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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Moçambique/DISCURSO DO PRESIDENTE DA FRELIMO, CAMARADA FILIPE JACINTO NYUSI, POR OCASIÃO DO FECHO DA 3ª SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DO COMITÉ CENTRAL

9 outubro 2016, Frelimo http://www.frelimo.org.mz (Moçambique)

Camarada Secretário-Geral da FRELIMO;

Camaradas Membros da Comissão Política;

Camarada Armando Emílio Guebuza, Antigo Presidente da FRELIMO;

Camaradas Membros do Secretariado do Comité Central;

Camaradas Membros do Comité Central;

Distintos Quadros da nossa gloriosa FRELIMO;

Minhas Camaradas e Meus Camaradas! 

Aproxima-se o momento do encerramento da nossa décima Conferência Nacional de Quadros. Quando entoarmos o Hino da FRELIMO e o Hino Nacional, estaremos a assinalar o fim deste grande encontro da nossa família FRELIMO.

Caros Camaradas!
Os três dias foram de intenso trabalho. A qualidade das intervenções  e dos debates havidos em torno da proposta de teses demonstrou o alto nível de maturidade politica das diferentes gerações de quadros. Queremos mais uma vez

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Moçambique/Membros das Forças Armadas não pertencem a nenhum grupo

14 outubro 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Ministro da Defesa Nacional reiterou, em Chimoio, que os membros das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) não pertencem a nenhum grupo étnico, a nenhuma região do país, a nenhuma religião e a nenhuma cor partidária. Que eles são sim, e apenas isso, moçambicanos dispostos e disponíveis para defender todo o povo do Rovuma ao Maputo e do Zumbu ao Índico.

“A vossa religião é a paz, sempre a paz no nosso solo pátrio. Este é o sonho do povo moçambicano, que vos incumbiu esta missão desde o dia em que juraram a Bandeira!”, lembrou Salvador Mtumuke, falando sábado em Chimoio no encerramento dos cursos de promoção a capitão e complementar de alferes milicianos das FADM.

O governante defendeu, na ocasião, que no actual contexto, em que se assistem às mudanças estruturais e substanciais de âmbito nacional, regional e mundial, a garantia da defesa, salvaguarda da independência e da integridade territorial continua a

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Moçambique/PR DIRIGINDO-SE AOS RESIDENTES DE MAGUDE: Paz deve ser alimentada

22 Abril 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)
O Presidente Filipe Nyusi disse ontem em Magude, província de Maputo, que a paz deve ser alimentada através de actos de tolerância e perdão entre os moçambicanos, porque só em ambiente de harmonia, amizade e convívio salutares é que se pode desenvolver o país.

Vincou, na mesma ocasião, que o país deve permanecer uno e indivisível e que os moçambicanos não devem perder tempo a discutir questões como a divisão do país.

O Chefe do Estado falava num comício popular por ele dirigido na vila-sede do distrito de Magude, no início da visita de trabalho de quatro dias que efectua à província de Maputo. Na ocasião o Presidente da República centrou a sua intervenção em torno de três questões fundamentais,

sábado, 21 de março de 2015

Moçambique/40 anos de independência nacional: PR exorta à reafirmação da soberania

20 de Março de 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Nesta postagem

Editorial do jornal Noticias sobre violação do Acordo de Cessação das Hostilidades Militares pela Renamo

Num encontro com o PR: Sociedade civil condena discurso de divisão do país


O Presidente da República, Filipe Nyusi, exorta a todos os moçambicanos no sentido de transformarem o 40.º aniversário da proclamação da independência, cuja efeméride se assinala a 25 de Junho deste ano, em momento da reafirmação da soberania nacional e da renovação do compromisso colectivo de continuar a construir um país uno e próspero.

Em mensagem por ocasião do lançamento hoje, em Maputo, das festividades dos 40 anos da independência, que se celebrarão sob o signo “Consolidando a Unidade Nacional, a Paz e o Progresso”, o Chefe do Estado exorta a todos a participarem na grande festa da emancipação política, sem discriminação racial ou em razão da filiação partidária, origem social, crença religiosa, idade ou grupo étnico.

“Vamos todos participar com entusiasmo, solidariedade e sentido patriótico neste

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Moçambique/Brigadas da Frelimo nas províncias: Nada é feito fora do pensamento do PR

25 Fevereiro 2015, Jornal Notíciashttp://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Secretário do Comité Central da Frelimo para Mobilização e Propaganda e porta-voz deste partido, Damião José, defendeu segunda-feira última, em Inhambane, que a missão das brigadas do seu partido que trabalham em todas as províncias do país “não decorre fora do pensamento do Presidente da República, Filipe Nyusi”.

Damião José afirmou ser “totalmente falso que haja posições contraditórias entre o Presidente da República e a Comissão Política, porque nada está a ser feito pelas brigadas ou militantes do partido, no seu todo, fora do pensamento do Presidente”.

“Desde a sua fundação em 1962 a Frelimo está durante 365 dias a trabalhar com o povo e para o povo, daí que tudo o que é planificado e executado deve ser com o conhecimento da população, o destinatário das nossas políticas públicas. Portanto,

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Moçambique/FADM firmes na defesa do país -- garante Chefe do Estado-Maior General

13 Fevereiro 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), general Graça Chongo, garantiu ao ministro da Defesa Nacional que as Forças Armadas continuarão empenhadas na manutenção do poder do Estado em todo o país, para que as populações vivam num ambiente de paz, estabilidade social e desenvolvimento económico.

“Asseguramos, por isso, uma prontidão imediata, mantendo uma disponibilidade total e um exigente padrão de comportamento das tropas traduzido na disciplina, no respeito e cumprimento da lei, obedecendo ao princípio da subordinação das Forças Armadas ao poder civil democraticamente instituído. Esta é a característica própria da nossa instituição militar e ela continuará para sempre”,

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Moçambique será 2º maior produtor mundial de gás liquefeito

2 de Novembro de 2014, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz

O governo moçambicano está satisfeito com um acordo alcançado entre duas companhias estrangeiras para a construção conjunta de complexos de liquefacção de gás no norte do país, disseram fontes da indústria de exploração de gás. O acordo preliminar foi alcançado entre a companhia americana Anadarko e a italiana ENI.

Fontes da indústria de gás disseram que o acordo de colaboração é algo de invulgar na indústria de exploração de gás mas que ao assinarem o acordo, a Anadarko e a ENI respondiam a pressões do governo moçambicano que quer impedir que na exploração do gás se repita o que aconteceu na exploração do carvão na província de Tete com as a companhias a desenvolverem separadamente as suas próprias infra-estruturas.

Segundo um comunicado da

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Moçambique: Gás natural poderá gerar US$ 10 biliões de por ano de receita



4 setembro 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

A exploração de gás natural, descoberto na Bacia do Rovuma, norte de Moçambique, poderá gerar uma receita anual superior a 10 biliões de dólares, anunciou hoje, a ministra dos recursos minerais, Esperança Bias.

“Foram até aqui avaliadas reservas de mais de 75 triliões de pés cúbicos (TCF) para a Área 4 e mais 95 TCF para a Área 1, estando-se no processo de elaboração do plano optimizado da extracção deste recurso por forma a permitir a construção, instalação e operação de quatro unidades de Gás Natural Liquefeito com uma capacidade total anual de 20 milhões de toneladas,

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Grupo italiano ENI descobre mais gás natural em Moçambique



3 setembro 2013, Macauhub http://www.macauhub.com.mo (China)

O grupo italiano ENI descobriu mais gás natural no bloco Área 4 da bacia do Rovuma, norte de Moçambique, na sequência do furo de prospecção Agulha, anunciou segunda-feira em Maputo o Instituto Nacional de Petróleos (INP).

De acordo com o comunicado citado pela imprensa moçambicana, os resultados preliminares indicam que a zona onde foi efectuado o furo Agulha poderá conter entre 5 biliões a 7 biliões de pés cúbicos de gás natural.

O furo localiza-se na parte sul da Área 4 da bacia do Rovuma, a cerca de 80 quilómetros da costa e

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Petronas inicia pesquisa de petróleo em bacia de Moçambique

Maputo, 14 outubro 2008 (Lusa) - A empresa petrolífera malaia Petronas assinou nesta terça-feira o contrato para iniciar a pesquisa de petróleo na bacia do Rovuma, rio que separa Moçambique da Tanzânia, no norte do país, tornando-se a quinta companhia a operar na região.

A Petronas, em consórcio com a moçambicana Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), vai desenvolver atividades de pesquisa de petróleo nas áreas 3 e 6 do bloco do Rovuma (off-shore) ao longo dos próximos oito anos, em um investimento de cerca de 37 milhões de euros (R$ 105,4 milhões).

A Petronas já está envolvida em pesquisas no delta do rio Zambeze, região central de Moçambique, desde 2002, como lembrou o vice-presidente da empresa, Datuk Abdullah Karim, na assinatura do acordo com as autoridades moçambicanas.

A descoberta de reservas de gás natural no lado tanzaniano do rio Rovuma suscita no consórcio e no governo moçambicano a expectativa de que haja petróleo na margem moçambicana do rio, onde se concentram as maiores operações de prospecção no país.

A existência de reservas de petróleo em quantidade suficiente para justificar o investimento de pesquisa e extração tem sido a grande incógnita no que se refere ao petróleo em Moçambique.

O governo moçambicano tem manifestado a sua confiança na existência de reservas de petróleo no país passíveis de serem exploradas comercialmente, em especial na bacia do Rovuma e no delta do Zambeze.

Estudo
Há cerca de um ano, um estudo encomendado pela companhia petrolífera canadense Artumas e feito pela norte-americana Rose & Associates concluiu existir na bacia do Rovuma petróleo em "quantidade comercial e não comercial", mas sem especificar a proporção de cada uma delas.

O estudo apontava a possibilidade de existir 67 milhões de barris na bacia. Além disso, havia a probabilidade de 90% de poderem ser extraídos 2,37 milhões de barris e 10% de existir quantidade de petróleo para 186 milhões de barris.
O patamar mínimo estabelecido no relatório para a rentabilidade da exploração comercial é colocado nos 125 milhões de barris.

Por isso, o estudo da Rose & Associates indicava uma probabilidade de 18% de sucesso comercial da iniciativa.

Pesquisas anteriores, feitas em 1986 pela petrolífera Esso e, em 1998, pela empresa Lohnropet, indicaram não existir petróleo na região, mas sim depósitos de gás natural.

Além da Petronas e da Anadarko, estão presentes na bacia do Rovuma a italiana ENI e as norueguesas Norsk Hydro e DNO.

Na foz do rio Zambeze está também a Petrobras, em parceria com a Petronas.

A portuguesa Galp Energia, por meio da ENI (acionista de referência da empresa, com 33,34% do capital), poderá também entrar na exploração de blocos ganhos pela empresa italiana em Moçambique.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Moçambique/Italianos da ENI optmistas quanto à descoberta de petróleo em Moçambique

Lisboa, Portugal, 26 agosto 2008 - A petrolífera italiana ENI está optimista quanto à descoberta de petróleo no norte de Moçambique, informou na sua edição de segunda-feira o jornal Diário Económico, de Lisboa.

O jornal cita declarações do vice-ministro italiano para o Desenvolvimento Económico, Adolfo Urso, que afirmou que o governo de Itália está optimista em relação à descoberta de grandes quantidades de petróleo na bacia do Rio Rovuma, no norte de Moçambique.

A ENI trabalha há cerca de um ano num bloco "offshore" sendo a operadora com 80 por cento, sendo os restantes 20 por cento detidos em partes iguais pela portuguesa Galp Energia e pela estatal moçambicana Empresa Nacional de Hidrocarbonetos.

O bloco está localizado em águas profundas que atingem dois mil metros, tem um período de exploração de 8 anos e de 30 anos para a fase de produção.

O governo de Moçambique atribuiu a concessão à ENI em 2007 bem como a três outras companhias que já investiram 300 milhões de dólares na perfuração de oito poços de exploração. (macauhub)