agosto 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

por Agência Brasil

O Papa Francisco se uniu a outros sete ganhadores do Prêmio Nobel em uma campanha que pede o diálogo entre Argentina e Reino Unido para encontrar uma solução pacífica para as Malvinas.

O papa Francisco aderiu a uma campanha que pede ao Reino Unido que aceite dialogar com a Argentina sobre a posse das Ilhas Malvinas – ou Falkland Islands para os britânicos. O remoto arquipélago, no Atlântico Sul, é motivo de disputa entre os dois países há dois séculos. Em 2013, a Argentina já havia pedido a intervenção do Papa na disputa pelas Ilhas Malvinas.

Os argentinos reivindicam a soberania das ilhas, que herdaram da Espanha e

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Inglaterra/O RACISMO À FLOR DA PELE

19 de Agosto, 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Goulão

Os grupos declaradamente racistas e xenófobos do Reino Unido, como por exemplo o UKIP, não conseguiram transformar os seus milhões de votos em deputados, mas a mensagem segregacionista não se perdeu e foi tomada em mãos pelo primeiro-ministro David Cameron e respectivo governo.

Reeleito de fresco, Cameron soltou a língua e escancarou o que lhe vai na alma a propósito da “ameaça” que a “praga” da emigração representa para a loira pureza britânica.

“Praga” foi a palavra escolhida pelo chefe do governo de Sua Majestade para citar o movimento de refugiados desejando entrar no Reino Unido, onde muitos têm familiares, a partir do porto francês de Calais. Autorizado pela franqueza do discurso do seu chefe, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Philip Hammond, assumiu essa preocupação de maneira mais abrangente, em nome de toda a Europa, durante uma entrevista à BBC. “A Europa não conseguirá proteger-se e preservar o seu estilo de vida e a sua estrutura social se absorver os milhões de imigrantes vindos de África”, disse. E logo a comunicação social tablóide e não só se sentiu encorajada a soltar os impropérios racistas, até agora tão dificilmente recalcados, para associar os refugiados e imigrantes a “pilhagens”, “marés de desordeiros”, “correntes de malfeitores” – enfim, a escalada verbal corresponde

quinta-feira, 18 de junho de 2015

OEA pede reabertura de negociações por Ilhas Malvinas entre Argentina e Reino Unido

18 junho 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Redação, São Paulo – Opera Mundi

Por unanimidade, Estados-membros do bloco concordaram em Washington sobre 'necessidade' de encontrar solução pacífica para conflito

A 45ª Assembleia Geral da OEA (Organização dos Estados Americanos) aprovou por unanimidade uma declaração sobre a disputa territorial e a soberania das Ilhas Malvinas. Anualmente, a Argentina coloca em jogo essa questão nas reuniões do bloco contra o que considera ser uma ocupação britânica.

No texto, os 34 Estados-membros da OEA reafirmaram a “necessidade” de que

quarta-feira, 25 de março de 2015

“Reino Unido utiliza Malvinas para justificar inversión militar” -- Cristina Fernández

25 de marzo de 2015, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)


La presidenta de Argentina, Cristina Fernández, tachó de “inverosímil y absolutamente injustificable” que el Reino Unido considere a su país como una “amenaza” para justificar el aumento del presupuesto militar británico y consolidar la creciente militarización de las islas Malvinas.

“Además de inverosímil, resulta absolutamente injustificable que se agite el fantasma de una presunta ‘amenaza argentina’ para aumentar el presupuesto militar británico y consolidar la creciente militarización de las islas”, reiteró el martes la mandataria argentina por medio de un comunicado emitido en respuesta a las afirmaciones del ministro británico de Defensa, Michael Fallon.

El Reino Unido, propone Fernández, deber dedicar esos cuantiosos fondos a sectores que beneficien al pueblo británico, para combatir el desempleo, mejorar la educación y la salud y profundizar la inclusión social.

“No se puede seguir engañando a los ciudadanos y contribuyentes del Reino Unido,

sábado, 21 de março de 2015

A VEIA TERRORISTA DE BARACK OBAMA

19 março 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

por José Goulão, Jornalista

Cartoon de Fernando Llera.

Depois de ter herdado, de início com algum pudor e sob outras designações, a guerra contra o terrorismo inventada pelo seu antecessor, Barack Obama não se limita a igualar George W. Bush no recurso a práticas terroristas como, em alguns casos – e não apenas o do record mundial de execuções extra judiciais cometidas com drones – consegue ultrapassá-lo.

A situação mais flagrante, e que contribuiu para demonstrar como os Estados Unidos são governados por um partido único, porque em matéria de violações dos direitos humanos não há quem consiga distinguir um democrata de um republicano, é a da proliferação de ameaças, tentativas e execuções de golpes de Estado.

No reinado de Obama a série faz corar de inveja alguns dos mais empedernidos falcões que

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Angola no Conselho de Segurança

17 outubro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)



Angola foi ontem eleita membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU para um mandato de dois anos, a contar de 1 de Janeiro de 2015.

A eleição foi decidida no 25º plenário da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que se reuniu para escolher os cinco países que vão ocupar os lugares do Ruanda, Argentina, Luxemburgo, Austrália e Coreia do Sul, que

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Argentina∕Reclamo argentino por las Islas Malvinas ante el Comité de Descolonización



27 junio 2014, PIA-Pediodismo Internacional Alternativo http://www.noticiaspia.org

PIA -- La Argentina llevó una vez más su reclamo por la soberanía de las Islas Malvinas ante el Comité de Descolonización de Naciones Unidas. Con un discurso anclado en el apoyo internacional en el reclamo argentino, el canciller Héctor Timerman resaltó la actitud de prepotencia imperial por parte del Reino Unido ausente en el debate. El jefe de la diplomacia se refirió a las numerosas resoluciones de Naciones Unidas para que las partes se sienten a negociar y destacó el doble estándar de la potencia que recurre al organismo internacional sólo cuando responde a sus intereses. Asimismo destacó la “lógica neocolonial” que mantiene el gobierno británico con el mantenimiento de la base militar más grande de la región y la explotación de los recursos naturales.

“No hay un solo país de Naciones Unidas que se siente en el Comité de Descolonización y respalde la negativa del Reino Unido a una solución pacífica de esta controversia”, indicó el jueves el canciller argentino acompañado por

quarta-feira, 19 de março de 2014

Argentina/"Grandes potencias" tienen doble discurso al rechazar plebiscito en las Malvinas

19 marzo 2014, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)


Las negociaciones de Argentina con el Club de París iniciarán el 28 de mayo. (Foto: teleSUR)

La mandataria argentina, Cristina Fernández, en un encuentro con su homólogo francés, François Hollande, rechazó que se descarte el principio de no adhesión que pregonan algunos países sobre territorialidad de Crimea, hacia el conflicto de las Islas de las Malvinas entre Reino Unido y Argentina.

La dignataria argentina, Cristina Fernández, criticó el doble discurso de las “grandes potencias del mundo” al rechazar la adhesión de Crimea a Rusia, y por otra parte aprueban que las Islas de las Malvinas no sean devueltas a la nación Argentina.

“O respetamos los mismos principios para todos o vivimos en un mundo sin respeto, donde prevalecen los intereses de los más fuertes”,