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quinta-feira, 21 de julho de 2016

HÁ MAIS DO QUE A VISTA ALCANÇA, NO GOLPE GORADO NA TURQUIA



20/07/2016, Tlaxcla http://www.tlaxcala-int.org (Mexico) Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity



O presidente Vladimir Putin da Rússia fez, no domingo, o que nenhum grande líder ocidental dos países membros da OTAN cuidou de fazer, quando telefonou ao seu contraparte turco Recep Erdogan, para manifestar boa vontade, simpatia e votos de sucesso na empreitada que o presidente turco abraçava, de restaurar a ordem constitucional e a estabilidade, o mais rapidamente possível, depois da tentativa fracassada de golpe na noite da 6ª-feira.

Em vez de fazer coisa semelhante, o secretário de Estado dos EUA John Kerry embarcou num voo noturno de bate-volta até Bruxelas, para reunião e café-da-manhã na 2ª-feira, com os ministros de Relações Exteriores (RE) da União Europeia, para discutir uma posição unificada ante a crise na Turquia. O ministro das RE da França Jean-Marc Ayrault estava de péssimo humor, zangado, repetindo que

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

BRICS, БРИКС/COMO A RÚSSIA ESTÁ DETONANDO O JOGO TURCO NA SÍRIA

4 dezembro 2015, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (México)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity


Porque a prioridade sempre foi deixar que a CIA comande – nas sombras – uma "linha de rato" – pela qual continue a fornecer armas a uma legião de "rebeldes moderados".

Assim como o Daesh – pelo menos até agora – 
a gangue Barzani no Curdistão Iraquiano nunca agia no turno em que Washington fazia a 'segurança'. A operação que o Governo Regional do Curdistão comanda na Turquia é virtualmente ilegal; de roubo do petróleo que pertence ao estado, no que tenha a ver com Bagdá.

O petróleo que o 'Estado Islâmico' rouba não pode passar por território controlado por Damasco. Não pode passar pelo Iraque dominado pelos xiitas. Não pode andar para o leste até o Irã. É a Turquia ou nada. A Turquia é o braço mais oriental da OTAN. EUA e OTAN 'apoiam' a Turquia. E assim se demonstra que EUA e OTAN, no fim das contas, apoiam o ISIS/ISIL/Daesh/Estado Islâmico.

O que é certo é que o petróleo ilegal roubado pelo Daesh

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O QUE PRECEDEU OS ATAQUES DO ESTADO ISLÂMICO NA FRANÇA

19 novembro 2015, Resistir.info resistir.info (Portugal)

por Moon of Alabama

Eis o que aconteceu dia 13 à noite: pelo menos 120 mortos nos ataques em Paris, Hollande decretou o estado de emergência.

Homens armados e bombistas atacaram restaurantes, uma sala de concertos e um estádio desportivo, em vários locais em Paris, sexta-feira, fazendo pelo menos 120 mortos, num ímpeto assassino que o presidente François Hollande, muito comovido, qualificou como um ataque terrorista sem precedentes.

O estado islâmico reivindicou o ataque .

Mas quem tem fornecido armas e financiado o Estado islâmico ou as organizações precedentes que na Síria e no Iraque lhe deram origem? Vejam vós mesmos.

Em 2012 - Hollande admite que armou os rebeldes sírios em violação do embargo existente .
"O Presidente francês reconheceu ter entregado armas

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Moçambique será 2º maior produtor mundial de gás liquefeito

2 de Novembro de 2014, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz

O governo moçambicano está satisfeito com um acordo alcançado entre duas companhias estrangeiras para a construção conjunta de complexos de liquefacção de gás no norte do país, disseram fontes da indústria de exploração de gás. O acordo preliminar foi alcançado entre a companhia americana Anadarko e a italiana ENI.

Fontes da indústria de gás disseram que o acordo de colaboração é algo de invulgar na indústria de exploração de gás mas que ao assinarem o acordo, a Anadarko e a ENI respondiam a pressões do governo moçambicano que quer impedir que na exploração do gás se repita o que aconteceu na exploração do carvão na província de Tete com as a companhias a desenvolverem separadamente as suas próprias infra-estruturas.

Segundo um comunicado da

terça-feira, 27 de agosto de 2013

15 SIGNS OBAMA WILL GO TO WAR WITH SYRIA



August 26, 2013, PressTV http://www.presstv.ir (Iran)

Michael Snyder, Economic Collapse

The Obama administration is actually considering an attack on Syria even though the American people are overwhelmingly against it, Obama does not have Congressional approval to start a war, and he will never get approval for military action from the UN because it will be blocked by Russia. This is setting up to become a colossal foreign policy disaster for the United States.

A potential war with Syria has been brought to the forefront because of a chemical weapons attack near Damascus last week that killed as many as 1,400 people. The Obama administration and several other western nations are blaming this attack on the Assad regime.

But others are pointing out that it would make absolutely no sense for the Assad regime to do such a thing. They appear to be winning the civil war,

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Nace Banco Nacional Iraní Venezolano como parte de la nueva arquitectura financiera

Agencia Bolivariana de Noticias http://www.abn.info.ve

Caracas, 1 abril 2009 (ABN) - El presidente de la República, Hugo Chávez Frías, afirmó que dentro de la nueva dinámica mundial en el tema de la integración y como parte de esa estrategia de conformar una nueva arquitectura financiera, este jueves nacerá el Banco Nacional Iraní Venezolano, lo que constituye para el Jefe de Estado un paso muy importante.

Así lo señaló el Jefe de Estado venezolano, este miércoles, en declaraciones dadas desde Doha, Qatar, como parte de su gira internacional.

“Hemos acordado iniciarnos con 100 millones de dólares de cada lado; este jueves inauguraremos la sede; ya estamos nombrando un vicepresidente del banco y luego vendrán las operaciones de apalancamiento, porque por medio de ese banco, siempre puedes conseguir otros recursos para inversión y hacer convenios con otros bancos de Oriente Medio”, explicó el Presidente.

Refirió que sostuvo conversaciones con el presidente de Siria, Bashar Al-Asad, sobre el tema del banco y le manifestó que está de acuerdo con explorar con bancos de Siria, de Qatar, y de Asia también.

Chávez Frías destacó que producto de la II Cumbre del Sur-Países Árabes (ASPA), efectuada en Doha, han emanado resoluciones importantes y aprobadas con todos los gobiernos, que van conformando un piso para construir un edificio nuevo, que es la unión del Sur con el Sur, los caminos del Sur.

“América del Sur y Venezuela ocupando un papel importante en el proceso unitario de nuestra América. Es el Oriente Medio, todas las luchas del mundo árabe, pasando por África, y ahora vamos por la misma ruta, es el camino del Sur, vamos a Teherán, luego a Pekín y a Japón, es la nueva dinámica mundial, eso es lo más importante de lo que este martes se conversó y se acordó”, sostuvo.

Asimismo, indicó que están proponiendo temas estratégicos de cooperación y citó el caso de Telesur, que firmó un nuevo convenio de cooperación con la agencia de noticias Al Jazeera, así como mencionó los acuerdos energéticos del Sur que siguen avanzando, al igual que el Banco del Sur, por lo que ya siete países suramericanos han acordado formar parte de éste último.

“Estas son propuestas que no son originales mías, sino las asumí desde que estuve preso, en Yare, producto de la lectura y de la adquisición de información por diversas vías”, dijo.

Citó un libro editado por la Comisión del Sur, denominado El desafío del Sur, al cual tuvo acceso durante su periodo de reclusión “y que desaparecieron, porque su edición coincidió con la caída de la Unión Soviética y se congelaron las luchas en África, Asia, Oriente Medio, América Latina y el Caribe; se congeló el mundo, pero hoy estamos en un horno y hay un parto mundial”.

De esas idea surgen muchas de las propuestas de Chávez Frías, como un Banco del Sur, una televisora del Sur, una universidad del Sur, radios del Sur y centros de investigación para la ciencia y la tecnología para los países del Sur.

http://www.abn.info.ve/noticia.php?articulo=175882&lee=16

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Venezuela/Caracas participará em cimeira da América do Sul e dos Países Árabes no Qatar

Caracas, 20 janeiro 2009 (Lusa) -- A Venezuela vai participar na II Cimeira da América do Sul e dos Países Árabes (ASPA), que se realizará a 31 de Março no Qatar revelou o ministro venezuelano de Relações Exteriores, Nicolás Maduro.
Segundo aquele responsável, a participação da Venezuela é como como membro da União de Nações Sul-americanas (UNASUR), que "participará pela primeira vez, como instância representativa, constituída por um bloco de países latino-americanos que sugerirá a integração do Sul (América do Sul) com os países árabes".
Num comunicado o Ministério de Relações Exteriores explica que o convite foi feito na segunda-feira pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Qatar, Mohammed Al Rumaihi, e de uma delegação enviada pelo Emir do Qatar, Xeque Hamad bin Jalifa Al Zani, no âmbito de um périplo pela América Latina.
"Conversámos sobre a crise financeira e as respostas que há que dar pelo Sul (América Latina). Também vimos o panorama da situação no mundo. Eles agradeceram a conduta do Presidente Hugo Chávez, em relação ao tema palestiniano e a solidariedade que a Venezuela manifestou ao povo da Faixa de Gaza", diz o comunicado.
"Nunca antes todos os governos representantes destes países e da América do Sul se encontraram para tratarem de temas do nosso desenvolvimento conjunto e nós valorizamos altamente esta iniciativa porque acreditamos que faz parte das distintas instâncias que começaram a nascer desde há alguns anos", explica.
O documento acentua ainda que a Venezuela tem trabalhado pela pluralidade "só para que haja equilíbrio e respeito sem hegemonismo e sem império (norte-americano). Deve haver um mundo em que em todos os pólos nos encontremos e desenvolvamos relações de cooperação e solidariedade".
"Estaremos muito activos nas propostas que o Presidente Chávez tem feito", prossegue o comunicado, "da necessidade de constituir novas instituições para actuar no mundo financeiro e assim aproveitar esta crise para constituir uma nova articulação económica dos países do Sul, um Fundo de Investimento entre as nossas nações e outros mecanismos para o desenvolvimento tecnológico-industrial."
O vice-ministro do Qatar explicou durante o encontro com o ministro de Relações Exteriores da Venezuela falaram de temas relacionados com a cooperação política e que "um dia antes da cimeira, a 30 de Março, se reunirão 34 presidentes, entre chefes de Estado árabes e latino-americanos, para manter encontros bilaterais".

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Cuba firmó convenios culturales con Bolivia, Haití, Mozambique y Qatar

La Habana, 14 Junio - El ministro de Cultura de Cuba, Abel Prieto, rubricó convenios de colaboración con sus homólogos de Bolivia, Haití, Mozambique y Qatar con el objetivo de profundizar y ampliar la cooperación cultural y artística con esos países, divulgó Prensa Latina.

Como parte del V Congreso Internacional Cultura y Desarrollo, que concluirá este día, se llevó a cabo esta singular rúbrica que fortalecerá el trabajo de esas entidades en cuanto a preservar la identidad y la diversidad culturales.

Tras la firma del convenio, el viceministro de Desarrollo de la Cultura de Bolivia, Pablo César Groux, resaltó la importancia del arte y la cultura para los procesos de integración regional.

Por su parte, Auguste Dmeza, enviado del ministro de Cultura de Haití, anunció que en agosto próximo será la primera semana de la Cultura de Cuba en su país.

Mientras, Aires Bonifacio Aly, ministro de Educación y Cultura de Mozambique, abogó por ampliar con el aporte de Cuba la formación en el área cultural.

El jeque Mescal Bin Jassim Bin Mohamed Al-Thani, presidente para las Artes y la Cultura de Qatar, reafirmó el programa ejecutivo que da continuidad al convenio de cooperación cultural con Cuba.

Bin Mohamed Al-Thani aprovechó la ocasión para transmitir sus más sinceros votos de aprecio al presidente Fidel Castro y al vicepresidente Raúl Castro.

En el V Congreso Internacional Cultura y Desarrollo, que arrancó el pasado lunes, toman parte 17 ministros y 31 responsables del ramo de América Latina, el Caribe, Asia y África. (Agencia Bolivariana de Noticias)