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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

África do Sul/Monumento Samora Machel: Património nacional Sul-Africano

27 setembro 2016, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

O monumento Samora Machel, em Mbuzini, na África do Sul, será declarado, no dia 7 de Outubro próximo, Património Nacional sul-africano.

O anúncio foi feito esta terça-feira em Pretória, no decurso de mais uma sessão conjunta Moçambique/África do Sul, de preparação das

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Moçambique/Membros das Forças Armadas não pertencem a nenhum grupo

14 outubro 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Ministro da Defesa Nacional reiterou, em Chimoio, que os membros das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) não pertencem a nenhum grupo étnico, a nenhuma região do país, a nenhuma religião e a nenhuma cor partidária. Que eles são sim, e apenas isso, moçambicanos dispostos e disponíveis para defender todo o povo do Rovuma ao Maputo e do Zumbu ao Índico.

“A vossa religião é a paz, sempre a paz no nosso solo pátrio. Este é o sonho do povo moçambicano, que vos incumbiu esta missão desde o dia em que juraram a Bandeira!”, lembrou Salvador Mtumuke, falando sábado em Chimoio no encerramento dos cursos de promoção a capitão e complementar de alferes milicianos das FADM.

O governante defendeu, na ocasião, que no actual contexto, em que se assistem às mudanças estruturais e substanciais de âmbito nacional, regional e mundial, a garantia da defesa, salvaguarda da independência e da integridade territorial continua a

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Moçambique/Chefe do Estado-Maior General afirma: nossa missão está clara

24 setembro 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

A missão das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), de defesa da pátria, da soberania e integridade territorial, está muito bem clara, segundo afirmou ontem o Chefe do Estado-Maior General, Graça Chongo.

O Chefe do Estado-Maior General das FADM falava a jornalistas momentos após a cerimónia de patenteamento de oficiais generais e de saudação ao Comandante-Chefe das Forças Armadas, o Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi. Graça Chongo foi solicitado pela imprensa a comentar a exortação feita pelo Chefe do Estado para que as Forças de Defesa e Segurança (FDS) deixem os políticos fazer política.

“Os militares são apolíticos. Obedecem o Estado e a sua missão está

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Moçambique/Nova governação exige atitudes colectivas e individuais

10 janeiro 2015, Portal do Governo (Moçambique)

Maputo (AIM) – O Ministro da Defesa Nacional, Atanásio M'tumuke, diz que a nova governação iniciada este ano exige de todos os membros das Forcas de Defesa de Moçambique (FADM) novas atitudes colectivas e individuais, nos diferentes sectores de trabalho.

Trata-se, segundo o Ministro, de desafios que implicam a coragem de operar mudanças que devem ser feitas em respeito às normas militares e dos marcos que norteiam o

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Moçambique/FADM reiteram fidelidade à pátria

25 setembro 2014, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

As Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) reafirmaram ontem, em Maputo, diante do Chefe do Estado e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS), Armando Guebuza, a sua determinação de defender com firmeza a pátria e o seu povo, e reiteraram a sua fidelidade à Constituição da República.

O Chefe do Estado-Maior General das Forças de Defesa de Moçambique, General do Exército Graça Chongo, que manifestou esse compromisso na cerimónia de saudação das FADM ao Presidente da República e Comandante-Chefe das FDS por ocasião da passagem, hoje, do jubileu de ouro das Forças Armadas, data que assinala o início da luta armada de libertação nacional,

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Moçambique/“Governo dará resposta a ameaças à nossa soberania” -- Guebuza

23 fevereiro 2014, Jornal Domingo http://www.jornaldomingo.co.mz (Moçambique) 
O Presidente da República, Armando Guebuza, inaugurou na passada quinta-feira em Maputo o Instituto Superior de Estudos de Defesa. Disse, na ocasião, que a inauguração do Instituto representa a reafirmação inequívoca da vontade do Governo de, gradualmente, dar resposta aos desafios que as novas ameaças à soberania impõem ao nosso Estado.
O estadista moçambicano referiu que com inauguração das novas instalações de especialização das FADM, o Governo mostra sinal inequívoco de que reconhece a necessidade que as Forças Armadas têm de possuir meios que lhes permitam superar dificuldades resultantesda descontinuidade geográfica do nosso território que se espalha pelas águas do Índico.
Guebuza, que é patrono da instituição, falava numa cerimónia que contou com a presença de antigos ministros da defesa, chefes de estado-maior das FADM, antigos combatentes e oficiais superiores do Exército e reiterou a necessidade assegurar a unidade nacional.
 “O Governo tem plena consciência de que o empenho das nossas Forças Armadas será sempre limitado e insuficiente em face destas ameaças difusas. Todavia, a complexidade e grandeza dessas ameaças não aconselham a indiferença nem a resignação”, disse Guebuza.
Recordou que foi graças a Forças Armadas bem treinadas, patrioticamente consciencializadas, dotadas de conhecimentos e equipamento à altura dos imperativos da época, e orgulhosas de serem herdeiras do
legado do 25 de Setembro, que

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Moçambique/Tomada de Marínguè: FADM avisaram a Dhlakama da acção, pedindo que se rendesse



1 Novembro 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

Contra todas as previsões dos ocupantes, o bastião da Renamo, no distrito de Marínguè, na província de Sofala, foi esta semana tomada pelo comando conjunto das Forças de Defesa de Moçambique (FADM) e Força de Intervenção Rápida (FIR), desvendando os mistérios do lugar que outrora foi a retaguarda segura daquela organização, durante os 16 anos de conflito armado no país.

Quando a notícia sobre a possibilidade de se tomar a base da Renamo pelas FDS se espalhou, muitas pessoas mostravam-se incrédulas.

Analistas políticos e sociais e a população em geral diziam que se tratava de uma falácia das Forças de Defesa e Segurança e que isso jamais aconteceria por se tratar de uma zona de difícil acesso.

A nossa Reportagem fez parte do grupo de jornalistas que