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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O MITO DE UMA EUROPA EM PAZ

14 outubro 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

 

por Nadine Rosa-Rosso*
Jornalista belga

No dia seguinte aos atentados de 13 de Novembro em Paris, perante o Congresso, François Hollande afirmou em tom grave: "a França está em guerra". A mesma frase repete-a sem cessar após cada atentado. Depois dos acontecimentos de Niza, acrescentou que a "guerra está fora e dentro da França". A terra sagrada dos direitos humanos, da paz e das Luzes amanheceu em estado de sítio, cobardemente atacada pela barbárie e o obscurantismo. 

Esta é a versão da história que se supõe que deveríamos aceitar e assumir, nós, os povos de uma Europa civilizada que temos conseguido viver em paz há setenta anos. 

Na realidade, nunca deixámos de estar em guerra. E a França é um bom exemplo do que é um estado de guerra permanente. Impõe-se a necessidade de recordar a história. 

Um período de guerras ininterruptas 
Mal acabara a II Guerra Mundial, o governo provisório francês surgido, das forças da resistência e tantas vezes representado como exemplo pela esquerda actual, envia ao Vietname (nessa época parte da Indochina francesa) um corpo militar expedicionário para tratar de acabar com

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Situation Report July 13/14. 2016



Thursday, July 14, 2016, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)

1- Putin tells Merkel, Hollande he is concerned about shellings in Donbass

2- Donetsk Defense: Situation Report, 13.07.2016

3- In July, Odessa and Nikolaev to become centers of Ukraine-NATO exercises "Sea Breeze 2016»

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1- Putin tells Merkel, Hollande he is concerned about shellings in Donbass
Wednesday, July 13, 2016, DONi Donbass International News Agency https://dninews.com (Donbass)


The Russian President Vladimir Putin has raised concerns about intensive shellings of Donbass by Ukrainian troops in telephone talks with German Chancellor Angela Merkel and French President Francois Hollande, stated the Kremlin press service.

The Russian president noted that there are no alternative to political and diplomatic settlement of the conflict in Donbass in accordance with provisions agreed in the Minsk package of measures. The common approach was confirmed to boost negotiations efforts on the Ukrainian issues, first of all in the ‘Normandy format’ (Russia, Germany, France, Ukraine) and

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

BRICS, БРИКС/Conferência de imprensa e P & R, depois da reunião Putin-Hollande

29 novembro 2015, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (México)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity

Vladimir Putin Владимир Владимирович Путин

Tivemos negociações substanciais com o presidente francês, conduzidas de modo construtivo e baseadas numa relação de confiança. Naturalmente, dedicamos atenção máxima à questão da luta conjunta contra o terrorismo internacional.

O ataque bárbaro ao avião russo sobre a península do Sinai, os horríveis eventos em Paris e os ataques terroristas no Líbano, na Nigéria e no Mali causaram grande número de vítimas, das quais centenas de cidadãos russos e franceses. É nossa tragédia comum, e nos mantemos unidos em nosso compromisso de encontrar os culpados e levá-los ao tribunal.

Já intensificamos a operação das forças armadas russas contra os terroristas na Síria. Nossas ações militares são eficazes: os militares do dito 'Estado Islâmico' e outros grupos radicais sofreram perdas pesadas. Perturbamos os mecanismos de funcionamento dos extremistas, causamos dano à infraestrutura militar deles e minamos consideravelmente a sua base financeira. Refiro-me, em primeiro lugar, ao comércio ilícito de petróleo, que gera lucros imensos para os terroristas e seus apoiadores.

Todos os que se servem de duplos padrões em suas relações com os terroristas, utilizando-se deles para alcançar seus próprios objetivos políticos e envolvem-se em atividades comerciais ilícitas como sócios de terroristas estão brincando com fogo. A história mostra que cedo ou tarde essas ações

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

DE POL POT AO ISIS: O SANGUE NUNCA SECOU

20 novembro 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

Por John Pilger

Em 1969, ao transmitir ordens do presidente Richard Nixon para um bombardeamento "maciço" do Cambodja, Henry Kissinger, disse: "Qualquer coisa que voe sobre tudo o que se mova". Quando Barack Obama trava a sua sétima guerra contra o mundo muçulmano desde que recebeu o Prémio Nobel da Paz e François Holland promete um ataque "impiedoso" sobre os escombros da Síria, a histeria e as mentiras orquestradas fazem-nos quase nostálgicos da honestidade assassina de Kissinger. 

Como testemunha das consequências humanas da selvajaria aérea – incluindo a decapitação de vítimas, com suas partes a engrinaldarem árvores e campos – não fico surpreso pela reiteração do desprezo para com a memória e a história. Um exemplo impressionante foi a subida ao poder de Pol Pot e do seu Khmer Rouge, o qual tinha muito em comum com o actual Islamic Statein Iraq and Syria (ISIS). Também eles foram implacáveis medievalistas que principiaram como uma pequena seita. Também eles foram o produto de um apocalipse de fabricação americana, desta vez na Ásia. 

Segundo Pol Pot, seu movimento consistia em "menos de 5000 guerrilheiros fracamente armados inconstantes quanto à sua estratégia, tácticas, lealdade e líderes". Uma vez lançados os bombardeiros B-52 de Nixon e Kissinger, no âmbito da "Operação Menu", o supremo demónio do ocidente mal podia acreditar na sua sorte. Os americanos despejaram o equivalente a cinco Hiroshimas no Cambodja rural durante

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O QUE PRECEDEU OS ATAQUES DO ESTADO ISLÂMICO NA FRANÇA

19 novembro 2015, Resistir.info resistir.info (Portugal)

por Moon of Alabama

Eis o que aconteceu dia 13 à noite: pelo menos 120 mortos nos ataques em Paris, Hollande decretou o estado de emergência.

Homens armados e bombistas atacaram restaurantes, uma sala de concertos e um estádio desportivo, em vários locais em Paris, sexta-feira, fazendo pelo menos 120 mortos, num ímpeto assassino que o presidente François Hollande, muito comovido, qualificou como um ataque terrorista sem precedentes.

O estado islâmico reivindicou o ataque .

Mas quem tem fornecido armas e financiado o Estado islâmico ou as organizações precedentes que na Síria e no Iraque lhe deram origem? Vejam vós mesmos.

Em 2012 - Hollande admite que armou os rebeldes sírios em violação do embargo existente .
"O Presidente francês reconheceu ter entregado armas

sábado, 14 de novembro de 2015

PORQUE QUER A FRANÇA DERRUBAR A REPÚBLICA ÁRABE DA SÍRIA?

19 outubro 2015, Rede Voltaire http://www.voltairenet.org (França)

Thierry Meyssan

RETRO-COLONIZAÇÃO
Voltando à história da colonização francesa da Síria e comparando-a com a ação dos presidentes Sarkozy e Hollande, Thierry Meyssan põe em evidência a vontade de recolonizar o país por parte de certos dirigentes franceses actuais. Uma posição anacrónica e criminosa que faz a França do presente um estado cada vez mais odiado no mundo.

A França é, hoje em dia, o principal poder apelando ao derrube da República Árabe da Síria. Enquanto a Casa Branca e o Kremlin negoceiam, em segredo, o modo de se livrarem dos jiadistas, Paris persiste em acusar o " regime de Bashar" (sic) de ter criado o Daesh (E. I. -ndT), e em declarar que após a eliminação do Emirado Islâmico convirá derrubar a «ditadura Alauíta» (re-sic). A França é publicamente apoiada pela Turquia e Arábia Saudita, e às escondidas por Israel.

Como explicar este posicionamento de perdedor, quando a França não tem nenhum interesse económico ou político nesta cruzada, quando os Estados Unidos deixaram de treinar combatentes contra a República, e quando a Rússia está em vias de reduzir a cinzas os grupos jiadistas?

A maior parte dos comentadores sublinharam, com razão, os laços pessoais do presidente Nicolas Sarkozy com o Catar, patrocinador da Irmandade Muçulmana, e os do presidente François Hollande igualmente com o Catar, e, também, com a Arábia Saudita. Os dois presidentes financiaram, ilegalmente, uma parte das suas campanhas eleitorais com estes estados, e tem

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Grécia/EL DIKTADO DE ALEMANIA

Nº: 238   Agosto  2015, Le Monde Diplomatique EDITORIAL http://www.monde-diplomatique.es (España)

Ignacio Ramonet

Sólo en las películas de terror se ven escenas tan sádicas como las que vimos el 13 de julio pasado en Bruselas, cuando el primer ministro griego Alexis Tsipras – herido, derrotado, humillado– tuvo que acatar en público, cabizbajo, el diktado de la canciller de Alemania, Angela Merkel, renunciando así a su programa de liberación por el cual fue elegido, y el cual precisamente acababa de ser ratificado por su pueblo mediante referéndum.

Exhibido por los vencedores como un trofeo ante las cámaras del mundo, el pobre Tsipras tuvo que tragarse su orgullo y tragar también tantos sapos y culebras que el propio semanario alemán Der Spiegel, compadecido, calificó la lista de sacrificios impuestos al pueblo griego de “catálogo de horrores”...

Cuando la humillación del líder de un país alcanza niveles tan espeluznantes, la imagen se queda en la historia para aleccionar a las generaciones venideras, incitadas a no aceptar nunca más un trato semejante. Así han llegado hasta nosotros expresiones como “pasar por las horcas caudinas” (1) o el célebre “paseo de Canossa” (2). Lo del 13 de julio fue tan enorme y tan absolutamente irreal que quizás este día también será recordado en el futuro de Europa como el día del “diktado de Alemania”.

La gran lección de ese escarnio es que se ha perdido definitivamente el control ciudadano con respecto a una serie de decisiones que determinan la vida de la gente en el marco de la Unión Europea (UE) y, sobre todo, en el

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Moçambique/Continuam a chegar felicitações a Nyusi

Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Estadistas de vários países continuam a felicitar Filipe Nyusi pela sua eleição para o cargo de Presidente da República de Moçambique nas eleições realizadas a 15 de Outubro, desejando-lhe que seja bem-sucedido na honrosa mas complexa função que assumirá, oficialmente, no começo de 2015.

Entre os chefes de Estado que já o felicitaram destaque vai para os presidentes da China, Xi Jinping, da França, François Hollande, da Turquia, Recep Tayyip Erodogan, de Angola, José Eduardo dos Santos, os primeiros-ministros de Portugal, Pedro Passos Coelho, dos Países Baixos, Mark Rutte e das Maurícias, Navichandra Ramgoolam. Nyusi tem estado, ainda, a receber felicitações de algumas embaixadas sediadas em Maputo, destacando-se a dos Estados Unidos da América e do Brasil.

Na mensagem endereçada a Nyusi

quarta-feira, 19 de março de 2014

Argentina/"Grandes potencias" tienen doble discurso al rechazar plebiscito en las Malvinas

19 marzo 2014, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)


Las negociaciones de Argentina con el Club de París iniciarán el 28 de mayo. (Foto: teleSUR)

La mandataria argentina, Cristina Fernández, en un encuentro con su homólogo francés, François Hollande, rechazó que se descarte el principio de no adhesión que pregonan algunos países sobre territorialidad de Crimea, hacia el conflicto de las Islas de las Malvinas entre Reino Unido y Argentina.

La dignataria argentina, Cristina Fernández, criticó el doble discurso de las “grandes potencias del mundo” al rechazar la adhesión de Crimea a Rusia, y por otra parte aprueban que las Islas de las Malvinas no sean devueltas a la nación Argentina.

“O respetamos los mismos principios para todos o vivimos en un mundo sin respeto, donde prevalecen los intereses de los más fuertes”,