Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Moçambique/DISCURSO DO PRESIDENTE DA FRELIMO, CAMARADA FILIPE JACINTO NYUSI, POR OCASIÃO DO FECHO DA 3ª SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DO COMITÉ CENTRAL
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Moçambique/Membros das Forças Armadas não pertencem a nenhum grupo
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Moçambique/PR DIRIGINDO-SE AOS RESIDENTES DE MAGUDE: Paz deve ser alimentada
sábado, 21 de março de 2015
Moçambique/40 anos de independência nacional: PR exorta à reafirmação da soberania
Editorial do jornal Noticias sobre violação
do Acordo de Cessação das Hostilidades Militares pela Renamo
Num encontro com
o PR: Sociedade civil condena discurso de divisão do país
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Moçambique/Brigadas da Frelimo nas províncias: Nada é feito fora do pensamento do PR
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Moçambique/FADM firmes na defesa do país -- garante Chefe do Estado-Maior General
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Moçambique será 2º maior produtor mundial de gás liquefeito
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Moçambique: Gás natural poderá gerar US$ 10 biliões de por ano de receita
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Grupo italiano ENI descobre mais gás natural em Moçambique
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Petronas inicia pesquisa de petróleo em bacia de Moçambique
Maputo, 14 outubro 2008 (Lusa) - A empresa petrolífera malaia Petronas assinou nesta terça-feira o contrato para iniciar a pesquisa de petróleo na bacia do Rovuma, rio que separa Moçambique da Tanzânia, no norte do país, tornando-se a quinta companhia a operar na região.
A Petronas, em consórcio com a moçambicana Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), vai desenvolver atividades de pesquisa de petróleo nas áreas 3 e 6 do bloco do Rovuma (off-shore) ao longo dos próximos oito anos, em um investimento de cerca de 37 milhões de euros (R$ 105,4 milhões).
A Petronas já está envolvida em pesquisas no delta do rio Zambeze, região central de Moçambique, desde 2002, como lembrou o vice-presidente da empresa, Datuk Abdullah Karim, na assinatura do acordo com as autoridades moçambicanas.
A descoberta de reservas de gás natural no lado tanzaniano do rio Rovuma suscita no consórcio e no governo moçambicano a expectativa de que haja petróleo na margem moçambicana do rio, onde se concentram as maiores operações de prospecção no país.
A existência de reservas de petróleo em quantidade suficiente para justificar o investimento de pesquisa e extração tem sido a grande incógnita no que se refere ao petróleo em Moçambique.
O governo moçambicano tem manifestado a sua confiança na existência de reservas de petróleo no país passíveis de serem exploradas comercialmente, em especial na bacia do Rovuma e no delta do Zambeze.
Estudo
Há cerca de um ano, um estudo encomendado pela companhia petrolífera canadense Artumas e feito pela norte-americana Rose & Associates concluiu existir na bacia do Rovuma petróleo em "quantidade comercial e não comercial", mas sem especificar a proporção de cada uma delas.
O estudo apontava a possibilidade de existir 67 milhões de barris na bacia. Além disso, havia a probabilidade de 90% de poderem ser extraídos 2,37 milhões de barris e 10% de existir quantidade de petróleo para 186 milhões de barris.
O patamar mínimo estabelecido no relatório para a rentabilidade da exploração comercial é colocado nos 125 milhões de barris.
Por isso, o estudo da Rose & Associates indicava uma probabilidade de 18% de sucesso comercial da iniciativa.
Pesquisas anteriores, feitas em 1986 pela petrolífera Esso e, em 1998, pela empresa Lohnropet, indicaram não existir petróleo na região, mas sim depósitos de gás natural.
Além da Petronas e da Anadarko, estão presentes na bacia do Rovuma a italiana ENI e as norueguesas Norsk Hydro e DNO.
Na foz do rio Zambeze está também a Petrobras, em parceria com a Petronas.
A portuguesa Galp Energia, por meio da ENI (acionista de referência da empresa, com 33,34% do capital), poderá também entrar na exploração de blocos ganhos pela empresa italiana em Moçambique.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Moçambique/Italianos da ENI optmistas quanto à descoberta de petróleo em Moçambique
Lisboa, Portugal, 26 agosto 2008 - A petrolífera italiana ENI está optimista quanto à descoberta de petróleo no norte de Moçambique, informou na sua edição de segunda-feira o jornal Diário Económico, de Lisboa.
O jornal cita declarações do vice-ministro italiano para o Desenvolvimento Económico, Adolfo Urso, que afirmou que o governo de Itália está optimista em relação à descoberta de grandes quantidades de petróleo na bacia do Rio Rovuma, no norte de Moçambique.
A ENI trabalha há cerca de um ano num bloco "offshore" sendo a operadora com 80 por cento, sendo os restantes 20 por cento detidos em partes iguais pela portuguesa Galp Energia e pela estatal moçambicana Empresa Nacional de Hidrocarbonetos.
O bloco está localizado em águas profundas que atingem dois mil metros, tem um período de exploração de 8 anos e de 30 anos para a fase de produção.
O governo de Moçambique atribuiu a concessão à ENI em 2007 bem como a três outras companhias que já investiram 300 milhões de dólares na perfuração de oito poços de exploração. (macauhub)